Arquivo diário: 28 abril 2009

Chackras

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Os chakras

Chakras (roda) são centros que captam e distribuem a energia vital para nossos corpos físico e sutis. Esta energia vital é chamada prana; ela é absorvida no processo respiratório e distribuída aos chakras pelos canais energéticos, denominados nadis pelos yogues e meridianos pelos chineses. Toda vez que ocorre uma alteração em nosso equilíbrio energético (por emoções, mudanças em nosso estilo de vida, etc …) há uma alteração na energia dos chakras, pois eles funcionam como um acumulador eletromagnético (ou banco de dados), armazenando informações, memórias …. Muitas vezes o corpo reage a esses retornos com dor. Ela indica que estamos mexendo em um terreno perigoso para nosso ego. O ego se preserva, mas às vezes essa proteção é excessiva, pois impede qualquer mudança. Se ao invés de fugir da dor nos propusermos a escutá-la, se nos relacionarmos com ela, poderemos entrar em contato com a mensagem que está além da dor.
Cada um de nossos chakras elabora um tipo de energia. Veremos os 7 chakras principais:

Chakra  Raiz ou MULADHARA: situado na base da coluna; representamos simbolicamente por uma flor de lótus de 4 pétalas de cor laranja. Está ligado às nossas necessidades básicas de segurança. Quando atuamos no mundo a partir deste chakra, lutamos por nossa individualidade; ansiamos por sentir proteção. Este chakra acumula impressões, memórias, conflitos, atitudes e crenças gerados em nosso esforço para alcançar autonomia pessoal e identidade. Se, durante a fase em que buscávamos esta autonomia nos sentimos inseguros com relação ao nosso ambiente, nossos pais, ou inadequados de alguma maneira, este chakra e os nadis a ele ligados guardarão esta memória, e poderão sofrer alguma desarmonia. O desafio do chakra raiz é nos sentirmos seguros e conectados com a realidade física – nosso corpo e o Planeta Terra. O sentimento natural deste primeiro chakra é sólido, estável, imóvel, passivo, consciente. A força essência que adquirimos quando nosso primeiro chakra é ativado e equilibrado é a imobilidade absoluta. Quando nós podemos verdadeiramente ficar parados, nós nos tornamos conscientes de nossa presença, nós podemos instintivamente sentir os nossos corpos e o nosso entorno físico, nós podemos relaxar completamente, nos sentimos em casa em nosso corpo, na Terra, em qualquer lugar. Muladhara relaciona-se com o grande potencial humano, com a energia primitiva e com as necessidades básicas de sobrevivência. Este chakra dá energia ao corpo físico, controlando o medo, e aumenta a saúde em geral. O Chakra está associado com as qualidades de resistência e solidez, representando o elemento terra.

 

 

Chakra do Baço ou SVADISTHANA: localizado na região dos órgãos genitais; representado simbolicamente por uma flor de lótus de 6 pétalas cor-de-rosa. Está ligado ao desejo de sensação, de ter, amar, pertencer a, de estabilidade (emocional e financeira). Quando atuamos no mundo a partir de uma consciência ligada a este chakra estamos sempre procurando sensações agradáveis, que uma vez alcançadas precisam ser eternizadas. Nos apaixonamos e sofremos ante a possibilidade de perder o objeto de nossa paixão. Quando perdemos a fonte de nossas sensações (seja uma pessoa, atividade prazerosa, um objeto querido,…) nos ressentimos. Este chakra acumula memórias, impressões, etc … referentes à fase em que buscávamos a troca afetiva, quando nascia em nós o impulso erótico, a busca do outro. Problemas nesta fase podem gerar medo de perder (pessoas, coisas, situações); hostilidade nos relacionamentos, ciúmes, solidão, ressentimento … O desafio do segundo chakra é expandir, criar, conectar e criar laços com outros seres humanos. O sentimento natural do chakra do baço é expansivo, dinâmico, fluidez do vórtex espiral de energia. A força essência do segundo chakra desperto é expansão e liberdade. Quando a nossa energia se sente fluída e desentulhada, nós nos aceitamos incondicionalmente, nós sabemos que somos dignos de amor, nós nos sentimos seguros para tocar e nos unirmos com outro, e espontaneamente nos encantamos com nosso feitos criativos. Svadhisthana relaciona-se com os impulsos sexuais ou com as energias dominadas pela vitalidade sexual, poder físico e fertilidade, além de relacionamentos interpessoais primários. Ele é o centro de tudo que forma a personalidade humana. O Chakra governa o princípio do paladar e a respiração vital prana.

 

Chakra do Umbigo ou MANIPURA: localizado no centro do abdôme; representado simbolicamente por uma flor de lótus de 10 pétalas de cor verde. Está ligado ao desejo de poder, a vontade de aprender e de se comunicar. É o centro do ego, do “eu sou”, da nossa vontade. Aí está o que visceralmente somos. Quando atuamos no mundo a partir deste chakra queremos marcar nosso território, ser respeitados e até mesmo temidos. Este chakra acumula memórias, impressões,… da fase em que buscávamos afirmar nossa vontade, nosso ego no seio de nossas famílias. É a fase do “não” da criança pequena. Problemas ocorrem quando nos sentimos tolhidos, por pais medrosos ou muito autoritários. Estes três primeiros chakras elaboram nossas necessidades básicas: segurança, sensação e poder. Em todo o reino animal estas necessidades existem como luta por alimento (sobrevivência), sexo (procriação) e poder (preservação da espécie). É a partir da consciência do quarto chakra que começamos a vivenciar nossa humanidade. O desafio do terceiro chakra é ignição, conectar com e focar em nossa energia física. O sentimento natural do chakra do umbigo é a energia de vida ardente concentrada. A força essência é força e vontade. Quando nós sentimos o pulso de nossa própria energia no umbigo, nós alavancamos a fonte de nosso poder pessoal. Podemos encarar a vida com identidade e determinação, auto-suficiência e bem-estar. Nós temos o poder do desejo de ação, a integridade para saber o rumo correto da ação e a energia para fazer o que precisamos. Relaciona-se com emoções no estado bruto, impulsos de poder no sentido de acalmar as emoções e frustrações e aliviar as tensões e ansiedades, além de estar ligado à identificação social. Equilibrar este chakra ajuda a utilizar melhor a intuição. Patanjali em seu yoga sutra (III, 29) diz que a contemplação deste Chakra nos leva ao conhecimento do organismo físico e suas funções, porque este é o Chakra da energia vital. O Chakra está relacionado com o princípio da visão e também da luz.

 

Chakra do Coração ou ANAHATA: localizado no centro do peito, região do coração; representado simbolicamente por uma flor de lótus de 12 pétalas, de cor dourada. Está ligado ao amor transpessoal, incondicional, aos ideais nobres, ao desejo de expansão do autoconceito e da visão do mundo. Quando atuamos no mundo a partir deste chakra aceitamos o outro, não importa o que ele nos faça (ou deixe de fazer). Renunciamos ao desejo de que as coisas aconteçam “do nosso modo”. Vivemos nossas vidas – e deixamos que os outros vivam a deles. Somos capazes de sentir compaixão, de nos colocarmos no lugar do outro. Podemos então aceitar nossas fraquezas, apegos, vulnerabilidade. Aprendemos a perdoar, pois compreendemos que as falhas são apenas e tão somente passos na jornada que cada um trilha. Elas fazem parte de nosso aprendizado, nos tornam humanos. Quando atuamos no mundo a partir deste chakra sentimos equilíbrio – nem agitação excessiva, euforia, nem depressão. Sentimos mais energia e necessitamos de menos horas de sono. O desafio do quarto chakra é nos abrirmos à vibração desapegada e sem julgamentos do amor universal. O sentimento natural no chakra do coração é o calor radiante profundo. A força essência é amor. Quando estamos sintonizados com o ritmo natural de nosso coração e experienciamos o luzir acalentador que ele gera, nós sabemos que estamos conectados com A Fonte de toda força curadora e espiritual. Nós somos capazes de nos entregarmos, de aceitar incondicionalmente e aproveitar alegremente a vida da forma que ela se apresenta a nós. Nos apaixonamos com a vida e isso é suficiente para nos tornarmos felizes e em paz conosco, com os outros e com o mundo. A energia dele é chamada de Kakini Sakti em amarelo brilhante, uma única face com três olhos, quatro braços, segurando um laço e uma caveira, e fazendo os gestos para garantir os benefícios e dissipar os medos. O Chakra está associado com o elemento ar e o princípio do toque.

 

Chakra da Garganta ou VISHUDDA: localizado no centro da garganta; representado simbolicamente por uma flor de lótus de 16 pétalas de cor azul-prateado. Ligado à livre expressão de nossa criatividade, a nossa auto-expressão. É considerado o centro da abundância, pois quando usamos nossos dons no mundo a natureza nos devolve em pagamento tudo aquilo que precisamos. Quando atuamos no mundo a partir deste chakra, abrimo-nos para receber o que nos é ofertado, sem criarmos qualquer sentimento de obrigação. Neste chakra temos a compreensão de que vivemos em um mundo perfeito, mas não do ponto de vista da felicidade momentânea. “O seu mundo é perfeito por lhe proporcionar continuamente as experiências de que precisa para se desenvolver como um ser consciente” (isto é, livre de apegos emocionais). O desafio do quinto chakra é liberar o nosso medo de nos comunicarmos com os outros e o mundo. O sentimento natural no chakra da garganta é ressonância vibratória livre. A força essência é a palavra. Quando conseguimos nos libertar de nossos medos, sentimentos de impossibilidades e orgulho, nos tornamos capazes de falar confiantes e com coragem a nossa verdade. Quando alcançamos a nossa pureza na garganta, nós tocamos a força e escutamos o som do silêncio. Nós podemos ouvir, e somos ouvidos. Nós sabemos quando falar e quando se calar. O que dizemos possui um impacto incontestável. Está associado com o elemento éter (akasa) e controla o princípio do som relacionado com o sentido da audição.

 

Chakra Frontal ou AJNA: localizado no centro da testa; representado simbolicamente por uma flor de lótus de 2 pétalas de cor azul-púrpura. É o centro da percepção consciente. Quando atuamos a partir deste chakra nos tornamos testemunhas de nossas ações, pensamentos e sentimentos. Observamos, sem fazer nenhum tipo de julgamento. Assistimos nossos corpos e mentes atuando no mundo, fazendo suas obrigações, percebendo que somos – todos nós – atores desempenhando, por um breve tempo, seus papéis. Não precisamos gastar nossas energias querendo mudar o script alheio, nem nos identificando com nossos papéis. Vivemos a cada instante o que ele nos traz. A meditação visa nos trazer cada vez mais para este “estado de testemunha”, no sexto chakra. O desafio do sexto chakra é focar a mente em um ponto onde a clareza do ponto e a paz ocorrem automaticamente. O sentimento natural que ocorre dentro de nossas mentes é a verdade. Nos tornamos capazes de trazer à nossas mentes o ponto da unidade para além da dualidade, nos movemos para além da mente racional conflituosa. Nós experimentamos o conhecimento interno, a intuição, os poderes psíquicos e a clarividência. Nós sabemos de nossa verdade, sintonizamos e confiamos em nosso guia interior e somos capazes de, conscientemente, participar na criação de nossa realidade. Este Chakra está associado com várias faculdades cognitivas da mente. Tanto imagens mentais como idéias abstratas são experimentadas aqui neste nível. Aqui, pela primeira vez, o indivisível, a existência una se manifesta para o bem da criação dos dois.

 

Chakra da Coroa (Coronário) ou SAHASRARA: localizado no alto da cabeça; representado simbolicamente por uma flor de lótus de mil pétalas de cor violeta. É o centro mais difícil de ser atingido, ou mesmo compreendido, mesmo por curtos períodos no estado de meditação. Isto porque neste centro perdemos a noção da individualidade, do ego; podemos então perceber nossa união com tudo que existe. Nossa mente é dual, toda nossa percepção do mundo se processa sobre esta dualidade: bom x mau, belo x feio, certo x errado, luz x sombra, etc… Neste chakra a dualidade não existe – como nossa mente racional poderia compreendê-lo? O sábio chinês Lao-Tzu descreve a consciência que vive neste chakra:

O desafio do sétimo chakra é sintonizar e se render à consciência divina. O sentimento natural ou experiência que ocorre é unicidade, benção, pureza, e vazio além do espaço-tempo. A força essência é consciência e iluminação. A abertura do chakra coroa nos move para além da realidade tridimensional dos sentidos físicos e das formas, crenças e pensamentos. Nós percebemos, conectamos, nos fundimos e somos capazes de utilizar energia infinita. O desconhecido se torna conhecido. Encontramos o significado transcendental da vida. Deus e eu, eu e Deus somos UM. Situa-se à quatro falanges acima da coroa da cabeça. Relaciona-se com a experiência de auto-compreensão ou de esclarecimento. Dá vitalidade ao cérebro e afeta no desenvolvimento das habilidades psíquicas. O chakra sincroniza todas as cores, abrange todos os sentidos e funções e é penetrante em seu poder. A forma é o círculo transcendendo os vários planos em uma ordem ascendente, e, finalmente, o derradeiro estado de Mahabindu, o oco transcendental supracósmico e metacósmico. A lótus invertida simboliza a exposição do corpo sutil com as radiações cósmicas. O Sahasrara é o centro da consciência  quintessencial, onde a integração de todas as polaridades são experienciadas e o ato paradóxico da transcendência é conquistado passando-se para além do samsara e emergindo do espaço-tempo.

 

Se todos na Terra reconhecerem a beleza como bela,
desta forma já se pressupõe a feiúra;
Se todos na Terra reconhecerem o bem como o bem,
deste modo já se pressupõe o mal.
Porque Ser e Não-ser geram-se mutuamente.
O fácil e o difícil se complementam.
O longo e o curto se definem um ao outro.
O alto e o baixo convivem um com o outro.
A voz e o som casam-se um com o outro.
O antes e o depois se seguem mutuamente.

Assim também o Sábio:                                                 
permanece na ação sem agir,
ensina sem nada dizer.
A todos os seres que o procuram
ele não se nega.
Ele cria, e ainda assim nada tem.
Age e não guarda coisa alguma.
Realizada a obra,
não se apega a ela.
E, justamente por não se apegar,
não é abandonado.

(Tao Te Ching)

 

Fonte: http://www.casadaindia.art.br

 

 

Cafezinho

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No século XVIII, quando o café conquistou fama, os intelectuais se reuniam para falar de literatura, artes e política embalados por goles da bebida quente. Nas últimas décadas, porém, foram jogadas várias acusações nessa xícara. Resultado: preocupada, muita gente só não resiste ao aroma dos grãos torrados quando precisa espantar o sono. Uma pena… Embora continuem aparecendo opiniões contrárias ao consumo desenfreado desse símbolo nacional, cada vez mais pesquisadores botam a colher na briga e defendem os benefícios da infusão. Um trabalho concluído no final de 2000 acompanhou 100 mil jovens de todo o Brasil durante 10 anos e constatou uma incidência menor de depressão e de dependência química entre quem tomava um cafezinho todo santo dia. Depois de passar pelo filtro dos cientistas, componentes que ainda não estão na boca do povo – como os ácidos clorogênicos – se mostraram tão importantes para os efeitos positivos quanto a polêmica cafeína.

Veja o que vai dentro de uma xícara de cafezinho

Nela cabe o volume de 50 mililitros de café. Veja seus componentes

De 1% a 2% de cafeína, notório estimulante do sistema nervoso.
De 13% a 20% de lipídios, onde se dissolvem os mais de 1 mil compostos que criam o aroma.
De 6% a 12% de aminoácidos, responsáveis pela cor escura.
De 7% a 39% de açúcares, que dão um toque especial ao sabor.
De 8% a 10% de taninos, que interferem no gosto e na cor.
Entre 3% e 4% de minerais, que participam de várias funções no corpo.
Cerca de 1% de ácidos alifáticos, os quais conferem sabor ácido.
De 7% a 10% de ácidos clorogênicos, substâncias investigadas porque interferem no humor.
ATENÇÃO: o teor das substâncias varia conforme o processamento.

A suspeita é de que a bebida evite o mal de Parkinson

O velho hábito de oferecer café com leite para a garotada – ironicamente fora de moda no país que tem a maior produção desse fruto – bem que poderia voltar às mesas brasileiras. Essa é a opinião de um dos maiores estudiosos do assunto no país, o médico Darcy Lima, do Instituto de Neurologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele é o responsável pela pesquisa que avaliou o consumo de café entre estudantes brasileiros durante toda a década de 1990. “Misturada ao leite, a bebida fica nutritiva e as propriedades não são alteradas”, observa.

Satisfação garantida

A ciência ainda não responde tintim por tintim como o café atua na massa cinzenta. As evidências de que ajudaria a afastar a depressão, o alcoolismo e a dependência de drogas parecem não estar ligadas à cafeína, e sim à ação dos tais ácidos clorogênicos no sistema límbico. Ali suas moléculas parecem se encaixar como chaves mestras em receptores denominados opióides. “Ao ser ativados pelas drogas, eles produzem sensações de prazer e saciedade”, explica Darcy Lima. “Quando estão bloqueados, parece haver uma diminuição da vontade de se entregar ao vício.” Outra pesquisa bastante badalada no ano 2000 analisou 8 mil indivíduos entre 45 e 68 anos nos Estados Unidos. Publicada no jornal da Associação Médica Americana, ela indica um risco bem menor de desenvolver o mal de Parkinson para quem bebe, no mínimo, três cafezinhos diários.

Ninguém em sã consciência defende o consumo exagerado

Às vezes, porém, é preciso abrir mão de um cafezinho – talvez seja o caso das futuras mamães, considerando-se um novo estudo sueco. Segundo ele, a cafeína presente em quatro xícaras pequenas é capaz de dobrar as chances de aborto.

Mas os próprios médicos dizem que ainda é cedo para fazer alarde: “Um único trabalho não pode ser conclusivo”, opina o ginecologista e obstetra Alcides Vara, da Maternidade Santa Joana, em São Paulo. Para ele, bebericar dois ou três cafezinhos diariamente pode até melhorar o astral das gestantes. Uma coisa é certa: café demais pode atrapalhar a formação dos dentes no feto. Uma grávida jamais pode abusar desse prazer.

Coração na mira

O café também sustenta a fama de aumentar os riscos de infarto. Para conferir se isso não passa de mito, a Federação Mundial de Cardiologia vai iniciar um estudo com 40 mil pessoas de vários países. Elas serão divididas em dois grupos: o dos fãs da bebida e o daqueles que a excluem do dia-a-dia.

“Queremos saber qual é a turma com maior propensão para males cardíacos”, explica o médico Mário Maranhão, presidente da entidade. Não é tão simples assim. Se café demais causa insônia, nervosismo, pode elevar a pressão e o colesterol, goles moderados agem no sentido inverso, melhorando o humor e a disposição – nesse aspecto o coração deve agradecer.

Cuidados ao ingerir o cafezinho

Alguns cuidados podem acrescentar saúde ao momento de saborear o cafezinho. Até hoje ninguém conseguiu comprovar que essa bebida causa gastrite. No entanto, ao alcançar o estômago ela estimula os ácidos gástricos e pode provocar dor. “Por isso nunca é bom tomá-la de barriga vazia”, adverte o gastroenterologista Jaime Eisig, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, em razão de seu poder estimulante, o café deve ser abolido à noite. Ou a briga com o sono será certa.

Segredos de coador

O que pode interferir no sabor da bebida

Mistura
O blend é a combinação de vários grãos para se obter pós diferenciados. Os grãos mais usados são o arábica e o robusta. O primeiro é famoso pelo sabor. Já o segundo deixa o líquido forte e encorpado. Lembre-se disso e analise as proporções na hora da escolha. AO

Gosto do frequês
O cafezinho à brasileira é tão concentrado que acaba com 1% de cafeína. Isso é cerca de três vezes mais do que a gente encontra no aguado café servido em caneca nos Estados Unidos.

Herança da terra
Nesse aspecto o grão de café se parece com a uva que dá origem ao vinho. Conforme o clima, o solo e a altitude, o produto final pode ficar mais adocicado ou mais ácido.

Na sua casa
Não deixe o café guardado no armário junto com outros alimentos. Mal agasalhado, ele absorve odores alheios. O ideal é colocar a embalagem dentro de um pote bem fechado guardado na geladeira. 

 

Fonte: http://www.lincx.com.br