Sexo solução: é bom, gostoso e não engorda

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Se você acredita na máxima “tudo que é bom, engorda”, esqueceu de uma deliciosa exceção: o ato sexual. É bom, de graça, saudável e ainda ajuda a emagrecer. Vamos começar por essa última vantagem. “A perda calórica por ato sexual pode variar de 100 a 150 calorias. Isso corresponde a caminhar 20 minutos em ritmo moderado”, compara Lúcia Pesca, sexóloga, de Porto Alegre. Faça os cálculos: duas vezes por semana pode representar até 1 quilo a menos em um mês. Nada mau! É claro que isso dependerá da sua dieta e também da duração e da intensidade do sexo. Mais importante que a perda calórica, porém, é o bem que o sexo faz. “Os batimentos cardíacos são acelerados, os órgão internos massageados, a circulação sanguínea e a linfática intensificadas. A produção de hormônios e endorfinas contribui para uma sensação de bem-estar, sendo um excelente antídoto para a depressão e a ansiedade”, lista Amaury Mendes, médico e sexólogo, do Rio de Janeiro.

Por todos esses motivos, a Organização Mundial da Saúde, desde 2000, inclui o sexo como um dos prérequisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. “É claro que estamos falando de relações com qualidade, ou seja, com vínculo afetivo, satisfação e segurança. Sexo prazeroso é um prêmio da vida adulta, e a durabilidade dessa conquista dependerá do esforço da manutenção”, afirma Lúcia Pesca.

Sustentar uma vida sexual criativa e divertida não é fácil. “Sexo em casamento antigo é como carro velho. Precisa de manutenção, ajustes, mais óleo e, às vezes, só um martelinho de ouro para ajudar”, compara Adriana Azevedo, engenheira química. Casada há 13 anos e com dois filhos, ela conta uma história conhecida de muitas mulheres. “Na correria do dia a dia, com solicitações das crianças, do chefe, da empregada etc., muitas vezes eu passava dias sem olhar com calma para o meu marido. Na cama, parecíamos dois desconhecidos, exaustos, com sono”, relembra Adriana. Até que ficaram meses sem ter relações, e aí a vida pareceu triste, o casamento apagado. “A crise exigiu dedicação para levantar nosso pique sexual. Uma coisa legal que fiz foi, depois de cada transa, escrever como tinha sido e como eu tinha me sentido, sem pudor de medir palavras, num tom excitante. No dia seguinte, mandava para ele no trabalho, e ele voltava para casa com mais vontade de continuar”, confidencia Adriana. Ela relata outro benefício: depois da retomada sexual, a relação ficou mais leve e as discussões rarearam. Mágica? Não, química.

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