Arquivo da tag: bandas

Nesta terça (13), é Dia Mundial do Rock; Comemore!

Padrão

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, promoveu o Live Aid. O concerto beneficente em prol das vítimas da fome na Etiópia, na África, foi realizado em Londres (Inglaterra) e na Filadélfia (EUA), simultaneamente.

Foram dias históricos com participações de Queen, Duran Duran, Bob Dylan, Madonna, Black Sabbath, Judas Priest, Led Zeppelin, Eric Clapton e outros.

A partir daí, a data ficou conhecida como o Dia Mundial do Rock.

Na trilha do rock

Padrão

Lugares que guardam a memória de ícones roqueiros são roteiro para turistas apaixonados por música

Há quem diga que o Rock’n Roll morreu. O mundo diz o contrário. Da mansão do rei Elvis aos porões sujos do punk dos Ramones em Nova York, passando pelo museu do Jimi Hendrix até o túmulo de Jim Morrison, descubra os verdadeiros santuários dos ídolos roqueiros espalhados pelo planeta, lugares que eternizaram o rock.

Cavern Club – O berço dos Beatles em Liverpool

Quando ninguém ainda sabia quem eram os “reis do yeah yeah yeah“, o quarteto de jovens formado por John, Paul, George e Ringo já fazia barulho nos clubes de sua cidade natal. Entre todos os lugares de Liverpool que os Beatles tocaram, foi o bar  Cavern Club que se tornou lenda para os amantes de música que hoje viajam à cidade.
 
Apesar de ser uma versão do Cavern original, que foi soterrado em 1973, o bar possui o ambiente mítico de “ponto de partida” dos Beatles, e as bandas que são fãs assumidas do quarteto, como o Oasis, frequentemente tocam por lá. Entre os visitantes, o público brasileiro é presença forte.

 

Marco Antonio Mallagoli, presidente do Revolution, o Fã Clube Oficial dos Beatles no Brasil, esteve em Liverpool mais de trinta vezes e até tocou no palco do Cavern, por três horas, em um nove de outubro – dia do aniversário de John Lennon. “A emoção de estar no Cavern é forte. É como se os Beatles estivessem na mesa ao lado” afirma ele, que organiza beatletours para levar fãs brasileiros à cidade da banda.

Há shows no Cavern de sexta à domingo, e o clube também oferece um tour histórico pela vizinhança, para apresentar os lugares que inspiraram clássicas canções dos Beatles, como Penny Lane e Strawberry Fields. Por € 12,9 os guias da casa organizam o passeio que termina no Cavern. No fim do tour, o turista pode passar pela loja de souvenirs do clube e levar para casa a miniatura de John Lennon ou de Paul Mcartney, direto da fonte – ou melhor, da caverna.

 

 Graceland – A morada de Elvis Presley em Memphis

Os reis possuíam castelos. Elvis Presley tinha sua mansão. Foi na chamada Graceland, em Memphis, cidade do Tenesee nos EUA, que o rei viveu de 1957 até o dia em que morreu no próprio banheiro, em 77. As causas de sua morte ainda não são conhecidas e, apesar de as discussões ficarem entre suicídio e uma acidental overdose de remédios, existe ainda quem ache que a lenda não morreu. Bom, morto ou não, sua casa foi transformada em um enorme centro de visitação e turismo.

Graceland oferece visitas com guias em áudio que contam como eram os dias de Elvis em casa, juntamente com a história da sua carreira. É um mergulho no universo da lenda: passeios pelos quarto do rei, pelo quarto de seus pais e pelas salas onde ele guardava seus figurinos históricos transportam o visitante aos anos de glória de Presley. Isso sem falar no museu de carros que os aguarda nos anexos da mansão e no túmulo do próprio, que jaz eterno no quintal de Graceland. O tour mais completo, que passa por todas as áreas de Graceland custa US$ 69, e o passeio somente pela mansão é US$ 29.

Nova York – O punk respira (ou respirava) nos porões do CBGB

Há 35 anos, Hilly Kristal, proprietário de uma escura casa de shows em Manhattan, deixou uma banda de meninos punks tocar no palco. Kristal odiou o som dos caras, mas parecia que  de alguma forma aquela seqüência agitada de três acordes agradava o público. A banda era Ramones e o bar era o CBGB, que depois de um tempo – e graças aos garotos punks – iria se tornar um dos mais conhecidos redutos do rock alternativo do mundo.

Além dos Ramones, a casa recebeu nomes  como  Patti Smith, P.J Harvey e The Jam. Do Brasil, foi o Ratos de Porão que marcou presença no clube, e o show foi tão bom que os organizadores do CBGB gravaram e deram de presente para a banda, que a lançou como o cd . “Ratos de Porão ao vivo”. “Tocar num lugar clássico daqueles, sujo e cheio de barata, não tem preço” conta João Gordo, vocalista do Ratos.

Hoje não é mais possível tomar uma cerveja e ouvir rock underground no clube; por razões de desacordo com os proprietários do imóvel, o reduto punk fechou as portas em 2006. Os representantes da casa prometem que irão reabrir em breve em outro endereço, mas por enquanto vale ao menos passar na frente para uma foto.

 

 

 

Seattle – De Jimi Hendrix ao Grunge

A cidade é o berço do movimento que se espalhou pelo mundo nos anos 90. Todos lembram das camisas de flanela e do som revoltado dos garotos do Nirvana e do Pearl Jam. Era o Grunge, que surgia para ser um marco musical da década, com ponto de partida em Seattle.

Quem viaja à cidade interessado em Nirvana, porém, não vai encontrar muita coisa. A casa onde o vocalista Kurt Kobain se suicidou foi vendida pela sua viúva, Courtney Love, e os novos proprietários não recebem visitas, além de que o anexo da casa, onde ele efetivamente se deu um tiro, foi demolido. Porém, antes do Grunge Seattle tinha a psicodelia: os que buscam rock vão se sentir muito bem na terra que também é de Jimi Hendrix. 

 

 

Em homenagem ao conhecido “Deus negro da guitarra” foi construído o Experience Music Project, um museu interativo sobre música, que tem exposições permanentes (com salas dedicadas a Jimi Hendrix e ao “movimento grunge”), e também shows de rock. Destaque para a imensa torre de guitarras que pertenciam a nomes famosos, na qual a maioria foi de Hendrix.

 

Los Angeles – Glamour até no rockNa cidade em que tudo acontece, as estrelas de Hollywood dividem espaço com a leva de rockstars que surgiram de lá para brilhar. O hard rock e o glam rock, estilos nada discretos que juntavam maquiagem, cabelões e calças justas em performances exageradas, tiveram muitos filhos vindos de L.A. Van Halen, Guns N’Roses e Motley Crue são apenas alguns exemplos. Vale a pena passar no Hollywood Bowl, lugar onde quase todas essas lendas fizeram shows históricos e também no Whisky a Go Go, que foi o palco da lendária apresentação do The Doors em 1968.

 

Paris – O líder do The Doors ainda atrai fãs ao Cemitério Pàre Lachaise

Não são só góticos que frequentam cemitérios. Ao passar pelo grande Père Lachaise, em Paris, o que se vê é um amontoado de turistas visitando as tumbas do lugar. Lá descansam celebridades de todos os tipos e épocas. Do músico Chopin ao escritor Oscar Wilde, passando pela memorável cantora francesa Edith Piaf e chegando ao rockstar e ex-vocalista do The Doors, Jim Morrison, o que não faltam são ídolos póstumos para serem venerados. O túmulo de Morrison já causou problemas para a polícia em decorrência dos muitos jovens que procuravam sua lápide para fazerem orgias regadas a álcool. Entretanto, o cemitério está na lista de pontos turísticos da cidade e adaptou-se a isso, e hoje oferece até ótimas opções de cafés e restaurantes a seu redor. Prova de que o rock pode até estar morto, mas ainda encontra maneiras de fazer barulho.

Fonte:  http://onne.com.br/

Novo disco do Guns N’ Roses sai em novembro?

Padrão

Parece que finalmente “Chinese Democracy”, o sempre adiado novo álbum do GUNS N’ ROSES, vai ver a luz do dia: 23 de novembro. A informação é do Hits Daily Double, companhia da indústria fonográfica estadunidense.

Geralmente nos E.U.A os discos são lançados nas Terças-feiras, mas a Best Buy (loja que vai vender o disco neste país) optou por lançar o disco no domingo, que é o dia que começam as vendas semanais!

O empresário do grupo, Andy Gould, revelou ainda em uma convenção no Texas, Estados Unidos, que uma faixa inédita do GUNS, “If The World”, aparecerá nos créditos finais do novo filme de Ridley Scott estrelado por Leonardo Di Caprio e Russel Crowe, “Body of Lies” (ainda sem título em português). A música em questão traz nos créditos as participações dos guitarristas Robin Finck e Buckethead, ambos já fora da banda.

“Chinese Democracy” vem sendo produzido há 13 anos pelo único membro original do GUNS N’ ROSES, o vocalista Axl Rose.

Fonte:quemacontece