Arquivo diário: 18 agosto 2008

Não quero mais sentir isso

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Parecia que aquela era a hora,meu coração estava disparado no peito,minhas mãos suavam frio,meu braço ficou dormente,num curto espaço de tempo vi toda a minha vida passar na frente de meus olhos…

Porque será sempre me pergunto isso,não foi a primeira vez que senti isso,mas posso dizer com toda certeza que também não será a ultima,mas não quero mais sentir essa sensação,como se o fim estivesse proximo,a pior coisa do mundo é exatamente isso,essa incerteza,não sei o que pode ser,toda vez que tenho emoções muito fortes,isso acontece de novo,tenho varias teorias,depressão,estresse,angustia…

São tantas,mas realmente queria que tudo isso acabasse,que eu pudesse ter uma vida normal,as vezes acho que so eu sinto isso,mas sei que não é verdade…So quem sente pode dizer,sentir na pele esse mal-estar não é bom,se alguém tem algum rémedio por favor me diga…

Não quero mais sentir isso!!!

Instantes

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“Se eu pudesse viver minha vida novamente, a próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito: relaxaria mais. Seria mais tolo do que tenho sido e, levaria mais a sério pouquíssimas coisas.

Seria menos higiênico, correria mais riscos, faria mais viagens, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria em rios. Iria a lugares onde nunca estive antes. Comeria mais doces e menos verduras, teria mais problemas reais, e menos problemas imaginários…

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e prolificamente cada minuto de minha vida.
E, é claro, em meio disso, tive certos momentos de alegria.
Mas, se eu pudesse voltar atrás, trataria de ter somente bons momentos.
Pois, se não sabes, é disso que a vida é feita.
Momentos……

E não perca pôr favor, nunca o aqui e o agora. Eu era um desses que não iam a nenhuma parte, sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuvas e um pára-quedas.

Se eu pudesse voltar a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria pôr andar descalço desde o início da primavera e seguiria assim até terminar o outono. Daria mais voltas pelas pequenas ruas, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se eu tivesse outra vez a vida pela frente.

Mas perceba… tenho oitenta e cinco anos… e sei que estou morrendo.”

 

 

Jorge Luís Borges

Envelhecer

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Preste atenção nos mais velhos.
E repare como é grande a diferença entre a velhice da idade e a velhice da alma.
Temos jovens irremediavelmente velhos, e idosos com a energia de garotos.

E aqui, nesse momento, cabe a pergunta:
O que é ser velho?
Alguém pode responder:
“É ter dificuldade em se locomover, em ser dono de suas vontades, de seus horários.”
E o que é um recém-nascido senão alguém nas mesmas condições?

Envelhecer, ah…envelhecer é perder a capacidade de se apaixonar. E para se apaixonar não existe tempo, nem idade, nem regra. Apenas a alma leve e aberta, porque para sermos felizes, independente de idade cronológica, .não precisamos de grandes conquistas materiais.

Porque já temos o pôr-do-sol, as estrelas, os pássaros, o sorriso dos amigos, dos irmãos.

Vamos agradecer a Deus, por nossa vida.

Temos o dia que está começando, nossa força e determinação.

Com todos esses presentes da vida, o resto a gente constrói… pode crer, a gente constrói.