Arquivo diário: 2 novembro 2008

Sucos Verdes: uma Revolução

Padrão

Verduras, ou folhas verdes comestíveis, são alimentos maravilhosos. Farta e segura fonte de minerais como cálcio, magnésio, fósforo, potássio, vitaminas diversas, aminoácidos, enzimas e muita vitalidade, a ingestão de folhas verdes traz consigo uma série de benefícios.
Coletoras naturais da luz solar, as folhas verdes quando ingeridas liberam na corrente sanguínea uma substância que denominamos Clorofila, esta magnífica molécula verde que é o sangue do reino vegetal. É algo fascinante perceber a semelhança da molécula da clorofila com a molécula da hemoglobina. Apenas uma ligação química as diferencia.
Os verdes podem ser vistos como luz do sol comestível, já que é na Clorofila que colore suas folhas a responsável por capturar e processar a energia que é irradiada do astro-rei. Clorofila é luz líquida! Consumir Clorofila regularmente é como banhar os órgãos internos em luz solar, vivificando e renovando todo o sistema. É como abrir as janelas da casa num dia ensolarado. Não torna o ambiente mais agradável?
Clorofila é a fonte primária de alimentação dos animais herbívoros. Observe os cavalos, as vacas e os elefantes que não comem carne, não bebem leite (depois da infância), não comem ovos, não comem soja (naturalmente) nem feijões de qualquer tipo e no entanto apresentam notável corpulência e massa muscular. Comem, e muito, capim. E o que existe no capim? Minerais, aminoácidos e… Clorofila!
Se não como carne, nem soja, nem leite, nem ovos, onde posso conseguir as proteínas que meu corpo necessita?
as proteínas são compostas por diversos aminoácidos, assim como um jardim é composto de diversas flores. Os aminoácidos são, assim, os precursores das proteínas.
É surpreendente o quanto pouco se conhece o fato de que os verdes figuram entre as melhores e mais completas fontes de aminoácidos biodisponíveis. Isto significa que o consumo de uma quantidade e variedade apropriada de verduras fornece os tijolinhos necessários para a síntese de qualquer proteína que o corpo necessite, sem que para isto seja preciso intoxicar a corrente sanguínea com substâncias impróprias como os antinutrientes da soja, os antibióticos e hormônios artificiais e naturais presentes na carne e no leite e outras muitas substâncias que causam ao organismo dificuldades desnecessárias.
Fornecer ao corpo os aminoácidos ao invés de proteínas completas (presentes na carne, no leite, nos ovos, etc.) é como construir a partir de tijolos ao invés de ter que primeiro demolir uma casa para depois utilizar seus tijolos na construção. Simplificamos o trabalho do organismo, evitamos a geração de subprodutos desnecessários e economizamos energia que seria gasta com a digestão. E para onde vai esta energia economizada? Para a faculdade de pensar, para a sensibilidade dos sentidos, para o processo de desintoxicação do organismo…
A Clorofila como um agente de desintoxicação do corpo humano.

Fonte:Guiavegano

Novo papel é 500x mais forte que aço e 10x mais leve

Padrão

Um novo papel de nanotubos marcará o como o material mais forte do mundo a ser usado na construção de aeronaves.

 

Nanotubos de carbono é uma destas tecnologias que se tornará onipresente e ganhará um vasto leque de aplicações nas próximas décadas. Uma das possíveis aplicações é utilizar folhas de nanotubos como material para a construção.

O material chamado de buckypaper parece um fino filme muito frágil. No entanto ele pode revolucionar a cara dos automóveis, aviões e mais produtos nos próximos anos.

O novo papel é feito de nanotubos de carbono entrelaçados. Graças à grande maleabilidade dos nanotubos ele tem excelente flexibilidade e se dobra como papel comum, mas pode ser 500 vezes mais forte do que o aço, seus criadores prevêem, enquanto tem apenas a décima parte do peso.

A super força do papel ocorre por causa da sua superfície concentrada de moléculas de nanotubos. Segundo um dos pesquisadores se você pegar apenas um grama de nanotubos e desdobrar cada tubo em uma folha de grafite poderá cobrir dois terços de um campo de futebol.

Os nanotubos já tem sido usados em uma quantidade limitada de aplicações como raquetes de tênis e bicicletas, mas esses produtos usam os nanotubos em pó em concentrações com 1 a 5% de nanotubos. O buckypaper contém quase 50% de nanotubos. Mas apesar de mais útil, também é mais caro.

As possíveis aplicações do material são como blindagem elétrica na indústria aeronáutica. Por ser muito mais leve do que as blindagens atuais, o papel de nanotubos eliminará peso da aeronave economizando combustível.

A equipe também pretende usar o material para substituir as folhas de grafite em notebooks, pois o buckypaper seria mais eficaz para na dissipação de calor. Eles também esperam usar o material em eletrodos de células de combustível, super capacitores e baterias.

O próximo passo será construir aeronaves inteiras, carros e revestimento para armaduras militares com o papel de nanotubos de carbono. Os militares já expressaram interesse. Os pesquisadores pensam que produtos comerciais poderão estar à venda em um ano. [DailyTech]