Arquivo diário: 7 outubro 2008

Sedução inesgotável

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Já dizia o poeta, “que seja eterno enquanto dure”. E o que dizer quando os anos passam e é só lembrar aquele olhar marcado por grossas sobrancelhas, a boca úmida, mãos másculas e delicadas, o cheiro de tirar o fôlego? E muito, muito mais, que faz com que as histórias venham em colorido marcar o seu dia? Aquele corpo que provoca o brotar do suor em todos os poros, sem exceção. Que tira o sono e faz permanecer imóvel para não mexer sequer em uma lembrança? Pois é… Falo de uma sedução inesgotável, da paixão que não se explica, da saudade que não passa, daquelas fortes emoções que não escondem a vontade de estar junto.

Beijar, abraçar, agarrar, morrer de rir, falar bobagens, ficar boboca mesmo, como uma criança quando vê um doce de chocolate. Uma sensação de diversão e tristeza, medo, satisfação e prazer. Todos os sentimentos se embolam, ficam tímidos e libertos. Como fazer e o que dizer de uma “coisa” tão forte, que invade a vida e não sai de jeito algum?

Dizem que, com o tempo, tudo esfria. Que o cotidiano faz com que as pessoas não mais tenham essa atração um pelo outro. Que o vazio vai ocupando o espaço, que os olhares não são mais luminosos, nem os toques são macios e quentes. A relação é apenas uma convivência, nada mais. No entanto, tem gente que vive dessa maneira. Parece mentira, mas não é.

O calor é tanto quando se encontram que parece o desvendar do “primeiro dia” – uma enorme loucura que habita seus corações e se descontrola.

Sedução inesgotável… emoção vibrante que ninguém segura. Quem consegue separar duas pessoas que vivem esse amor? Nem a morte, pelo jeito. Fica a marca na pele, nas cavidades profundas da história da vida. Tem cheiro de rosas vermelhas – as da paixão. Nas ruas, procura-se o “outro”, a vontade de ver, de encontrar.

Quando a lembrança é arrasadora, tudo cai no chão, esquece os itens a serem cumpridos, o descompasso do ritmo cardíaco é forte, nada se estabiliza. Quando dá, telefonar é tudo:
– Oi tudo bem?

Aquela voz linda, aquele jeito de tirar o fôlego ainda faz tremer a carne. É quase um orgasmo, profundo, daqueles que se guarda na memória afetiva. De lá não sai, não.

Pois é, o poeta disse o que disse, com certeza tem razão. O que não previu, talvez, foi esse amor, algo que não termina jamais, que atravessa montes e vales, faz flutuar e sonhar que um dia, mesmo que não seja por aqui, vai permanecer para sempre…

Dicas:

– Se vive um sentimento assim, que não seja mais possível de se realizar por algum motivo, não deixe de mostrá-lo – chore, sonhe, vibre, até telefone e escute a voz. Se não for mais possível, escreva… Monte um diário contando sua linda história. Não perca, pode ajudar muita gente. Lembra do filme “Pontes de Madson?” Por ter sido registrado o que se passou, deixou marcas profundas e ajudou muita gente. Se não assistiu ainda, pegue nesse fim de semana.

– Não veja como um episódio triste em sua vida. Ao contrário, sinta-se presenteada… Poucas pessoas têm esse privilégio.

– Se ainda está com esse amor batendo no coração, curta! Ele vai deixar lindas marcas em sua estrada de vida, mas não tenha medo, siga em frente e divirta-se! Fale dele! Não esconda, jamais, essa história de alguém.

Fonte:bolsademulher

7 INVENÇÕES CHINESAS QUE MUDARAM O MUNDO

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Os aspectos mais exóticos e bizarros do país, bem como seu regime político com mão de ferro, foram muito comentados, mas o que muita gente esquece é que alguns aspectos fundamentais da tecnologia ocidental são, originalmente, chineses. Conheça as sete invenções da China que estão entranhadas no nosso cotidiano.

1)Papel
O material que ainda é o mais importante para a circulação de informações escritas no mundo provavelmente foi usado pioneiramente por escribas da dinastia Han, que dominou a China do século 2 a.C. ao século 2 d.C. Por volta do ano 200, o papel tinha se tornado dominante em território chinês, servindo para mapas, documentos e livros, graças a seu preço mais acessível. Originalmente, a receita chinesa para produzir papel incluía até restos de redes de pesca.

2)Imprensa
Data do ano 868 de nossa era o primeiro exemplo de livro impresso na China, usando caracteres entalhados em madeira. O sistema deu tão certo que, ao longo dos séculos, os chineses se puseram a refiná-lo com a invenção dos tipos móveis, equivalentes aos vários sinais ideográficas da escrita do país, que podiam ser trocados à vontade na prensa. No século 15, o alemão Gutemberg usaria tipos móveis para dar início ao uso maciço da imprensa no Ocidente.

3)Papel-moeda
O dinheiro em notas que todos conhecemos e amamos circulou em escala nacional pela primeira vez também na China, por ordem das dinastias Song e Jin, nos séculos 12 e 13. O sistema foi adotado como maneira de diminuir a exploração das minas de cobre chinesas e de desvalorizar a moeda. Ou seja: eles também foram os pioneiros da inflação…

4)Macarrão
Não dá para saber se já era al dente, mas o macarrão chinês é uma invenção literalmente pré-histórica, remontando a cerca de 4.000 atrás. A guloseima não era feita de trigo, como a massa de macarrão italiano popular no Brasil, mas com dois tipos de milhete, um cereal de pequeno porte que ainda é usado em vários lugares do mundo.

5)Pólvora
Outra invenção medieval chinesa, a pólvora remonta ao século 10 e foi sendo continuamente aperfeiçoada por engenheiros militares a serviço das várias dinastias imperiais — ao contrário da lenda segundo a qual a pólvora chinesa não tinha originalmente uma função bélica. Desde o começo, o material foi empregado para produzir bombas incendiárias, que eram unidas a catapultas ou a navios de guerra.

6)Seda
Ainda mais antigo que o macarrão, o tecido emblemático da cultura chinesa, fabricado a partir do casulo do bicho-da-seda, existe há quase 6.000 anos, mostra a arqueologia. O refinamento da manufatura de seda no país impulsionou uma forma primitiva de globalização, com uma rota de comércio que ia do Império Romano ao interior da China.

7)Garfo
É um bocado irônico, mas o país celebrizado por comer com pauzinhos é, na verdade, também um pioneiro no uso do garfo “ocidental”. Túmulos com mais de 4.000 anos encontrados na China trazem versões do aparato fabricadas com osso. Durante os vários séculos seguintes, o garfo continuou a ser usado como utensílio de cozinha pelos chineses.

Fonte: G1