Infinito Particular

Padrão

Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular

Composição: Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Carlinhos Brown

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  1. Oie Renata…

    que bom que gostou do blog…
    Estaremos relatando praticamente dia-dia tudo o que estará acontecendo durante a espedição SALVAR O PLANETA É AGORA OU AGORA!
    A expedição promete várias atividades… passe sempre por lá para conferir.

    beijos e parabéns pelo blog…
    lelê

  2. Ei Renata!
    Que legal que você conheceu o Serpenteando.

    Passei por aqui e gostei do passeio. Bacana sua narração “político-social” aliada aos poemas e sonhos.

    Voltarei mais vezes.

    Abraços,
    Mariana.

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