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O uso do anticoncepcional pode trazer problemas na hora de engravidar?

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Se após a realização dos exames de praxe nenhum sinal de infertilidade for diagnosticado, o casal é orientado a praticar o sexo programado

Com certeza, você tem uma amiga ou conhece uma mulher que atribui ao uso da pílula anticoncepcional sua dificuldade para engravidar. Um estudo recente, publicado na revista científica Fertility and Sterility, esclarece o “mito”: os contraceptivos orais não influenciam na fertilidade feminina.  A crença de que a pílula interfere na fertilidade vem do fato de que, ao tentar engravidar, depois de interromper o uso dos contraceptivos, muitas mulheres não conseguem e colocam a culpa nos anos de tratamento com o medicamento. “Mas isso não é verdade. Muitas mulheres realmente têm problemas de infertilidade e só vão descobrir o fato quando param de tomar a pílula. Estes problemas não têm nada a ver com a pílula”, afirma o ginecologista e obstetra, Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.

Se o problema da infertilidade for investigado e descartado, a mulher pode ter, inicialmente uma certa dificuldade para engravidar. O que é normal e revertido em pouco tempo, após a interrupção do uso do remédio. “Depois de parar com a pílula, o corpo da mulher demora alguns meses para ser acostumar com a nova situação. O ovário precisa voltar a funcionar, o que pode levar de 1 a 3 meses, em média, quando  há  uma reorganização do ciclo menstrual da mulher”, explica o ginecologista.

E se a gravidez não vier?

Com a interrupção do uso da pílula anticoncepcional, a gravidez deve vir naturalmente  em até um ano. Se após doze meses tentando engravidar naturalmente, o casal não obtiver sucesso, é necessário realizar uma avaliação médica conjunta. Um urologista e um ginecologista deverão ser procurados, ao mesmo tempo, para a realização de exames físicos no homem e na mulher. “Se após a realização dos exames de praxe nenhum sinal de infertilidade for diagnosticado, o casal é orientado a praticar o sexo programado. Diante do arsenal terapêutico oferecido pela reprodução assistida, o coito programado é a técnica menos arrojada, menos tecnológica, mas é exatamente a partir deste ponto que devemos começar a investigar e a tratar a infertilidade”, diz Mathias.

O tratamento consiste em acompanhar o ciclo menstrual da mulher, monitorando a ovulação por meio de exames de ultra-som seriados e dosagens dos níveis de hormônios no sangue e na urina. Em alguns casos, o ginecologista pode estimular os ovários com medicamentos. O objetivo é aumentar a precisão do dia fértil. Para aumentar as chances de gravidez, explica o diretor da Clínica Genesis, o casal deve manter relações sexuais em dias alternados, a partir do primeiro dia da ovulação. “Se ela for induzida, o medicamento leva entre 36 e 48 horas para agir. Isso significa que, quando aplicado pela manhã, o ideal é que o encontro sexual aconteça à tarde e na noite do dia seguinte. Não existe, portanto, uma hora exata para engravidar e, sim, o dia exato. Basta que, à medida do possível, o médico ajuste o coito programado ao cotidiano do casal”, explica o ginecologista Aléssio Calil Mathias.

Homem x mulher

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10 COISAS QUE ELAS ODEIAM NELES

A tábua do vaso levantada e a toalha molhada na cama.
A turma do santo futebol.
Tomar chá de sumiço para não precisar terminar a relação.
A total incapacidade de pedir informação quando se perdem.
Baixaria na cantada.
Quando faz pouco dela na frente dos outros.
Quando a despe com o olhar só enxergando a malvada da carne.
O olho comprido na amiga belíssima.
Não admite seus erros quando não credita na conta dela.
O monopólio do controle remoto.

10 COISAS QUE ELES ODEIAM NELAS

A falta de intimidade com os manuais de eletrodomésticos.
Confundir pileque com excitação depois de duas taças de Prosecco.
A facilidade com que mudam de idéia.
O “fico pronta num instante” que leva duas horas.
A mania de dar palpite em cada mínimo detalhe da sua vida.
O monopólio do espaço, desde o armário até a bancada do banheiro.
Querer discutir relação madrugada adentro.
A indefectível pergunta “este vestido me engorda?”, nunca esperando uma resposta sincera.
Estar sempre aquém do imaginário dela, que exige um príncipe encantado.
“Hoje não pode, estou menstruada”.

Fonte:universofeminino

Sex Shop em casa

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Que sex shop que nada! Sem passar perto das butiques eróticas e sem gastar nenhum tostão podemos transformar objetos do nosso dia-a-dia em interessantes apetrechos sexuais. Basta liberar a imaginação e dar uma boa olhada em volta. Vejamos: aquele espelho, hem? Pode render um bom ângulo. E a vela com aroma de frutas que você ganhou da tia-avó? Ela não imaginava, mas pode-se criar uma iluminação pra lá de especial para os momentos íntimos. E as luzes de Natal? Até elas ajudam na produção de uma noite inesquecível de prazer. Leia as dicas de pessoas comuns e também de sexólogos e professores de arte sensuais e comece hoje mesmo. A sua casa nunca mais será a mesma. Nem você.

1. Lenços: “Lenços de seda ou de outro tecido bem macio servem para amarrar os braços do parceiro. Preso, ele será um campo de experiências maravilhosas. Toque-o com a língua na coxa, depois no pescoço, braços, púbis e… vá alternando os toques que deverão ser rápidos. Evite que seu corpo encoste no dele, tente tocá-lo apenas com a língua. Faça isso por cerca de 15 minutos e, a seguir, você poderá ‘conceder’ toques mais longos e íntimos”, sugere professora de artes sensuais Regina Racco.

2. Espelho do armário: “Meu namorado adora que eu faça um strip-tease pra ele com a porta do armário aberto, onde tem o espelho de corpo inteiro. É bom porque ele sempre tem visão frente e verso do meu corpo”, ensina a professora de inglês Priscila M., de 28 anos.

3. Creme hidratante: “Faça uma massagem sensual no parceiro usando um creme hidratante perfumado, desse que todo mundo tem em casa. A criatividade, desde que não agrida a nenhum dos dois, é bem-vinda e traz cumplicidade para a relação”, sugere a sexóloga Glene Faria.

4. Escova: “Se não for muito dura, pegue a escova de cabelo no armário do banheiro e massageie, principalmente, costas, braços e pernas dele. Uma escova de dentes macia ou de bebê pode servir para massagear entre os dedos do pé e da mão, atrás da orelha, na virilha e em torno do pênis”, dá a dica a professora de artes sensuais Regina Racco.

5. Echarpe: “Você pode estar nua ou com uma bela lingerie e se enrolar numa echarpe, de tamanho grande. Depois de tirá-la de modo bem sensual, pode passá-la ao redor do pescoço de seu amado, puxá-lo para você, dominando-o. Poderá vendar os olhos do amado com ela e brincar com o corpo dele, usando suas mãos, procurando despertar-lhe novas e deliciosas sensações”, sugere a personal sex-trainer da PinkChik, Ellen Louise.

6. Ventilador: “Gosto de me exibir para o meu namorado na frente do ventilador. O cabelo fica com um ar selvagem, de capa de revista. Além disso, depois que o sexo começa, o ventinho pelo nosso corpo nu ajuda a intensificar o desejo”, conta a designer Vera L., 26.

7. Sair da cama: “Para espantar a rotina, o casal pode optar por transar sobre diferentes móveis da casa, como em uma cadeira ou em cima da mesa da sala”, opina a sexóloga Glene Faria.

8. Barrinha de chocolate: “Todo mundo tem em casa e serve para massagens íntimas. Utilize com moderação, porque engorda”, brinca Regina Racco.

9. Cinto: “Uma vez, meu marido prendeu meus braços para trás usando o próprio cinto que eu estava usando. Foi uma loucura e ele pôde fazer o que quis comigo. Quando ele me soltou, brinquei de bater nele com o cinto. Aí começamos uma nova fantasia”, revela a musicista Márcia B., 33.

10. Talco: “Em vez de óleos ou cremes, experimente fazer uma massagem com talco, porque ele proporciona sensações diferentes. Não tem em casa? Então, use a minha receitinha do talco sedução: pegue quatro colheres de amido de milho (maisena) e misture com duas colheres de canela em pó. Guarde em uma caixinha. Utilize esse talco na massagem sensual. Mas prepare-se porque esse talquinho é explosivo. A canela é afrodisíaca e por certo a noite será longa”, afirma a professora de artes sensuais Regina Racco.

11. Gravata: “Pegue uma gravata e vende os olhos dele. Dessa forma, ele terá que aguçar outros sentidos além da visão durante a relação sexual. Você pode usar também um cachecol para tapar os olhos dele”, indica a sexóloga Glene faria.

12. Cubos de gelo: “Em uma noite quente, use gelo para massagear em torno dos mamilos. Coloque na boca e comece o sexo oral. Em seguida, beije-o”, sugere Regina Racco.

13. Luzes de Natal: “Todo ano, antes de guardar no alto do armário os enfeites de Natal, coloco as lâmpadas coloridas ao redor da cama. Com tudo apagado e só elas piscando, fica um clima super legal – meio de motel, meio de Hollywood. Adoro!!!”, sugere a musicista Liliane P., 30 anos.
14. Mel ou leite condensado: “É importante valorizar os órgãos dos sentidos na brincadeira a dois. Para estimular o paladar, mel e leite condensado são boas pedidas”, dá a dica a sexóloga Glene Faria

15. Pétalas de rosas: “Quando meu marido me dá flores, coloco no vaso e espero os dias passarem. Quando elas estão murchas, em vez de jogar fora, retiro pétala por pétala – elas são muito preciosas. Tem vezes em que tomamos banho com elas, porque dizem que atiça a paixão. Noutras vezes, faço um caminho de pétalas até a cama e jogo o resto sobre os lençóis. É bom variar, né?”, diz a vendedora Neide S., 31.

Transe mais (e melhor)!

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Estratégias para multiplicar o sexo em sua vida e ainda levar A intimidade da cama para fora dos lençóis.

A americana Charla Muller decidiu dar uma lembrancinha de aniversário no mínimo criativa para seu marido, quando ele chegou à casa dos 40: um ano de relações sexuais diárias. “A idéia cumpria todos os requisitos de um bom presente. É inesperado, memorável e perfeito para quem o recebe”, considera ela no livro sobre a experiência, 365 Nights: A Memoir of Intimacy (365 Noites: Um Relato sobre Intimidade), ainda indisponível no Brasil.

Bem próximos

Casada havia oito anos, com dois filhos, Charla conta que, com o tempo, o sexo havia caído na rotina. “A proposta não surgiu para batermos algum recorde, mas como tentativa sincera de conexão diária”, lembra. Ele, claro, topou a brincadeira. Um ano depois, a americana garante que a experiência aumentou muito o nível de intimidade do casal, tanto dentro quanto fora
da cama. Cláudia Faria, psicóloga especializada em sexualidade humana, de Campinas (SP), confirma o resultado dessa estratégia. “Casais que transam menos costumam estar mais afastados, inclusive emocionalmente”, destaca a especialista. Convencida da necessidade de transar mais? Então descubra como!

Fale menos e faça mais

EXERCITE SEU DESEJO
Sim, esta matéria é sobre como transar mais, porém, não dependa do seu parceiro para ter momentos extraordinários de prazer. Afinal, para ter relações freqüentes e com qualidade, sua sexualidade deve estar aflorada, exercitada — isso inclui investir em masturbação e fantasias. Assim, mesmo que tocar-se não seja sua praia, abuse de devaneios eróticos duas, três vezes ao dia!

NÃO EXIJA, SEDUZA
Discutir a relação vale muito quando se trata de resolver temas delicados, possíveis motivos de separação. Contudo, se a queixa for sobre a falta de desejo dele, a melhor atitude para reverter o quadro é conquistá-lo. “Cobrar e ressaltar que ele ‘não está dando conta’ o afastará ainda mais. Se ela o seduzir, o parceiro dificilmente resistirá”, ensina a psicóloga.

DEIXE SUAS INTENÇÕES CLARAS
Poucas coisas são mais excitantes para o homem do que perceber o quanto sua parceira o deseja, notar todo o interesse dela por sexo. Por que só eles podem ficar com tesão e tomar a iniciativa? Abrace, beije, fale do seu apetite. E mantenha tal atitude durante a transa! O moço a procurará sem parar, acredite!

VALE ABRAÇO, APALPADA…
Os americanos Cynthia W. Gentry e Nima Badiey, no livro O Que os Homens Realmente Querem na Cama (Ed. Gente — R$ 29,90), listam jeitos de fazê-lo entender o recado:

· Um abraço apertado e um beijo de língua — bem dado!
· Roçar seu corpo no do companheiro.
· Acariciar o interior da coxa do gato olhando bem nos olhos dele.
· Sentar-se no colo dele e espalhar beijos pelo rosto do parceiro.
· Apertar — sem dó — o traseiro do amado e dizer “como você está gostoso…”, de uma maneira feminina e bem sexy.

 

 Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

Cobrança sexual: Outras causas

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O sexólogo Celso Marzano, diretor do Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade (CEDES) e do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP-SP), cita, além da rotina no relacionamento, os problemas cotidianos como inimigos do prazer. “O dia-a-dia conspira contra o sexo, pois conciliar a família, os amigos, o trabalho e os nossos interesses pessoais é muito difícil. Adicionamos ainda a todo esse estresse a situação financeira instável, outras questões que afetam nosso controle emocional e o envelhecimento inevitável do nosso corpo. Por tudo isso, em algum momento acabamos apresentando algum tipo de disfunção sexual, de maior ou menor grau”, define.

Algumas pessoas vêem a vontade de fazer sexo diminuída por motivos que afetam o interesse físico no parceiro, o equilíbrio psicológico ou doenças que as debilitam. A falta de higiene pessoal, a obesidade, o alcoolismo, a estafa física, a depressão, a baixa auto-estima, possíveis incômodos e o uso de medicamentos, como alguns calmantes, antidepressivos e anti-hipertensivos, podem prejudicar a libido. As próprias alterações hormonais, principalmente aquelas ocorridas na menopausa, ou mesmo na tensão pré-menstrual, às vezes dificultam a resposta sexual. “Também há pessoas que são condicionadas a só se sentirem atraídas por corpos jovens e perdem o interesse quando o cônjuge envelhece, da mesma forma que alguns homens deixam de sentir desejo por mulheres que se tornaram mães de seus filhos”, comenta Ana Maria Zampieri, que acrescenta que os cuidados com o corpo, sem exageros, e a auto-estima são fundamentais para resgatar o prazer no sexo.

Elas hoje querem parceiros mais receptivos, que não utilizem seu poder para fazê-las submissas, e reclamam que o homem brasileiro ainda é muito ‘machão’. Mas elas próprias, ao serem mães, favorecem a formação de homens machistas

A falta de orgasmo durante a relação sexual e, também, a obsessão em atingi-lo são outros fatores que desestimulam as mulheres. Segundo o ginecologista Eliano Pellini, isso pode causar mal-estar e dores na região pélvica. “A congestão de sangue nos órgãos sexuais femininos fica retida quando a mulher passa muito tempo sem alcançar o orgasmo, o que geralmente leva ao que chamamos de dor pélvica crônica”, esclarece o médico. Outro problema surge quando a mulher não é estimulada corretamente e não se excita a ponto de ficar lubrificada. Sem esta preparação preliminar, que deve ser provocada pelo homem, o ato sexual torna-se doloroso e pode causar vaginismo (contração muscular involuntária que impede a penetração), fissuras, infecções e corrimentos que somente irão piorar e prolongar o desconforto nas próximas relações – um ciclo que elimina o prazer sexual. É bom lembrar que quantidade não traduz qualidade.

A “obrigação sexual” é ainda mais intensa quando o parceiro que exige sexo mesmo que o cônjuge não esteja com vontade. “Para resolver este impasse, o primeiro passo é o diálogo, pois esta postura exigente só leva a maiores desgastes e afastamentos”, alerta o sexólogo Celso Marzano. Eliano Pellini e Ana Maria Zampieri afirmam que muitas mulheres não têm prazer porque seus maridos e elas mesmas não receberam educação para o prazer. “Deve-se saber dizer não quando não se quer, e, claro, explicar o porquê. Não faz sentido se submeter a verdadeiros estupros na cama conjugal. Isso é violência legitimada pela cultura machista”, adverte a psicóloga. Para o ginecologista, muitas disfunções sexuais como esta seriam sanadas se houvesse uma reforma global na educação das crianças, por exemplo. “Elas hoje querem parceiros mais receptivos, que não utilizem seu poder para fazê-las submissas, e reclamam que o homem brasileiro ainda é muito ‘machão’. Mas elas próprias, ao serem mães, favorecem a formação de homens machistas e meninas que crescem achando que devem servi-los”, atesta Eliano Pellini.

Fonte:bolsademulher

28 Fatos incríveis sobre o beijo

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Beijar ajudar a relaxar e a reduzir os efeitos do estresse.

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Durante o ato do beijo você coloca 29 músculos faciais em movimento. Em outras palavras o beijo pode ser usado como exercício eficiente para prevenir o aparecimento de rugas.

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Um beijo romântico rápido queima entre uma e três calorias. Um beijo de boca aberta com contato de língua de curta duração pode queimar cinco calorias. Um beijo de um minuto pode gastar até 26 calorias. Isso é o dobro do gasto de uma corrida intensa, na subida.

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Quem beija troca saliva contendo diversas substâncias como gordura, sais minerais, proteínas, etc. A troca destas substâncias pode incentivar a produção de anticorpos pela sua relação com antígenos associados a diferentes doenças.

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Beijar ajuda a prevenir contra cáries, pois aumenta a produção de saliva que colabora na limpeza da boca.

Ejaculação precoce finalmente definida

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Beijar apaixonadamente por 90 segundos eleva a pressão sanguínea e causa aceleramento cardíaco. Aumenta o nível de hormônios no sangue reduzindo a expectativa de vida em um minuto.

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Estima-se que os homens que beijam suas esposas ao se despedir, antes de sair de casa, vivem cinco anos mais e ganham salários maiores do que aqueles que apenas batem a porta. Os homens da última categoria também tendem a sofrer mais acidentes de trânsito.

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Uma pessoa comum passa 20.160 minutos (14 dias) da sua vida beijando.

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Os esquimós, polinésios e malásios esfregam os narizes ao invés de beijar.

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Mas ao contrário da crença popular os esquimós não apenas esfregam os narizes uns contra os outros para mostrar afeto e amor. Assim que os narizes se encontram eles abre um pouco suas bocas. Em seguida eles inspiram profundamente e solta o ar pelo narizes, com os lábios cerrados. Depois de saborear os aromas uns dos outros, os parceiros pressionam o nariz contra as bochechas uns dos outros e ficam parados nessa posição por um ou dois minutos.

Desfazendo mitos sobre o pênis

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Os antigos romanos beijavam uns aos outros nos olhos ou na boca como cumprimento.

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Na Rússia, o maior sinal de reconhecimento era um beijo do Czar.

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A etiqueta vitoriana exigia que o homem se curvasse para beijar a mão das damas.

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Nos EUA os beijos nas bochechas só são dados por pessoas íntimas e não é o cumprimento padrão como no Brasil ou na Europa.

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Em algumas tribos africanas se presta homenagem ao chefe ao beijar o chão por onde ele passou.

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A palavra ‘ósculo’ é sinônimo de ‘beijo’ em português. A palavra é originada do latim ‘osculum’, que significa ‘boca pequena’, ou seja, o movimento feito com os lábios no momento do beijo.

Excitação sexual varia muito entre os homens

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O beijo mais longo durou 31 horas e foi realizado para um programa de televisão chamado “Ricki Lake” em 2002, na cidade de New Jersey.

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Em alguns locais ou certas ocasiões beijar é crime. Nos EUA, no estado de Indiana, é ilegal que um homem de bigode “beije habitualmente seres humanos”, na cidade de Hartford, Connecticut, é ilegal que um marido beije a esposa no domingo.

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Beijar em público não é bem visto no Japão, Taiwan, China e Coréias. Os beijos japoneses típicos são ‘beijocas’ para nós e parecem ter sido criados para censurar a ‘perda da moral’ do ocidente. Um casal japonês deve manter certa distância antes de se curvarem de ousar se curvar para encostarem os lábios por um segundo.

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Nos tempos medievais os beijos eram levados a sério. Se um casal era pego “nos agarros” poderia ser forçado a casar.

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Estudos indicam que 66% das pessoas mantêm os olhos fechados enquanto beija. O restante sente prazer em observar a miríade de emoções no rosto do parceiro (a).

Os segredos da atração entre os sexos

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Uma mulher beija uma média de 80 homens antes de casar, de acordo com estatísticas estado-unidenses.

6

O prazer do beijo pode estar ligado ao fato do tato labial ser duzentas vezes mais sensível do que o tato nos dedos.

5

O beijo de língua é chamado de “união de almas” na França. Comumente os franceses são atribuidos pela invenção deste tipo de beijo.

4

‘Beijo de borboleta’ é o nome dado a uma espécie infantil de beijo onde se esfrega suavemente os cílios no nariz ou bochechas de outra pessoa, com o movimento da pálpebra.

3

Os corpos das pessoas, enquanto ocorre o beijo, produzem substâncias 200 vezes mais poderosas do que a morfina em termos de efeito narcótico. É por isso que um casal pode sentir euforia ou êxtase durante um beijo.

12 Segredos para melhores orgasmos femininos

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Metade das pessoas tem o seu primeiro beijo amoroso antes dos 14 anos de idade.

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Os Hershey’s Kisses têm este nome porque a máquina que os fabrica parece beijar a esteira transportadora ao depositar o chocolate.

Cobrança Sexual

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Às vezes, o sexo deixa de ser fonte de prazer e vira uma obrigação.

Sexo é bom e todo mundo gosta. Ou melhor: quase todo mundo. Ainda que proporcione prazer, estímulo, intimidade, vínculo afetivo, relaxamento e bem-estar, tem muita gente que não consegue sentir nenhum desses benefícios no ato sexual – mas o faz, por diversos motivos alheios a sua vontade, sem desejo algum. E praticá-lo por obrigação inevitavelmente leva à frustração. “Não gosto de sexo. Faço porque meu marido me procura. É claro que gostaria de reverter essa situação. Entendo que ter desejo é algo normal, mas não sei como mudar isso”, confessa Elisa*, de 37 anos. Como ela, existem várias outras que pensam e sofrem o mesmo.

Sexo quente, morno ou frio? Faça o teste e descubra como anda o tesão no seu relacionamento

Foram inúmeras as conquistas femininas nas últimas décadas e, entre elas, há as sexuais. Antes do movimento de liberação sexual do século passado, as mulheres, com exceção das prostitutas, eram vistas quase como “seres assexuados”, que só deveriam fazer sexo para procriarem. O prazer era restrito aos homens. Herdeiras das gerações anteriores, hoje ainda há muitas que mantêm as idéias de que sexo é algo sujo, que masturbação é pecado, que somente o homem deve alcançar o prazer, que o marido tem o direito de transar com a mulher toda vez que sentir vontade, independentemente do fato de ela estar a fim etc. Este é um dos motivos que fazem o sexo ser encarado como uma obrigação, e não como uma relação física em que duas pessoas buscam o prazer.

Estudiosos dizem que o excesso de convivência mata a química do amor-paixão-tesão. A total rotina e a previsibilidade um do outro, assim como a falta de criatividade no erotismo, que deixa o sexo ‘mecânico’, interferem na libido

Segundo a terapeuta sexual e de casais Ana Maria Zampieri, há muitas razões, principalmente culturais, pelas quais isso acontece. “Uma delas é a construção sócio-histórica de fundo religioso que diz que temos obrigação de satisfazer sexualmente os nossos cônjuges mesmo quando não há desejo sexual”, menciona. O ginecologista Eliano Pellini também acredita que, apesar de terem conquistado autonomia financeira, as mulheres, muitas vezes ainda se submetem aos parceiros, fornecendo sexo em troca de companhia. “Elas fingem gostar de sexo para garantirem carinho e proteção do homem, além de um status exigido pela sociedade. Muitas que reclamam de falta de desejo na verdade só querem ter uma melhor vida sexual para servirem ao parceiro”, afirma Eliano, membro da Comissão Científica de Sexualidade da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH) e chefe do setor de Sexualidade Humana de Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC.

Outro fator que contribui para a perda da libido e do prazer, que transforma o sexo em uma obrigação de casal, é a convivência. “Estudiosos dizem que o excesso de convivência mata a química do amor-paixão-tesão. A total rotina e a previsibilidade um do outro, assim como a falta de criatividade no erotismo, que deixa o sexo ‘mecânico’, interferem na libido. A perda de interesse em surpreender a outra pessoa faz com que ela deixe de se sentir especial”, explica a psicóloga Ana Maria Zampieri. Mas, se as pessoas se casam justamente para viverem juntas, como isso pode prejudicar a relação sexual? Para Eliano Pellini, os casais não estão preparados para a rotina e acabam se desencantando no casamento quando ela chega. “As mulheres carecem mais de estímulos do que propriamente da libido. Quando escolhem parceiros que se preocupam com elas e não apenas as usam como receptoras da carga negativa que eles acumulam durante o trabalho (que são expelidas, por exemplo, na ejaculação), as mulheres naturalmente redescobrem o desejo sexual”.

Fonte:bolsademulher