Arquivo diário: 29 setembro 2008

Jornal On Line para jovens

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Jovens com idade entre 15 a 18 anos deixam de lado a leitura e trocam pela principal ferramenta de descontração: o computador.

Segundo a pesquisadora Zayra Cristina Lisboa Gomes, estudantes do ensino fundamental ao ensino médio fazem pouco uso da leitura diária em revistas ou jornais, principalmente textos longos.

A idéia do projeto Jornal On Line é atrair o jovem à leitura. Para isso, ela pretende fazer um jornal com notícias variadas, abordando principalmente esportes, política, economia e outros assuintos que os jovens julgam ser as mais complicados.

O jornal terá análises e explicações, com linguagens simples, atrativas, dinâmicas, com charges e infografias. A notícia chegará aos jovens através da ferramenta que eles mais utilizam, o computador.

Será um jornal confeccionado quinzenalmente e oferecido a uma rede de escolas, terá links que irão remeter a textos acadêmicos, que servirão como fonte de pesquisas, levando os jovens a aprofundar mais em seus estudos e desenvolver o gosto pela leitura.
A pesquisadora Andréa Oliveira desenvolve uma pesquisa sobre a Internet como um novo meio que as pessoas se descobem e se relacionam. Fazer novas amizades, iniciar relacionamentos amorosos são exemplos de práticas cada vez mais comuns no ambiente telemático. O objetivo de Andréa é mostrar como as pessoas se comportam neste novo mundo.

Para sua pesquisa, Andréia pretende estudar um site específico que ainda não foi definido e fazer comparações com revistas que até então eram a única forma encontrada pelas pessoas para este tipo de relacionamento.

Um de seus objetivos é mostrar um aspecto positivo, que é como estes sites ajudam pessoas mais tímidas a encontrar amigos ou namorados. Já como um aspecto negativo, ela abordará a solidão que o uso constante da Internet pode causar. As pessoas trocam as companhias por horas acessando sites de relacionamentos.
Em uma comparação, ela pretende demonstrar a linguagem usada pelos sites e a linguagem usada nas revistas. “Em um mundo tão globalizado onde a comunicação é tão abrangente, as pessoas se sentem sozinhas e procuram a Internet como um meio de se aproximar de outras pessoas”, diz ela.

Emocionalmente evoluída

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A experiência da raça humana já conseguiu revelar que existem muitos tipos de inteligência. Todo mundo tem a sua, atuando em áreas e até intensidades diferentes. Uns são bons com números, outros com palavras, ou ao lidar com máquinas e dominar uma bola nos pés. São cabeças sempre em busca de boas soluções dispostas a aprender com os erros. É assim com quem se mostra craque em relacionamentos. Gente que, seja por um dom natural ou pelo tombo do navio, consegue, para o prazer próprio e o daquele com quem se divide escova de dentes, exibir maestria na complicadíssima arte de equilibrar o binômio razão-emoção, diminuindo sofrimentos e encontrando respostas para muitos questionamentos do amor.

Desde suas primeiras experiências no ramo, mesmo em plena inocência adolescente, a jornalista Ana Glusing teve por princípio economizar ao máximo sua cota de estresse em qualquer relacionamento amoroso em que se envolvesse. “Sempre fui uma pessoa muito ponderada e racional. Não consigo ser impulsiva. Antes de ter uma reação em resposta a qualquer atitude do outro, tenho o hábito natural de me colocar no lugar dele. Quase sempre consigo compreender e ser justa”, garante ela. Ana afirma que esse tempero de razão, ao menos se bem dosado, não esfria suas emoções. “Sou racional, mas não sou pedra. Não dá pra ficar querendo ponderar tudo o tempo todo e esse era justamente meu problema, quando era mais nova. Às vezes, ficava analítica demais. Com o tempo, fui aprendendo a deixar a coisa fluir e ver que a graça estava no equilíbrio”, diz. Quem vê Ana contando seus segredos com tanta propriedade há, com certa razão, de desconfiar de tanta segurança. Mas ela afirma que está longe de se sentir ou ser uma “mulher superior”. “Ainda tenho muito o que aprender na vida! Não sou melhor do que ninguém!”, assume.

É justamente nessa disposição para aprender com as lombadas da estrada que se revela a inteligência de quem é talentoso no assunto. Foi também na marra que a engenheira mecânica Roberta Gadelha aprendeu a criar soluções para os problemas de relação. “Perdi muito namorado dando muito crédito a valores como vaidade e orgulho. Mas acho que tudo isso é normal, a gente começa meio virgenzinha mesmo e depois vai aprendendo com as perdas e ganhos. Hoje, por exemplo, não consigo me imaginar explosiva, como era, principalmente com ciúmes. Essa, agora, é principalmente uma questão de bom senso e de autoconfiança, pra mim. Acho que sei ponderar e avaliar quando uma situação realmente oferece algum tipo de ameaça. E, para resolver, nada melhor do que conversa, ouvindo e falando, com muita calma”, revela Roberta.

Na opinião da psicóloga Maria Teresa Maldonado, todo mundo está apto a desenvolver sua inteligência emocional para relacionamentos. “Pode-se aprender na marra, por meio de uma perda, como, por exemplo, a pessoa que se ama um dia cansar de suas atitudes e dar um basta na relação; por meio de terapia ou por alguém que esteja ao lado, tentando fazer com que os erros sejam vistos”, garante. Como foi o caso do economista Alexandre Galvão. “Eu era uma pessoa extremamente egoísta, só queria saber da minha vida. De tão acostumado com essa maneira de ser, não atinava para as necessidades das pessoas à minha volta. Quando percebi que estava a ponto de perder a mulher da minha vida, fiz uma reavaliação comportamental e todos os dias tento me tornar um pouco melhor, pensar no que ela e os outros querem e sentem com minhas atitudes”, conta ele.

Maria Tereza acrescenta ainda que a falta de habilidade nos relacionamentos compromente muito não só a vida amorosa, como também a profissional e a social, de maneira geral. “Quem não sabe dominar seus impulsos, não sabe lidar com os outros e é socialmente indesejável, provavelmente terá dificuldades para manter sua situação de chefe ou até mesmo o emprego” alerta a psicóloga, lembrando que o segredo de tudo pode estar na capacidade de ter flexibilidade para poder construir bons relacionamentos em qualquer ambiente. “É importante desenvolver a competência de criar soluções e gerenciar seus sentimentos para viver melhor”, finaliza a psicóloga.

Fonte:bolsademulher

Sexo na gravidez

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A gravidez é realmente um período repleto de transformações. Inundada por um verdadeiro mar de hormônios, a mulher sente na pele essas mudanças: o peso aumenta, os seios crescem, o corpo, a agilidade, o apetite e o sono não são iguais ao que eram antes. E a sensibilidade? Essa então…a emoção fica à flor da pele!

Com o sexo não poderia ser diferente. Muitos casais experimentam mudanças importantes no decorrer dos nove meses de gestação, seja no modo de se relacionar sexualmente (algumas posições podem ficar bem mais difíceis com o crescer da barriga) ou na intensidade do seu desejo, que pode diminuir ou aumentar.

Durante uma gravidez normal, ou seja, se não houver nenhuma ameaça de aborto, parto prematuro ou qualquer outra condição que represente uma ameaça iminente, não há motivo para não se ter relações sexuais

Existem muitos mitos e tabus ao redor da sexualidade na gravidez. Algumas pessoas acreditam que o casal que mantém uma vida sexual ativa durante a gestação pode acabar prejudicando o bebê, o que nem sempre é verdade.

Durante uma gravidez normal, ou seja, se não houver nenhuma ameaça de aborto, parto prematuro ou qualquer outra condição que represente uma ameaça iminente, não há motivo para não se ter relações sexuais. Se tudo estiver correndo bem com a mãe e com o bebê, é até bom que a vida sexual seja mantida, pois relaxa, aumenta a cumplicidade do casal, alivia as tensões a ainda passa boas energias para o futuro bebê!

Fonte:bolsademulher

Maternidade x sexualidade: Quando a chama do desejo ameaça apagar

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Maternidade x sexualidade: Quando a chama do desejo ameaça apagar. Desde que o mundo é mundo, a mulher se sente dividida entre esse os papéis de mãe e mulher. Como se eles pudessem ser dissociados.

Desde que o mundo é mundo, a mulher se sente dividida entre esse os papéis de mãe e mulher. Como se eles pudessem ser dissociados. Apesar de toda mulher já ter escutado que “ser mãe é padecer no paraíso”, elas continuam desejando ter filhos. A mulher sempre acaba dividida entre dois lados: o demétrico, ligado à maternidade, e o afrodisíaco, ligado à sexualidade. Toda mulher tem esses dois lados, mas algumas são mais maternais que outras.

Em todo início de relacionamento, o sexo quase sempre é maravilhoso. Lugares inusitados, fantasias mil, libido à flor da pele, fogo e paixão. Com o passar do tempo, a estabilidade emocional, a intimidade a rotina passa a ser uma ameaça constante para aquele fogo que lentamente vai apagando.

Homens e mulheres sentem e demonstram de forma bem diferente o desejo sexual. Alguns homens se sentem rejeitados e, muitas vezes, humilhados quando a parceira se nega a fazer sexo. Dificilmente eles compreendem que naquele momento ela não está sentindo as mesmas necessidades. É preciso manter a calma e conversar abertamente sobre as necessidades e os desejos sexuais de cada um.

Para manter uma relação sexual com qualidade é preciso estar conectado emocionalmente no outro, estar bem fisicamente, motivado e relaxado. Para a maioria das pessoas sexo é muito mais do que prazer físico. É uma forma de expressão que revela a personalidade de cada um. Portanto, o que se faz ou sente neste momento de troca reflete a visão que cada um tem do outro, da vida e do mundo.

Você já parou para pensar o que representa para você?

Ao ter uma compreensão maior sobre a sua personalidade sexual, é possível saber o que está bom e o que precisa ser melhorado na sua vida a dois. A maioria das mulheres-mães não tem tempo para analisar sua sexualidade, preferem dedicar-se aos filhos e a casa. É por isso que as questões sexuais continuam sendo um tabu. Conhecer o seu corpo e como você gosta de ser tocada, o prazer da vida a dois pode ser muito gratificante.

Todas as mulheres têm em mente um modelo que representa a sexualidade feminina? Acontece que ao se tornar mãe e esposa, a mulher inconscientemente deixa o lado sexual adormecer. Esquecem que sente desejo, vontades. E o resultado dessa atitude é deixar o sexo esfriar e cair na rotina. Cabe a nós mulheres perceber o que precisamos trabalhar nessa questão da maternidade x sexualidade. Uma não exclui a outra. Em outras palavras, os parceiros se ressentem da falta de desejo, do fogo e da paixão da época de namoro.

Existem alguns fatores que podem desencadear a falta de interesse pelo sexo:

– Problemas emocionais
– Rotina
– Estresse
– Despreparo sexual
– Falta de informação
– Fadiga
– Relação insatisfatória
– Alguns medicamentos
– Excesso de trabalho
– Pressão profissional
– Religião
– Ejaculação precoce

Se a sexualidade está sendo o último item das suas prioridades, você está tendo problemas. Este é o ponto de partida para as discussões e as dificuldades conjugais. A satisfação sexual e o tesão que um sente pelo outro são fundamentais para a felicidade fora da cama e são a base da relação. É este tesão que reacende a vontade de permanecerem juntos e que, inconscientemente, permite que um admire o outro mesmo nos momentos de crise e faz com que as outras pessoas não representem um risco ao relacionamento.

Fonte:toquefeminino.com.br