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Nova cerveja promete aumentar seios de mulheres

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Inventores de uma nova cerveja búlgara afirmam que a bebida foi desenvolvida especificamente para aumentar os seios das mulheres. A cerveja Bohza foi originalmente desenvolvida como uma bebida saudável para ajudar mães que tinham problemas na amamentação, segundo reportagem do Australian Times, um periódico australiano.

Só não está claro ainda como a cerveja, fermentada com farinha de trigo e levedura, pode ajudar uma mulher a aumentar o peito. As mulheres, entretanto, estão se estapeando em busca da cerveja depois que outras mulheres tomaram a bebida e viram o tamanho do sutiã saltar um número.

O porta-voz da cervejaria búlgara, Kristian Gyoshev, diz que não havia uma intenção específica com o desenvolvimento da cerveja, mas depois que centenas de pessoas relataram resultados positivos a olho nu, beber a cerveja “se tornou muito mais barato que qualquer cirurgia”.

Rodrigo Santoro toma dose de uísque antes de encarar o trabalho

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 O ator Rodrigo Santoro toma uma dose de uísque toda vez que vai gravar cenas de seu personagem no filme Heleno. Ele será o jogador Heleno de Freitas, no longa que contará a história do atleta do Botafogo, que fez sucesso nos anos 40. A informação é do jornal O Globo desta sexta (21).

Segundo a publicação, o personagem “pega” mais rápido depois de uma dose da bebida. O filme deve estreiar ainda em 2010.

Para fazer este novo trabalho, Rodrigo Santoro precisou engordar dez quilos. Ele também visitou as cidades mineiras de São João Nepomuceno, onde o jogador nasceu e Barbacena, em que morreu internado em um hospício.

Santoro já participou de diversos filmes, entre eles os sucessos brasileiros Bicho de Sete Cabeças (2001) e Carandiru (2003). Ele também fez parte do elenco de produções de hollywoodianas como As Panteras – Detonando e Simplesmente Amor.

Café diminui chances de câncer de próstata em 60%

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Um estudo recente realizado por pesquisadores norte-americanos sugere que beber café pode diminuir as chances de desenvolver câncer de próstata. Segundo o estudo, ingerir grandes quantidades da bebida diminuiu em 60% os riscos de surgimento de tumores.

Cerca de 50 mil homens tiveram o consumo de café monitorado a cada quatro anos entre 1986 e 2006. Segundo os pesquisadores, o café influencia em fenômenos associados ao câncer de próstata devido a forma como o organismo quebra as moléculas de glicose e também a quantidade de hormônios sexuais liberados.

Os pesquisadores afirmam que não sabem ao certo quais os componentes que tornam a ingestão de café positiva, porém minerais e antioxidantes presentes na bebida limitam danos nos tecidos causados pela liberação de energia nas células. 

Contudo, os responsáveis pelo estudo ressaltam que o alto consumo de cafeína pode causar outros problemas à saúde, mas quem toma, regularmente uma xícara de café não precisa desistir do hábito. 

Cinco motivos para você beber água

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1- Reduz infecções

A água presente no sangue facilita o transporte de minerais como o ferro, que é muito importante para fortalecer as defesas do nosso organismo.

2- Regula a temperatura do corpo

Durante exercícios físicos ou quando o clima está muito quente, a água liberada pela transpiração evita que nosso organismo entre em colapso com alterações bruscas de temperatura e faz com que ele se adapte ao ambiente.

3- Ajuda a emagrecer

Isso ocorre principalmente quando a água é consumida junto às fibras solúveis como, por exemplo, as frutas e a aveia. As fibras presentes nas frutas incham em contato com a água, dando sensação de saciedade ao corpo. Nosso estômago fica temporariamente enganado ajudando a segurar a fome.

4- Melhora a absorção dos nutrientes

O sangue carrega a glicose e outros nutrientes para as células alimentando-as. Se houver uma boa hidratação do organismo, fica garantido um volume ideal de sangue para transportar os nutrientes.

5- Facilita a digestão

A água ajuda a formar enzimas que promovem reações químicas no organismo. Ela também forma o suco gástrico e a saliva, que auxiliam na digestão.

Com traços de cocaína, refrigerante da Red Bull é proibido na Alemanha

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Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.

As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.

Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.

Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.

“O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína”, confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle.

“A quantidade é absolutamente irrelevante”, reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália.

“Não é possível tomar tanto, a ponto de a bebida fazer mal”, disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor.

O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.

Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada.

Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca “descocainizados” não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos.

“Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável”, garantiu à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.

Alguns veem exagero na proibição. “Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas”, afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.

O especialista em doping e entorpecentes analisou algumas amostras da bebida e também constatou a presença de cocaína. Mas a descoberta não o surpreendeu. “Cafés descafeinados também contêm ainda alguma cafeína”, comparou.

O refrigerante da Red Bull está no mercado alemão desde o ano passado. A multinacional austríaca anuncia seu produto como uma bebida feita apenas com ingredientes naturais, sem adição de conservantes e outros aditivos sintéticos.

Segundo o fabricante, Red Bull Cola é o único refrigerante tipo cola contendo extratos de folhas de coca e noz-de-cola.

Nos últimos anos, os energéticos da empresa enfrentaram críticas das autoridades sobre possíveis riscos à saúde. No ano passado, o governo alemão alertou sobre os perigos do consumo associado com álcool ou depois da prática de esportes, que poderia levar a distúrbios do ritmo cardíaco ou até a falência dos rins.

Na época, argumentou-se que o refrigerante da Red Bull contém grandes quantidades de cafeína e taurina, substâncias que podem ser perigosas para pessoas com doenças cardíacas, pressão alta ou sensibilidade à cafeína. 

 

 Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/

Cafezinho

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No século XVIII, quando o café conquistou fama, os intelectuais se reuniam para falar de literatura, artes e política embalados por goles da bebida quente. Nas últimas décadas, porém, foram jogadas várias acusações nessa xícara. Resultado: preocupada, muita gente só não resiste ao aroma dos grãos torrados quando precisa espantar o sono. Uma pena… Embora continuem aparecendo opiniões contrárias ao consumo desenfreado desse símbolo nacional, cada vez mais pesquisadores botam a colher na briga e defendem os benefícios da infusão. Um trabalho concluído no final de 2000 acompanhou 100 mil jovens de todo o Brasil durante 10 anos e constatou uma incidência menor de depressão e de dependência química entre quem tomava um cafezinho todo santo dia. Depois de passar pelo filtro dos cientistas, componentes que ainda não estão na boca do povo – como os ácidos clorogênicos – se mostraram tão importantes para os efeitos positivos quanto a polêmica cafeína.

Veja o que vai dentro de uma xícara de cafezinho

Nela cabe o volume de 50 mililitros de café. Veja seus componentes

De 1% a 2% de cafeína, notório estimulante do sistema nervoso.
De 13% a 20% de lipídios, onde se dissolvem os mais de 1 mil compostos que criam o aroma.
De 6% a 12% de aminoácidos, responsáveis pela cor escura.
De 7% a 39% de açúcares, que dão um toque especial ao sabor.
De 8% a 10% de taninos, que interferem no gosto e na cor.
Entre 3% e 4% de minerais, que participam de várias funções no corpo.
Cerca de 1% de ácidos alifáticos, os quais conferem sabor ácido.
De 7% a 10% de ácidos clorogênicos, substâncias investigadas porque interferem no humor.
ATENÇÃO: o teor das substâncias varia conforme o processamento.

A suspeita é de que a bebida evite o mal de Parkinson

O velho hábito de oferecer café com leite para a garotada – ironicamente fora de moda no país que tem a maior produção desse fruto – bem que poderia voltar às mesas brasileiras. Essa é a opinião de um dos maiores estudiosos do assunto no país, o médico Darcy Lima, do Instituto de Neurologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele é o responsável pela pesquisa que avaliou o consumo de café entre estudantes brasileiros durante toda a década de 1990. “Misturada ao leite, a bebida fica nutritiva e as propriedades não são alteradas”, observa.

Satisfação garantida

A ciência ainda não responde tintim por tintim como o café atua na massa cinzenta. As evidências de que ajudaria a afastar a depressão, o alcoolismo e a dependência de drogas parecem não estar ligadas à cafeína, e sim à ação dos tais ácidos clorogênicos no sistema límbico. Ali suas moléculas parecem se encaixar como chaves mestras em receptores denominados opióides. “Ao ser ativados pelas drogas, eles produzem sensações de prazer e saciedade”, explica Darcy Lima. “Quando estão bloqueados, parece haver uma diminuição da vontade de se entregar ao vício.” Outra pesquisa bastante badalada no ano 2000 analisou 8 mil indivíduos entre 45 e 68 anos nos Estados Unidos. Publicada no jornal da Associação Médica Americana, ela indica um risco bem menor de desenvolver o mal de Parkinson para quem bebe, no mínimo, três cafezinhos diários.

Ninguém em sã consciência defende o consumo exagerado

Às vezes, porém, é preciso abrir mão de um cafezinho – talvez seja o caso das futuras mamães, considerando-se um novo estudo sueco. Segundo ele, a cafeína presente em quatro xícaras pequenas é capaz de dobrar as chances de aborto.

Mas os próprios médicos dizem que ainda é cedo para fazer alarde: “Um único trabalho não pode ser conclusivo”, opina o ginecologista e obstetra Alcides Vara, da Maternidade Santa Joana, em São Paulo. Para ele, bebericar dois ou três cafezinhos diariamente pode até melhorar o astral das gestantes. Uma coisa é certa: café demais pode atrapalhar a formação dos dentes no feto. Uma grávida jamais pode abusar desse prazer.

Coração na mira

O café também sustenta a fama de aumentar os riscos de infarto. Para conferir se isso não passa de mito, a Federação Mundial de Cardiologia vai iniciar um estudo com 40 mil pessoas de vários países. Elas serão divididas em dois grupos: o dos fãs da bebida e o daqueles que a excluem do dia-a-dia.

“Queremos saber qual é a turma com maior propensão para males cardíacos”, explica o médico Mário Maranhão, presidente da entidade. Não é tão simples assim. Se café demais causa insônia, nervosismo, pode elevar a pressão e o colesterol, goles moderados agem no sentido inverso, melhorando o humor e a disposição – nesse aspecto o coração deve agradecer.

Cuidados ao ingerir o cafezinho

Alguns cuidados podem acrescentar saúde ao momento de saborear o cafezinho. Até hoje ninguém conseguiu comprovar que essa bebida causa gastrite. No entanto, ao alcançar o estômago ela estimula os ácidos gástricos e pode provocar dor. “Por isso nunca é bom tomá-la de barriga vazia”, adverte o gastroenterologista Jaime Eisig, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, em razão de seu poder estimulante, o café deve ser abolido à noite. Ou a briga com o sono será certa.

Segredos de coador

O que pode interferir no sabor da bebida

Mistura
O blend é a combinação de vários grãos para se obter pós diferenciados. Os grãos mais usados são o arábica e o robusta. O primeiro é famoso pelo sabor. Já o segundo deixa o líquido forte e encorpado. Lembre-se disso e analise as proporções na hora da escolha. AO

Gosto do frequês
O cafezinho à brasileira é tão concentrado que acaba com 1% de cafeína. Isso é cerca de três vezes mais do que a gente encontra no aguado café servido em caneca nos Estados Unidos.

Herança da terra
Nesse aspecto o grão de café se parece com a uva que dá origem ao vinho. Conforme o clima, o solo e a altitude, o produto final pode ficar mais adocicado ou mais ácido.

Na sua casa
Não deixe o café guardado no armário junto com outros alimentos. Mal agasalhado, ele absorve odores alheios. O ideal é colocar a embalagem dentro de um pote bem fechado guardado na geladeira. 

 

Fonte: http://www.lincx.com.br

Caipirinhas sofisticadas

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Barmen criam combinações inusitadas para evitar a mesmice na mesa do bar

A brasileiríssima caipirinha casa tão bem com o calor, que o verão vira tubo de ensaio dos barmen. É nesta época que os experts na bebida inventam novas receitas e aprimoram as combinações consagradas. Embora a tradicional (cachaça, limão e açúcar) ainda seja a mais conhecida no Brasil e fora, misturas exóticas tem ganhado cada vez mais espaço nos cardápios de bares e restaurantes.

Por exemplo, o Boteco Rabo de Peixe, em São Paulo, tem várias opções do drink que é referência brasileira no mundo todo: a Caribenha leva rum, abacaxi, hortelã e licor de coco; a Caipiry aposta na combinação de vodca, St. Remy e tangerina; e a Charmosa é feita com vodca, amora, carambola e uvas Itália.

 

A uva, aliás, é uma tendência para as caipirinhas deste verão. O Veredicto Bar deposita suas esperanças em uma combinação refrescante de cachaça, uva e gengibre.

E o fenômeno das novas caiprinhas vai além das cozinhas tradicionalmente brasileiras. A rede de restaurantes Outback, que serve comida australiana, também investiu na uva como ingrediente base. A fruta é combinada a cachaça e manjericão. O resultado é um drink leve, ideal para aquela tradicional esticadinha após o trabalho.

 

No restaurante marroquino Tanger, a chef Ariela Doctors e o barman Bruno dos Santos criaram uma carta especial de caipirinhas. O xodó da carta é a Caipiroska amarela, feita com vodca, abacaxi, maracujá, manga e gelo de garapa. Mas outras opções também valem a pena, como a Caipiroska real, com vodca, manga, pimenta rosa e gengibre fresco; e a Caipitanger, que leva vodca, tâmaras e raspas de limão.

 

Fonte:  http://msn.onne.com.br/