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As fases do sexo

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Lembra-se de como você era dez anos atrás? Além do corte de cabelo, seus interesses eram diferentes, seu corpo era possivelmente mais rígido e sua cabeça certamente não era a mesma de hoje. Depois de dez anos, é claro que a cama também mudou – e não estamos falando do colchão, mas do seu desejo, do seu desempenho e do seu gozo. Algumas coisas continuam iguais – como aquela pinta no ombro direito ou a vontade de ganhar uma lingerie vermelha de presente de aniversário – mas outras acabam mudando quando se tem 20, 30 ou 40 anos de idade. Como vai ser o sexo daqui a dez anos? Aos 20 anos, quanta animação! As mulheres jovens fazem preliminares de duas horas, transam pelas escadas do prédio e, depois, contam tudo para as amigas. É assim com Adriana*, de 22 anos, que tem um namorado há quatro meses, com quem jura que vai ficar pelo resto da vida. “Ele é o segundo cara com quem transei. É bonito, carinhoso e nos damos muito bem”, diz, comedida – os detalhes ela deixa para as amigas mais íntimas. “Eu e meu namorado fazemos coisas que antes eu achava que só as prostitutas faziam. Mas ele me mostrou que é natural. E muito gostoso”, conta a estudante.

É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir A sexóloga Glene Faria explica que aos 20 anos tudo é uma grande novidade. “A mulher ainda está aprendendo e pode ter dificuldade de atingir o orgasmo”, afirma, lembrando que a experiência vem com o tempo e o sexo vai ficando cada vez melhor.

A balzaquiana tem mais estrada. Não quer transar apenas com o homem que julga ser sua “cara-metade”, topa sexo casual e diz saber aproveitar bem os momentos debaixo dos lençóis. Júlia*, 30 anos, está solteira, tem um vibrador e afirma gostar muito de sexo. “Estou mais segura atualmente e não fico pensando se estou bonita, ou se ele está vendo minhas celulites, como quando eu era uma garotinha”, diz. Sua irmã de 33 anos, Tatiana, vê os dois lados da idade: “Estou casada há alguns anos e acho que transo menos hoje do que aos 20. Em compensação, considero minhas transas mais intensas e, em breve, pretendo ter um bebê”, revela.

Glene Faria afirma que é comum haver uma diminuição do desejo aos 30 anos. “É comum que a mulher comece a se lubrificar no meio da relação, uma vez que o homem pára de investir nas preliminares”, explica a sexóloga, sublinhando que o casal não pode parar de priorizar a sexualidade. “Depois de três anos de relacionamento, vem a primeira crise, pois termina a paixão e vem a rotina”, alerta.

Aos 40

Quando a mulher entra nos enta, conhece a chamada “idade da loba”. Significa que ela não cai matando como a de 20, nem está mais pensando em mamadeiras, como a de 30. “Estou no ápice da minha vida sexual”, garante a fisioterapeuta Laura*, de 41 anos. “Eu e meu marido temos muita intimidade sexual e mantivemos o romantismo ao longo de todos esses anos. Por exemplo: às sextas, sempre saímos pra jantar, só nós dois”, conta, insinuando que a noite é sempre longa…

Para Glene, a mulher de 40 anos está mais madura sexualmente. “Ela é experiente, conhece o próprio corpo e está apta a ter uma vida sexual muito boa”, afirma a sexóloga. De acordo com ela, a mulher também torna-se mais exigente aos 40. “Ela sabe dar prazer ao parceiro e também quer qualidade em troca”, observa. Mas, é claro, nem tudo são flores… A partir desta idade, os problemas físicos e as dificuldades na cama tendem a aumentar – e não estamos falando apenas daquelas posições diferentes, que exigem um bom condicionamento do corpo. “Entre 45 e 50 anos, a mulher pode entrar na menopausa e observar diminuição do desejo e da lubrificação”, adverte a sexóloga. A sugestão é que o gel lubrificante vire parte integrante do ato sexual.

Glene lembra, ainda, que cada relação é uma relação e que boa parte da qualidade sexual está nas mãos dos homens: “Se ele é dedicado e se mostra preocupado em estimular sua parceira, não há mulher que não funcione”, afirma, ressaltando que o sexo tende a melhorar com o passar dos anos. “É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir”, resume.

Fonte:bolsademulher

40 GRANDES MENTIRAS DA HISTÓRIA UNIVERSAL

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Muitos afirmam que Napoleão era baixinho, ou que foi Marco Polo quem trouxe o macarrão para o ocidente, ou ainda que Bruce Lee foi o rei do Karatê.
Nananinanão…

Veja abaixo as 40 grandes mentiras da história universal.

1. Osama Bin Laden não foi o primeiro a atacar os EUA em seu próprio território. O “mérito” corresponde ao mexicano Pancho Villa, que em 1916 cruzou Rio Grande e atacou a cidade de Columbis, Texas, onde matou sete pessoas. A invasão durou menos de dez horas.

2. As três caravelas de Colombo na verdade eram duas. Pinta e Nina. Porque a terceira embarcação que participou da descoberta da América era uma nau, outro tipo de barco de maior tamanho. Chamava-se Maria Galante, mas Colombo a rebatizou de Santa Maria.

3. As Bruxas de Salem não foram queimadas na fogueira. Mas que ninguém pense que foram indultadas. Na realidade foram enforcadas, que era a pena que as comunidades protestantes e calvinistas costumavam ditar para os casos de feitiçaria.

4. Napoleão não era tão baixinho. De fato, media 1,68 cm., uma estatura aceitável para sua época, e inclusive superava por 4 cm o duque de Wellington, seu arqui-inimigo inglês.

5. Em Casablanca, Bogart nunca pronunciou a frase: “Toque outra vez, Sam”. Em realidade, a frase exata é: “Toque Sam, toque ‘As time goes by'”. Para acabar de arruinar o mito, o ator que fazia o papel de Sam (Dooley Wilson) só cantava, já que não sabia tocar o piano. O acompanhamento foi incorporado em estúdio.

6. Os vikings não usavam capacetes com chifres. Foi uma invenção do pintor sueco Gustav Malstrom nas ilustrações que realizou em 1820 para o poema épico Frithiof`s Saga. O propósito destes chifres irreais era retratar os ferozes guerreiros do Norte como seres quase demoníacos.

7. A guerra dos cem anos, realmente durou 116, de 1337 a 1453, ano em que os reis de Inglaterra e França (os países em conflito) puseram fim às hostilidades.

8. O estrangulador de Boston, Albert de Salvo, não estrangulava suas vítimas. Ao menos, não a todas. Unicamente assassinou desse modo à primeira; as outras doze matou a golpes ou punhaladas.

9. George Washington não foi o primeiro presidente dos EUA. Ao iniciar a revolução americana em 1714, uma comissão de notáveis elegeu Peyton Randolph, de maneira improvisada, para esse cargo. Depois de sua demissão, oito pessoas atuaram como presidentes até 1789, ano em que por fim foi aprovada a constituição americana e que foram celebradas as primeiras eleições para o cargo, nas quais Washington foi finalmente eleito.

10. Walt Disney não sabia desenhar e nunca desenhou nenhum de seus famosos personagens. Durante muitos anos foi dito que Mickey Mouse tinha sido criado por ele, mas atualmente sabemos que foi obra exclusiva do desenhista Ub Wickers que deixou Disney compartilhar a autoria para lhe devolver um favor.

11. A revolução de outubro foi em novembro. Realmente (e segundo o atual calendário gregoriano), começou em 7 de Novembro, quando Lênin se sublevou em Petrogrado contra o governo de Kerensky. O que ocorre é que a Rússia era regida ainda pelo chamado calendário Juliano (obsoleto no resto do mundo ocidental desde o ano de 1582). Segundo o qual, a data correspondia ao 25 de outubro.

12. Os Harlem Globetrotters não eram do Harlem senão de Chicago. Cidade na qual foi criada a equipe no ano 1926 com o nome de New Cork Globetrotters. Finalmente, em 1932 adotaram Harlem como denominação de origem.

13. Sherlock Holmes nunca disse: “Elementar meu caro Watson”. Nas novelas de Conan Doyle, o famoso detetive pronuncia a palavra “elementar”, mas nunca acompanhada pela batologia. A frase, tal e como a conhecemos, foi escrita para o filme protagonizado por Basil Rathbone em 1939.

14. A guilhotina não é um invento francês, e seu criador não foi o doutor Ignace Guillotin, que somente sugeriu a guilhotina como método oficial de execução. Os romanos já conheciam e usavam o método, e alguns historiadores acham que foi inventada pelo cônsul Titus Manlius, que paradoxalmente, acabou sendo executado por ela.

15. Van Gogh não cortou a orelha; só um pedacinho do lóbulo esquerdo.

16. A marcha das mulheres foi formada por homens. Precisamente, a subida do preço do pão provocou em 1789 uma sublevação popular em Paris. 6.000 mulheres armadas com facas e foices marcharam em sinal de protesto para o palácio de Versalhes, guiadas por Theroigne de Mericourt. Ainda que em realidade as mulheres não chegavam a uma centena, e o resto eram homens disfarçados com roupas femininas.

17. A bastilha não tinha presos políticos. Para acabar com a Revolução Francesa, há que dizer que na mítica prisão parisiense não havia nenhum preso dissidente. Encontraram ali só sete presos, todos aristocratas (entre eles o marques de Sate), encarcerados pelos chamados “delitos de nome”: não pagar dívidas, matar um rival num duelo…

18. Bruce Lee não foi o rei do karatê. De fato, ele jamais praticou essa modalidade das artes marciais. O seu estilo de luta diferente era conhecido como Jun Fan Gung Fu. Quem lhe ensinou a base da técnica foi Jeet Kune Do. E foi esta base que Bruce ensinou por mais de 30 anos a seus alunos.

19. Joana D’Arc não era francesa. A verdade é que heroína nasceu em Bar, uma localidade do ducado de Lorena que naquele tempo era então independente.

20. Circular pela direita nem sempre foi o normal. De fato, no império romano circulava-se pela esquerda, um costume que foi mantido em toda Europa até a Revolução Francesa. O novo regime instaurou a norma de fazê-lo pela direita, e Napoleão impôs a norma no resto de Europa, salvo na Inglaterra, Suécia e os países que não conseguiu conquistar.

21. John Ford não era caolho. Passou a utilizar a venda sobre o olho direito ocasionalmente em 1934 para poder recuperar-se da operação de cataratas. A partir de então, acostumou a usar em público como excentricidade, ainda que costumava mudar de olho.

22. Artur nunca foi rei. Na realidade, foi um general romano chamado Lucio Artorius Casto, nomeado prefeito para defender Berta dos bárbaros.

23. As onze mil virgens nunca existiram. Numa lápide de uma igreja de Colônia está esculpida a lenda de onze mil donzelas assassinadas pelos hunos de Átila no ano 449. O número real é onze, as jovens martirizadas até a morte pelos bárbaros.

24. Marco Polo não introduziu a massa na Europa. Foram os árabes, durante a invasão da Sicília no ano 669 (600 anos antes do nascimento do famoso viajante). O historiador muçulmano Al-Idri relatou que os árabes instalados na ilha comiam o itriyah, um tipo de talharim seco.

25. O General Custer nunca disse: “Índio bom é índio morto”. O verdadeiro autor de tal afirmação foi o general Philip O. Sheridan.

26. Robin Hood não era um bandido generoso, nem roubava os ricos para dar aos pobres. Na verdade foi um homem chamado Robert Hood, que se revoltou contra o rei Ricardo II para não pagar impostos.

27. Catarina II da Rússia não morreu tendo relações com um cavalo. A soberana faleceu de um infarto, mas a lenda surgiu a raiz da descoberta de sua coleção privada de peças eróticas, nas que não faltavam cenas de zoofilia.

28. Os piratas não enterravam seus tesouros. Ou então faziam-no muito bem, por que nunca foi encontrado algum. O normal era gastarem as pilhagens nas tabernas, bordéis e casas de jogo da ilha da Tortuga.

29. Adão e Eva nunca comeram uma maçã. Já sabemos que só é um mito, mas ainda assim, no Gênesis não se menciona de que fruto se tratava; unicamente lê-se: “… mas do fruto da Árvore que está no meio do jardim disse Deus: ‘Não comereis dele’… ” O mito da maçã provavelmente é devida aos pintores renascentistas.

30. Marlon Brando não recusou o Oscar que ganhou pelo “O Poderoso Chefão” (1972). Mas mandou para receber o troféu em seu lugar uma falsa índia (era uma mexicana disfarçada), que fez um discurso a favor dos direitos dos indígenas.

31. O cavalo branco de Santiago, ao final, não era tão branco. No teto da catedral de Compostela esta representada a imagem do santo no lombo de um exemplar de pele castanha com manchas negras.

32. Não existem os cemitérios de elefantes. O aparecimento de um grande número de ossadas de paquidermes num mesmo lugar fez crer que existiam míticos locais nos quais os elefantes se dirigiam voluntariamente para morrer. O mistério foi explicado pelo biólogo Rupert Sheldrake, que explicou que o que realmente ocorria é que os exemplares idosos ou doentes de uma mesma manada passavam a viver próximos dos mananciais de água e morriam ali.

33. Se Maomé não vai a montanha, a montanha vai a Maomé. Este provérbio não pertence a nenhum texto sagrado islâmico. Faz parte de uma parábola inventada pelo filósofo britânico Francis Bacon.

34. Escalpelar não era costume natural dos peles vermelhas. Eles copiaram o costume dos franceses, que exigiam de seus mercenários apresentar o couro cabeludo da cada índio morto para poder cobrar a recompensa.

35. Os reis magos não eram três. O Evangelho segundo São Mateus só menciona a visita de alguns magos do Oriente, mas não especifica seu número, e nem sequer diz que eram reis.

36. – “E no entanto, move-se”. Não existe nenhuma prova que demonstre que Galileu tenha realmente murmurado essa frase ao se ver obrigado a abjurar de suas teorias científicas em 1633, depois de ser julgado pela Inquisição. Atualmente, os historiadores acreditam que foi inventada pelo escritor e editor Giusepe Baretti num fantasioso livro intitulado Biblioteca Italiana (1757).

37. Os imperadores romanos não levantavam nem baixavam o polegar para decretar a morte ou o indulto de um gladiador. Mostrar o punho fechado era sinal de clemência: mas se mostrava o polegar para um lado (pedir carona), estava ordenando a execução do perdedor.

38. Al Capone odiava espaguete e, por extensão, quase todas as variedades da massa italiana. Foi o que contou em sua biografia o ator George raft, especializado em papéis de gangsteres e a quem Capone (grande admirador seu) convidou uma certa vez para jantar. Surpreendeu-se com um menu de farta comida chinesa.

39. O Motim do Bounty não foi uma revolta contra a tirania do capitão Blight. O motivo foi menos nobre: o oficial Fletche Christian, de origem aristocrática, inimizou a tripulação contra o capitão porque não suportava mais que ele reclamasse constantemente um dinheiro que lhe tinha prestado.

40. Julio César não nasceu numa cesariana. Os historiadores acham que não foi assim, porque sua mãe morreu quando ele já tinha completado 30 anos, numa época em que as mulheres não costumavam sobreviver a esta operação. O que é verdadeiro é que dita intervenção deve seu nome a uma lei promulgada por César para que os bebês fossem extraídos dos ventres de suas mães se estas faleciam a partir do sétimo mês de gestação.

41. As orgias de Tibério são um mito. Suetonio relata que o imperador fixou sua residência em Capri para fugir da corrupção da nobreza romana.

Fonte: Metamorfose Digital

Aprenda a usar a chapinha sem detonar os cabelos

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Uma ala defende que a chapinha, além de ser prática para alisar os cabelos, também deixa os fios mais brilhosos, porque quando eles esticam as cutículas se fecham e a luminosidade aparece. Outro time acha que o aparelho é o grande vilão das madeixas danificadas se usado de forma incorreta.

Um terceiro grupo, o dos cabeleireiros, decretou o fim da prancha para o look da temporada. Segundo o beauty stylist Marco Antonio di Biaggi, do salão MG Hair, o cabelo bagunçado, ou “messy”, está com tudo entre os penteados mais modernos do momento. “A tendência é que o cabelo tenha ondulação e balanço no comprimento e a raiz mais baixa”, explica. Ou seja, a piastra vai para a gaveta.

Para tirar a prova dos nove, a revista ANA MARIA reuniu o especialista em saúde do cabelo, o dermatologista Valcenir Bedin, de São Paulo, e a cabeleireira Márcia Zenólia, do Espaço Coiffeur Longevitá, do Rio de Janeiro para responder 25 questões sobre chapinha. Veja aqui todas as dúvidas.

O que diz Valcenir Bedin:

A chapinha faz mal ao cabelo?
Não, desde que você use o produto certo, para proteger os fios do calor, e não exagere na temperatura do aparelho (no máximo 190 graus).

Que produto usar antes da chapinha?
Um leave-in termoativado, com silicone ou queratina.

E após?
Use hidratantes feitos à base de óleo, para repor a água perdida.

O que prejudica mais: a chapinha ou o secador?
A chapinha. Ela leva o calor diretamente aos fios. Por isso, deve ser usada com cuidado.

Quais são os danos causados pela chapinha?
Os fios podem ficar ressecados e, em casos extremos, quebrados e até mesmo queimados.

Quantos dias por semana pode usar?
Da maneira certa, todo dia.

Pode-se usar a prancha no cabelo molhado?
Não, porque para secar o cabelo inteiro é necessário pranchar os fios muitas vezes. Assim, seus fios poderão “cozinhar”. Faça escova antes da chapinha.

O aparelho pode encostar no couro cabeludo?
Não. Mantenha distância de, no mínimo, 3 centímetros, para evitar queimaduras.

Faz mal usar no cabelo de crianças?
Sim. Nunca aplique químicas ou aparelhos agressivos ao cabelo em pessoas com menos de 14 anos de idade.

O que diz Márcia Zenólia:

Qual a vantagem da chapinha de cerâmica?
Ela mantém a temperatura estável. Por isso, não é necessário passar a prancha muitas vezes no mesmo lugar.

E a de íons?
Ela acaba com o arrepiado, fecha as cutículas e deixa o cabelo mais brilhante e macio.

Fonte:veja

7 INVENÇÕES CHINESAS QUE MUDARAM O MUNDO

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Os aspectos mais exóticos e bizarros do país, bem como seu regime político com mão de ferro, foram muito comentados, mas o que muita gente esquece é que alguns aspectos fundamentais da tecnologia ocidental são, originalmente, chineses. Conheça as sete invenções da China que estão entranhadas no nosso cotidiano.

1)Papel
O material que ainda é o mais importante para a circulação de informações escritas no mundo provavelmente foi usado pioneiramente por escribas da dinastia Han, que dominou a China do século 2 a.C. ao século 2 d.C. Por volta do ano 200, o papel tinha se tornado dominante em território chinês, servindo para mapas, documentos e livros, graças a seu preço mais acessível. Originalmente, a receita chinesa para produzir papel incluía até restos de redes de pesca.

2)Imprensa
Data do ano 868 de nossa era o primeiro exemplo de livro impresso na China, usando caracteres entalhados em madeira. O sistema deu tão certo que, ao longo dos séculos, os chineses se puseram a refiná-lo com a invenção dos tipos móveis, equivalentes aos vários sinais ideográficas da escrita do país, que podiam ser trocados à vontade na prensa. No século 15, o alemão Gutemberg usaria tipos móveis para dar início ao uso maciço da imprensa no Ocidente.

3)Papel-moeda
O dinheiro em notas que todos conhecemos e amamos circulou em escala nacional pela primeira vez também na China, por ordem das dinastias Song e Jin, nos séculos 12 e 13. O sistema foi adotado como maneira de diminuir a exploração das minas de cobre chinesas e de desvalorizar a moeda. Ou seja: eles também foram os pioneiros da inflação…

4)Macarrão
Não dá para saber se já era al dente, mas o macarrão chinês é uma invenção literalmente pré-histórica, remontando a cerca de 4.000 atrás. A guloseima não era feita de trigo, como a massa de macarrão italiano popular no Brasil, mas com dois tipos de milhete, um cereal de pequeno porte que ainda é usado em vários lugares do mundo.

5)Pólvora
Outra invenção medieval chinesa, a pólvora remonta ao século 10 e foi sendo continuamente aperfeiçoada por engenheiros militares a serviço das várias dinastias imperiais — ao contrário da lenda segundo a qual a pólvora chinesa não tinha originalmente uma função bélica. Desde o começo, o material foi empregado para produzir bombas incendiárias, que eram unidas a catapultas ou a navios de guerra.

6)Seda
Ainda mais antigo que o macarrão, o tecido emblemático da cultura chinesa, fabricado a partir do casulo do bicho-da-seda, existe há quase 6.000 anos, mostra a arqueologia. O refinamento da manufatura de seda no país impulsionou uma forma primitiva de globalização, com uma rota de comércio que ia do Império Romano ao interior da China.

7)Garfo
É um bocado irônico, mas o país celebrizado por comer com pauzinhos é, na verdade, também um pioneiro no uso do garfo “ocidental”. Túmulos com mais de 4.000 anos encontrados na China trazem versões do aparato fabricadas com osso. Durante os vários séculos seguintes, o garfo continuou a ser usado como utensílio de cozinha pelos chineses.

Fonte: G1

Estou tentando aprender

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Que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo;
Que ser gentil é mais importante do que estar certo;
Que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma;
Que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir juntos;
Que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender;

Eu aprendi…
Que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos;
Que debaixo da “casca grossa” existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada;
Que Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa ?
Que ignorar os fatos não os altera;
Que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente do que eu;
Que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las;
Que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte;
Que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer…

William Shakespeare