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Adeus infertilidade: Anote dez dicas importantes para você engravidar

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A infertilidade afeta cerca de 20% dos casais em idade reprodutiva. Nas últimas décadas tem sido notada uma diminuição nas taxas de fertilidade em função do aumento da idade das mulheres, fator atribuído principalmente à educação e à participação da mulher no mercado de trabalho. Assim, o desejo de gestação surge por volta dos 35 anos, idade que coincide com a diminuição da fertilidade feminina.

Portanto, devemos considerar o tempo como um aliado, uma vez que a idade da mulher é o principal fator que determina a gravidez, tanto espontânea quanto artificial. E, para não perder tempo, anote 10 dicas importantes para engravidar:

1- Não deixe para depois…

Se a mulher tem o desejo de ser mãe, não deve deixar para pensar nisso somente após os 35 anos, pois além de sofrer redução progressiva em sua fertilidade, estará mais propensa a apresentar malformações fetais, principalmente as malformações cromossômicas, das quais a mais frequente é a síndrome de Down. E isso é inevitável, pois não conseguimos parar o relógio do tempo!

2- Fique atento ao período fértil feminino…

O período fértil é quando ocorre a ovulação, havendo possibilidade de gravidez. Algumas mulheres apresentam, neste período, um muco vaginal claro ou uma dor pélvica (“dor de ovulação”). Entretanto, isso ocorre apenas durante cerca de cinco dias, no meio do ciclo menstrual (daí a taxa de gravidez na espécie humana, mesmo em casais férteis, ser de apenas 20% ao mês). É recomendado, então, que o casal que deseja engravidar tenha, no mínimo, três relações sexuais por semana.

3- Procure o ginecologista caso não tenha sucesso…

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o casal deve ser considerado infértil quando tenta engravidar por um ano sem sucesso. Caso a mulher tenha mais de 35 anos, este tempo deve ser reduzido para seis meses. Porém, atenção: isso não indica que a mulher deve usar hormônios indutores da ovulação! Indica que o casal deve ser investigado quanto às possíveis causas de infertilidade para depois receber o tratamento indicado.

4- A infertilidade é sempre do casal!

Ninguém é culpado por não haver gravidez. Esse sentimento é muito comum nos casais com dificuldade de engravidar. Portanto, ambos devem ser submetidos a exames diagnósticos, como perfil hormonal feminino, ultrassonografia transvaginal seriada, histerossalpingografia, espermograma, sorologias virais, entre outros. A infertilidade ocorre em 40% dos casos por fatores femininos, em 40% por fatores masculinos e em 10% por causas mistas. Em 10% dos casos não é possível encontrar uma causa (é a chamada Infertilidade Sem Causa Aparente – ISCA). Essa investigação é fundamental para que seja indicado o tipo de tratamento adequado ao casal.

5- Não se desespere se precisar do tratamento de reprodução assistida…

Muitos casais referem uma frustração ao receberem o diagnóstico de infertilidade, mas pense no lado positivo: os tratamentos evoluem a cada dia, para tornar cada vez mais alcançável o sonho da maternidade. São vários os tipos de tratamento, que se resumem, em graus crescentes de complexidade, em: Coito Programado, Inseminação Intra-Uterina (IIU), Fertilização In Vitro (FIV) e FIV com Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI). Por se constituírem em tratamentos específicos, estes devem ser realizados por um especialista em infertilidade. Por serem técnicas avançadas, tais procedimentos devem ser realizados em uma clínica de reprodução com estrutura ampla e detalhada.

6- Casais com recursos financeiros limitados também podem realizar o tratamento…

O programa Acesso foi criado para permitir que casais com recursos financeiros limitados tenham “acesso” aos tratamentos de reprodução assistida, afinal, realizar o sonho de ter um filho não pode depender de classe econômica. Para tanto, o casal deve acessar o site e se cadastrar:
www.queroterumfilho.com.br

7- Existe esperança para mulheres com mais de 40 anos ou com baixa reserva ovariana…

Felizmente, o útero não envelhece como os ovários, o que permite a mulher receber óvulos doados de uma mulher com menos de 35 anos, e, após fertilização com o espermatozóide do seu marido, gerar o bebê até seu nascimento. Este processo, chamado Ovodoação, é permitido no Brasil, desde que a doadora seja anônima, também necessite se submeter ao tratamento e apresente características físicas e imunológicas compatíveis com a receptora.

8- Abaixo a ansiedade!

Muitos casais inférteis, especialmente aqueles submetidos à FIV, encontram-se sob forte estresse, o que pode reduzir a fertilidade, originando um ciclo vicioso que deve ser interrompido para que se obtenha gravidez.

9- A acupuntura pode ajudar…

Já está comprovado cientificamente que a acupuntura apresenta efeitos benéficos na infertilidade. Além de reduzir a ansiedade, ela tem ação sobre a ovulação, podendo melhorar a qualidade dos óvulos, e sobre a implantação do embrião, pelo aumento da vascularização do endométrio.

10- É possível engravidar aos 40 com óvulos próprios de 35 anos… 

Para as mulheres que não têm previsão para engravidar, a possibilidade de congelar óvulos para uso futuro é hoje muito viável. Com a técnica de vitrificação, as características dos óvulos são preservadas em quase 100%, fazendo com que a taxa de gravidez se mantenha. Essa alternativa tende a ser cada vez mais utilizada pela mulher moderna.

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Apimente sua vida sexual com o cardápio certo

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A fama de que alguns alimentos podem dar uma “turbinada” na vida sexual, estimulando a libido e o desempenho na ‘hora H’ surgiu há séculos. Ovo de codorna, amendoim, chocolate e pimenta estão entre os mais populares. Mas será que funcionam mesmo?
Não há prova científica de que um alimento funcione no tratamento de disfunções sexuais ou transforme a pessoa numa máquina de sexo. Mas muitos causam reações fisiológicas similares às do ato sexual, como aumento dos batimentos cardíacos e suor. Outros têm nutrientes que dão energia e ajudam na produção de hormônios sexuais, como zinco e selênio, presentes na ostra, por exemplo”, cita a nutróloga Regina Mestre.

Quanto ao ovo de codorna e amendoim, Regina garante que tudo não passa de mito. “São calóricos e não causam reação fisiológica.” Já pimenta e chocolate animam. ¿Pimenta age no fluxo sanguíneo, dando uma aquecida no corpo, daí o efeito afrodisíaco. Chocolate é energético, como catuaba e guaraná. E por conter teobromina, eleva o humor e dá sensação de prazer?, explica.

Para aguçar os sentidos, especiarias são aliadas, pois produzem odores estimulantes. E há alimentos que, por parecerem com órgãos sexuais, podem despertar o desejo. “Banana, pepino, morango, pêssego e figo partidos ao meio… Isso tudo, num cenário romântico, atiça a imaginação”, sugere a nutricionista Sylvia Pamplona.

O fotógrafo Augusto Navarro, 42 anos, conta que já comprovou os efeitos dos afrodisíacos. “Dão um pique extra. Sou fã de ostra. O corpo esquenta e fico com vontade de namorar.” Já a atriz Rogéria Capetine, 29, aposta nas frutas vermelhas. “O morango está sempre no cardápio quando quero estimular o desejo sexual”, revela.

Porém, é importante destacar que certos alimentos devem ser evitados, pois exercem ação nada propícia ao clima romântico: frituras e carnes gordas, que dificultam digestão; couve, repolho, couve-flor e leguminosas, como feijão, lentilhas e batata doce, que provocam gases pelo teor de fermentação; além de alho e cebola, que causam mau hálito.

Dieta correta e exercícios: disposição
O endocrinologista Michael Amorim destaca a importância da alimentação saudável aliada à prática de exercícios para o bom desempenho sexual. “Afrodisíacos atuam como coadjuvantes, não como um ‘viagra’. Dieta equilibrada e hábitos saudáveis dão bem-estar e fazem o corpo funcionar bem”, esclarece.

Para Pietro Carlo, professor de Educação Física da Acqua Fitness Club, quem se exercita ainda tem a auto-estima elevada. “A pessoa se sente mais confiante com o próprio corpo”, comenta. “O ato sexual também envolve resistência, flexibilidade e condicionamento cardiorrespiratório. Todos podem ser treinados com exercício”, completa.

– Cardápio para aumentar o desejo sexual
– Frutas
Abacate, abacaxi, morango, figo, mamão papaya, açaí, banana, cacau: são fontes de vitaminas, antioxidantes e dão energia.

– Ervas e temperos
Açafrão, baunilha, canela, cravo, mostarda, noz moscada, ginseng, pimentas de vários tipos: com seus aromas intensos e sabor picante, estimulam a circulação sanguínea e a libido.

– Frutos do mar
Ostras, atum, camarão, salmão, mariscos e frutos do mar em geral: são os estimulantes mais poderosos. Ricos em zinco, iodo, selênio e fósforo, regulam a produção dos hormônios sexuais e, como contêm pouca gordura, aumentam a disposição para o sexo.

– Óleos vegetais
Azeite, canola, girassol, milho, linhaça: fontes de ômega 6, dão energia para a mobilidade dos espermatozoides.

Mel e bebidas
Mel: rico em vitaminas, estimula a produção de hormônios sexuais.Guaraná: dá mais energia. Vinho: é rico em polifenóis, poderoso antioxidante. Uma taça de vinho relaxa e ajuda a estimular os sentidos.

Receita
Camarão do amor ao molho picante

– Ingredientes:
1/4 xícara (chá) de manteiga
1 xíc (chá) de salsão picado
1/2 xícara (chá) de pimentão verde picado grosso
2 col (sopa) de cebola picada
1/4 xícara de farinha de trigo
Sal e molho de pimenta
Páprica picante (a gosto)
Pimentas dedo de moça e do reino (a gosto)
2 col (chá) de molho inglês
4 xíc (chá) de camarão cozido
2/3 xícara (chá) de leite
1/4 xícara (chá) de queijo parmesão ralado

– Modo de preparo
Derreta a manteiga e refogue o salsão, o pimentão e a cebola por 5 min. Junte a farinha de trigo, o sal e o molho de pimenta, as pimentas, a páprica e o molho inglês. Mexa bem. Jogue o leite aos poucos. Cozinhe até engrossar. Tire do fogo. Adicione o camarão e misture. Despeje numa forma de alumínio e salpique com queijo. Leve ao forno por 40 min., ou até dourar.

Remédios podem tirar a libido sexual

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Depois de tentar ioga, relaxamentos e até uma daquelas lutas que lhe rendem uns belos hematomas pelo corpo, você resolve apelar para as famosas pílulas para pôr um fim à ansiedade. Afinal, nada mais embaraçoso do que ter chiliques pelo trabalho. Mas, como tudo tem seu preço, o remedinho “salvador” pode vir abraçado a uma queda significativa na libido sexual, dificultando até mesmo aquele tão buscado ápice – o bem-vindo orgasmo.
Os efeitos colaterais das medicações psicotrópicas podem variar de uma leve perda de lubrificação na mulher, até a dificuldade de ereção no homem. “No entanto, é importante frisar que a vida sexual está na cabeça da mulher e do homem. Ela tem um peso maior na qualidade do relacionamento e da abertura do casal”, salienta Mauro Haidar, ginecologista chefe do Setor de Climatério da Unifesp.

O profissional alerta ainda que quando a medicação resulta em uma queda brusca na qualidade de vida da mulher, por exemplo, a paciente tende a parar com os comprimidos. Mas, para toda regra há sempre uma exceção. “Tomei fluoxetina por oito meses. Nos dois primeiros minha libido era inexistente, mas não parei de tomar o remédio, pois optei em tratar minha depressão”, comenta a jornalista Tatiana, 31 anos.

Infelizmente, a lista de medicações que têm o poder de prejudicar seu apetite na cama, vai muito além dos antidepressivos e afins. Até aquele inocente remédio para gripe pode colocar uma mulher de castigo – e com uma bela cinta de castidade.

Confira abaixo uma lista de medicamentos que podem interferir na sua vida sexual, cortanto a libido ou mesmo impedindo que você chegue ao orgasmo.

Ansiolíticos
Uso: os conhecidos tranqüilizantes são usados para diminuir a ansiedade e a tensão.
Efeitos colaterais: como agem diretamente no sistema nervoso central, essas drogas têm o efeito de “desacelerar seus nervos”, e, com isso, diminuem também a libido. “A mulher fica mais calma e, assim, acaba tendo seu desejo sexual reduzido”, comenta a ginecologista Silvana Chedid.

Antidepressivos
Uso: agem inibindo a recaptação da serotonina e são indicados para casos de depressão, transtorno obsessivo-compulsivo e bulimia nervosa.
Efeitos colaterais: “Ao alterar os neurotransmissores, esses medicamentos afetam o desejo e a resposta sexual da pessoa”, alerta a ginecologista Camila Cambiaghi. Assim, a libido acaba tendo uma redução drástica no paciente.

Anticoncepcional
Uso: os comprimidos podem ser uma combinação dos hormônios estrógeno e progestágeno (similar à progesterona), ou ainda apenas de progestágeno – no caso das minipílulas. É um dos métodos anticoncepcionais mais comuns.
Efeitos colaterais: como a pílula bloqueia a ovulação, ela acaba diminuindo a libido da mulher, já que muitas têm um aumento do apetite sexual nessa época. “Mas ela pode ainda diminuir a lubrificação da mucosa vaginal, causando desconforto na hora da relação sexual”, explica Silvana.

Anti-hipertensivos
Uso: atuam no aparelho cardiovascular, com o intuito de controlar a pressão arterial elevada. Entre eles estão o nadolol, metazolona, atenolol e captopril.
Efeitos colaterais: “Esses medicamentos causam disfunção sexual em cerca de 25% das mulheres que o usam”, comenta a ginecologista Camila. Mas os problemas mais severos recaem sobre a vida sexual masculina, já que o remédio pode causar impotência sexual e dificuldade de ereção.

Anti-histamínicos e antigripais
Uso: os antialérgicos e os antigripais são indicados para pôr um fim na coriza, febres, mal-estar e alergias.
Efeitos colaterais: ao mesmo tempo que esses remédios acabam com o muco e a coriza (típicos de processos alérgicos e gripais), eles também podem diminuir a lubrificação vaginal. “Mas essas drogas têm uso contido, de curto prazo, então dificilmente há problemas”, salienta o médico Haidar.

Como lidar com o fim do relacionamento?

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A psicóloga Maria Cristina Capobianco explica as diversas situações de um término e como lidar com cada uma delas. 
O fim de uma relação é um momento muito delicado que exige cuidados pois freqüentemente envolve tristeza e sofrimento.  Para alguns este sofrimento se deve ao sentimento de perda de um ser muito significativo e para outros esta perda representa um alivio. Quando a relação em si é conflitiva, por vezes sentida como destrutiva a separação significa uma libertação deste sofrimento.

Neste sentido o término de uma relação precisa ser visto como um momento de um processo, que precisa ser delicadamente cuidado; exige reflexão e análise para que possa acontecer a partir dela uma transformação, uma renovação das pessoas, explica a psicóloga Maria Cristina Capobianco.

É comum perceber que algumas pessoas, imediatamente após a separação mergulham em outros relacionamentos ou no trabalho ou na academia, como forma de amenizar a dor, o vazio. Outras caem em um desânimo profundo, a vida perde o sentido e sentir só torna-se insuportável.  Especialmente na adolescência, período de grande vulnerabilidade e impulsividade, as tentativas de suicídio são freqüentes.

A psicóloga alerta que essa vontade de querer fazer tudo ao mesmo tempo para esquecer o ex, nem sempre é bom. Cristina explica que no primeiro caso, o alivio da sensação de peso que o relacionamento despertava faz a pessoa pensar que ter “descartado” a relação foi uma atitude mais saudável.  Em muitos casos, a separação é necessária e aponta para a ampliação dos modos de viver a vida. Porém, se a pessoa não tenta compreender como foi entrando e permanecendo numa relação que se tornou destrutiva, ela poderá eventualmente continuar escolhendo este tipo de relação e repeti-la com outras pessoas. Aparecem em muitos casos outras “dependências”, de álcool, do trabalho, da tirania da imagem de um corpo esbelto, potente.

As pessoas, que pelo contrário, passam por períodos de sofrimento profundo, depressão, tristeza, também precisam de cuidados intensos, ressalta a terapeuta. Provavelmente esta pessoa se sente abandonada, sua autoestima despenca e perde a confiança no seu potencial e desejo de seguir vivendo. Nestes casos, o que houve provavelmente foi que a relação era o que denominamos de um tipo “simbiótico”; similar aquela que acontece entre uma mãe e um bebé recém nascido. O bebê não tem recursos próprios para sobre viver, ele não discrimina quem é quem, mãe e bebé se fundem numa única pessoa. Quando pessoas adultas mantêm este tipo de relação, na qual existe uma indiscriminação intensa entre quem é quem, quando acontece a separação, ela é vivida como se se perdesse uma parte de si próprio ao se desligar do outro. A pessoa se confundiu tanto com seu parceiro, que ao se separar dele, perde seus próprios recursos e sente-se um bebê sem a proteção da mãe.

Após a separação, o período de luto pela perda do ser amado varia e é comum chegar a nove, dez ou doze meses. É importante ter paciência e não tentar acelerar o processo. As pessoas têm o costume de olhar de maneira negativa para as experiências de sofrimento.

Porém é fundamental respeitar o ritmo que cada um precisa para elaborar este momento e poder se abrir para novas experiências. Homens e mulheres variam muito na sua forma de vivenciar este momento. “Os homens sofrem sozinhos; enquanto as mulheres se apóiam uma nas outras, eles, por razões culturais, se fazem de durões”, observa a psicóloga Maria Cristina Capobianco.

Saiba o que os homens não toleram nas mulheres

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Há coisas que os homens não toleram. Não, não é a TPM ou o mau-humor típico de segunda-feira pela manhã. São coisas que julgamos relativamente sem importância, mas que vão desgastando a convivência ou por serem escatológicas, ou terem a ver com manhas e chatices típicas de mulheres implicantes.É sempre bom dar uma olhada nesta listinha que reproduzimos do blog Entre Paredes, do jornalista Leó Dias e fazer um balanço de quantas vezes cometemos deslizes como esses no dia-a-dia. Preparada?

Avisar que vai fazer xixi
 
Por que, sem exceção, todas as mulheres quando vão ao toalete anunciam? Seja na mesa do bar, no restaurante, numa noite romântica, num momento mais esquisito que seja, ela levanta-se e anuncia sem cerimônia: – Vou fazer xixi. Ora bolas, precisa? Avise que vai ao toalete e retire-se discretamente. E aos homens, não precisam rasgar o verbo também, tal como: -vou mijar! Péssimo para ambos.

Depilar as pernas com a lâmina de barbear, principalmente a nossa

Agora quando se está num momento prazeroso, na cama, aquele encontro de corpos e de repente você sente uma lixa (isso mesmo, para nós parece lixa!) na sua perna, afirmo que não é nada agradável a sensação. Tem mulheres que por preguiça ou pressa acabam removendo os pelos das pernas no banho, com a lâmina de barbear, assim como nós fazemos a barba. Mas isso engrossa o pêlo, ou acha que eu “pinico” quando fico sem fazer a barba por qual razão? E se usam a nossa lâmina? Acabam com o fio. Mulheres, cera nas canelas! É higiênico, dura mais e a sensação no toque é ótima! E nada de lâmina nas axilas também!!!

Cismar que há sempre mulheres maravilhosas onde trabalhamos, vamos ou estamos
 
Eu, como homem solteiro, vou perguntar para os amigos casados ou que estão namorando onde as respectivas deles acham que estão todas essas mulheres maravilhosas, gostosas e atenciosas que elas acham que virão para cima de nós como uma leoa caçando uma presa. Seja no trabalho, no happy hour, no estádio, no jantar de negócios e até na entrevista de emprego, elas sempre acham que haverá um mulherão que irá nos seduzir e abusar de nossos corpos. Expliquem isso para os solteiros, porque raramente isso acontece e essa insegurança toda cansa muito.

Demorar para se arrumar ao ponto de atrasarem
 
E por fim, a natureza foi bondosa com as mulheres fazendo-as lindas, maravilhosas, mas que por uma razão mal explicada até hoje demoram mais de uma hora para se arrumar. É o banho com um condicionador especial, o cabelo, a maquilagem, eventualmente remover algum pelinho (com a pinça, por favor!), a escolha da roupa, o conjunto sapato e bolsa, o creme para o corpo, o hidratante, etc. Entendo que vocês fazem isso para vocês mesmas, que é importante e que também pensam em nós ao fazerem isso. Adoramos, juro! Mas precisam começar tarde e atrasar para sair? Comecem antes, não nos façam ficar olhando para o nada, amarrotados no sofá ou no quarto enquanto você reclama que não está contente com os brincos que colocou. Queremos vê-las lindas, mas não precisa ser em 3 horas.

Nós temos as nossas gafes imperdoáveis:
1) Usar aquele camisetão largado e pantufas;
2) Entrar  no banheiro e fazer xixi/cocô enquanto ele toma banho;
3) Arrotar e ter crises de flatulência;
4) Fazer aquele jantarzinho delicioso e não tomar banho antes de sentar à mesa;
5) Falar mal ou fazer piadas dele em frente aos amigos.
E aí? Passaram no teste?

 Fonte: http://www.dicafeminina.com

O que é a Infertilidade

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O que é?

Dados de importantes estudos internacionais mostram que aproximadamente 35% das mulheres em todo o mundo apresentam distúrbios hormonais que impedem ou dificultam o crescimento e a liberação do óvulo, ou seja, a ovulação normal. Outros 35% apresentam algum tipo de obstrução tubária – ou nas trompas, ou nas tubas uterinas – provocada por infecções ou cirurgias.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 20% das mulheres em idade fértil têm dificuldade de engravidar por causa da endometriose, uma doença caracterizada pela presença do endométrio (camada de pele que reveste o útero internamente, renovada a cada mês depois do período menstrual) em locais fora do útero e que também impede a gestação.

Para entender a razão pela qual pode haver dificuldade de concepção, é importante que você conheça um pouco a anatomia do seu aparelho reprodutor.

O aparelho genital e reprodutor feminino é formado por: ovários, tubas uterinas, útero, vagina e órgãos genitais externos.

Os ovários compreendem duas estruturas, uma de cada lado do corpo, situadas dentro da cavidade pélvica. Produzem os hormônios sexuais femininos, chamados estrógeno e progesterona, responsáveis, respectivamente, pelas características sexuais secundárias da mulher (seios, deposição de gordura sobre coxas e nádegas, pêlos, menstruação, etc.) e pela gestação. Os hormônios sexuais femininos são responsáveis pela produção dos óvulos, após a puberdade.

As duas tubas uterinas localizam-se na cavidade pélvica e estão ligadas ao útero. Através delas é que o óvulo, que é liberado todos os meses, atinge o útero. Nesse trajeto pode haver a fecundação, o início de uma nova vida.

O útero , órgão no qual o óvulo fertilizado se fixa para desenvolver-se, mede aproximadamente 8 cm de comprimento, 4 cm de largura na sua parte superior e 2 cm de espessura. Durante a gravidez, esse tamanho é aumentado em diversas vezes.

A vagina , localizada na extremidade inferior do “canal do parto”, é o órgão feminino da cópula e o ducto por onde é liberada a menstruação.

Os órgãos genitais femininos externos compreendem o púbis, os grandes lábios, os pequenos lábios, o vestíbulo da vagina, o clitóris, o bulbo do vestíbulo e as glândulas vestibulares maiores:

  • Púbis (popularmente conhecido como monte de Vênus): elevação arredondada formada basicamente de um acúmulo de gordura; após a puberdade, encontra-se recoberto de pêlos.
  • Grandes lábios: duas pregas alongadas abaixo do púbis, que correspondem ao saco escrotal do homem.
  • Pequenos lábios: duas pequenas pregas de pele localizadas entre os grandes lábios, uma de cada lado da vagina.
  • Vestíbulo da vagina: fenda entre os pequenos lábios que contém o óstio da vagina (ou abertura da vagina), o óstio da uretra (ou canal da urina) e a abertura dos ductos das glândulas vaginais.
  • Clitóris: corresponde ao pênis; é constituído, da mesma maneira, por tecido erétil que, quando estimulado sexualmente, se enche de sangue e aumenta de tamanho. É uma região bastante sensível.
  • Bulbo do vestíbulo: duas pequenas massas pares e alongadas de tecido erétil localizadas ao lado dos óstios da vagina.
  • Glândulas vestibulares maiores: duas estruturas arredondadas ou ovóides que se localizam logo atrás do bulbo do vestíbulo. Secretam um muco característico durante a relação sexual, cuja função é lubrificar a vagina para a penetração.

As estatísticas mostram que os problemas para engravidar são mais comuns do que podemos imaginar. Felizmente, a grande maioria deles pode ser resolvida com acompanhamento médico correto.
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Quais são as causas?

Comprovadamente, o estresse diário pode influir no desempenho de várias funções fisiológicas do organismo, inclusive no funcionamento hormonal, que reflete diretamente no aparelho reprodutor, podendo impedir a mulher de engravidar. Especialistas afirmam que aproximadamente um em cada dez casais tem dificuldade de ter filhos.
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Como é feito o diagnóstico?

Antigamente era comum apontar a mulher como única responsável por não conseguir engravidar. Hoje sabe-se que as causas da infertilidade também incluem o homem. Felizmente, na grande maioria dos casos, o diagnóstico preciso e o tratamento correto, realizado sempre com acompanhamento médico, trazem resultados muito bons.

Especialistas alertam que apenas se justifica a investigação de um casal com suspeita de esterilidade após um ano de atividade sexual em período fértil, sem o uso de métodos anticoncepcionais. As chances de gestação aumentam progressivamente com o passar dos meses de tentativa. Somente cerca de 10% dos casais não obtêm gravidez após um ano. Se, passado esse tempo, o casal não conseguir a gestação desejada, justifica-se a procura de um médico especialista em fertilização para iniciar uma investigação.

Para identificar com precisão as causas da dificuldade de engravidar, o médico pode solicitar alguns exames, que irão:

  • investigar a infertilidade masculina com o espermograma, exame de material ejaculado colhido após três a cinco dias de abstinência sexual;
  • investigar a infertilidade feminina.

Entre os principais exames específicos solicitados pelo médico estão:

  • ecografia da pelve;
  • teste de dosagens hormonais;
  • histerossalpingografia (um exame radiológico contrastado que avalia a cavidade uterina e a permeabilidade positiva ou negativa das trompas);
  • videolaparoscopia (exame realizado em ambiente hospitalar, para avaliação da presença ou não de aderências pélvicas ou da endometriose, bastante freqüente em casos de esterilidade);
  • videoisteroscopia (exame para a avaliação da cavidade uterina com a retirada de miomas ou pólipos).

Embora alguns fatores de esterilidade estejam associados a agenesias (falta de órgão) de útero, trompa ou vagina e a alterações das gônadas, estas são situações raras. Geralmente os fatores de esterilidade, sejam masculinos, sejam femininos, são adquiridos durante a vida, decorrentes de infecções, alterações hormonais ou, ainda, provocados por seqüelas de cirurgias.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a incidência de esterilidade na população brasileira está em torno de 10%, sendo que em 40% dos casos a causa é exclusivamente masculina, em 50% exclusivamente feminina e em 10% dos casais existe a associação de problemas masculinos e femininos.
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 Como tratar?Atualmente existem várias opções de tratamento confiáveis para os diversos casos de disfunção sexual, muitas vezes responsáveis pela infertilidade, como ejaculação precoce, disfunção erétil (impotência), anorgasmia (ausência de orgasmo), dispareunia (dor na relação sexual). Todo tratamento deve ser prescrito e acompanhado pelo médico, após a realização de exames cuidadosos capazes de detectar a existência de algum problema orgânico que esteja dificultando a concepção.

 

O diálogo aberto entre os cônjuges contribui para que eventuais problemas possam ser diagnosticados pelo médico e solucionados sempre que possível. A terapia de casal tem se mostrado bastante eficaz na orientação e na educação dos parceiros quanto à sua vida sexual, esclarecendo dúvidas que muitas vezes podem dificultar o relacionamento. Muitos casais, por falta absoluta de informação, podem expressar sentimentos de culpa e medo por problemas que freqüentemente são de solução simples.

Embora todo tratamento de infertilidade esteja fundamentado na correção dos problemas diagnosticados pelos exames solicitados pelo especialista, em um número considerável de casais apenas a orientação médica sobre qual a melhor maneira de proceder e quais os dias férteis para as relações é suficiente para que se alcance o objetivo de engravidar.

Quando nenhum problema orgânico é detectado pelo médico, alguns conselhos podem ajudar o casal a melhorar o desempenho sexual, facilitando, se esse for desejo de ambos, a concepção:

  • Antes, durante e após a relação sexual, o casal deve esforçar-se por deixar de lado todos os problemas, conscientizando-se de que eles não serão resolvidos exatamente nesses momentos.
  • O casal deve evitar repetir a relação de forma previsível ou sistemática: a imaginação pode ser aguçada, diversificando-se jogos e brincadeiras.
  • Cuidar da saúde é fundamental: problemas detectados pelo médico, sejam eles orgânicos, como deficiências hormonais, hipertensão e diabetes, sejam comportamentais, como depressão, irritabilidade e ansiedade, devem ser tratados por especialistas, pois tendem a influir no dia-a-dia do casal.
  • É importante criar espaço para que cada um dos cônjuges possa exercer sua individualidade. Cercear a liberdade do outro é impedir seu desenvolvimento como pessoa, em todos os campos. Momentos de afastamento e reaproximação são importantes tanto para o homem quanto para a mulher.
  • Jamais se deve descuidar da aparência. Entretanto, não se esqueça que é preciso entender as carências, as exigências e as limitações do corpo.
  • Não responsabilize o outro pelos seus próprios fracassos. Não hesite em procurar um terapeuta sempre que precisar de ajuda para autoconhecer-se. Admita seus defeitos e suas fraquezas.
  • Leia, estude, atualize-se, informe-se. Conviver diária e harmoniosamente com quem parou no tempo é difícil e nada acrescenta à relação.

Em casos específicos, sempre detectados pelo médico e sob sua orientação, podem ser utilizadas modernas técnicas terapêuticas para facilitar a concepção, como por exemplo a reprodução assistida, a indução da ovulação, a inseminação intra-uterina e a fertilização in vitro.

Converse com seu médico a respeito.

 Fonte: http://www.portalfeminino.com.br

Dicionário Hilário da Sexualidade

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A idéia era fazer um apanhado de informações úteis, mas aí nós lembramos que sexo pra ser muuuuuito bom tem que ter sua pitada de humor. Divirta-se!

“Pratique camisinha!”

Abstinência– É quando você vive e não transa e por isso mesmo começa a questionar se realmente está vivendo ou se é só um repolho com pernas. Ok, nem dá para descolar um parceiro sexual, mas, por favor não exagera na entre safra. Faz mal à saúde.

Afrodisíaco – Aquelas coisas que a gente realmente acredita que aumentam o tesão, a excitação. A gente acredita tanto que funcionam. Sim, incluindo o rabo de camarão.

Anafrodisíaco – Exatamente o contrário do afrodisíaco. São substâncias que diminuem ou acabam com o tesão. A mais conhecida é o salitre, mas acho que ter que pagar CPMF todo mês funciona mais.

Anorgasmia – É quando você não tem orgasmo nas relações sexuais. Não se assuste e não comece a gritar que você é uma anorgásmica, porque vão achar que você foi abduzida por alguma nave mãe. É comum não ter sempre orgasmos. Aliás, não encane com isso. O termo aqui é usado quando o buraco é mais embaixo. Pode ser primária, quando a mulher nunca teve orgasmo na vida, ou secundária, quando ela já teve orgasmos e passou a não ter mais. Às vezes também pode ser chamada de situacional, ou seja: a mulher não consegue ter orgasmos apenas em algumas situações como, por exemplo, quando o fofo fica 3 dias sem tomar banho naquela excursão para Matchu Pitchu.

Anticoncepcional – O melhor amigo da mulher que quer liberar a tchetchênia à vontade, mas não quer ter pimpolhos. O mais famoso é a pílula (hormonal). Um conselho: cuidado com a Tabelinha, chamado de anticoncepcional de abstinência periódica. Tabelinha, só para futebol, e olhe lá.

Bestialidade – É uma tara medonha e refere-se a qualquer contato sexual com animais. Não, ter tara no Brad Pitt, em Tróia, não é bestialidade. Se joga!

Bissexualidade – É quando a primeira faz tcham e a segunda faz tchum… São as pessoas que sentem tesão em gente de ambos os sexos, tipo Angelina Jolie.

Cinto de castidade – Tranqueira obviamente criada por homens para, mais uma vez, sacanear as mulheres. Eram usados na Europa Medieval e colocadas no corpo das mulheres para evitar pulação de muro. Eram feitas de metal.


 

Cisvestismo – É aquela tara louca de se vestir como bebê (com fraldas) ou criancinha. Isso claro num contexto sexual. Mas também pode ser outra mania, tipo: um executivo vestir-se de vaqueiro, policial etc. Não, nada a ver com o Clube das Mulheres.

Clitóris – Criaturinha gente boa que é a alegria da mulherada.
É o principal órgão do prazer feminino, fora o cartão de crédito. Fica na parte superior dos pequenos lábios (da Tchetchênia, óbvio. Se fosse na boca talvez justificasse o fato da gente falar tanto). A palavra deriva do grego kleitorís.

Coito interrompido – Famoso “tirar fora”. É aquela lábia que a homarada passa na gente e a gente cai que nem pata: Resultado: mundo superlotado. Além do que, aquela gosminha antes da ejaculação pode conter espermatozóides vivos. Não caia nessa, caia de camisinha!

Compulsivo sexual – É uma pessoa bem mais tarada que a gente, viciada mesmo em sexo. Ela fica o dia inteiro criando situações para transar e ou se masturbar. Mesmo tendo chegado ao orgasmo, não se sente satisfeita. Quem já não se deparou com um ser desses em sessão de cinema à tarde?

Condom – Vulgo camisinha, é o envoltório utilizado sobre a anaconda do homem durante o ato sexual. A primeira evidência de sua existência foi no século XVI. OU seja: o pessoa, lá da época já era inteligente o suficiente para usar. E você?

Cópula – Não tem nada a ver com aquele diretor de cinema famoso, o Coppola. A cópula é sinônimo de ato sexual.

Cunilíngua – Não é o que você está pensando. É o sexo oral feito na mulher. Vale lembrar que, embora ninguém faça isso, camisinha também é importantíssimo no sexo oral, seja no homem ou na mulher (nesse caso, usa-se a camisinha feminina), para evitar o risco de contágio das infecções sexualmente transmissíveis.

DST – Não tem nada a ver com o Movimento dos Dildos Sem Terra. É a sigla de Doença Sexualmente Transmissível. Antigamente, falava-se: doenças venéreas. Usar camisinha é o melhor jeito de evitá-las.
Alguns exemplos de DST: Sífilis, cancro mole, candidíase, herpes simples genital, gonorréia, HPV, linfogranuloma venéreo, pediculose do púbis, hepatite B, Aids, etc. Pois é…

Ejaculação – Todo mundo confunde, mas ejaculação é ejaculação e gozo e gozo. Como a Sandy é a Sandy. E o Júnior´é o Júnior. A ejaculação – vulgo alegria dos homens – é realizada basicamente por todos os mamíferos e é quando um jato de esperma sai do pênis (quando chega ao máximo da sua estimulação), neste momento acontece à liberação dos seus espermatozóides. A ejaculação pode ou não ser acompanhado pelo orgasmo.

Ejaculação feminina – Não, ela não é categoria mito junto com o Monstro do Lago e o Elo Perdido. Ela realmente existe e já foi observada em laboratório. O certo é que a ejaculação é uma liberação de líquido associada ao orgasmo e ao prazer da mulher e, portanto, completamente saudável. Nem todas as mulheres ejaculam e mesmo a mulher que já ejaculou pode não experimentar esse tipo de liberação toda vez que atinge o orgasmo. Por isso, não se assuste se você receber um jataço. Acontece nas melhores famílias.

Ejaculação precoce – É a famosa “Ops! Mas já?”, ou a incapacidade de controlar ou adiar suficientemente a ejaculação, para que a parceira também se esbalde na relação sexual. É um problema que tira o sono de muitos homens, principalmente na adolescência. Existem técnicas que podem ajudar a retardar o processo, por exemplo, pensar em alguma outra coisa durante o sexo. Você já tentou lembrar os nomes dos 7 anões? Não falha!

Falicismo e Custicismo – Um é o culto à anaconda masculina. O outro, à tchetchênia feminina. Ambos, representados em estátuas e coisas do gênero.

Felação – Famoso “bola gato”. É o sexo oral feito no órgão sexual masculino.

Fetichismo e parcialismo – Todo mundo confunde também. Fetichismo é atração por um objeto, geralmente peça de vestuário: bota, lingerie preta etc. Já, o parcialismo é uma intensa atração sexual por uma parte isolada do corpo, tipo o pé. Nunca saiu com um cara louco para pegar no seu pé? (literalmente).

Frigidez – Palavra que inspirou a música Bete Frígida, da Blitz. Significa a incapacidade de experimentar orgasmo ou, em termos mais amplos, de experimentar qualquer espécie de prazer sexual. Muita calma nessa hora: toda mulher sabe que ter orgasmo em toda relação não é bolinho, principalmente se o cara fica de cueca e meia. Isso não é ser frígida, ok?

Glande – Famosa “cabecinha” da anaconda masculina. Para quem não sabe, o pênis é composto por: raiz, corpo e glande. A glande é recoberta pelo prepúcio, aquela pele com cara de touquinah de inverno. A não ser que o homem seja circuncizados (operação cirúrgica que remove o prepúcio).

Hímen – Membrana gente boa encontrada ao redor da abertura da vagina de algumas mulheres. Ao contrário do mito popular, a presença ou ausência do hímen não indica se uma mulher teve ou deixou de ter relações sexuais com penetração. Mas eu não entendo bem o que significa isso, já que sempre achamos o contrário.

HIV – Human lmunnedeficiency Virus, sigla que em português quer dizer – Vírus da Imunodeficiência Humana. Famosa peste do século XX. O HIV é um verdadeiro exterminador do futuro de células do sistema imunológico, deixando o organismo indefeso, sem proteção a alguns tipos de doenças. A infecção pode acontecer durante uma relação sexual anal, vaginal ou oral; uma transfusão de sangue, uso de agulhas e seringas contaminadas, feridas ou cortes em pele ou mucosas. Aqui não dá nem pra brincar, a coisa é muito séria. Use camisinha! Use camisinha! Use camisinha!

Homossexualidade – Refere-se à atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Pode ser o “G” (gay) ou o “L” (lésbica) da famosa sigla: GLS. O “S” é de simpatizando e não de: “Só um minuto que estou pensando minha preferência…”.

Incesto – É a relação sexual ou marital entre parentes próximos ou alguma forma de restrição sexual dentro de determinada sociedade. Coisa muito divulgada em novela onde um irmão, que não sabe que é irmão, se apaixona pela irmã, mas depois descobre que não é irmã e aí acaba tudo bem.

Impotência – Situação chata mesmo que acontece com os homens quando eles estão loucas pra dar uma. É a incapacidade de obter ou de manter uma ereção. È o nome politicamente correto de “broxar”. Mulher nenhuma sabe muito o que falar quando um homem falha nessas horas, mas uma vezinha ou outra não é grave. Se você é homem, não encane! Se você é mulher, pense que não é fácil fazer com que um líquido deixe o trecão assim tão duro.

Kama Sutra – Todo mundo acha o máximo, mas ninguém sabe praticar.
O livro foi escrito no século IV, pelo sábio nobre Vatsyayana. Ele escreveu o manual para a nobreza, especificamente para os homens, embora não tenha ignorado o que faz a mulherada ver estrelas. O Kama Sutra enfatiza o amor e engloba os cinco sentidos, sentidos esses que a gente esquece completamente que existem: audição, paladar, olfato, tato e visão, além da alma e da mente. A última vez que tentei praticar foi ridículo, rolou mais kama do que sutra.

Libido– Nome chic que arrumaram para tesão.

Masturbação – O diretor de cinema Wood Allen explica bem esse verbete: “Se masturbar é fazer amor com que você mais gosta: você!”

Ménage à trois – É aquela frase que faz a gente ter uma vontade incrível de estrangular o namorado/marido com o fio do OB. Sim, amiga, é quando ele vira e diz: “Vamos transar a três? Eu, você e mais uma mulher?”.

Ninfomania – Famosa louca por sexo. Quer dizer: não louca como a gente, nesse caso é uma doença mesmo, patologia.

Onanismo – Palavra usada como sinônimo de masturbação.

Orgasmo – Normalmente é o ápice da transa, embora muita mulher considere o ápice o abraço final. É o resultado de intensa excitação das zonas erógenas ou órgãos sexuais. Se você está sozinha, não se perocupe. Chame o Nestor, o vibrador, ele vem com pilhas alcalinas 😉

Pílula do dia seguinte – A pílula do dia, vulgo Pípula do Vacilão. Vacilão porque você não tinha nada que transar sem camisinha, principalmente nos dias férteis. A função da pílula do dia seguinte impossobilita a fecundação.

Pompoarismo – Técnica para portadoras de thetchênia malhada, ou seja: vaginas que praticam musculação. A prática de exercícios com a região pélvica é um costume difundido no oriente. Além da satisfação sexual do parceiro, o pompoarismo proporciona também o bem-estar da mulher. Os exercícios previnem algumas encrencas da velhice, tais como: a incontinência urinária, o afrouxamento muscular, queda de bexiga e útero etc.

Ponto G – Não, ele não foi descoberto pelo Gianechinni e sim pelo médico alemão Dr. Ernst Gräfenberg que diz ser ele uma concentração de terminações nervosas, vasos sangüíneos e glândulas ligadas ao clitóris que se localiza em torno da uretra. O ponto é especialmente sensível à pressão e, quando estimulado, pode proporcionar orgasmos intensos.

Sadomasoquismo – Um dá, o outro recebe. O recebe e o outro dá. Nesse caso, bordoada ou algum outro tipo de coisa que cause dor. A dor aqui é associada ao prazer.

Sexo casual – Aquele lance que acontece bem na noite em que a gente vai para a balada sem se depilar ou com a calcinha bege da avó.

Sodomia– É o mesmo que sexo anal e dói do mesmo jeito.

Swing – Uma das modas do momento onde rola a troca de casais. Existem correntes que consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais pessoas numa relação sexual. De qualquer forma a pu——- rola solta. Se você for ciumenta, fique looooonge!

Sexo tântrico – Surgido na Índia, há 5 mil anos, no sexo tântrico a graça é adiar ao máximo o orgasmo, para obter prazer prolongado, às vezes por dias, como declarou o Sting. A mulher sempre fica por cima porque é considerada uma divindade. Não, nada de divindade de terreiro de macumba. Não confunda as coisas…

Vaginismo – Não se trata de uma tchetchênia abduzida, nada disso… É
uma contração involuntária dos músculos da vagina que impede que a penetração ocorra. Isso geralmente acontece quando a mulher fica tensa demais com o ato sexual.

Vouyerismo – É o chato que fica vendo os outros transarem ou ficarem  através da fechadura ou binóculo ou coisa do gênero.

Zonas erógenas – São determinados pontos ou trechos sensíveis da pele que, ao toque, desencadeiam uma reação de excitação. Peça para o seu homem dar uma de Discovery Chanel e explorar à vontade seu corpinho.

Zoofilia – Atração sexual por animais. Creda! Abandona esse corpo em nome de Deus!