Arquivo diário: 26 setembro 2012

Guia do blush: veja dicas para usar o produto de acordo com seu rosto

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O blush é parte imprescindível do processo de maquiagem. É ele que vai dar cor às maçãs do rosto e um aspecto mais saudável ao visual. Mas você sabe a maneira mais adequada de utilizá-lo? Para cada variação de rosto e pele há uma forma mais indicada de passar o blush.  Veja abaixo as dicas do maquiador Maurício Nazário e experimente!

Aprenda a aplicar o blush de acordo com o formato do rosto
Aprenda a aplicar o blush de acordo com a cor da pele
Aprenda a aplicar o blush de acordo com a cor do cabelo
Como aplicar o iluminador: sempre acima das maçãs do rosto

Pincéis e diferentes texturas do blush: saiba o momento certo de usar cada tipo

Veja mais dicas do maquiador Maurício Nazário para usar o blush:

– Se você não está fazendo nenhum trabalho conceitual, só carregue no blush à noite – em festas, por exemplo. Evite o tom forte durante dia. O princípio básico da maquiagem é “olho tudo, boca nada; boca tudo, olho nada”. A mesma coisa vale para o blush. Só uma referência deve chamar atenção no rosto: ou a pele, ou a boca ou os olhos.

– Depois de aplicar o blush, com o pincel ainda sujo, tonalize o rosto passando um pouquinho no nariz, no queixo, nas têmporas e na testa. Tome muito cuidado pra não criar mais cor.

– A maquiagem ideal é aquela que faz você se sentir bem. Assuma seu estilo, use o que gosta. Algumas técnicas podem ajudar, mas nada impede que uma pessoa de pele amarelada use um blush pêssego ou alaranjado, por exemplo. Se a pessoa se sente bem, deve usar!

Como cuidar das manchas na pele durante e após a gravidez

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É perto do terceiro trimestre da gravidez que muitas mulheres começam a notar o aparecimento de manchas desagradáveis na pele. Escuras e amarronzadas, as manchas aparecem com mais frequência no rosto, colo e braços. É nesse período também que podem ocorrer o escurecimento dos mamilos, o surgimento da linha escura na barriga (conhecida como linha negra) e também o escurecimento de sardas ou pintas. Por mais difícil que seja eliminar essas manchas, não vale ficar na paranoia. Entenda abaixo o que é, as causas, como tratar e evitar o aparecimento das manchas na pele durante a gravidez:
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    Por que surgem manchas na pele durante a gravidez?
     a pele da grávida fica mais sujeita a manchas pelo fato de os estrógenos e progestágenos estimularem a melanogênese, que é a formação da melanina. “Como os hormônios estão aumentados na grávida, isso leva a alterações pigmentares como o aparecimento de manchas, escurecimento dos mamilos, sardas e pintas, e surgimento de uma linha escura na barriga”, explica. Segundo a médica, as manchas ainda podem aparecer até cerca de três meses após o parto. Conhecida como cloasma ou melasma, as manchas da gravidez estão na categoria das mais difíceis de serem tratadas.

    A médica explica que, por alguma razão, o melanócito alterado cria uma memória e sempre que estimulado produzirá a mancha. “Quando a pigmentação está restrita à epiderme, que é a camada mais superficial da pele, é bem mais fácil eliminar as manchas da gravidez. Mas se a pigmentação já tiver atingido a derme, ou seja, estiver mais profunda, fica mais difícil corrigir o problema. Nesses casos, avisamos para as pacientes que haverá um clareamento e não desaparecimento da mancha”

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    Onde as manchas costumam aparecer
    O rosto – mais precisamente bochechas, testa, nariz e lábio superior – é o local de maior incidência do surgimento dos cloasmas. “As alterações pigmentares podem ocorrer em 75 a 90% das gestantes, de forma e localizações variáveis. Algumas áreas da pele podem escurecer, como a fronte, nariz, axilas, face interna das coxas e períneo, assim como as cicatrizes. O distúrbio de pigmentação mais frequente na gravidez é o escurecimento da linha média abdominal, denominado linha negra”

    Segundo o especialista, as mulheres com peles morenas têm mais chances de ter as manchas. “Quanto maior for o fototipo, maior será a chance de hiperpigmentação, pois uma pele mais morena apresenta mais células, ou seja, melanócitos, que são as produtoras de pigmento, a melanina”

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    Como evitar e tratar as manchas
    Os médicos são unânimes quando dizem que a melhor maneira de prevenir manchas na pele durante a gravidez é utilizar protetor solar, bonés ou chapéus sempre que houver exposição aos raios UVA e UVB. A mulher deve sim tomar banho de sol durante a gestação, mas com atenção ao horário correto: até as 10h e após as 16h. E lembre-se que cada mulher tem uma pele específica e a melhor pessoa para definir qual é o protetor solar adequado é o médico. Além da exposição ao sol, o anticoncepcional é outro fator que favorece o aparecimento das manchas de uma maneira geral. “Anticoncepcionais ou tratamentos com hormônios favorecem o surgimento do melasma porque eles estímulam a produção de melanina”

    O tratamento depende do grau de acentuação das manchas e deve ser iniciado após a amamentação. Peelings, sessões de laser, cremes e óleos são aliados no combate às manchas. “Indicamos substâncias clareadoras nos cremes de uso em casa. Em consultório, temos os peelings e alguns lasers como o CO2 fracionado com despigmentantes e, mais recentemente, um laser micropulsado que, feito semanalmente, ajuda muito a clarear a pele e fazer a manutenção da pele clara”

    “Sempre que possível, a associação de tratamentos ajuda a obtenção de um resultado melhor. O Afa Peel, por exemplo, é um peeling de aminoácidos de frutas ácidas que pode ser feito em gestantes”, reforça Fernanda Tassara. Segundo a especialista, a mulher deve também evitar o uso da cera quente. “Pode haver piora das manchas, principalmente no buço. Muitas vezes as pacientes não se protegem adequadamente após a depilação da face, por isso é tão comum a queixa de melasma no buço. No calor, quando suamos, o primeiro lugar a perder o filtro solar é o buço”

Segunda gravidez: especialistas tiram dúvidas das mães de segunda viagem

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Seja porque seu sonho é ter uma família grande ou porque você conhece as alegrias de ter um irmão e quer proporcionar o mesmo ao seu filho, ser mãe pela segunda vez é uma escolha que afeta não só a sua vida, mas de toda a família. Principalmente dos filhos. Há quem sinta enjoos terríveis na primeira, mas não na segunda gravidez. E como não existem duas gestações e nascimentos totalmente iguais, algumas dicas são essenciais para passar por esse período com saúde, tranquilidade e segurança. No livro “A Bíblia da Gravidez – A Segunda Gravidez”, de Wladimir Taborda, Mariano Tamura e Alice D. Deutsch, publicado pela CMS Editora, os especialistas dão dicas importantes para a segunda gestação. Confira:
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    Amamentação na segunda gravidez
    É mito acreditar que não se pode engravidar durante a amamentação. As chances são bastante reduzidas, mas existem. “O hormônio prolactina, que estimula a produção de leite, também pode diminuir as chances de ovulação. A ideia de que amamentar também previne a gravidez é falsa e também não é verdade que você precisa parar de amamentar ao engravidar“, diz o livro. Vale ressaltar que se for preciso desmamar o filho mais velho durante a gravidez, o ideal é que seja quando ele conseguir beber em um copo e comer alimentos sólidos.
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    Sintomas da segunda gravidez são iguais aos da primeira
    Enjoo, dores de cabeça, vontades constantes de urinar e sonolência são alguns dos sintomas mais comuns de gravidez e que se repetem quando a mulher está grávida novamente. “A diferença principal é como a mulher reage a eles na segunda gravidez. A maioria dos sintomas decorre de alterações e adaptações biológicas à gravidez e ocorrem em todas as gestações, como, por exemplo, o escurecimento dos mamilos, corpo e seios inchados e sonolência. O enjoo pode variar em cada caso, mas é o mais rapidamente reconhecido“, explica o mestre em obstetrícia e doutor em medicina pela Unifesp Wladimir Taborda.

    Como a mulher já passou por todas as etapas uma vez, ela já está mais bem preparada para a segunda gravidez. “Ela já sabe que os enjoos vão passar, ou diminuir bastante, assim como todos os sintomas comuns da gravidez e que não fazem nenhum mal para o bebê. Menos ansiedade e reconhecimento precoce dos sintomas mais comuns são típicos da segunda gravidez”, salienta o médico.

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    Intervalo entre as gestações: qual é o período ideal?
    O intervalo entre o nascimento de um filho e a concepção de outro é um dos fatores que estão associados ao parto prematuro, ao baixo peso no nascimento e ao desenvolvimento abaixo do normal dentro do útero. Por isso, muitas mães sabem que o risco deve ser levado em conta quando decidem ‘emendar’ uma gravidez na outra. “O risco maior dessas complicações costuma estar associado a um intervalo de menos de seis meses entre as gestações“, afirma a publicação “A Bíblia da Gravidez – A Segunda Gravidez”.

    De acordo com o livro, com um intervalo de 18 a 23 meses entre as gestações, o risco é menor. Mas o perigo aumenta 24 meses depois do último parto. Isso porque quando o intervalo é curto a mulher pode não ter se recuperado não só do desgaste físico, mas também da defasagem nutricional da primeira gravidez. “Um intervalo longo entre as gestações pode significar que agora você está bem mais velha e, assim, há maior risco de ocorrer alguma anomalia cromossômica“, dizem os especialistas no livro.

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    Facilitando a segunda gravidez: dicas para engravidar
    Algumas mulheres preferem um intervalo curto entre os dois filhos. Se você pretende engravidar logo, após o período mínimo de seis meses recomendado entre as duas gestações, é válido revisar o período de ovulação para conseguir fazer com que o espermatozoide chegue ao óvulo o mais rápido possível após o início da ovulação, já que, normalmente, a fertilização acontece dentro de 24 horas a partir da liberação do esperma.

    “O melhor é tentar fazer com que a relação sexual ocorra cerca de 12 horas antes da ovulação. Assim, os espermatozoides já terão chegado à vagina, ao colo e à tuba uterina, onde o óvulo está percorrendo o caminho em direção ao útero”, explicam os autores de “A Bíblia da Gravidez – A Segunda Gravidez”. Segundo o livro, acredita-se que os espermas vivem de um a dois dias dentro do corpo da mulher.

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    Infertilidade secundária acontece sem explicações
    Mesmo sem haver qualquer problema durante a primeira gestação, mais de um milhão de casais no mundo enfrentam o que é conhecido como infertilidade secundária, ou seja, problemas de concepção após a primeira gravidez ter sido normal. “Isso pode estar relacionado a um longo período de espera entre a primeira e a segunda gestações, bem como a mudanças na saúde ou no estilo de vida”, afirma o livro. Não é raro que o casal precise procurar um médico especializado para avaliar a necessidade de iniciar um tratamento específico de fertilização.
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    Diferenças no corpo e na barriga da mulher na segunda gravidez
    Você sabia que na segunda gravidez a barriga da mulher parece maior mais cedo? É comum com apenas 10 a 12 semanas a mulher não caber mais na roupa por ter uma barriga semelhante à de quatro meses de gestação. “Nessa época, o útero ainda continua dentro da pélvis e seria cedo demais para ‘aparecer’. No entanto, é comum que a mulher pareça estar grávida de quatro meses, não porque o útero é maior, mas porque os músculos da parede abdominal estão mais esticados e relaxados depois da primeira gravidez“, explicam Wladimir Taborda, Mariano Tamura e Alice D. Deutsch,  no livro “A Bíblia da Gravidez – A Segunda Gravidez”.

    Cansaço extremo, principalmente no primeiro e no terceiro semestres, são mais comuns durante a segunda gravidez. De acordo com a publicação, não há uma explicação convincente para a segunda gravidez ser mais cansativa. “Mas uma explicação pode estar no fato de que você não pode se dar ao luxo de cuidar apenas de você quando está em casa”.

    Ainda de acordo com o livro, se você não teve estrias durante a primeira gravidez – os risquinhos costumam aparecer em 50% das mulheres grávidas -, é bem possível que elas não apareçam na segunda. Ao contrário das varizes, que costumam aumentar com as gestações e a idade. “Mas se as indesejáveis estrias apareceram antes, você pode estar predisposta a tê-las de novo. A receita básica é ficar de olho na balança para evitar ganho excessivo de peso e se exercitar”, afirma a publicação.

Saiba quais são os exercícios físicos mais indicados para as grávidas

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A mulher que nunca se exercitou e sabe que os benefícios das atividades físicas durante a gestação são poderosos não só para ela, mas também para o bebê pode começar a fazer exercícios leves ou de baixo impacto. Para quem já tem uma rotina de malhação e acabou de engravidar, o ideal é manter o tipo e o ritmo dos exercícios. “Se ela já pratica esportes, pode manter o mesmo ritmo até o oitavo mês de gravidez. Essa mulher e a que nunca se exercitou precisam, sempre, ter um acompanhamento médico

Controle do ganho de peso, fortalecimento muscular – não só da região lombar evitando as dores nas costas -,  melhora do condicionamento cardiovascular e do sistema respiratório, além de melhora do retorno venoso e linfático, diminuindo o inchaço são alguns dos benefícios. Entenda abaixo quais são os exercícios mais indicados na gravidez:

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    Hidroginástica
    Hidroginástica para grávidas

    Hidroginástica é o exercício mais indicado pelos médicos para as grávidas. De acordo com Luciana Flor, a água traz conforto para as gestantes. “Na água elas não sentem o peso da barriga, o que aumenta a segurança para praticar exercícios”, diz a professora. Ela explica que o water relax, espécie de aula de alongamento dentro d’água, também é muito bem-vinda para as gestantes, já que melhora a circulação e diminui inchaços.

    Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 50 grávidas mostrou que a hidroginástica pode ajudar a diminuir as dores no parto, já que apenas 27% das pesquisadas que praticavam exercícios na água solicitou algum tipo de analgésico para dor durante as contrações.

    Letícia Spiller fez hidroginástica durante a gravidez de Stella

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    Caminhada
    Caminhada para grávidas

    A caminhada está entre as atividades mais democráticas, já que não é necessário estar matriculada em uma academia para praticá-la.

    Após a liberação do obstetra, em geral, a gestante pode praticar exercícios físicos durante uma hora por dia, até 5 vezes por semana. O mais importante é respeitar a frequência cardíaca, que não deve ultrapassar 140bpm. Isso significa que é possível conversar com tranquilidade durante a caminhada.”, diz a professora de educação física Mariana Furtado, do Espaço Bella Gestante.

    Exercícios para gestantes evitam a flacidez

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    Musculação
    Musculação para grávidas

    A musculação não é contraindicada para gestantes. Bem orientada, fortalece os músculos, melhora a postura e diminui as dores nas costas, provenientes do peso da barriga. “Na musculação é possível trabalhar cada grupamento muscular de forma segura. Gestantes que nunca praticaram exercícios devem começar aos poucos, com 15, 20 minutos, avançando aos poucos. O ideal, sempre, é conciliar o trabalho muscular com atividades aeróbicas, como caminhada, hidroginástica e bicicleta ergométrica”, diz Luciana Flor.

    Conheça a ginástica natural, que não usa pesos ou aparelhos

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    Pilates
    Pilates para grávidas

    O exercício utiliza o próprio peso corporal para trabalhar diferentes grupamentos musculares.Apesar de parecer ser um exercício leve, o pilates não é indicado para todas as gestantes. “O pilates melhora a postura, evita dores lombares e fortalece os músculos das costas, preparando para o peso da barriga, mas só recomendamos para quem já praticava antes da gravidez. No pilates a gestante trabalhará o tempo todo com o abdômen contraído, o que pode gerar estresse desnecessário para quem nunca praticou”. Ou seja, quem deseja aproveitar os benefícios do pilates deve começar bem antes da gravidez.

    Conheça o pilates e saiba por que ele virou mania entre as famosas

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    Yoga
    Yoga para grávidas

    A yoga trabalha corpo e mente, ajudando no relaxamento da gestante. “Assim como o pilates, a yoga trabalha o abdômen e só é recomendo para aquelas que praticavam antes da gravidez.Com o passar das semanas e o crescimento da barriga, ficará mais difícil fazer determinadas posturas, mas as academias já contam com programas específicos para gestantes

    Yoga traz benefícios após o nascimento do bebê