SALADAS QUE ENGORDAM

 

É só pensar em dieta que todo mundo já lembra da famosa e velha saladinha. Mas, o que muitas pessoas nao sabem, é a quantidade de calorias que esse prato, aparentemente inocente, pode esconder.
Fundamentais para o bom funcionamento do corpo, as frutas, legumes e verduras possuem grande parte dos nutrientes necessários ao indivíduo. Por isso, preste muita atençao nos ingredientes que você vai incluir na salada para nao transformá-la numa fonte de gordura e, dessa forma, estragar o regime que durou meses:


* Carne Vermelha e Frango

Sempre que for utilizá-las, retire a gordura e a pele antes do preparo, pois sao ótimas fontes de colesterol e gorduras saturadas (difíceis de serem digeridas).

Só para ter uma idéia, uma porçao (100 gramas) de carne de boi possui 140 calorias, enquanto que uma colher de sopa de ervilha tem 18 calorias. Ambos os alimentos sao fontes de proteínas e, embora nao seja recomendado substituir totalmente um alimento, pode-se reduzir a quantidade de um e aumentar a quantidade de outro.


* Queijos

Quanto mais amarelo o queijo, mais colesterol, gordura e sal ele possui. Portanto, dê preferência ao queijo branco, ricota, cottage ou mussarela de búfala.


* Embutidos / Enlatados

Fique longe do presunto, lingüiça, salsicha e mortadela e substitua-os pelo peito de peru, peito de chester e salsicha de peru light.

Por ser peixe, muita gente se engana em relaçao ao teor calórico do atum enlatado. Portanto, deve-se ter cuidado, pois aqueles conservados em óleo fornecem mais calorias; e, aqueles mantidos em água e sal, podem prejudicar quem tem pressao alta.


* Gema de Ovo

Devem ser consumidas moderadamente em funçao da taxa de colesterol que possuem. A quantidade ideal gira em torno de duas a quatro gemas por semana. 

FONTE/AUTOR: Redaçao do Saúde Informaçoes

Monte um banquete de nutrientes no café-da-manhã

Não é sempre que você tem tempo de desfrutar de um farto café-da-manhã. Muito pelo contrário. Na maioria das vezes, sai às pressas para o trabalho e nem se lembra do desjejum.

Só vai notar que não tomou café lá pelo meio da manhã, hora em que a fome aperta e daí é um desespero só para colocar algo na boca e tapear a fome.

O descuido que parece inofensivo, no entanto, pode colocar o equilíbrio da sua alimentação a perder. “O café-da-manhã é essencial, pois interrompe o longo período de jejum causado pelo tempo de sono”, alerta a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella.

Ela ressalta ainda que a primeira refeição do dia deve incluir alimentos com os nutrientes importantes para o organismo. Hipoglicemia, baixo rendimento, falta de concentração e náuseas são conseqüências de ficar sem comer logo cedo.

Antes de apontar quais alimentos não podem faltar na sua mesa de café-da-manhã, Roberta ressalta que quem pratica atividade física ao pular da cama precisa redobrar a atenção sobre a primeira refeição do dia. “Não é recomendado fazer exercícios em jejum. Mas, também não é aconselhável se exercitar logo depois de tomar o café-da-manhã”, diz.

A especialista aconselha ainda a fazer o desjejum de meia a uma hora antes de dar a largada aos exercícios. “Consuma um alimento rico em carboidratos (pães, barrinhas de cereais, bolachas salgadas, frutas) nesse período que antecede a atividade física. Isso garante energia para o trabalho muscular, evitando a hipoglicemia, durante os exercícios”, explica Roberta. “A baixa de glicose traz sintomas desagradáveis, como tontura, rendimento ruim e náuseas. Para evitar os transtornos, basta colocar os seguintes alimentos no prato matinal”:  

Desnatados

Leite semi-desnatado ou desnatado e iogurtes desnatados:
Optar pelas versões desnatadas do leite e de seus derivados ajuda a diminuir a quantidade de gordura saturada e de colesterol da alimentação. Mais uma notícia boa é que a quantidade de cálcio é a mesma que a contida na versão integral do leite. “O cálcio participa do desenvolvimento ósseo durante a infância e adolescência e, na fase adulta, evita o aparecimento da osteoporose”, lembra a nutricionista do MinhaVida.

Queijo minas, ricota e cottage: comparando os queijos brancos com os amarelos, os primeiros apresentam menos calorias, devido ao menor teor de gorduras. Também são boas fontes de proteína, nutriente importante para a construção dos novos tecidos do organismo, e de cálcio, participante da formação dos ossos.  

Frutas

Cereais ricos em fibras:
“Ricas em vitaminas e minerais, as frutas são bem-vindas de diversas formas no café-da-manhã. Os nutrientes oferecidos por elas estão envolvidos em várias reações do organismo, fazendo com que ele trabalhe adequadamente”, resume Roberta Stella.

“Algumas delas se destacam por suas funções especiais, como a vitamina C, rica em antioxidantes que evitam o envelhecimento celular”, continua. 

Frutas in natura:
Além dos mesmos nutrientes encontrados nos sucos, as frutas frescas fornecem mais fibras. Pães: ótimas fontes de energia, os pães não podem faltar no café-da-manhã. As melhores opções, porém, estão entre as versões integrais do alimento. “Os pães integrais contêm mais fibras, vitaminas e minerais, quando comparados com os pães que levam apenas farinha refinada, por isso são melhores”, explica Roberta.

  Peito de peru e presunto sem capa de gordura: eles entram em cena como acompanhamento dos pães e fornecem outro nutriente importante, as proteínas. Atente a outros ingredientes típicos do desjejum:

“Além de incluir tais alimentos no menu, vale ficar de olho em outros participantes do seu desjejum”, diz a nutri.

Evite os alimentos ricos em gordura saturada e colesterol
“O elevado consumo destes tipos de gordura está relacionado ao desenvolvimento de males como as doenças cardiovasculares”, aponta a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella.  

 Fonte: http://www.minhavida.com.br

Aprenda tudo sobre alimentação das crianças

SAÚDE! reuniu algumas das dúvidas mais freqüentes sobre alimentação da garotada e, para acabar de vez com elas, pediu ajuda a alguns dos melhores especialistas no assunto

 

1. Suco de beterraba acaba com anemia?
Não. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. “A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses”, explica o pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.

2. Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu filho?
Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. “Eles são ótimas fontes de carboidratos”, afirma a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.

3. Crianças de qualquer idade podem comer frutos do mar?
“De jeito nenhum. Por uma questão de segurança, espere que complete 2 anos”, orienta Priscila Maximino. Os principais riscos são a intoxicação alimentar e as alergias. É bem verdade que cozinhar ou assar esse tipo de alimento diminui o perigo, mas, como seguro morreu de velho, é melhor evitar.

4. Café faz mal para os baixinhos?
A bebida não é das mais indicadas, porque a cafeína pode deixar a criança agitada. “Porém, uma xícara pequena de café puro por dia não faz mal a ninguém”, afirma Ary Lopes, para alívio das mães que não abrem mão do pretinho misturado com o leite. Se você já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que não há razão para se preocupar. “A quantidade de cafeína presente em um copo de café com leite é tão pequena que não interfere na retenção do mineral pelo organismo”, esclarece o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade São Marcos, em São Paulo.

5. O leite de soja pode substituir o de vaca?
“Sim, se o problema for intolerância à lactose”, explica Renata Cocco, pediatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio.” É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a sua criança.

6. Meu filho adora peixe cru. Tudo bem?
Acima de 2 anos, tudo bem. “Para não arriscar, só vá a restaurantes impecáveis no que se refere à higiene”, recomenda Ary Lopes. Caso a preferência recaia sobre o salmão — que andou na berlinda como agente da difilobotríase (doença que provoca dor abdominal, náuseas e vômitos) —, cheque se foi previamente congelado a 21 graus e se o estabelecimento tem o certificado sanitário, que garante a procedência e a qualidade do pescado.

7. Alimentos com corantes causam alergia?
A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. “Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas”, revela a pediatra Renata Cocco. “Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações aditivos alimentares.”

8. A carne vermelha é essencial para a criança crescer saudável?
“Sim, ela é uma importante fonte de proteínas, gordura, ferro e zinco”, confirma a médica Roseli Sarni, presidente do departamento científico de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Contra anemia, ela é imbatível. Está lotada do chamado ferro-heme, ou ferro orgânico, que é muito mais bem aproveitado pelo corpo do que o mineral presente nos vegetais. Segundo a especialista, a anemia afeta mais de 40% das crianças em idade pré-escolar no Brasil. Por isso a carne vermelha deve ser consumida ao menos três vezes por semana, de preferência acompanhado de uma fonte de vitamina C, como a laranja, para aumentar a absorção do ferro. O frango e o peixe são bons substitutos, mas, fique sabendo, não contêm a mesma concentração do tal ferro-heme.

9. Refrigerante diet e guloseimas adoçadas artificialmente devem ser evitados?
“Não há nenhum componente nesses produtos que seja comprovadamente nocivo à saúde”, afirma a pediatra Renata Cocco. Nenhum estudo concluiu, por exemplo, que aspartame faça mal ao organismo dos pequenos.“Mas, por serem artificiais, recomendamos que esses alimentos sejam consumidos só quando realmente há necessidade”, explica a pediatra.

10. Gemada é capaz de dar pique?
Ela foi a queridinha das mães zelosas até alguns anos atrás. Não é mais, até porque nem mesmo os especialistas a recomendam. “O ovo cru pode estar contaminado com salmonela”, adverte a nutricionista infantil Suzy Graff, de São Paulo. “A bactéria pode provocar diarréia, vômito ou até levar à morte.” Infelizmente, ovos de diversas marcas podem estar contaminados por causa de higiene e refrigeração deficientes. Como é quase impossível saber quais têm condições de consumo, o mais seguro é fritá-los ou, melhor ainda, cozinhá-los.

11. É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura da boca?
“Sim, eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos e facilitando a fala”, diz Renata Cocco. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para todo o resto da infância e a adolescência.

12. Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?
“Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos”, informa o nutrólogo Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, o consumo desse tipo de bebida pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

13. Jantar muito tarde provoca sono agitado?
A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. “Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida”, afirma Ary Lopes Cardoso. “Após esse período a criança pode se deitar tranqüilamente”, completa o médico.

14. O que a mãe deve observar no rótulo – o índice de gordura ou o de sódio?
Os dois. Não há uma dosagem máxima recomendada por produto — e, se houvesse, ela seria diferente conforme a idade. Mesmo assim é bom ficar de olho nesses ingredientes. A gordura, lembre-se sempre, não pode fornecer mais do que 30% das calorias diárias consumidas pela criança. Não precisa ficar fazendo conta a toda hora: basta usar o bom senso e, se oferecer algo com teor de gordura nas alturas ao seu filho, cuidar para que o restante do cardápio daquele dia seja mais leve. Para o sódio, vale o mesmo raciocínio, lembrando que até 12% da meninada entre 6 e 18 anos é hipertensa — e aí o excesso de sal, já sabe… Vale conversar com o pediatra sobre o assunto, afastar essa hipótese e pedir uma orientação sobre o consumo diário de sal adequado para o seu filho.

15. É melhor comer frutas com ou sem casca?
“O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras”, garante Fábio Ancona Lopes, especialista em nutrição infantil da Unifesp. Mas enfatiza: as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

16. Os macarrões instantâneos são liberados?
“A massa em si não faz mal nenhum, pois é uma excelente fonte de carboidratos”, afirma a médica Roseli Sarni. O problema está no condimento que dá sabor e faz com que o prato seja um dos preferidos da garotada. “Além de ser um tempero artificial, ele contém grande quantidade de sódio, que leva ao aumento da pressão e à retenção de água.” Em outras palavras, poder pode, mas só de vez em quando.

17. Vale a pena incluir aqueles pós multivitaminados na alimentação dos meus filhos?
“Esses pós devem ser ingeridos como complementos da alimentação só se a criança apresentar déficit de nutrientes ou estiver abaixo do peso.”, diz Mauro Fisberg. Eles são indicados principalmente quando é necessário aumentar o aporte de calorias, vitaminas ou sais minerais no organismo. O ideal é que esse tipo de suplemento seja utilizado sob a orientação de um nutricionista, já que é muito calórico.

18. As informações estampadas nas embalagens se referem às necessidades nutricionais de crianças ou de adultos?
“Em geral elas se referem às necessidades dos adultos, exceto quando os produtos são dirigidos ao público infantil”, esclarece Fábio Ancona Lopes. “O importante é saber que cada idade requer tipos e quantidades específicos de nutrientes”, completa. E as recomendações mais indicadas para cada faixa só o especialista pode fazer. Moral da história: vale olhar o rótulo? Até vale, mas apenas para ter uma leve referência quando o consumidor é uma criança.

19. Sopas prontas substituem uma refeição?
“De jeito nenhum. A quantidade de fibras e nutrientes presente nesses produtos é muito pequena”, diz categoricamente a nutricionista Priscila Maximino. Sem falar no alto teor de sódio. Se numa hora de aperto você precisar recorrer à praticidade desse tipo de refeição, trate de complementá-la com uma porção de carne, outra de legumes e uma fruta. Lembre-se: nada como a velha e boa sopa caseira, preparada com ingredientes fresquinhos.

20. Quantas vezes por semana doces e refrigerantes podem entrar no cardápio?
Depende. “Se a criança estiver acima do peso, ofereça duas porções de desses itens por semana”, recomenda a nutricionista Priscila Maximino. Mas, se ela não vive em pé de guerra com a balança, três porções semanais estão de bom tamanho. “Esses alimentos devem ser oferecidos com muito mais parcimônia em caso de colesterol ou triglicérides altos ou mesmo hipertensão”, completa.

 Fonte: http://saude.abril.com.br/

O que engorda mais?

Sucos naturais e outras bebidas podem sabotar o seu empenho para enxugar a silhueta. O lado bom é que, ao saber disso, fica mais fácil escapar dessa armadilha

Você evita o sanduíche pensando que pode ser calórico demais. Olha para o lado e pede um suco de laranja. Ops, a opção não é a mais certeira para quem está brigando contra a balança — para começo de conversa, as duas escolhas têm a mesma dose de calorias. E o suco pode ser mais enganador… A informação veio da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, que recentemente divulgou os resultados de um estudo sobre a alimentação de 810 adultos entre 25 e 79 anos nos Estados Unidos.

Ao longo de um ano e meio, os voluntários foram acompanhados em duas etapas, com duração de seis meses cada uma. Na primeira, tiveram que retirar uma dose de bebida com açúcar por dia, fosse um suco ou um refrigerante. Na segunda, cortaram da ingestão diária uma porção de alimento sólido com o mesmo valor calórico do líquido.

Conclusão: a restrição de líquidos fez perder mais peso do que a de sólidos. Meio quilo contra 100 gramas no período. A razão é simples para a nutricionista Helena Novareti, da Universidade Federal de São Paulo: “Quem faz dieta controla melhor o consumo de massas, carnes e petiscos”. O abuso da bebida acaba acontecendo porque ela é digerida mais rapidamente e por isso a sensação de fome volta logo. No caso de itens sólidos, o que mais conta a seu favor é a mastigação. É durante esse processo que a sensação de saciedade já começa a ser produzida.

Um engano comum é pensar que substituir refrigerante ou suco industrializado por um suco de fruta natural irá resolver a questão da quantidade de calorias. Infelizmente, não vai. “Embora bem mais saudáveis, as frutas também têm seu açúcar, e, portanto, engordam. A dica para não exagerar é contabilizar os sucos naturais que você tomou dentro da recomendação de consumo de três frutas por dia”, diz Helena. Um de laranja, por exemplo, já contém as três porções ( veja o infográfico “Quanto de fruta tem”)

Para aqueles que estão pensando em optar pelas bebidas diet, light ou zero, atenção. “Elas possuem teores de adoçantes e conservantes muito elevados. E contêm fósforo, que compete com o cálcio, fazendo com que esse importante mantenedor dos ossos não seja absorvido”, explica Adriana Passos, nutricionista da PUC de Campinas, no interior de São Paulo.

A dica para refrescar-se sem culpa é dar preferência ao sumo de um limão ou maracujá misturado com um copo de água. Outra sugestão bem magrinha é mixar água aromatizada com uma fatia de abacaxi. Nesse caso, a variação das frutas ajuda a não enjoar dos sabores. E mais: se você alternar a bebida com a fruta in natura, garantirá ainda mais nutrientes. “É que, ao bater a fruta no liquidifi cador, as fibras, importantes no controle do peso, da glicose no sangue, do colesterol e do bom funcionamento intestinal, se perdem”, esclarece a nutricionista Raquel Dammous, de São Paulo.

O relógio do corpo no horário de verão

Com o horário de verão começando à 0h do dia 18 de outubro, os relógios precisam ser adiantados em uma hora -, muita gente já se preocupa com aquela horinha que vai perder.

E a mudança não significa apenas ter menos tempo para aproveitar a noite. O corpo realmente demora um pouquinho para se adaptar. O relógio interno, acostumado com o dia de 24 horas, estranha quando ele tem apenas 23h.

 Isso porque o organismo tem um relógio biológico natural e, com a rotina, se acostuma a acordar naturalmente ou se preparar para dormir em determinado momento do dia. Quando o horário de verão chega, uma hora dessa rotina é “deslocada” e o organismo demora um pouco a perceber.

“O horário de verão mexe com o relógio do nosso organismo – o que chamamos de ritmo circadiano. Com isso, é muito comum o indivíduo ter maior irritabilidade, cansaço e, em alguns casos, até mesmo insônia“, explica Roberto Cairalla, diretor clínico do Hospital Sírio-Libanês de Itatiba.

Na verdade, essa “horinha” a menos não acarreta maiores problemas ao corpo. “Em mais ou menos uma semana ele já se adapta. Uma hora é pouco para o corpo sentir alguma diferença que traga grandes danos”, esclarece o especialista.

O problema seria maior se a alteração também fosse. Quando isso acontece – o famoso “jet lag”, comum em viagens com destinos de fusos diferentes -, o organismo fica “louco” e até os hormônios se alteram.

Infelizmente, não há uma receita ideal para que o corpo possa se adaptar rapidamente com o novo horário. “Ter uma alimentação mais leve ou fazer exercícios físicos com certeza ajudam, mas ainda assim o corpo sofre com as alterações. Não há uma formula mágica”, enfatiza Roberto, que também é cardiologista. O jeito mesmo é esperar o corpo se adaptar, sem perder o pique.

Para saber mais:

- O horário de verão tem início no terceiro domingo de outubro e termina no segundo domingo de fevereiro, exceto quando esse dia cai no Carnaval. Quando isso acontece, prolonga-se o horário por mais uma semana, tendo seu término no terceiro domingo de fevereiro.

- Ele só abrange a região Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Isso porque as regiões próximas à linha do Equador sofrem mudanças bem sutis na incidência do Sol, então não teria porque se adaptarem ao horário, criado para economizar energia.

- O governo federal estima que a economia de energia chegará a 5% nos horários de pico de consumo.

As regiões que não possuem o horário de verão sofrem apenas com as programações da televisão, que costumam adaptar o seu horário para igualar com o de Brasília.

 

 Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/

Acne e alimentação:mito?

Será que os alimentos realmente influenciam no surgimento dos cravos e espinhas na pele? A resposta dada pelos médicos é a mesma: não existem dados que comprovem tal relação. No entanto, talvez agora haja evidências concretas de que a relação é verdadeira, sim. Um estudo recente da Universidade de Melbourne, na Austrália, apontou que o consumo de certos alimentos pode desencadear ou apenas acentuar o aparecimento das acnes. Na pesquisa, dois grupos com tendência a apresentar espinhas foram submetidos a dietas diferentes. Um deles consumiu alimentos com alto índice glicêmico (que elevam os níveis de açúcar no sangue), enquanto o outro ingeriu apenas produtos com liberam glicose lentamente na circulação. Rsultado: as acnes nas pessoas do primeiro grupo pioraram significativamente. Os especialistas concluíram, então, que uma dieta composta por alimentos que elevam rapidamente a taxa de glicose no sangue podem favorecer o aumento dos casos de cravos e espinhas. O fenômeno seria explicado pela ação da insulina, hormônio que controla a taxa de açúcar no organismo e interfere em outras substâncias, inclusive naquelas ligadas ao surgimento da acne.
Para aqueles que sofrem com o problema, é fundamental controlar a alimentação e consultar um dermatologista o quanto antes. Nos casos mais graves, o tratamento mais eficaz é o uso de isotretinoína, substância derivada da vitamina A.

Ganhe músculos com a ajuda da dieta

A conta é simples: menos gordura corporal e mais músculos é igual ao corpo dos seus sonhos! Mas se a operação é das mais fáceis na teoria, a prática deixa muita gente de cabelo em pé. Isso porque, nem sempre, basta um treino de musculação parrudo para conseguir um corpo mais torneado. Um plano alimentar é parte essencial dessa transformação. (Clique aqui para fazer uma avaliação nutricional gratuita e descobrir a dieta ideal para o seu perfil)
As proteínas estão por trás da mudança. Elas são as unidades estruturais dos músculos, por isso devem estar presentes na alimentação, auxiliando na formação da chamada massa magra. (entenda as diferenças entre todas as proteínas) “Entretanto, as células musculares são compostas tanto de proteínas
como de carboidratos estocados (para fornecer energia durante o treino) e de água, ou seja, é necessário montar uma dieta que inclua os três itens”, afirma a nutricionista Gisele Pavin, da Fórmula Academia.
A quantidade de ingestão depende das características individuais de cada um. Sexo, idade, estado de saúde, além da intensidade, duração e freqüência da atividade física praticada interferem na medida. Recomenda-se para
indivíduos sedentários a ingestão de 0,8g de proteína por quilo ao dia. Já pessoas ativas podem aumentar a dose: de 1,2 a 1,4g de proteína por quilo estão permitidos diariamente.
“Os atletas que visam a hipertrofia podem aumentar essa quantidade para 1,8g ao dia” , diz Gisele. (veja abaixo as recomendações de cada alimento). No dia-a-dia, o ideal para os freqüentadores de academia é ingerir três gramas de carboidrato para um grama de proteína. Confira nossas sugestões de consumo e, claro, não se esqueça de tomar muita água.
Carne vermelha: é número um em quantidade de creatina, essencial para a construção muscular. Mais: contém ferro, zinco, niacina (vitamina B3) e vitamina B12 – nutrientes cruciais para quem quer resultados.
Quantidade ideal: a carne vermelha deve ser consumida de duas a três vezes por semana. Um bife médio de carne magra tem de 150 a 200 calorias e não compromete a dieta.

Ovo (com gema):
é o alimento com o mais alto valor biológico – uma espécie de medida da quantidade de proteína que um alimento é capaz de fornecer ao corpo. É verdade que a proteína da carne é mais eficiente para a construção muscular. Mas a gema, além da proteína, contém a vitamina B12, necessária para diminuir os níveis de gordura e ajudar na contração muscular. Ela também é a melhor fonte de colina, substância que ajuda a dissolver a gordura nas artérias.(saiba mais sobre os benefícios dos ovos)
Quantidade ideal: um ovo com gema equivale a 120 calorias (mas não consuma fritos).
Iogurte: tem aminoácidos essenciais em altas porcentagens e é decisivo no crescimento muscular, porque combina proteína e carboidrato em doses ideais. Um copo fornece 10% da nossa necessidade diária de proteína. A versão com frutas é ainda melhor, porque aumenta os níveis de insulina, uma das chaves para reduzir a perda protéica que costuma acontecer após o exercício.
Quantidade ideal: um ou dois potes de iogurte diariamente, de preferência sem açúcar e sem adoçante, porque esses ingredientes diminuem a ação dos lactobacilos e também o teor de vitaminas do complexo B.

Salmão:
é altamente protéico, com grandes quantidades de ômega-3, uma gordura que ajuda na recuperação da massa muscular. (conheça os benefícios do salmão e de outros peixes)
Quantidade ideal: consuma três vezes por semana, mas lembre-se: uma posta ou um filé médio de salmão tem 150 calorias. Para melhor aproveitar os nutrientes, prepare o peixe em baixa temperatura e evite cozinhar demais.

Azeite de oliva:
a gordura monoinsaturada ômega-9 tem ação anticatabólica, ou seja, age contra inflamações, que provocam o desgaste e a fraqueza muscular.  (diferencie as boas das más gorduras)
Quantidade ideal: use de uma a duas colheres de sopa por dia, em saladas e também para cozinhar. Lembre-se, porém, de que cada colher conta 110 calorias.

Amêndoas:
são uma das maiores fontes da vitamina E alfatocoferol, a forma mais bem absorvida pelo corpo e um potente antioxidante, que pode ajudar a prevenir os danos provocados pelos radicais livres após o treino. E, quanto menos agressões praticadas pelos radicais livres, mais rapidamente seus músculos vão se recuperar.
Quantidade ideal: cerca de 15 unidades por dia, no lanche ou na salada. Dica: como dão saciedade, o ideal é comer cinco amêndoas antes do almoço e outras cinco antes do jantar para aplacar a fome.
 
 Fonte:yahoonoticias

super dicas de nutrição

Dicas Nutricionais
Diminua o consumo de alimentos não nutritivos “calorias vazias”: doces, balas, guaraná natural, chocolates, sorvetes, bolos, refrigerantes, etc.
- Retire da sua alimentação alimentos ricos em gorduras prejudiciais como: maionese, creme de leite, frituras em geral, manteiga, etc.
- Utilize para temperar a sua salada azeite de preferência extra virgem, limão e vinagre. Para temperar a comida evite temperos industrializados como: arisco, caldo knor, enlatados e conservas principalmente se você tem pressão alta, uma vez que esses produtos são ricos em sódio.
- Condimentos como ervas naturais, orégano, salsa, cebolinha, pimentão, alho, cebola, etc, podem ser usados à vontade.
- Quando utilizar margarina dar preferência a becel, ville, alpina.
- Substituir o leite integral pelo leite desnatado (sem gordura) ou semi- desnatado (50% da gordura) e o queijo amarelo (mussarela ou prato) pelo queijo branco.
- Dê preferências às preparações grelhadas, assadas, ensopadas ou cozidas, evitando assim as frituras.
- Utilizar a gema do ovo no máximo duas vezes na semana não esquecendo das preparações que utiliza-se o ovo.
- Não ingerir líquidos durante as refeições, dar um intervalo de 1 hora antes ou depois de cada refeição.
- Beber no mínimo dois litros de água ao dia nos intervalos das refeições.
- Consumir frutas durante o dia ( 4 porções) com casca e bagaço se possível, ao invés de utilizá-las para suco, pois o teor de fibras está concentrado na fruta in natura.
- Evitar misturar amidos em uma mesma refeição : batata, arroz, macarrão, aipim, inhame, farinha, farofa, etc. principalmente se você tem aumento de triglicerídeo no sangue e é diabético. Lembre-se o excesso de carboidratos no nosso organismo se transforma em um tipo de gordura (triglicerídeo).
- Manter uma atividade física de sua preferência, no mínimo três vezes por semana, sob orientação de um profissional.

Frutas podem ser aliadas ao combate às toxinas

Frutas podem ser aliadas ao combate às toxinas

Inclua frutas no café da manhã.

Como sobremesa, prefira frutas aquosas, como laranja, melão, melancia. Ou mamão rico em papaína, substância antitóxica que acelera a digestão. Deixe as carnudas, como a banana, para o intervalo das refeições. Coma pelo menos uma maçã por dia.

E mais: – evite líquidos durante as refeições e mastigue bem os alimentos, a fim de que as enzimas digestivas possam trabalhar com eficiência;

* Substitua as frituras por alimentos grelhados, refogados ou assados;
* Evite refrigerantes, cigarros, salgadinhos e bebidas alcoólicas;
* Não ingira alimentos aquecidos em banho-maria por tempo prolongado, o que provoca a proliferação de bactérias e aumenta o risco de toxinfecção alimentar;
* Coma com pouco sal, adoce com pouco açúcar e beba pouco café;
* Substitua embutidos e alimentos industrializados por naturais, e a carne vermelha por carne branca, mas evite os frangos de granja que, assim como a carne vermelha, estão impregnados de hormônios e antibióticos;
* Dê preferência a produtos orgânicos, ou seja sem agrotóxicos;
* Durma o suficiente e pratique algum tipo de atividade física.

Desintoxique-se – com uma alimentação rica em fibras, vitaminas, minerais e muita água, que facilitam a digestão, evita o envelhecimento precoce e traz bom humor e disposição, além de prevenir várias doenças.

Frutas, legumes e verduras cruas: – além de ricos em vitaminas e minerais, oferecem fibras e muita água, que ajudam a limpar todo o seu corpo das toxinas acumuladas, facilitando a digestão e desobstruindo o sistema excretor, de forma a permitir a eliminação de tudo o que não serve mais para o corpo.

Caso você queira cozinhar ou refogar legumes e verduras, use pouca água e deixe-os quase crus. Em vez de suco de frutas, prefira mastigá-las bem, comendo o bagaço.

Para evitar acidez gástrica, não combine vegetais folhosos e frutas na mesma refeição.

Fibras naturais – películas dos grãos, cascas e sementes das frutas e vegetais, além de folhas fibrosas, leguminosas, frutas e cereais são opções ricas em fibras naturais, quando não submetidas a processamento ou refinação. Ao varrer as toxinas do organismo e aspirar as moléculas de gordura que possam entupir as artérias, elas reduzem o colesterol, revigoram as células e aumentam a resistência física. E mais: as fibras grudam no açúcar dos alimentos, evitando que ele seja jogado para o sangue rapidamente, além de carregar as toxinas cancerígenas para fora do organismo. Uma colher de sopa de farelo (de trigo, cereais ou arroz), por dia traz resultados excelentes para a pele, na medida em que ajuda o intestino a funcionar melhor. Para garantir boa ingestão de fibras, consuma: arroz integral, gergelim, aveia, cevada, castanhas, nozes, trigo integral ou sarraceno, feijão, ervilha, lentilha, feijão-soja (sem película), semente de abóbora, grão-de-bico, broto de bambu, figo, banana, goiaba, coco, amora e framboesa. Tomate, cebola, germe de trigo e brócolos ou brócolis, além de fibras, contém selênio e zinco, que retardam o envelhecimento. A chicória, ou a endívia, estimulam o metabolismo, depuram o sangue e apresentam propriedade diurética, laxativa e purificadora. Já a alcachofra reduz as taxas de colesterol e triglicérides, protegendo e estimulando o trabalho do fígado e da vesícula.

Vitamina C – alimentos ricos em vitamina C são bactericidas naturais, que previnem contra infecções, aumentando a capacidade imunológicas e melhorando a regeneração dos tecidos. Ajudam a hidratar o organismo e contém bioflavonóide, substância que age combatendo os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento, além dos hormônios causadores de doenças degenerativas como câncer. Extraia esse benefício das frutas frescas, silvestres e cítricas, como morango, pitanga, açaí, laranja, acerola, carambola, maracujá, cupuaçu e caju, ou de vegetais como o tomate, a batata, o brócolos e a couve-flor, que ainda ajudam a eliminar vermes.

Texto de: Regina Vasco – CRT 26.735
Fitoterapeuta – Diretora do Espaço do Bem Vive

Granola e Mel:vida+saúde

Granola Mistura de cereais crocantes normalmente composta por aveia em flocos, germe de trigo, flocos de arroz, flocos de milho, frutas desidratadas e castanhas. Possui ótimo valor nutricional. É um alimento energético, rico em fibras e sais minerais. Se incluída regularmente na alimentação, auxilia no controle do colesterol e favorece o bom funcionamento intestinal. Além das granolas tradicionais, sabor mel, frutas e cacau, também são encontradas nas lojas Mundo Verde, opções sem glúten e sem açúcar para pessoas com necessidades especiais. Pode ser consumida: pura, com frutas, iogurtes, leite, vitaminas, como cobertura de sobremesas ou no preparo de bolos.

Mel
Elaborado no organismo das abelhas a partir do néctar de diversas flores. De grande valor energético, rico em vitaminas e sais minerais, o mel desintoxica o organismo, favorece a digestão, neutraliza a ação de agentes tóxicos e nocivos, combate o estresse e cansaço. Pode ser usado na combinação com frutas, leite, iogurtes, pães e biscoitos. O consumo de iogurte natural juntamente com granola e mel é uma excelente opção para o seu café-da-manhã, proporcionando saúde e energia para o seu dia. Importante: Deve ser excluído da dieta de pessoas diabéticas.

Fonte:site Mundo Verde

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