Arquivo diário: 21 outubro 2009

Tire 11 dúvidas sobre pressão alta na gravidez

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A pressão alta é uma das grandes vilãs da gravidez. Quando registrada no terceiro trimestre, recebe o nome de pré-eclampsia e pode trazer problemas tanto para as mães quanto para os bebês. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas e manter o acompanhamento pré-natal. Confira abaixo 11 curiosidades sobre a doença, de acordo com a ginecologista Rosa Maria Neme, diretora do Centro de Endometriose São Paulo.

1 – Os principais sintomas são inchaço, espuma na urina, dor de cabeça e de estômago, convulsão, dores abdominais, vista embaralhada.

2 – O inchaço costuma se localizar nos pés e nas pernas, mas, nos casos mais graves, também pode atingir os membros superiores e a face.

3 – O tratamento inicial consiste em repouso, medicamento e dieta com pouco sal. Em casos mais graves, que podem evoluir para eclampsia, com risco de morte para a mulher e o filho, há a possibilidade de o médico antecipar o parto.

4 – Quando a mulher tem pressão alta antes da gravidez, deve manter a medicação durante os nove meses. A única orientação é ajustá-la nesse período, de acordo com as orientações do obstetra. Às vezes, alguns medicamentos não devem ser usados no início da gestação por causarem problemas de malformação no feto.

5 – O aumento excessivo de peso pode piorar o controle da pressão.

6 – A pressão alta pode causar um amadurecimento acelerado da placenta e diminuição da nutrição do feto. Entre as consequências estão a redução do seu crescimento e o descolamento da placenta nas fases finais da gravidez, trazendo risco de morte à criança, entre outros problemas.

7 – Grávidas de primeira viagem se enquadram no grupo com mais chance de ter pré-eclampsia. Isso ocorre por uma alteração celular na placenta e essas mulheres estão mais expostas ao problema.

8 – Vários outros fatores da gravidez podem desencadear o quadro. Fazem parte da lista mulheres com antecedente de pressão alta, com tendência familiar para hipertensão e com doenças como diabetes gestacional.

9 – Aliar atividade física, ingestão de líquidos adequada e alimentação balanceada diminui as chances de uma descompensação da pressão. Essas medidas favorecem no controle de ganho de peso da gestante.

10 – Pré-eclampsia não provoca aborto, pois é uma doença do fim da gestação. No entanto, pode favorecer o parto prematuro. Quando há risco para o bebê, a gravidez precisa ser interrompida.

11 – A doença pode trazer problemas para a mulher e o bebê. No caso do feto, as consequências vão de retardo no desenvolvimento à morte. Para a mãe, pode haver um risco aumentado em 40% de apresentar pressão alta no futuro, mesmo fora da gestação.

O relógio do corpo no horário de verão

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Com o horário de verão começando à 0h do dia 18 de outubro, os relógios precisam ser adiantados em uma hora -, muita gente já se preocupa com aquela horinha que vai perder.

E a mudança não significa apenas ter menos tempo para aproveitar a noite. O corpo realmente demora um pouquinho para se adaptar. O relógio interno, acostumado com o dia de 24 horas, estranha quando ele tem apenas 23h.

 Isso porque o organismo tem um relógio biológico natural e, com a rotina, se acostuma a acordar naturalmente ou se preparar para dormir em determinado momento do dia. Quando o horário de verão chega, uma hora dessa rotina é “deslocada” e o organismo demora um pouco a perceber.

“O horário de verão mexe com o relógio do nosso organismo – o que chamamos de ritmo circadiano. Com isso, é muito comum o indivíduo ter maior irritabilidade, cansaço e, em alguns casos, até mesmo insônia“, explica Roberto Cairalla, diretor clínico do Hospital Sírio-Libanês de Itatiba.

Na verdade, essa “horinha” a menos não acarreta maiores problemas ao corpo. “Em mais ou menos uma semana ele já se adapta. Uma hora é pouco para o corpo sentir alguma diferença que traga grandes danos”, esclarece o especialista.

O problema seria maior se a alteração também fosse. Quando isso acontece – o famoso “jet lag”, comum em viagens com destinos de fusos diferentes -, o organismo fica “louco” e até os hormônios se alteram.

Infelizmente, não há uma receita ideal para que o corpo possa se adaptar rapidamente com o novo horário. “Ter uma alimentação mais leve ou fazer exercícios físicos com certeza ajudam, mas ainda assim o corpo sofre com as alterações. Não há uma formula mágica”, enfatiza Roberto, que também é cardiologista. O jeito mesmo é esperar o corpo se adaptar, sem perder o pique.

Para saber mais:

– O horário de verão tem início no terceiro domingo de outubro e termina no segundo domingo de fevereiro, exceto quando esse dia cai no Carnaval. Quando isso acontece, prolonga-se o horário por mais uma semana, tendo seu término no terceiro domingo de fevereiro.

– Ele só abrange a região Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Isso porque as regiões próximas à linha do Equador sofrem mudanças bem sutis na incidência do Sol, então não teria porque se adaptarem ao horário, criado para economizar energia.

– O governo federal estima que a economia de energia chegará a 5% nos horários de pico de consumo.

As regiões que não possuem o horário de verão sofrem apenas com as programações da televisão, que costumam adaptar o seu horário para igualar com o de Brasília.

 

 Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/

Mulher do futuro será mais baixa, gordinha e fértil, aponta estudo

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A mulher do futuro será ligeiramente mais baixa, gordinha e fértil. Terá ainda um coração mais saudável. Estas são as principais conclusões de estudo divulgado na terça-feira pela revista New Scientist, que comprovaria o contínuo impacto do processo evolutivo sobre os humanos.

 Segundo Stephen Steams, biólogo evolucionista da Universidade de Yale e um dos autores do estudo, a ideia de que a seleção natural não afetaria mais os seres humanos e que nós paramos de evoluir “é simplesmente falsa”. Para ele, embora as diferenças na sobrevivência possam não mais selecionar os humanos “mais aptos” e seus genes, as diferenças na reprodução ainda podem. A questão agora é saber se mulheres que tiveram mais filhos possuem traços distintivos que sejam repassados para seus descendentes, aponta a revista.

 Diante da questão, Stearns e seus colegas pesquisaram dados do Framingham Heart Study, com histórico médico de mais de 14 mil moradores da cidade de Framingham, Massachusetts (EUA), desde 1948, que envolverm até três gerações de algumas famílias.

 Ao estudar informações de 2.238 mulheres que haviam passado da menopausa, os pesquisadores descrobriram que mulheres pequenas e mais gordas tendiam a ter mais crianças – em média, mais altas e mais magras. Mulheres cujos índices de colesterol e pressão eram baixos também tinham mais filhos, e tiveram seu primeiro bebê ainda na juventude, entrando na menopausa mais tarde.

 De acordo com a pesquisa, essas características foram passadas para as filhas dessas mulheres que, por sua vez, também tiveram mais crianças em comparação com as demais.

 Pelos cálculos de Steams, se a tendência persistir por dez gerações, a mulher média em 2409 será 2 cm mais baixa e 1 kg mais pesada do que a mulher de hoje. Ela também terá seu primeiro filho cinco meses mais cedo e entrará na menopausa dez meses mais tarde, em relação à média atual. 

 

 Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/

Google vai lançar novo serviço de músicas, diz site

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O Google está próximo de lançar um serviço de músicas, no qual a companhia de internet vem trabalhando nas últimas semanas, de forma que haja segurança do serviço para o conteúdo das grandes gravadoras.

A informação foi dada nesta quarta-feira (21) pelo site TechCrunch, que cita fontes múltiplas como referência. Uma delas, de acordo com o site, é próxima ao novo serviço, cujo nome provável deve ser Google Audio.

 
Google está próximo de lançar um serviço de músicas, no qual a empresa trabalha hoje

“Ainda estamos apurando os detalhes sobre o serviço de músicas, mas nosso entendimento é que o serviço será muito diferente do serviço de download de músicas lançado na China, em 2008. Aquele serviço, apenas disponível na China, permite aos usuários que pesquisem e baixem música gratuitamente”, afirma o TechCrunch.

As grandes distribuidoras de música, assim como as de filmes, travam uma batalha para coibir o download de arquivos protegidos pelos direitos autorais.

O novo serviço estará disponível, no mínimo, para os usuários dos Estados Unidos –embora não esteja claro se ele usará downloads ou tecnologia de streaming (tecnologia que permite ouvir a música enquanto a transferência ocorre), ou ambos.

O Google já possui uma ferramenta de pesquisa musical com bom funcionamento (basta digitar a palavra “music:”, mais a pesquisa desejada; veja um exemplo). Entretanto, as músicas para download ou streaming não estão disponíveis.

 

 Fonte: http://entretenimento.uol.com.br/

Os pandas valem a pena?

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O apresentador de programas de vida selvagem da BBC e especialista em conservação, Chris Packham, causou grande discussão na Grã-Bretanha ao sugerir que grupos de preservação ambiental deixem a natureza seguir seu curso e permitir que os pandas sejam extintos com “um certo grau de dignidade”.

Packham diz que as vastas quantias de dinheiro e recursos gastos anualmente para salvar os pandas poderiam ser melhor utilizadas em outras causas mais importantes para a preservação do meio ambiente.

“Aqui está uma espécie que chegou a um beco-sem-saída evolucionário. Não é uma espécie forte”, disse ele.

As declarações foram duramente criticadas por orgnizações ambientalistas como o WWF, que chamaram Packham de “irresponsável”.

A ONG disse ao jornal britânico ‘The Guardian’ que os pandas só enfrentam o risco de extinção por causa da devastação das florestas – habitat natural desses animais – causada pelos seres humanos, e que, se deixados sozinhos, os ursos sobreviveriam sem problemas.

E você, o que acha dessa polêmica? O dinheiro usado para conservar os pandas poderia ser usado para outras causas? Vale a pena tentar salvá-los?

 Fonte: http://www.bbc.co.uk/

Com traços de cocaína, refrigerante da Red Bull é proibido na Alemanha

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Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.

As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.

Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.

Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.

“O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína”, confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle.

“A quantidade é absolutamente irrelevante”, reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália.

“Não é possível tomar tanto, a ponto de a bebida fazer mal”, disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor.

O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.

Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada.

Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca “descocainizados” não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos.

“Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável”, garantiu à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.

Alguns veem exagero na proibição. “Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas”, afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.

O especialista em doping e entorpecentes analisou algumas amostras da bebida e também constatou a presença de cocaína. Mas a descoberta não o surpreendeu. “Cafés descafeinados também contêm ainda alguma cafeína”, comparou.

O refrigerante da Red Bull está no mercado alemão desde o ano passado. A multinacional austríaca anuncia seu produto como uma bebida feita apenas com ingredientes naturais, sem adição de conservantes e outros aditivos sintéticos.

Segundo o fabricante, Red Bull Cola é o único refrigerante tipo cola contendo extratos de folhas de coca e noz-de-cola.

Nos últimos anos, os energéticos da empresa enfrentaram críticas das autoridades sobre possíveis riscos à saúde. No ano passado, o governo alemão alertou sobre os perigos do consumo associado com álcool ou depois da prática de esportes, que poderia levar a distúrbios do ritmo cardíaco ou até a falência dos rins.

Na época, argumentou-se que o refrigerante da Red Bull contém grandes quantidades de cafeína e taurina, substâncias que podem ser perigosas para pessoas com doenças cardíacas, pressão alta ou sensibilidade à cafeína. 

 

 Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/