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Casamento de Maria Paula e João Suplicy está em crise, dizem amigos

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Maria Paula e João Suplicy passam por uma crise conjugal. Amigos da humorista revelaram ao R7 que, desde junho, o casal vive às turras. A distância seria o motivo das brigas entre os dois. O músico tem passado mais tempo em São Paulo por causa do programa Brothers, da Rede TV!, no qual divide o palco com o irmão, Supla, do que no Rio de Janeiro com a família.

Maria Paula e Suplicy já circulam sem aliança. Em maio, eles foram fotografados juntos pela última vez em um restaurante japonês, no Leblon, na zona sul do Rio. O R7 procurou o coordenador do programa do cantor, Marcelo Promenzio, que não confirma a separação. 

– Não procede. Convivo com ele diariamente. Está tudo normal. Um dia podemos esquecer de colocar a aliança.  O casal namorou na adolescência e depois de sete anos, em 2003, voltou às boas.

Casamento de Latino e Mirella Santos está praticamente no fim

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Apesar de fazerem a linha “está tudo bem”, Mirella e Latino estão praticamente separados, sim.

Eles quase não se encontram, mesmo morando juntos.

E alegam incompatibilidade de agendas.

A crise não é de hoje, mas eles teimam em manter as aparências.

Além disso, Latino foi visto em clima de romance com uma morena.

Mas chumbo trocado não dói, né?

Novos rumores de separação de Ana Maria Braga e Frisoni

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Voltaram a circular comentários de que o casamento de Ana Maria Braga e Marcelo Frisoni teria chegado ao fim.

O casal, que está junto desde 2007, não tem conseguido contornar a crise na relação.

Coincidência ou não, Ana Maria Braga deixou uma mensagem no Mais Você, nesta semana, falando de separação.

Disse, entre outras coisas, que quando acontece um rompimento a pessoa precisa seguir sua vida e se abrir para novas oportunidades.

Ela estava com os olhos cheios d’água.

Quem conhece bem Ana Maria diz que toda vez que o lado emocional dela não vai bem, a loira dá uma repaginada no visual, como fazer uma plástica, um cabelo novo.

A apresentadora apareceu, há duas semanas, com os cabelos alongados e ainda fez mechas.

Procurada, a assessora de Ana Maria Braga negou a separação.

 

  fonte:  http://folhavitoria.com.br

Crise econômica pode ser chance para o clima

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A recessão global pode ser uma oportunidade para combater as mudanças climáticas e construir um futuro com baixas emissões de carbono, afirma um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE).

A AIE calcula que as emissões globais dos gases que provocam o efeito estufa vão cair em 3% neste ano – uma proporção maior do que a estimada.

Se os governos aproveitarem a oportunidade para investir em tecnologias limpas, o aumento da temperatura global pode ficar abaixo da meta de 2 graus Celsius, estabelecida pelo G-8, afirma a agência.

As conclusões do relatório foram divulgadas durante discussões sobre mudanças climáticas em Bangcoc.

“A mensagem é simples e absoluta: se o mundo continuar na base atual de políticas de clima e energia, as consequências para as mudanças climáticas serão severas”, disse o diretor-executivo da AIE, Nobuo Tanaka.

“A energia está no coração do problema – e, portanto, precisa estar no coração da solução.”

A recessão deve significar que as emissões de carbono serão 3% mais baixas neste ano do que no ano passado, e isso tem um impacto a longo prazo, afirma a AIE, com projeções de que as emissões em 2020 serão 5% mais baixas do que seriam se o mundo não estivesse passando por uma recessão global.

Os maiores cortes de carbono vão ser alcançados com melhorias na eficiência energética, afirma a agência.

Corte, não queime

A AIE apresentou uma série de medidas de políticas para diferentes regiões do mundo e países em vários estágios de desenvolvimento.

Sua receita levaria à estabilização da concentração dos gases que provocam o efeito estufa para o equivalente a 450 partes de dióxido de carbono por milhão (ppm) – um nível que, de acordo com algumas análises, oferece uma boa chance de que a temperatura média global desde antes da Revolução Industrial não sofra variação de mais de 2 graus Celsius.

Sem essas políticas, a agência calcula que as concentrações vão aumentar para 1.000 ppm até meados deste século – níveis que, segundo alguns cientistas, poderiam levar a consequências catastróficas e irreversíveis.

Mas é preciso investir capital político e econômico para se atingir esta meta, afirma a agência, com o ápice das emissões previsto para 2020.

Nos próximos 11 anos, os países desenvolvidos – definidos como os membros da OCDE e/ou da União Europeia, terão que cortar em 17% as emissões relacionadas à energia, e em 50% até 2030.

Até 2030, outros grandes emissores como a China, Índia e Brasil vão ter que limitar o aumento de suas emissões a até 14% dos níveis atuais.

Os países em estágios menos avançados de desenvolvimento poderão aumentar suas emissões.

Globalmente, as tecnologias de energia limpa iriam se expandir, de acordo com a agência.

Entre 2020 e 2030, a receita da AIE prevê que o uso da energia atômica seria três vezes maior, o setor de renováveis seria quatro vezes maior e o uso de tecnologias limpas de carvão seria 14 vezes maior.

O custo desta transformação seria de US$ 10 trilhões (cerca de R$ 18 trilhões) entre 2010 e 2030, afirma a agência, mas melhorias na eficiência energética significariam uma economia virtual da mesma quantia.

Calor

No prefácio do relatório, Yvo de Boer, secretário executivo da convenção sobre o clima da ONU (UNFCCC), alertou que tudo isso depende de que seja fechado um ambicioso acordo global na conferência da ONU sobre o clima em dezembro, em Copenhague.

“Esses resultados deveriam nos motivar a aumentar os esforços para chegar a um acordo com a necessária ambição”, disse ele.

“O custo de combater as mudanças climáticas é administrável. Mas não podemos arcar com o custo de não fazê-lo.”

Boer está em Bangcoc, onde preside um encontro preparatório entre representantes de diferentes governos que fazem parte da convenção da ONU.

Na segunda-feira, a China e o Sudão – que presidem o bloco da China e G77 de países em desenvolvimento – acusaram os países ricos de tentar acabar com um dos preceitos básicos do Protocolo de Kyoto – de que as metas de emissão deveriam ter, de alguma forma, efeito legal.

Eles acusam países ocidentais, como os Estados Unidos e a Austrália, de tentar tornar as metas mais flexíveis, o que, segundo eles, poderia dar espaço para que eles se esquivassem.

A análise da AIE faz parte de seu relatório anual World Energy Outlook, publicado mais cedo para que pudesse ser discutido durante o encontro de Bangcoc.

Alguns dados, como o impacto projetado da recessão sobre as emissões, foram publicados no mês passado.

 

 Fonte: http://verde.br.msn.com/

Homem x mulher

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10 COISAS QUE ELAS ODEIAM NELES

A tábua do vaso levantada e a toalha molhada na cama.
A turma do santo futebol.
Tomar chá de sumiço para não precisar terminar a relação.
A total incapacidade de pedir informação quando se perdem.
Baixaria na cantada.
Quando faz pouco dela na frente dos outros.
Quando a despe com o olhar só enxergando a malvada da carne.
O olho comprido na amiga belíssima.
Não admite seus erros quando não credita na conta dela.
O monopólio do controle remoto.

10 COISAS QUE ELES ODEIAM NELAS

A falta de intimidade com os manuais de eletrodomésticos.
Confundir pileque com excitação depois de duas taças de Prosecco.
A facilidade com que mudam de idéia.
O “fico pronta num instante” que leva duas horas.
A mania de dar palpite em cada mínimo detalhe da sua vida.
O monopólio do espaço, desde o armário até a bancada do banheiro.
Querer discutir relação madrugada adentro.
A indefectível pergunta “este vestido me engorda?”, nunca esperando uma resposta sincera.
Estar sempre aquém do imaginário dela, que exige um príncipe encantado.
“Hoje não pode, estou menstruada”.

Fonte:universofeminino

Lula: reunião do G-20 muda lógica das decisões políticas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um balanço positivo da cúpula de líderes do G-20 no sábado (15), em Washington, que discutiu medidas de combate à crise financeira internacional e de prevenção. “A reunião muda a lógica das decisões políticas, já não é mais o G-8, agora o G-20 ganha um papel de destaque”, disse hoje, no programa semanal de rádio Café com o Presidente.

 

“Encontramos um caminho para evitar que aconteça novamente o que aconteceu com a crise financeira”, disse. Para Lula, a participação do Brasil na discussão foi um passo decisivo para aumentar a representatividade do País nos fóruns internacionais. Entre os principais temas discutidos na reunião nos EUA, o presidente destacou as medidas para restabelecer a liquidez e restaurar a confiança no mercado financeiro, as políticas anti-recessivas e a regulação do sistema financeiro.

 

Lula ressaltou a importância de ações para facilitar o acesso ao crédito que vêm sendo tomadas no País. “Faz 30 dias que nós estamos adotando medidas para permitir a irrigação do sistema financeiro e garantir que se tenha crédito para que o consumo continue acontecendo, para que as empresas continuem produzindo, o comércio vendendo e o povo comprando. É isso que vai ativar a economia.” E comparou a economia brasileira à de países europeus, que têm registrado recessão: “Nós não queremos que o desemprego chegue à América Latina, que chegue ao Brasil, sobretudo porque a nossa economia está muito mais arrumada do que a economia deles.”

 

Na cúpula do G-20, lembrou Lula, os representantes assumiram o compromisso de até o final de 2008 concluir o acordo comercial da Rodada Doha. A Organização Mundial do Comércio (OMC) quer convocar para dezembro, por volta do dia 10, reunião para tratar do assunto.

Fonte:http://noticias.br.msn.com

Uma aldeia global não harmoniosa e em crise constante

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Crise
Crise

 Em 16 de setembro de 1999, a Folha de São Paulo publicou o relatório do Banco Mundial (BIRD) que nos mostra o panorama do mundo no final do século XX. O número de pessoas que vivem com menos de 1 dólar por dia passou de 1,2 bilhão em 1987 para 1,5 bilhão de seres humanos. Em dois anos, portanto, tivemos um aumento da pobreza no mundo em 25%. Esse relato deveria nos preocupar, pois é, de fato, assustador. É a indicação de que há uma violência que gera novas violências que vão tomando conta do mundo quase que numa dimensão geométrica. Há uma desarmonia nessa ordem de mercado global, focada na ordem econômica que discursa sobre a prosperidade e seus resultados, evitando demonstrar como se procede a distribuição da riqueza. A receita neoliberal ganhou espaços no mundo a partir de 1980. A grande parcela dos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, buscaram reestruturar suas políticas dentro dos três princípios das políticas neoliberais: abertura de mercado, a construção do Estado mínimo (reduzir o papel do Estado na administração da coisa pública) e o estímulo à entrada de investimentos externos. Se essa tendência persistir, segundo o Banco Mundial, teremos 1,9 bilhão de seres humanos, inseridos dentro desses dados estatísticos no ano de 2015.

Outro dado do relatório publicado pelo jornal Folha de São Paulo que chamou minha atenção foi o da situação geográfica mundial sobre o aumento do número de seres humanos que de 1987 a 1999, vivem com menos de 1 dólar por dia nas regiões e continentes do mundo. Observemos com atenção:

Dos 4,4 bilhões de seres humanos, habitantes dos países em vias de desenvolvimento:

– 60% não têm acesso à estrutura de saneamento básico.

– Um terço não consome água tratada.

– 25% não possuem moradia decente.

– 20% não têm acesso a tratamento médico.

– 20% das crianças não completam a escolaridade básicas de 4 ou 5 anos .

– 20% das crianças não se alimentam o necessário para desenvolver-se dentro dos padrões básicos de recebimento dos nutrientes para uma boa saúde.

O relatório ainda mostra que o Banco Mundial possuía um estoque de poupança global da ordem de US$ 13,7 trilhões no ano de 2000. Esse dinheiro, em tese, está a disposição dos países de economia em desenvolvimento e que possam mostrar projetos que dêem retorno atraente de investimentos. As demais nações empobrecidas acabam ficando fora dos projetos de investimentos por parte do Banco Mundial. Prevalece a concepção de uma política concentradora. O foco do mercado e dos resultados é que vai delinear os investimentos de poupança global, sob controle do Banco Mundial.

Outras referências que podem nos ajudar a compreender o mundo contemporâneo são os dados apontados pelo BIRD no jornal “O Estado de São Paulo” em 16 de setembro de 1999 sobre a questão urbana. “Em 1975, menos da metade (38%) da população mundial vivia em centros urbanos. Em 2025, pelas previsões do Banco mundial, quase dois terços dos habitantes do planeta (59%) estarão morando em cidades – a maior parte deles (90%) em países em desenvolvimento, sem recursos suficientes para montar uma infra-estrutura adequada” (Estado de São Paulo, 16/09/1999). Com o crescimento urbano numa ordem de exclusão, a violência é a primeira conseqüência, pois, a apartação social é geradora de violência por si mesma.

A cidade tornou-se um local importante para ser discutida na economia global. No lugar do global é preciso ver, também, o local que é a cidade: o lugar onde as pessoas vivem, moram e, muitas vezes sofrem como também se alegram. Em tempos de um processo eleitoral, essas questões nos ajudam a pensar sobre a importância daqueles que se colocam a serviço da população para representá-la nas decisões do município e em políticas pública. E, por isso mesmo, cabem algumas perguntas: Qual é o programa político para a cidade dos candidatos que se apresentam como prestadores de serviço para o município? Há interesses coletivos em suas propostas? Seus discursos são coerentes e pautados por projetos viáveis?

Renata