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Nova cerveja promete aumentar seios de mulheres

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Inventores de uma nova cerveja búlgara afirmam que a bebida foi desenvolvida especificamente para aumentar os seios das mulheres. A cerveja Bohza foi originalmente desenvolvida como uma bebida saudável para ajudar mães que tinham problemas na amamentação, segundo reportagem do Australian Times, um periódico australiano.

Só não está claro ainda como a cerveja, fermentada com farinha de trigo e levedura, pode ajudar uma mulher a aumentar o peito. As mulheres, entretanto, estão se estapeando em busca da cerveja depois que outras mulheres tomaram a bebida e viram o tamanho do sutiã saltar um número.

O porta-voz da cervejaria búlgara, Kristian Gyoshev, diz que não havia uma intenção específica com o desenvolvimento da cerveja, mas depois que centenas de pessoas relataram resultados positivos a olho nu, beber a cerveja “se tornou muito mais barato que qualquer cirurgia”.

Rodrigo Santoro toma dose de uísque antes de encarar o trabalho

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 O ator Rodrigo Santoro toma uma dose de uísque toda vez que vai gravar cenas de seu personagem no filme Heleno. Ele será o jogador Heleno de Freitas, no longa que contará a história do atleta do Botafogo, que fez sucesso nos anos 40. A informação é do jornal O Globo desta sexta (21).

Segundo a publicação, o personagem “pega” mais rápido depois de uma dose da bebida. O filme deve estreiar ainda em 2010.

Para fazer este novo trabalho, Rodrigo Santoro precisou engordar dez quilos. Ele também visitou as cidades mineiras de São João Nepomuceno, onde o jogador nasceu e Barbacena, em que morreu internado em um hospício.

Santoro já participou de diversos filmes, entre eles os sucessos brasileiros Bicho de Sete Cabeças (2001) e Carandiru (2003). Ele também fez parte do elenco de produções de hollywoodianas como As Panteras – Detonando e Simplesmente Amor.

Café diminui chances de câncer de próstata em 60%

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Um estudo recente realizado por pesquisadores norte-americanos sugere que beber café pode diminuir as chances de desenvolver câncer de próstata. Segundo o estudo, ingerir grandes quantidades da bebida diminuiu em 60% os riscos de surgimento de tumores.

Cerca de 50 mil homens tiveram o consumo de café monitorado a cada quatro anos entre 1986 e 2006. Segundo os pesquisadores, o café influencia em fenômenos associados ao câncer de próstata devido a forma como o organismo quebra as moléculas de glicose e também a quantidade de hormônios sexuais liberados.

Os pesquisadores afirmam que não sabem ao certo quais os componentes que tornam a ingestão de café positiva, porém minerais e antioxidantes presentes na bebida limitam danos nos tecidos causados pela liberação de energia nas células. 

Contudo, os responsáveis pelo estudo ressaltam que o alto consumo de cafeína pode causar outros problemas à saúde, mas quem toma, regularmente uma xícara de café não precisa desistir do hábito. 

Cinco motivos para você beber água

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1- Reduz infecções

A água presente no sangue facilita o transporte de minerais como o ferro, que é muito importante para fortalecer as defesas do nosso organismo.

2- Regula a temperatura do corpo

Durante exercícios físicos ou quando o clima está muito quente, a água liberada pela transpiração evita que nosso organismo entre em colapso com alterações bruscas de temperatura e faz com que ele se adapte ao ambiente.

3- Ajuda a emagrecer

Isso ocorre principalmente quando a água é consumida junto às fibras solúveis como, por exemplo, as frutas e a aveia. As fibras presentes nas frutas incham em contato com a água, dando sensação de saciedade ao corpo. Nosso estômago fica temporariamente enganado ajudando a segurar a fome.

4- Melhora a absorção dos nutrientes

O sangue carrega a glicose e outros nutrientes para as células alimentando-as. Se houver uma boa hidratação do organismo, fica garantido um volume ideal de sangue para transportar os nutrientes.

5- Facilita a digestão

A água ajuda a formar enzimas que promovem reações químicas no organismo. Ela também forma o suco gástrico e a saliva, que auxiliam na digestão.

Com traços de cocaína, refrigerante da Red Bull é proibido na Alemanha

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Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.

As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.

Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.

Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.

“O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína”, confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle.

“A quantidade é absolutamente irrelevante”, reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália.

“Não é possível tomar tanto, a ponto de a bebida fazer mal”, disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor.

O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.

Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada.

Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca “descocainizados” não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos.

“Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável”, garantiu à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.

Alguns veem exagero na proibição. “Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas”, afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.

O especialista em doping e entorpecentes analisou algumas amostras da bebida e também constatou a presença de cocaína. Mas a descoberta não o surpreendeu. “Cafés descafeinados também contêm ainda alguma cafeína”, comparou.

O refrigerante da Red Bull está no mercado alemão desde o ano passado. A multinacional austríaca anuncia seu produto como uma bebida feita apenas com ingredientes naturais, sem adição de conservantes e outros aditivos sintéticos.

Segundo o fabricante, Red Bull Cola é o único refrigerante tipo cola contendo extratos de folhas de coca e noz-de-cola.

Nos últimos anos, os energéticos da empresa enfrentaram críticas das autoridades sobre possíveis riscos à saúde. No ano passado, o governo alemão alertou sobre os perigos do consumo associado com álcool ou depois da prática de esportes, que poderia levar a distúrbios do ritmo cardíaco ou até a falência dos rins.

Na época, argumentou-se que o refrigerante da Red Bull contém grandes quantidades de cafeína e taurina, substâncias que podem ser perigosas para pessoas com doenças cardíacas, pressão alta ou sensibilidade à cafeína. 

 

 Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/

Cafezinho

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No século XVIII, quando o café conquistou fama, os intelectuais se reuniam para falar de literatura, artes e política embalados por goles da bebida quente. Nas últimas décadas, porém, foram jogadas várias acusações nessa xícara. Resultado: preocupada, muita gente só não resiste ao aroma dos grãos torrados quando precisa espantar o sono. Uma pena… Embora continuem aparecendo opiniões contrárias ao consumo desenfreado desse símbolo nacional, cada vez mais pesquisadores botam a colher na briga e defendem os benefícios da infusão. Um trabalho concluído no final de 2000 acompanhou 100 mil jovens de todo o Brasil durante 10 anos e constatou uma incidência menor de depressão e de dependência química entre quem tomava um cafezinho todo santo dia. Depois de passar pelo filtro dos cientistas, componentes que ainda não estão na boca do povo – como os ácidos clorogênicos – se mostraram tão importantes para os efeitos positivos quanto a polêmica cafeína.

Veja o que vai dentro de uma xícara de cafezinho

Nela cabe o volume de 50 mililitros de café. Veja seus componentes

De 1% a 2% de cafeína, notório estimulante do sistema nervoso.
De 13% a 20% de lipídios, onde se dissolvem os mais de 1 mil compostos que criam o aroma.
De 6% a 12% de aminoácidos, responsáveis pela cor escura.
De 7% a 39% de açúcares, que dão um toque especial ao sabor.
De 8% a 10% de taninos, que interferem no gosto e na cor.
Entre 3% e 4% de minerais, que participam de várias funções no corpo.
Cerca de 1% de ácidos alifáticos, os quais conferem sabor ácido.
De 7% a 10% de ácidos clorogênicos, substâncias investigadas porque interferem no humor.
ATENÇÃO: o teor das substâncias varia conforme o processamento.

A suspeita é de que a bebida evite o mal de Parkinson

O velho hábito de oferecer café com leite para a garotada – ironicamente fora de moda no país que tem a maior produção desse fruto – bem que poderia voltar às mesas brasileiras. Essa é a opinião de um dos maiores estudiosos do assunto no país, o médico Darcy Lima, do Instituto de Neurologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele é o responsável pela pesquisa que avaliou o consumo de café entre estudantes brasileiros durante toda a década de 1990. “Misturada ao leite, a bebida fica nutritiva e as propriedades não são alteradas”, observa.

Satisfação garantida

A ciência ainda não responde tintim por tintim como o café atua na massa cinzenta. As evidências de que ajudaria a afastar a depressão, o alcoolismo e a dependência de drogas parecem não estar ligadas à cafeína, e sim à ação dos tais ácidos clorogênicos no sistema límbico. Ali suas moléculas parecem se encaixar como chaves mestras em receptores denominados opióides. “Ao ser ativados pelas drogas, eles produzem sensações de prazer e saciedade”, explica Darcy Lima. “Quando estão bloqueados, parece haver uma diminuição da vontade de se entregar ao vício.” Outra pesquisa bastante badalada no ano 2000 analisou 8 mil indivíduos entre 45 e 68 anos nos Estados Unidos. Publicada no jornal da Associação Médica Americana, ela indica um risco bem menor de desenvolver o mal de Parkinson para quem bebe, no mínimo, três cafezinhos diários.

Ninguém em sã consciência defende o consumo exagerado

Às vezes, porém, é preciso abrir mão de um cafezinho – talvez seja o caso das futuras mamães, considerando-se um novo estudo sueco. Segundo ele, a cafeína presente em quatro xícaras pequenas é capaz de dobrar as chances de aborto.

Mas os próprios médicos dizem que ainda é cedo para fazer alarde: “Um único trabalho não pode ser conclusivo”, opina o ginecologista e obstetra Alcides Vara, da Maternidade Santa Joana, em São Paulo. Para ele, bebericar dois ou três cafezinhos diariamente pode até melhorar o astral das gestantes. Uma coisa é certa: café demais pode atrapalhar a formação dos dentes no feto. Uma grávida jamais pode abusar desse prazer.

Coração na mira

O café também sustenta a fama de aumentar os riscos de infarto. Para conferir se isso não passa de mito, a Federação Mundial de Cardiologia vai iniciar um estudo com 40 mil pessoas de vários países. Elas serão divididas em dois grupos: o dos fãs da bebida e o daqueles que a excluem do dia-a-dia.

“Queremos saber qual é a turma com maior propensão para males cardíacos”, explica o médico Mário Maranhão, presidente da entidade. Não é tão simples assim. Se café demais causa insônia, nervosismo, pode elevar a pressão e o colesterol, goles moderados agem no sentido inverso, melhorando o humor e a disposição – nesse aspecto o coração deve agradecer.

Cuidados ao ingerir o cafezinho

Alguns cuidados podem acrescentar saúde ao momento de saborear o cafezinho. Até hoje ninguém conseguiu comprovar que essa bebida causa gastrite. No entanto, ao alcançar o estômago ela estimula os ácidos gástricos e pode provocar dor. “Por isso nunca é bom tomá-la de barriga vazia”, adverte o gastroenterologista Jaime Eisig, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, em razão de seu poder estimulante, o café deve ser abolido à noite. Ou a briga com o sono será certa.

Segredos de coador

O que pode interferir no sabor da bebida

Mistura
O blend é a combinação de vários grãos para se obter pós diferenciados. Os grãos mais usados são o arábica e o robusta. O primeiro é famoso pelo sabor. Já o segundo deixa o líquido forte e encorpado. Lembre-se disso e analise as proporções na hora da escolha. AO

Gosto do frequês
O cafezinho à brasileira é tão concentrado que acaba com 1% de cafeína. Isso é cerca de três vezes mais do que a gente encontra no aguado café servido em caneca nos Estados Unidos.

Herança da terra
Nesse aspecto o grão de café se parece com a uva que dá origem ao vinho. Conforme o clima, o solo e a altitude, o produto final pode ficar mais adocicado ou mais ácido.

Na sua casa
Não deixe o café guardado no armário junto com outros alimentos. Mal agasalhado, ele absorve odores alheios. O ideal é colocar a embalagem dentro de um pote bem fechado guardado na geladeira. 

 

Fonte: http://www.lincx.com.br

Caipirinhas sofisticadas

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Barmen criam combinações inusitadas para evitar a mesmice na mesa do bar

A brasileiríssima caipirinha casa tão bem com o calor, que o verão vira tubo de ensaio dos barmen. É nesta época que os experts na bebida inventam novas receitas e aprimoram as combinações consagradas. Embora a tradicional (cachaça, limão e açúcar) ainda seja a mais conhecida no Brasil e fora, misturas exóticas tem ganhado cada vez mais espaço nos cardápios de bares e restaurantes.

Por exemplo, o Boteco Rabo de Peixe, em São Paulo, tem várias opções do drink que é referência brasileira no mundo todo: a Caribenha leva rum, abacaxi, hortelã e licor de coco; a Caipiry aposta na combinação de vodca, St. Remy e tangerina; e a Charmosa é feita com vodca, amora, carambola e uvas Itália.

 

A uva, aliás, é uma tendência para as caipirinhas deste verão. O Veredicto Bar deposita suas esperanças em uma combinação refrescante de cachaça, uva e gengibre.

E o fenômeno das novas caiprinhas vai além das cozinhas tradicionalmente brasileiras. A rede de restaurantes Outback, que serve comida australiana, também investiu na uva como ingrediente base. A fruta é combinada a cachaça e manjericão. O resultado é um drink leve, ideal para aquela tradicional esticadinha após o trabalho.

 

No restaurante marroquino Tanger, a chef Ariela Doctors e o barman Bruno dos Santos criaram uma carta especial de caipirinhas. O xodó da carta é a Caipiroska amarela, feita com vodca, abacaxi, maracujá, manga e gelo de garapa. Mas outras opções também valem a pena, como a Caipiroska real, com vodca, manga, pimenta rosa e gengibre fresco; e a Caipitanger, que leva vodca, tâmaras e raspas de limão.

 

Fonte:  http://msn.onne.com.br/

Sucos verdes:uma revolução 3

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A Revolução dos Sucos Verdes
Sou plenamente a favor do uso da tecnologia a serviço do homem, desde que esta esteja harmonizada com a Natureza. Hoje já temos possibilidades reais de transformar a relação atual de que desenvolvimento tecnológico significa destruição ecológica. Energia magnética, limpa e sem custo, biocombustível, bioconstrução, reciclagem, bioplástico, ecovilas, todos estes mecanismos fazem parte de um possível futuro do desenvolvimento humano neste planeta.
Dentro deste contexto de tecnologias bem utilizadas, a sugestão é começar com algo já disponível e existente em grande parte dos lares: o liquidificador. Este equipamento (ainda) barulhento é, na minha compreensão, subutilizado pela maioria das pessoas. Com este simples aparelho e um pouquinho de conhecimento é possível criar inúmeros pratos utilizando somente ingredientes saudáveis. Pães e bolos naturais, leite e queijos de sementes, molhos deliciosos e o protagonista deste artigo: o suco verde.
O suco verde é algo especial por uma série de motivos. Seu preparo é rápido e fácil, seu custo é baixo e o fato de ser batido dispensa o tempo de mastigar (não que alguém mastigue devidamente hoje em dia) necessário para quebrar a estrutura da planta e deixar os nutrientes acessíveis, facilitando a assimilação dos mesmos. Além disso, tem a virtude de tornar o sabor das verduras acessível para qualquer um, até mesmo crianças “fresquinhas”. O segredo? A combinação de folhas verdes com frutas.
Muitas pessoas intuitivamente ou por conhecimento compreendem que vegetais e frutas não se combinam em termos digestivos. Isto se dá em muitos casos (experimente comer melancia com cenoura e veja como o seu estômago reage), mas recentemente foi observado que frutas e folhas combinam entre si muito bem. Chimpanzés dão prova disto ao comer sanduíches de bananas enroladas em folhas de alface.
Surpreendo-me sempre com as combinações de sabor que surgem experimentando diversas misturas. Manga, banana e salsão. Pêra com folhas de beterraba. Maçã, couve e hortelã. As possibilidades são muitas, mas não quero deixar de expressar minha mais deliciosa preferência: manga e coentro.
É tudo muito simples: um pouco de água no fundo do liquidificador, as frutas, as folhas, bater, servir, beber. Quanto mais fresco melhor. Caso seja possível usar água de coco verde (fresca, não aquelas de caixinha) no lugar da água comum, considere-se um ser afortunado.
As frutas devem estar sempre bem maduras e, sempre que possível, recém colhidas, assim como as folhas. Quanto mais próximas de seu local de cultivo mais vitalidade trazem consigo.
Muito importante, diria até fundamental é a preferência por hortaliças orgânicas, de preferências cultivadas por produtores que cuidem de uma boa remineralização do solo. Hortaliças banhadas com agrotóxicos (agro – tóxicos = venenos da agricultura) e cultivadas com adubos químicos, além de poluir a corrente sanguínea daqueles que delas se alimentam dificilmente trazem dentro de si todos os minerais e elementos promotores de saúde que esperamos estar ingerindo quando comemos vegetais.
A Transformação da Saúde

Com algum tempo de sucos verdes diariamente em sua dieta você pode começar a experienciar alguns pequenos “milagres”. Um exemplo. Das verduras se obtém farto suprimento de magnésio, mineral responsável pelo bom funcionamento do coração, o relaxamento das artérias e de todo o organismo. Quando se ingere uma quantidade satisfatória deste mineral é possível observar uma tendência à tranqüilidade, à ausência de stress, à boa circulação sanguínea. A flexibilidade aumenta em nível físico e em nível mental.
O corpo tem uma inteligência própria. Muitas vezes os desejos por determinado alimentos se relacionam com suas necessidades. Grande parte dos casos de pessoas viciadas em chocolate, por exemplo, relaciona-se à deficiência de magnésio (o cacau é rico em magnésio). O que acontece quando o corpo reconhece os sucos de folhas verdes como fonte pura, superior e sem efeitos colaterais deste mineral? Isso mesmo: aquela vontadezinha quase incontrolável por uma barra de chocolate em determinados momentos pode se transformar num saudável salivar por um maço de salsas. Parece impossível, mas aconteceu comigo, um ex-chocólatra devorador de barras enormes que hoje olha para o chocolate como alguém olha para um pedaço de madeira. Ou melhor dizendo, como um adolescente que olha para o brinquedo que gostava muito quando era criança e percebe que cresceu.
Assim é a inteligência do corpo, este brilhante veículo biológico projetado pela maior de todas as inteligências: a Natureza. Dê ao corpo o combustível ideal e perceba sua disposição em manifestar sua programação original: Saúde.
Percebo hoje que na muitas vezes difícil tarefa de mudança de hábitos alimentares é mais fácil para as pessoas acrescentar do que retirar. Talvez a mais incrível conseqüência da inclusão dos sucos verdes na alimentação diária seja a transformação automática dos hábitos alimentares. Sim, pois ao nutrir, alcalinizar e oxigenar o organismo, os fungos e parasitas vão perdendo seu lugar cativo e seu poder de sugerir ao corpo que se alimente com aquilo que os alimenta: açúcar, alimentos refinados e outras inconveniências. É assim com os “miraculosos” sucos verdes: acrescente-os em sua dieta e observe, sem esforço, os maus hábitos caírem por terra e os bons hábitos chegando naturalmente. Você consegue imaginar o valor desta ferramenta?
Mais fácil do que imaginar é praticar. Comece amanhã mesmo se lhe interessar. Esta é uma proposta de revolução ecológica que começa dentro de cada um. É um movimento suave em busca da evolução de toda a humanidade. Simples, econômico, agradável e praticável. Associe a cor verde com a Saúde e logo perceba os bons frutos desta sabedoria se manifestando em sua vida. E viva!

Fonte:guiavegano

Sucos Verdes: uma Revolução 2

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Desde tempos antigos a Clorofila é tratada como um “agente miraculoso de cura”. Foi provado que a Clorofila é grande auxiliar no tratamento de câncer1 e arteriosclerose2. Abundante pesquisa científica nos mostra que dificilmente existe alguma doença que não pode ser ajudada através da ingestão de clorofila.
A composição elementar das folhas verdes as coloca entre os alimentos mais alcalinizantes do planeta. Para quem não sabe, o sangue humano é naturalmente alcalino e estar nesta condição significa sentir-se como um peixe dentro da água. Um agradável conforto se instala, a respiração se torna longa e contínua, os pensamentos se acalmam, as emoções se suavizam. Quando a corrente sanguínea está alcalinizada é muito difícil de fungos, parasitas, bactérias patogênicas e tumores se desenvolverem. Isto significa que a imunologia e a alcalinidade sanguínea estão intimamente ligadas. Algo a se considerar nos dias de hoje onde as pessoas acidifcam seu sangue a cada refeição açucarada e mal combinada, a cada noite mal dormida, a cada discussão, a cada má notícia recebida.
São diversas as suas ações do reestabelecimento da saúde promovido pela Clorofila. Além da nutrição excelente, esta molécula carrega consigo quantidades significativas de oxigênio. O oxigênio nutre as bactérias benéficas dos intestinos e é letal para fungos, bactérias, tumores e células cancerosas. Este fato por si ressalta a importância das verduras para a construção, manutenção e regeneração da boa saúde.
Como se não fosse suficiente, é possível ainda citar diversos outros benefícios das muitas qualidades desta substância extraordinária: melhoramento da qualidade e da contagem de células sanguíneas, ajuda na prevenção do câncer, prevenção e tratamento da anemia, remove toxinas da corrente sanguínea, ajuda a purificar o fígado, regula a menstruação, melhora a qualidade do leite materno, acelera a cicatrização (pode ser aplicada topicamente também), elimina odores corporais (chulé, etc.) limpa os dentes e a estrutura da gengiva, elimina mau hálito, alivia problemas de garganta, ajuda a tratar inflamações e a remover muco e catarro, torna a visão mais nítida, alivia hemorróidas, alivia dores e fortalece todo o sistema imunológico.
Parece propaganda de algum produto milagroso, é na verdade é. A diferença é que não estou tentando vender nada, mas simplesmente disponibilizar o conhecimento do tesouro que temos espalhado em nosso planeta, crescendo incessantemente por toda parte e em diversas formas, tão acessível e tão necessário para esta civilização que sofre por pura falta de saber.
Muito interessante, mas o que fazer se não gosto de verduras?
Tudo bem, verduras decerto não são, à primeira vista, as mais atraentes opções disponíveis ao paladar. Tem gente que detesta, tem gente que gosta, mas uma coisa é fato: quase ninguém ingere uma quantidade significativa destes vegetais.
A dieta moderna, repleta de estimulantes de paladar como açúcar, frituras salgadas e molhos temperados torna difícil a tarefa de apreciar sabores suaves e diferentes, como o levemente amargo dos vegetais. Quantas pessoas trocariam uma pizza por um prato cheio de rúcula? Assim sendo, temos uma dificuldade natural para comer uma quantidade significativa de folhas verdes.
Mesmo aquelas pessoas que afirmam comer “bastante salada” possivelmente se enquadram no perfil de pessoas que poderiam se beneficiar de uma ingestão maior de verdes. Afinal, muitas vezes o termo “bastante salada” se refere a um prato com duas folhas de alface, quatro de rúcula, cenoura ralada e duas fatias de tomate. Como se pode observar, quase nada de folhas verdes. Estima-se através de análises do FDA americano que uma quantidade diária significativa de folhas verdes por pessoa seria algo como um molho de salsinha, ou seis folhas de couve.
Foi constatado através de várias pesquisas que o homem tradicionalmente come pouca quantidade de verdes em sua dieta. Talvez pelo sabor pouco atraente. Pior: a maioria das pessoas não mastiga suficientemente as verduras para que todos os nutrientes sejam liberados para uso do organismo.
Neste ponto é perceptível a necessidade de uma alternativa viável para se usufruir dos inúmeros benefícios destes notáveis alimentos de uma maneira condizente com a necessidade atual das pessoas: rapidez, praticidade, economia e sabor agradável.

Fonte:Guiavegano

Você bebe?seu cérebro pode estar encolhendo!

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Quanto mais você bebe, mais seu cérebro encolhe, disseram cientistas na segunda-feira. Muitos estudos demonstram que o consumo moderado de álcool pode ser bom para o coração. Mas o grupo liderado por Carol Ann Paul, da Faculdade Wellesley, em Massachusetts, comprovou que a bebida não evita a perda do volume cerebral acarretada pela idade.

 Na verdade, os abstêmios convictos tinham a menor perda cerebral. Em seguida, pela ordem, vinham os ex-consumidores, os consumidores moderados e os consumidores abusivos, segundo o artigo publicado na revista Archives of Neurology.

 A tendência era mais notável em mulheres do que em homens, o que pode se dever à maior sensibilidade feminina aos efeitos do álcool e à menor massa corporal.

 “Sabe-se que as pessoas que bebem têm um declínio no volume cerebral. O que eu estava procurando era um efeito protetor nas pessoas que bebem uma a sete doses por semana”, disse Paul por telefone.

 “Minha expectativa era de que seria protetor. E não foi assim”, acrescentou ela, que realizou o estudo quando estava na Escola de Saúde Pública da Universidade de Boston.

 As conclusões foram baseadas em dados de 1.839 norte-americanos de 33 a 88 anos, que fizeram relatos sobre o seu consumo de álcool e tomografias por ressonância magnética. Eles fazem parte de um estudo mais amplo em andamento em Massachusetts.

 Quem bebia mais do que 14 doses por semana tinha o cérebro em média 1 por cento menor do que os abstêmios, segundo os pesquisadores. Em geral, o volume cerebral diminui cerca de 2 por cento por década. A atrofia está vinculada a dificuldades cognitivas e motoras.

 Vários estudos indicam os benefícios cardíacos do consumo moderado de álcool, mas o consumo excessivo pode provocar problemas graves e fatais, especialmente no fígado e cérebro.