Arquivo mensal: março 2009

Caipirinhas sofisticadas

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Barmen criam combinações inusitadas para evitar a mesmice na mesa do bar

A brasileiríssima caipirinha casa tão bem com o calor, que o verão vira tubo de ensaio dos barmen. É nesta época que os experts na bebida inventam novas receitas e aprimoram as combinações consagradas. Embora a tradicional (cachaça, limão e açúcar) ainda seja a mais conhecida no Brasil e fora, misturas exóticas tem ganhado cada vez mais espaço nos cardápios de bares e restaurantes.

Por exemplo, o Boteco Rabo de Peixe, em São Paulo, tem várias opções do drink que é referência brasileira no mundo todo: a Caribenha leva rum, abacaxi, hortelã e licor de coco; a Caipiry aposta na combinação de vodca, St. Remy e tangerina; e a Charmosa é feita com vodca, amora, carambola e uvas Itália.

 

A uva, aliás, é uma tendência para as caipirinhas deste verão. O Veredicto Bar deposita suas esperanças em uma combinação refrescante de cachaça, uva e gengibre.

E o fenômeno das novas caiprinhas vai além das cozinhas tradicionalmente brasileiras. A rede de restaurantes Outback, que serve comida australiana, também investiu na uva como ingrediente base. A fruta é combinada a cachaça e manjericão. O resultado é um drink leve, ideal para aquela tradicional esticadinha após o trabalho.

 

No restaurante marroquino Tanger, a chef Ariela Doctors e o barman Bruno dos Santos criaram uma carta especial de caipirinhas. O xodó da carta é a Caipiroska amarela, feita com vodca, abacaxi, maracujá, manga e gelo de garapa. Mas outras opções também valem a pena, como a Caipiroska real, com vodca, manga, pimenta rosa e gengibre fresco; e a Caipitanger, que leva vodca, tâmaras e raspas de limão.

 

Fonte:  http://msn.onne.com.br/

Estado de saúde de Clodovil piora, dizem médicos

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BRASÍLIA – Os médicos do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, anunciaram nesta tarde que o estado de saúde do deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP) piorou nas últimas horas. A situação agora é “muito grave”, com elevado risco de morte. O estado de coma de Clodovil é o mais grave, em nível 3, na escala de 3 a 15 usada para qualificar a gravidade do coma (sendo o nível 3 o mais grave). Ele havia chegado ao hospital com um coma em nível 5.

Segundo a equipe médica, o deputado apresentou, por volta das 14h15, uma parada cardíaca que foi revertida. “Apesar do quadro clínico do paciente ser de coma profundo, a situação se agravou no período da tarde quando ele sofreu uma parada cardíaca. No momento, ele está em estado muito grave, com sinais vitais estáveis à custa de medicações e equipamento”, explicou o intensivista Alan Ricardo Coutinho Ferreira.

De acordo com o neurocirurgião Benício Othon, que comanda a equipe, caso haja recuperação de Clodovil, as possíveis sequelas serão a perda da fala ou da capacidade de andar.

O hospital pretende divulgar novo boletim apenas na manhã desta terça-feira, às 7h30.

Manifestações de apoio

Assessores do deputado informaram que parlamentares e autoridades já entraram em contato para manifestar solidariedade à equipe de Clodovil. Entre eles, estão os presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), entre outros.

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral, que, na semana passada, votaram em unanimidade contra ação que questionava a fidelidade partidária de Clodovil, também telefonaram. O PTC reivindicava a vaga de Clodovil, uma vez que em 2007 ele passou a estar filiado ao PR.

A assessoria também informou que o deputado tem familiares, mas que Clodovil não mantinha contato com eles “há muito tempo”. Nenhum teria ligado até o final desta tarde. Em contrapartida, artistas e pessoas de todo o Brasil já manifestam votos de melhora ao deputado.

Caso anterior

Clodovil Hernandes foi internado ao menos três vezes nos últimos dois anos. Em 2007, ele teve um AVC, decorrente de uma piora de um quadro de hipertensão arterial sistêmica, e uma suspeita de dengue. Já em 2008, o deputado foi levado ao hospital novamente, por causa de uma embolia pulmonar.

FONTE: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil

O eu superior é uma caixinha de supresas

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No segundo capítulo do Bhagavad Gita, o espetacular livro de conhecimento védico da Índia, o guerreiro Arjuna (“o homem em desenvolvimento”) pergunta ao deus Krishna (o “Eu Superior” do homem) como diferenciar as pessoas em estado evolutivo avançado das de estado evolutivo atrasado. Krishna responde: “Aquilo que parece ser claridade de dia à massa do povo é, para o homem evoluído, escuridão e ignorância; e aquilo que é noite para a multidão, o sábio reconhece como luz meridiana. Isto quer dizer que aquilo que à gente do mundo sensorial parece ser verdadeiro, para o sábio é ilusão; e aquilo que a maior parte dos homens julga ser irreal e não existente, o sábio reconhece como o único real e existente”.

Segundo o budismo o disparate entre sábios e ignorantes é produto do Véu de Maia (ou “Véu da Ilusão”) e a (in)capacidade de enxergar além dele. O Véu de Maia nos mantêm adormecidos a medida em que limita nossas visões àquilo que entendemos como realidade: valorizamos somente o que é concreto, devemos obediência ao que o senso comum aprova e reconhecemos apenas os fenômenos empíricos, ignorando a legitimidade das experiências místicas. Nos sentimos inadequados cada vez que percebemos que o essencial é invisível aos olhos ou manifestamos o anticonvencional.
 
Mas, de acordo com as filosofias orientais, ilusão é justamente o mundo concreto que o Véu de Maia sustenta, porque é ele que o espírito imortal deixa para trás quando transcende o corpo. Em outras palavras, se a dita realidade acaba quando morremos, ela é tão ilusória e finita quanto um sonho. O que realmente importa é o que levamos conosco, e o que levamos conosco não pertence aos domínios de Maia.
“Ninguém morre. As pessoas despertam do sonho da vida” – Raul Seixas
O sábio, em algum momento de sua trajetória, conseguiu fazer um rasgo no tecido ilusório do Véu de Maia e reconheceu qual a verdadeira natureza da existência. Despertou do estado de coma. Ele compreende que sua encarnação é uma sagrada oportunidade evolutiva, e que precisa de atenção para que seja completamente usufruída. O sábio cuida de sua saúde para prolongar seu tempo; ele participa da vida social para poder desfazer carmas, ajudar a quem precisa, modificar o que é incerto; ele trabalha, é produtivo, porque precisa devolver ao planeta o ar, a água e o alimento que consome. Mas o sábio também vê que muitas vezes as regras, as instituições e as culturas inundam sua vida de costumes que o afasta de seu Eu Superior através de detalhes que simplesmente não fazem a menor diferença para sua galgada espiritual. 
 
O chamado mundo real, embora fundamental para nossa evolução, nos distrai com valores de status, beleza ou prazer que, se muito, durarão apenas enquanto vivermos; gastamos muita de nossa preciosa energia vital nos preocupando com valores que realmente não importam. Além disso ele sempre sugere que a resposta está lá fora – na conta bancária, no Paraíso, na farmácia, no namorado – mas nunca dentro de você mesmo. E o vazio que nos transforma em consumidores compulsivos, dependentes químicos, tiranos gananciosos, comedores vorazes, fanáticos religiosos ou amantes insatisfeitos jamais poderá ser preenchido através dos fugazes valores de Maia. Esse vazio universal, que curiosamente acomete até os ricos, só poderá ser satisfeito com o conhecimento e com a imaginação que existe por trás do Véu que nos cega. E o que há ali?
“Um homem procurando Deus é como um peixe procurando água” – Jake Horsley
 
Ali está tanto o mistério do universo quanto o do seu Eu Superior, que é o seu mistério pessoal, o seu Deus, o seu Krishna. Descobrir-se do Véu de Maia é descobrir-se a si mesmo e, conseqüentemente, descobrir que Deus está miniaturizado dentro de cada ser humano através do Eu Superior. Você pode encontra-Lo numa jornada de auto-conhecimento ou de exploração astral. Essa busca é tão íntima e tão poderosa que independe completamente de religião.
 
Assim como o conceito de fractais, onde um inteiro é composto por frações exatamente iguais a ele, a totalidade de Deus é alcançada através de todos os Eu Superiores do universo, e dentro de cada um deles há Deus, completo. Timothy Leary nos dá essa mesma noção ao afirmar que no cérebro humano há um microcosmo, e que a mente possui todas as funções que o homem precisa para dominar suas fraquezas e arrebatar suas limitações físicas e metafísicas; o Calendário das Treze Luas sugere a mesma coisa quando afirma que cada indivíduo é a representação do universo e, desta forma, carrega todos os seus enigmas; e mesmo o cristianismo acerta quando prega que cada homem foi feito à imagem e semelhança de Deus.
 
Alguns de vocês podem pensar que a busca pelo Eu Superior é por demais solitária, se considerarmos que aquilo que buscamos está dentro de nós mesmos e que não há ninguém melhor do que nós mesmos para encontra-lo. Mas a solidão é uma espécie de padrão galáctico para os acontecimentos mais importantes de nossas existências. Basta lembrar que nada é mais solitário do que nascer e morrer. Nascemos terrivelmente sozinhos em nossos sustos e morremos terrivelmente sozinhos em nossa despedida, mesmo que haja centenas de pessoas nascendo e morrendo ao nosso redor. O desconforto da solidão provém de nossos condicionamentos Maia em acreditar que sozinhos somos frágeis, incompletos e incapazes. 
Tudo o que você precisa saber para alcançar a plenitude já vem dentro de você mesmo – isso sim é perfeição divina! A vida terrena e a interação com gente e ambiente é uma oportunidade para descobrir-se e aplicar-se na melhoria da humanidade e do planeta. Por isso digo que somos um quebra-cabeça fractal: ao mesmo tempo em que somos uma pecinha completa e independente, temos perfis, características, que se encaixam em outras pecinhas fractais. Esses encaixes são as afinidades que criam os relacionamentos, e as pessoas com quem estabelecemos vínculos não têm o papel de suprir nossas carências e sim o de formar extensões de nós mesmos. Através dos laços de romance, amizade, família, trabalho, expandimos nossas percepções do planeta, trocamos amor (o combustível do universo), ampliamos o alcance de nossas boas ações e conhecemos infinitas versões de realidade.

Amazônia perde 754 mil km2 de floresta em 3 meses, diz Inpe

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SÃO PAULO (Reuters) – A Amazônia perdeu uma área equivalente a 75.430 campos de futebol de floresta devido ao desmatamento nos meses de novembro e dezembro de 2008 e janeiro deste ano, informou nesta segunda-feira o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Segundo dados obtidos pelo sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) do Inpe, foram desmatados 754,3 quilômetros quadrados da floresta nesses três meses. Os dados levam em conta o desmatamento por corte raso ou degradação progressiva.

Segundo o Inpe, 57,9 por cento dos alertas confirmados como desmatamento constataram corte raso da floresta, enquanto 37,3 por cento indicaram floresta degradada. Outros 4,8 por cento dos alertas não foram confirmados.

Em novembro, a área desmatada atingiu 355 quilômetros quadrados. Em dezembro, ficou em 177 quilômetros quadrados e em janeiro deste ano foram 222 quilômetros quadrados.

Pelos dados do Inpe, o desmatamento total da Amazônia no ano de 2008 fechou em 7.341 quilômetros quadrados, o equivalente quase cinco vezes a área do município de São Paulo.

Os Estados que mais desmataram entre novembro e janeiro foram Pará, com 319 quilômetros quadrados, e Mato Grosso (272 quilômetros quadrados).

O Inpe ponderou no entanto que “alguns Estados como Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram monitorados devido à alta proporção de cobertura de nuvens no período”.

De acordo com o Inpe, entre os meses de novembro e abril a grande intensidade de nuvens na região prejudica a observação dos satélites. Por isso, o instituto decidiu publicar trimestralmente os dados do desmatamento amazônico entre novembro e abril, quando no restante do ano a leitura é divulgada mensalmente.

Segundo o instituto, a maior área de alertas detectada no trimestre foi no mês de novembro, “quando a proporção de cobertura de nuvens na Amazônia Legal foi menor (63 por cento) em relação aos outros dois meses”.

Em dezembro, quando a cobertura de nuvens atingiu 86 por cento da região, a área desmatada detectada diminuiu para 177 quilômetros quadrados. “Em janeiro de 2009, o desmatamento detectado aumentou para 222 quilômetros quadrados, com uma cobertura de nuvens de 76 por cento permanecendo ainda bastante alta”, disse o relatório do Deter.

Para efeito de comparação, o desmatamento detectado em outubro de 2008 atingiu 587 quilômetros quadrados. Naquele mês, no entanto, as nuvens cobriam apenas 27 por cento da região.

 

Fonte: http://noticias.br.msn.com

Na trilha do rock

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Lugares que guardam a memória de ícones roqueiros são roteiro para turistas apaixonados por música

Há quem diga que o Rock’n Roll morreu. O mundo diz o contrário. Da mansão do rei Elvis aos porões sujos do punk dos Ramones em Nova York, passando pelo museu do Jimi Hendrix até o túmulo de Jim Morrison, descubra os verdadeiros santuários dos ídolos roqueiros espalhados pelo planeta, lugares que eternizaram o rock.

Cavern Club – O berço dos Beatles em Liverpool

Quando ninguém ainda sabia quem eram os “reis do yeah yeah yeah“, o quarteto de jovens formado por John, Paul, George e Ringo já fazia barulho nos clubes de sua cidade natal. Entre todos os lugares de Liverpool que os Beatles tocaram, foi o bar  Cavern Club que se tornou lenda para os amantes de música que hoje viajam à cidade.
 
Apesar de ser uma versão do Cavern original, que foi soterrado em 1973, o bar possui o ambiente mítico de “ponto de partida” dos Beatles, e as bandas que são fãs assumidas do quarteto, como o Oasis, frequentemente tocam por lá. Entre os visitantes, o público brasileiro é presença forte.

 

Marco Antonio Mallagoli, presidente do Revolution, o Fã Clube Oficial dos Beatles no Brasil, esteve em Liverpool mais de trinta vezes e até tocou no palco do Cavern, por três horas, em um nove de outubro – dia do aniversário de John Lennon. “A emoção de estar no Cavern é forte. É como se os Beatles estivessem na mesa ao lado” afirma ele, que organiza beatletours para levar fãs brasileiros à cidade da banda.

Há shows no Cavern de sexta à domingo, e o clube também oferece um tour histórico pela vizinhança, para apresentar os lugares que inspiraram clássicas canções dos Beatles, como Penny Lane e Strawberry Fields. Por € 12,9 os guias da casa organizam o passeio que termina no Cavern. No fim do tour, o turista pode passar pela loja de souvenirs do clube e levar para casa a miniatura de John Lennon ou de Paul Mcartney, direto da fonte – ou melhor, da caverna.

 

 Graceland – A morada de Elvis Presley em Memphis

Os reis possuíam castelos. Elvis Presley tinha sua mansão. Foi na chamada Graceland, em Memphis, cidade do Tenesee nos EUA, que o rei viveu de 1957 até o dia em que morreu no próprio banheiro, em 77. As causas de sua morte ainda não são conhecidas e, apesar de as discussões ficarem entre suicídio e uma acidental overdose de remédios, existe ainda quem ache que a lenda não morreu. Bom, morto ou não, sua casa foi transformada em um enorme centro de visitação e turismo.

Graceland oferece visitas com guias em áudio que contam como eram os dias de Elvis em casa, juntamente com a história da sua carreira. É um mergulho no universo da lenda: passeios pelos quarto do rei, pelo quarto de seus pais e pelas salas onde ele guardava seus figurinos históricos transportam o visitante aos anos de glória de Presley. Isso sem falar no museu de carros que os aguarda nos anexos da mansão e no túmulo do próprio, que jaz eterno no quintal de Graceland. O tour mais completo, que passa por todas as áreas de Graceland custa US$ 69, e o passeio somente pela mansão é US$ 29.

Nova York – O punk respira (ou respirava) nos porões do CBGB

Há 35 anos, Hilly Kristal, proprietário de uma escura casa de shows em Manhattan, deixou uma banda de meninos punks tocar no palco. Kristal odiou o som dos caras, mas parecia que  de alguma forma aquela seqüência agitada de três acordes agradava o público. A banda era Ramones e o bar era o CBGB, que depois de um tempo – e graças aos garotos punks – iria se tornar um dos mais conhecidos redutos do rock alternativo do mundo.

Além dos Ramones, a casa recebeu nomes  como  Patti Smith, P.J Harvey e The Jam. Do Brasil, foi o Ratos de Porão que marcou presença no clube, e o show foi tão bom que os organizadores do CBGB gravaram e deram de presente para a banda, que a lançou como o cd . “Ratos de Porão ao vivo”. “Tocar num lugar clássico daqueles, sujo e cheio de barata, não tem preço” conta João Gordo, vocalista do Ratos.

Hoje não é mais possível tomar uma cerveja e ouvir rock underground no clube; por razões de desacordo com os proprietários do imóvel, o reduto punk fechou as portas em 2006. Os representantes da casa prometem que irão reabrir em breve em outro endereço, mas por enquanto vale ao menos passar na frente para uma foto.

 

 

 

Seattle – De Jimi Hendrix ao Grunge

A cidade é o berço do movimento que se espalhou pelo mundo nos anos 90. Todos lembram das camisas de flanela e do som revoltado dos garotos do Nirvana e do Pearl Jam. Era o Grunge, que surgia para ser um marco musical da década, com ponto de partida em Seattle.

Quem viaja à cidade interessado em Nirvana, porém, não vai encontrar muita coisa. A casa onde o vocalista Kurt Kobain se suicidou foi vendida pela sua viúva, Courtney Love, e os novos proprietários não recebem visitas, além de que o anexo da casa, onde ele efetivamente se deu um tiro, foi demolido. Porém, antes do Grunge Seattle tinha a psicodelia: os que buscam rock vão se sentir muito bem na terra que também é de Jimi Hendrix. 

 

 

Em homenagem ao conhecido “Deus negro da guitarra” foi construído o Experience Music Project, um museu interativo sobre música, que tem exposições permanentes (com salas dedicadas a Jimi Hendrix e ao “movimento grunge”), e também shows de rock. Destaque para a imensa torre de guitarras que pertenciam a nomes famosos, na qual a maioria foi de Hendrix.

 

Los Angeles – Glamour até no rockNa cidade em que tudo acontece, as estrelas de Hollywood dividem espaço com a leva de rockstars que surgiram de lá para brilhar. O hard rock e o glam rock, estilos nada discretos que juntavam maquiagem, cabelões e calças justas em performances exageradas, tiveram muitos filhos vindos de L.A. Van Halen, Guns N’Roses e Motley Crue são apenas alguns exemplos. Vale a pena passar no Hollywood Bowl, lugar onde quase todas essas lendas fizeram shows históricos e também no Whisky a Go Go, que foi o palco da lendária apresentação do The Doors em 1968.

 

Paris – O líder do The Doors ainda atrai fãs ao Cemitério Pàre Lachaise

Não são só góticos que frequentam cemitérios. Ao passar pelo grande Père Lachaise, em Paris, o que se vê é um amontoado de turistas visitando as tumbas do lugar. Lá descansam celebridades de todos os tipos e épocas. Do músico Chopin ao escritor Oscar Wilde, passando pela memorável cantora francesa Edith Piaf e chegando ao rockstar e ex-vocalista do The Doors, Jim Morrison, o que não faltam são ídolos póstumos para serem venerados. O túmulo de Morrison já causou problemas para a polícia em decorrência dos muitos jovens que procuravam sua lápide para fazerem orgias regadas a álcool. Entretanto, o cemitério está na lista de pontos turísticos da cidade e adaptou-se a isso, e hoje oferece até ótimas opções de cafés e restaurantes a seu redor. Prova de que o rock pode até estar morto, mas ainda encontra maneiras de fazer barulho.

Fonte:  http://onne.com.br/