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Sexo e sexualidade

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A humanidade, mais do que nunca, encontra-se perdida e desolada, desorientada, desgovernada na questão que não quer calar, e nunca quis, na verdade, e que diz respeito ao sexo ou a uma interpretação dúbia quanto à sexualidade e a todos os conceitos que a ela se referem. Convido a todos para uma reflexão através das palavras a seguir. Falamos de sexo quando, na verdade, queremos falar de amor ou de sexualidade, quando queremos simplesmente falar de relações sexuais. Dizemos em alto e bom tom e para quantos quiserem ouvir o que sentimos ou deixamos de sentir quando nos relacionamos sexualmente com alguém. Manifestamos, levianamente, nossas proezas e nossas deficiências neste âmbito sem ao menos nos importarmos se dizemos a verdade ou não, se expomos um verdadeiro sentimento ou se relatamos a veracidade do que cremos ou percebemos a cerca do objeto que agora comentamos.

Podemos afirmar seguramente que o homem da atualidade, nada diferente do da antiguidade, tem inúmeras e infindáveis dúvidas sobre o sexo e suas complexidades.

Os machões declarados bradam aos quatro ventos sua virilidade incontestável e sua capacidade de realizar os sonhos das mulheres que encontram pelo caminho e em contrapartida as mulheres que nada têm de declaradas, entretanto insatisfeitas e pouco realizadas, vêm atrás contestando tal bravura ao jogarem no ar para quem queira ouvir o quanto estão perdidas e mal servidas na busca de realização sexual.

O que deve ficar claro aqui mais uma vez é que, pautadas em conceitos dos de menor calibre possível, em decorrência da má informação que recebem na infância e na juventude e também dos meios de comunicação que conseguem acessar, os quais têm o dom incomparável de deturpar ainda mais toda e qualquer mensagem neste sentido, as mulheres vêm se comportando desvairadamente. Guiadas por um viés de vulgaridade nunca antes visto, se declaram profundas conhecedoras e dominadoras de um dos mais sublimes e encantadores recursos que dispomos para irmos ao encontro de nós mesmos e com a paz e felicidade que tanto procuramos.

Revistas e jornais, programas de TV e cursinhos de todos os tipos, trazem em seu conteúdo o produto mais vendável da atualidade. Descobriu-se um grande filão no sexo e dele se extrai grandes riquezas com temas como: “Dicas para isso ou aquilo que promete aumentar seu desempenho sexual, ou para fazer alguém enlouquecer de amor por você” e por aí vai, como se houvesse uma receita padrão para isto.

Não obstante a tantas controvérsias, podemos afirmar que uma sexualidade bem compreendida, cuja direção seja bem guiada, conduz a um sexo de altíssima qualidade e capaz de gerar, além de tantos outros benefícios, saúde para quem o pratica.

Por outro lado, o sexo praticado por quem não dá a mínima para a sua sexualidade, que não a enxerga como caminho para um bem estar pleno, mapeado pelo autoconhecimento e objetivo de vida acima de tudo, pode gerar enormes conflitos e em virtude disso, uma constante sensação de vazio e infindável busca por parceiros que aceitem se responsabilizar por uma felicidade que deveria por princípio ser responsabilidade de quem a procura.

Explicando melhor, quero dizer que sexo virou uma obrigação do comportamento humano tanto quanto o tão almejado e incompreensível orgasmo do qual muito se ouve falar, e o qual pouco se sabe sentir na plenitude.

Ainda aqui, digo que sem um conhecimento profundo da nossa individualidade e da nossa sexualidade como um todo, jamais seremos capazes de viver um sexo refinado e permeado de sensações descritas por aqueles que dominam o assunto e que embasam seus atos em primeiro lugar na sua moral intima, na moral voltada para si mesmo e quase no mesmo plano, em uma moral que não condena, mas que esclarece, apura e faz com que o outro também enxergue seus benefícios e deles queiram usufruir.

Em uma moral que rege em primeira instância os movimentos da alma humana e que permite que o sexo seja desfrutado da melhor maneira possível. Onde nada é pecado, onde tudo é permitido, onde nada é sequer julgado, porque não e visível aos olhos de qualquer um.

Sexo é realmente uma delícia, talvez a maior de todas que Deus poderia inventar, mas como toda delícia do mundo pode estar coroado de prazeres se usado na medida certa e com a melhor das intenções ou fazer parte de um time de ingredientes indigestos que nos levarão a um mal estar generalizado cujo poder de nenhum antiácido é capaz de dissolver.

Dicas verdadeiras para um sexo pleno e recheado de prazer, de entrega, de alegria e muita elevação espiritual (e isto deveria ser levado em conta também), podem estar contidas dentro de você.

Se conheça melhor, faça escolhas inteligentes para a sua vida, conheça o seu corpo, seus sentidos e suas sensações, proporcione-se prazer, comunique-se abertamente com seu parceiro sinalizando para ele o que gosta de sentir, como gosta de ser tocado e o que pode oferecer, busque dentro de você todo o potencial que pode utilizar quando estiver com alguém.

Não se deixe levar pelos padrões de comportamento sexual estabelecidos por quem os usa comercialmente. Seja autêntico e, principalmente, ame muito o momento onde o seu sexo e a sua sexualidade estiverem envolvidos. Estabeleça princípios para uma vida onde nada é proibido, porque tudo é permitido a partir do momento em que decidir o que quer fazer com a sua vida.

Namastê.

fonte: site acessa.com

10 COISAS QUE NUNCA VAMOS ENTENDER EM LOST

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Já são quatro temporadas de mistérios e mais mistérios. A cada capítulo, um nó é acrescenteado para injetar mais suspense na trama. Lá pelo meio da segunda temporada, quando os espectadores começaram a fazer greves e manifestações contra falta de respostas, os roteiristas resolveram colaborar, e apresentaram até os famigerados Outros, escondidos por tanto tempo atrás daquelas árvores. Mesmo assim, algumas questões nunca serão resolvidas, nem com mais 15 temporadas:

1. FRATURA EXPOSTA? TRAGA ÁGUA!
Todo e qualquer mal-estar na ilha de Lost é resolvido rapidamente. A taxa de mortalidade, aliás, é até menor do que a de muitos lugares sem tantas ameaças – urso polar havaiano, monstro de fumaça negra, os olhos malvados de Ben. O segredo para tanto sucesso? O nosso Ministro da Saúde da ilha, Jack Shephard se apressa em pedir aos seus figurantes de plantão, sempre que surge uma nova vítima: traga mais água! Será que as ondas de magnetismo do lugar afetaram até a qualidade da água?
2. CURSO DE COREANO GRÁTIS
No começo era difícil porque os roteiristas precisavam disfarçar. Passou-se o tempo e os habitantes da ilha parecem ter virado verdadeiros especialistas em coreano. Vez ou outra aparece um norte-americano (ou escocês, ou canadense, ou australiano) qualquer, que consegue se comunicar com Jin. Aliás, o mais engraçado de tudo é que todo mundo fala inglês no vôo 815, menos ele. Se não fosse a Sun por perto, ele não teria, provavelmente, sido promovido ao elenco de primeiro escalão por razões práticas.
3. OS OUTROS ODEIAM RESPOSTAS DIRETAS
Qualquer coisa (leia-se qualquer mesmo) que Jack perguntava aos Outros no começo da terceira temporada era imediatamente ignorada. Se bobeasse, era capaz de ninguém saber o próprio nome para contar para o médico. Tudo bem que eles queriam esconder seus segredos do bonitão, mas precisava mesmo de tanto mistério? Ao final de dois capítulos, já soava enrolação dos roteiristas. E como fã de Lost é bem mais impaciente que os de outras séries, o esquema ficava difícil de engolir.
4. SUPERPODERES DE DESMOND
Um escocês sai da prisão e resolve que vai participar de uma regata. Aprende a velejar sozinho, ganha um barco, mas acaba parando na ilha de Lost. Passa três anos apertando um botão e, quando foge, consegue velejar seu barco (sim, aquele mesmo) sem ajuda, e ainda sobreviver duas semanas sem comida para isso. Quando volta para nossa história, sobrevive a uma implosão bem em cima dele e acorda pelado no meio da selva. A partir daí, começa a dar pistas do que vai acontecer no futuro da ilha. Heroes? Não, este ranking ainda trata de Lost. É que nosso querido Desmond parece ter superpoderes.
5. A TEORIA DO PURGATÓRIO
Uma coisa que ninguém nunca vai explicar tem mais a ver com os fãs do que com a série. Os roteiristas já juraram de pés juntos que o mistério de Lost não se resolve com a teoria de que eles estariam no purgatório. Mesmo assim, ela continua sendo a mais difundida na internet, e entre os telespectadores da série. Dá para entender porque as pessoas ainda não desencanaram de final tão sem imaginação?
6. POR QUE O PAULO EXISTIU?
O fracasso televisivo do ano em 2007, Paulo, personagem de Rodrigo Santoro na série, é um dos maiores mistérios de Lost. Por quê? O moço entrou sem maiores explicações e foi morto por conta das reclamações da audiência. Enquanto esteve lá, não provocou grandes transformações na trama. Quando saiu, roteiristas e o ator principal (Matthew Fox) assumiram que Paulo foi um erro. Por que então colocar ele na ilha? Ainda bem que eles se arrependeram a tempo.
7. FARMÁCIA COM ESTOQUE ETERNO
Lá pela metade da primeira temporada, quando os sobreviventes ainda estavam se organizando na ilha, Jack e Sawyer (mais Jack do que Sawyer) fizeram uma expedição dentro da fuselagem do avião atrás dos remédios que os passageiros carregavam. De lá para cá, uma infinidade de sobreviventes ficou doente e precisou dos antibióticos, analgésicos (dúzias e dúzias), etc, prontamente doados pelo médico de plantão. Como o estoque da farmácia ainda não acabou?
8. UM CORTE DE CABELO PARA HURLEY
O Jack tem uma tesoura. Não dá para negar isso, portanto, não é uma desculpa aceitável. Ela já foi filmada várias vezes, inclusive. Então porque Hurley ainda não cortou esse bendito cabelo? Ele tem suas razões, claro, mas a ilha não é lugar para isso. De sol a sol, Hugo está lá, suando às bicas e reclamando do calor. Mas nada de aproveitar a tesourinha de Jack para dar uma aparada nas madeixas
9. NINGUÉM VIU A SEGUNDA ILHA?
Não foram uma, duas, nem dez expedições que inspecionaram a ilha de cima a baixo. Só o Saydi teve ter uns quatro ou cinco mapas do lugar, de tanto que explorou aquelas praias. Isto sem falar no caçador de javalis mais querido (e único) da TV, John Locke, que é outro expert em Lost. Deste jeito, como eles podem ter passado duas temporadas inteiras (dois terços da série até agora), sem avistar a ilha onde os Outros habitam?
10. ONDE O SAWYER ARRUMA TANTOS LIVROS?
Não importa a que horas alguém vai incomodar o Sawyer em sua barraca. Ele sempre tem um livro na mão. E, para provar que o bonitão tem mesmo conteúdo, ainda faz citações de literatura inglesa. Provocou, inclusive, Ben com uma passagem de Ratos e Homens, lembra? Tudo bem que as pessoas deviam levar livros no avião (e que ele saqueou tudo devidamente antes de queimarem a fuselagem), mas tantos assim?

Fonte: site acidezmental