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Maitê Proença se estranha com apresentadora em programa

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O clima pesou durante o programa “Saia Justa” da GNT. Maitê Proença e Márcia Tiburi, que comandam a atração, se desentenderam no ar.

Elas estavam falando sobre vaidade e beleza. Foi aí que Márcia deixou escapar que Maitê só conseguiu tudo o que tem na vida e está onde está por ser bonita. Maitê discordou e afirmou que é uma atriz. Ela deu a entender que não é só beleza que importa.

Mônica Waldvogel percebeu que poderia virar uma discussão maior e deu um jeito de mudar de assunto para acalmar os ânimos. Maitê foi elegante na resposta e não respondeu à altura à provocação da outra.

Lula: País não pode adotar meta de desmatamento zero

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartou hoje a possibilidade de o País assumir meta de desmatamento zero. “Nem se o Brasil fosse careca poderia assumir o desmatamento zero. Sempre vai haver alguém querendo desmatar alguma coisa”, definiu, justificando: “O que o Brasil está fazendo é algo revolucionário e muito forte. Já tivemos neste ano o menor desmatamento dos últimos 20 anos, estamos assumindo o compromisso de reduzi-lo em 70% até 2017 e em 80% até 2020. É uma meta que vai precisar um esforço incomensurável da sociedade brasileira para ser cumprida.”
 A afirmação foi feita hoje pelo presidente, em Estocolmo, durante de cúpula União Europeia-Brasil. Na reunião, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, definiu o plano brasileiro como “ambicioso” e exemplar. As negociações visando a 15ª Conferência do Clima (COP 15) das Nações Unidas foram o tema central do encontro, do qual participou o primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, presidente temporário do bloco europeu.
 Confrontado com os dados da proposta brasileira, Barroso foi só elogios. “O Brasil adotou um plano muito ambicioso em termos de desmatamento”, afirmou. “Em teoria, pode haver sempre mais ambição. Na Europa é a mesma coisa. Mas estamos sugerindo que outros países, em especial os com floresta tropical, com grandes zonas de mata, possam fazer um esforço comparável ao que o Brasil se submeteu.”
 Mesmo depois de pedir esforços dos demais países em favor de um acordo ambicioso e de definir a COP 15 como “um momento extraordinário” que enfrenta “um impasse”, Lula descartou elevar as ambições de seu governo. O Brasil não pretende adotar metas de desmatamento zero nem elevar os objetivos estabelecidos no Plano Nacional de Mudanças Climáticas como forma de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e facilitar o acordo do clima em Copenhague, em dezembro.
 Protesto
 Minutos antes da cúpula, em sua chegada ao palácio Rosenbad, o presidente se deparou com uma manifestação promovida por militantes do Greenpeace, que pediam em faixas e cartazes o seu comparecimento na COP 15. “Lula, você levou as Olimpíadas, agora salve o clima”, dizia uma das mensagens.
 Questionado sobre se confirmava a intenção de comparecer à conferência, Lula revelou que negocia com outros chefes de Estado e de governo a realização de uma reunião em Copenhague, que aconteceria entre 16 e 17 de setembro – às vésperas do término da COP 15. “A ideia é que nós participemos juntos com o maior número possível de dirigentes mundiais”, explicou. Se não houver acordo, o brasileiro não comparecerá. “Mas eu trabalho com a ideia de que vários presidentes compareçam a Copenhague para que possamos fazer uma discussão a fundo.”

Crise econômica pode ser chance para o clima

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A recessão global pode ser uma oportunidade para combater as mudanças climáticas e construir um futuro com baixas emissões de carbono, afirma um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE).

A AIE calcula que as emissões globais dos gases que provocam o efeito estufa vão cair em 3% neste ano – uma proporção maior do que a estimada.

Se os governos aproveitarem a oportunidade para investir em tecnologias limpas, o aumento da temperatura global pode ficar abaixo da meta de 2 graus Celsius, estabelecida pelo G-8, afirma a agência.

As conclusões do relatório foram divulgadas durante discussões sobre mudanças climáticas em Bangcoc.

“A mensagem é simples e absoluta: se o mundo continuar na base atual de políticas de clima e energia, as consequências para as mudanças climáticas serão severas”, disse o diretor-executivo da AIE, Nobuo Tanaka.

“A energia está no coração do problema – e, portanto, precisa estar no coração da solução.”

A recessão deve significar que as emissões de carbono serão 3% mais baixas neste ano do que no ano passado, e isso tem um impacto a longo prazo, afirma a AIE, com projeções de que as emissões em 2020 serão 5% mais baixas do que seriam se o mundo não estivesse passando por uma recessão global.

Os maiores cortes de carbono vão ser alcançados com melhorias na eficiência energética, afirma a agência.

Corte, não queime

A AIE apresentou uma série de medidas de políticas para diferentes regiões do mundo e países em vários estágios de desenvolvimento.

Sua receita levaria à estabilização da concentração dos gases que provocam o efeito estufa para o equivalente a 450 partes de dióxido de carbono por milhão (ppm) – um nível que, de acordo com algumas análises, oferece uma boa chance de que a temperatura média global desde antes da Revolução Industrial não sofra variação de mais de 2 graus Celsius.

Sem essas políticas, a agência calcula que as concentrações vão aumentar para 1.000 ppm até meados deste século – níveis que, segundo alguns cientistas, poderiam levar a consequências catastróficas e irreversíveis.

Mas é preciso investir capital político e econômico para se atingir esta meta, afirma a agência, com o ápice das emissões previsto para 2020.

Nos próximos 11 anos, os países desenvolvidos – definidos como os membros da OCDE e/ou da União Europeia, terão que cortar em 17% as emissões relacionadas à energia, e em 50% até 2030.

Até 2030, outros grandes emissores como a China, Índia e Brasil vão ter que limitar o aumento de suas emissões a até 14% dos níveis atuais.

Os países em estágios menos avançados de desenvolvimento poderão aumentar suas emissões.

Globalmente, as tecnologias de energia limpa iriam se expandir, de acordo com a agência.

Entre 2020 e 2030, a receita da AIE prevê que o uso da energia atômica seria três vezes maior, o setor de renováveis seria quatro vezes maior e o uso de tecnologias limpas de carvão seria 14 vezes maior.

O custo desta transformação seria de US$ 10 trilhões (cerca de R$ 18 trilhões) entre 2010 e 2030, afirma a agência, mas melhorias na eficiência energética significariam uma economia virtual da mesma quantia.

Calor

No prefácio do relatório, Yvo de Boer, secretário executivo da convenção sobre o clima da ONU (UNFCCC), alertou que tudo isso depende de que seja fechado um ambicioso acordo global na conferência da ONU sobre o clima em dezembro, em Copenhague.

“Esses resultados deveriam nos motivar a aumentar os esforços para chegar a um acordo com a necessária ambição”, disse ele.

“O custo de combater as mudanças climáticas é administrável. Mas não podemos arcar com o custo de não fazê-lo.”

Boer está em Bangcoc, onde preside um encontro preparatório entre representantes de diferentes governos que fazem parte da convenção da ONU.

Na segunda-feira, a China e o Sudão – que presidem o bloco da China e G77 de países em desenvolvimento – acusaram os países ricos de tentar acabar com um dos preceitos básicos do Protocolo de Kyoto – de que as metas de emissão deveriam ter, de alguma forma, efeito legal.

Eles acusam países ocidentais, como os Estados Unidos e a Austrália, de tentar tornar as metas mais flexíveis, o que, segundo eles, poderia dar espaço para que eles se esquivassem.

A análise da AIE faz parte de seu relatório anual World Energy Outlook, publicado mais cedo para que pudesse ser discutido durante o encontro de Bangcoc.

Alguns dados, como o impacto projetado da recessão sobre as emissões, foram publicados no mês passado.

 

 Fonte: http://verde.br.msn.com/

Salvar o Planeta: É agora ou agora

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Em meio a tantas más noticias,guerra,e a preocupação do povo com o BBB9,resolvi dar uma relaxada e trazer uma noticia boa e leve pra vocês.

Renata Ramone

Manaus (AM), Brasil — Expedição do Greenpeace percorrerá várias cidades brasileiras para alertar contra os impactos das mudanças climáticas. Campanha tem início em Manaus. Com Copenhagen no horizonte, começa hoje (7/1), em Manaus, a expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora, a bordo do navio Arctic Sunrise, que percorrerá várias cidades brasileiras durante três meses e uns quebrados. A campanha brasileira faz parte do esforço global da organização para salvar o clima, alertando a população brasileira sobre a urgência do problema e a necessidade dos governos agirem para combater o aquecimento global, a maior ameaça atual ao futuro da humanidade. A expedição conta com um blog, com mais detalhes sobre a proposta e atividades. Participe, comente, faça sugestões! O Arctic Sunrise estará aberto à visitação pública durante os fins de semana nas cidades que visitar. Os visitantes serão informados, de uma forma divertida e interativa, sobre os problemas causados pelas mudanças climáticas. A entrada é gratuita. 

“A ciência é clara: em 2015,devemos ter estabilizado as emissões globais de CO2. Até 2050, devemos ter construído uma economia de carbono zero. Para enfrentar esse desafio, é preciso um esforço global que compartilhe responsabilidades entre cidadãos, governos, iniciativa privada e sociedade civil organizada”, disse Rebeca Lerer, coordenadora da expedição do Greenpeace.

Confira a agenda do Arctic Sunrise no Brasil: 

Local

Data

Manaus

10 e 11 de janeiro

Belém

24 e 25 de janeiro

De 29 de janeiro a 1 de fevereiro

Fortaleza

7 e 8 de fevereiro

Recife

14 e 15 de fevereiro

Salvador

7 e 8 de março

Rio de Janeiro

21 e 22 de março

Santos

28 e 29 de março

  

O Brasil tem hoje uma posição importante no combate às mudanças climáticas, já que está entre as 10 maiores economias do mundo e é o quarto maior emissor de CO2. Os desmatamentos e o mau uso do solo, principalmente na Amazônia, são responsáveis por 75% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa. A destruição da floresta amazônica libera todos os anos mais de 800 milhões de toneladas de gás carbônico.

Para fazer sua parte, o Brasil deve se comprometer com metas setoriais de redução de gases do efeito estufa, zerando o desmatamento da Amazônia até 2015, promovendo as energias renováveis e eficiência energética e implementando uma rede de áreas marinhas para proteger os oceanos. 

Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil