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Estudo sugere que consumo diário de chocolate reduz pressão arterial

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diminuição seria suficiente para proteger o coração

Depois de revelar que comer chocolate pode até ajudar a emagrecer, um novo estudo sobre o alimento mostrou que ele pode realmente baixar a pressão arterial. De acordo com pesquisadores do Instituto Nacional de Medicina Integrativa em Melbourne, na Austrália, a redução é pequena, mas suficiente para proteger contra doenças cardiovasculares.



Na pesquisa, todos os voluntários apresentaram redução da pressão

Durante a pesquisa, 856 pessoas consumiram porções diárias de 3 a 105 gramas de chocolate, durante oito semanas. Todos os voluntários, inclusive aqueles que comeram menos, apresentaram alguma queda na pressão arterial. Em média, a pressão arterial considerada ideal gira em torno valor de 120/80 mmHg, popularmente conhecida como “12 por 8”. O estudo sugere que o consumo de chocolate foi capaz de reduzir a pressão sistólica (maior valor) em até 3 mmHg.

Segundo os cientistas, o mecanismo que promove a redução da pressão arterial ainda não está claro, mas eles acreditam que os flavonoides presentes no cacau sejam responsáveis por aumentar os níveis de óxido nítrico no organismo. A substância seria capaz de relaxar e dilatar os vasos sanguíneos, reduzindo a pressão sanguínea e o risco de doenças cardiovasculares, como derrames e infartos.

Feijão, uva e maçã também são fontes ricas em flavonoides
A grande quantidade de calorias seria o ponto negativo do consumo diário de chocolate, que contém cerca de 500 calorias em 100 gramas. Para evitar o ganho de peso, que também prejudica a função cardíaca, os cientistas recomendam a ingestão de outros alimentos ricos em flavonoides, como feijão, damasco, amora, uva e maçã.

Doce melhoraria agilidade mental de idosos
Esta semana, a revista da Associação Americana do Coração indicou que o chocolate pode melhorar a cognição de idosos, diminuindo o risco de demência e Alzheimer. Nesta pesquisa, 90 voluntários com 70 anos de idade consumiram bebidas à base de chocolate com grande concentração de cacau. Após oito semanas, testes verificaram melhora na memória e agilidade mental dos participantes, que ainda apresentaram queda nas taxas de açúcar no sangue.

 

Pipoca possui mais antioxidantes do que frutas e legumes, revela estudo

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A pipoca já havia saído da lista negra dos petiscos, já que, quando preparada com pouca gordura, contém cerca de 160 calorias em 100g. A novidade é que ela pode ser uma excelente fonte de antioxidantes. De acordo com pesquisadores da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, a pipoca possui mais polifenóis do que frutas e legumes.

Polifenóis também são encontrados no vinho tinto e chocolate
De acordo os cientistas, uma porção de 33g pipoca pode conter até 300mg de antioxidantes, quase o dobro das frutas, que carregam 160mg da substância em porções de 80g. Os polifenóis agem contra os danos causados pelos radicais livres, combatendo o envelhecimento precoce e prevenindo doenças generativas. Estudos anteriores sugerem que essa substância também é encontrada no vinho tinto, chá verde e chocolate amargo.

Para os cientistas, a pipoca é uma boa fonte de polifenóis porque possui apenas 4% de água. Legumes e frutas também são fontes da substância, mas como sua composição pode chegar a 90% de água, ela não seria tão concentrada. Na pipoca, a mais alta concentração de polifenóis pode ser encontrada na película dura e marrom – aquela que pode causar uma sensação incômoda entre os dentes. Rica em fibras, uma porção de pipoca pode oferecer mais de 70% do consumo diário de grãos integrais recomendado por médicos e nutricionistas. Mais uma vez, a casca que costuma ser descartada é considerada a fonte principal de fibras.

Pipoca deve ser preparada em aparelhos a vapor, sem gordura
Mas se você quer aproveitar os benefícios da pipoca sem ganhar quilos extras, prefira preparar os grãos em aparelhos próprios, que usam o vapor para estourar o milho. Saborear o petisco no cinema ou optar pelos grãos específicos para micro-ondas acrescentam o dobro de calorias, transformando-o em uma bomba calórica. Os cientistas também ressaltam a importância de consumir frutas e legumes, já que a pipoca não possui todas as vitaminas e minerais encontrados nestes alimentos.

 

Alimentação para diabéticos

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Não é novidade nenhuma que o portador do diabetes vive muito bem se mantiver uma alimentação regrada e o índice de glicemia nos patamares ideais. Mas o que pouca gente sabe é que para fazer isso não é necessário um sacrifíco absurdo, desde que o paciente mantenha uma dieta saudável muito semelhante às que são indicadas para quem quer se alimentar bem e ter qualidade de vida.

Confira alguamas dicas de alimentação:

Arroz, pães e massas integrais:  Os carboidratos complexos presentes nesses alimentos são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Isso é benéfico para o diabético, que não terá picos de índice glicêmico quando comer esse nutriente.

Leite desnatado: para reduzir o consumo de gordura, a recomendação é trocar leite integral por desnatado e preferir derivados mais magros. Não caia no mito de que a versão desnatada do leite tem menos quantidade de cálcio e proteínas que a integral. Na verdade, você ingere apenas menos gordura e não perde os benefícios.

Legumes e verduras à vontade: ricos em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes, os legumes e verduras são importantes à nutrição e à saúde de todas as pessoas, mais ainda dos diabéticos, cuja dieta deve ser rica e variada nesses alimentos.

Atenção às frutas:As frutas, muitas vezes, são uma armadilha para a dieta dos diabéticos. É muito comum a pessoa achar que pode consumir frutas à vontade, pois são alimentos muito saudáveis.
Todas as frutas têm carboidratos simples, como a glicose. Só que, por conta das fibras e outros diversos nutrientes presentes nelas, podem ser consumidas em quantidades maiores que as de outros carboidratos simples. A recomendação para os diabéticos é ingerir no máximo três a quatro porções de fruta por dia, e sempre optando pelas menos calóricas.

Não exagere nas porções: o diabético pode estar fazendo uma dieta correta e rica em alimentos saudáveis, mas, se exagerar nas porções, estará caminhando na direção oposta. O excesso de calorias é nocivo ao diabético, mesmo que ele esteja comendo os alimentos mais indicados.

Adeus infertilidade: Anote dez dicas importantes para você engravidar

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A infertilidade afeta cerca de 20% dos casais em idade reprodutiva. Nas últimas décadas tem sido notada uma diminuição nas taxas de fertilidade em função do aumento da idade das mulheres, fator atribuído principalmente à educação e à participação da mulher no mercado de trabalho. Assim, o desejo de gestação surge por volta dos 35 anos, idade que coincide com a diminuição da fertilidade feminina.

Portanto, devemos considerar o tempo como um aliado, uma vez que a idade da mulher é o principal fator que determina a gravidez, tanto espontânea quanto artificial. E, para não perder tempo, anote 10 dicas importantes para engravidar:

1- Não deixe para depois…

Se a mulher tem o desejo de ser mãe, não deve deixar para pensar nisso somente após os 35 anos, pois além de sofrer redução progressiva em sua fertilidade, estará mais propensa a apresentar malformações fetais, principalmente as malformações cromossômicas, das quais a mais frequente é a síndrome de Down. E isso é inevitável, pois não conseguimos parar o relógio do tempo!

2- Fique atento ao período fértil feminino…

O período fértil é quando ocorre a ovulação, havendo possibilidade de gravidez. Algumas mulheres apresentam, neste período, um muco vaginal claro ou uma dor pélvica (“dor de ovulação”). Entretanto, isso ocorre apenas durante cerca de cinco dias, no meio do ciclo menstrual (daí a taxa de gravidez na espécie humana, mesmo em casais férteis, ser de apenas 20% ao mês). É recomendado, então, que o casal que deseja engravidar tenha, no mínimo, três relações sexuais por semana.

3- Procure o ginecologista caso não tenha sucesso…

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o casal deve ser considerado infértil quando tenta engravidar por um ano sem sucesso. Caso a mulher tenha mais de 35 anos, este tempo deve ser reduzido para seis meses. Porém, atenção: isso não indica que a mulher deve usar hormônios indutores da ovulação! Indica que o casal deve ser investigado quanto às possíveis causas de infertilidade para depois receber o tratamento indicado.

4- A infertilidade é sempre do casal!

Ninguém é culpado por não haver gravidez. Esse sentimento é muito comum nos casais com dificuldade de engravidar. Portanto, ambos devem ser submetidos a exames diagnósticos, como perfil hormonal feminino, ultrassonografia transvaginal seriada, histerossalpingografia, espermograma, sorologias virais, entre outros. A infertilidade ocorre em 40% dos casos por fatores femininos, em 40% por fatores masculinos e em 10% por causas mistas. Em 10% dos casos não é possível encontrar uma causa (é a chamada Infertilidade Sem Causa Aparente – ISCA). Essa investigação é fundamental para que seja indicado o tipo de tratamento adequado ao casal.

5- Não se desespere se precisar do tratamento de reprodução assistida…

Muitos casais referem uma frustração ao receberem o diagnóstico de infertilidade, mas pense no lado positivo: os tratamentos evoluem a cada dia, para tornar cada vez mais alcançável o sonho da maternidade. São vários os tipos de tratamento, que se resumem, em graus crescentes de complexidade, em: Coito Programado, Inseminação Intra-Uterina (IIU), Fertilização In Vitro (FIV) e FIV com Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI). Por se constituírem em tratamentos específicos, estes devem ser realizados por um especialista em infertilidade. Por serem técnicas avançadas, tais procedimentos devem ser realizados em uma clínica de reprodução com estrutura ampla e detalhada.

6- Casais com recursos financeiros limitados também podem realizar o tratamento…

O programa Acesso foi criado para permitir que casais com recursos financeiros limitados tenham “acesso” aos tratamentos de reprodução assistida, afinal, realizar o sonho de ter um filho não pode depender de classe econômica. Para tanto, o casal deve acessar o site e se cadastrar:
www.queroterumfilho.com.br

7- Existe esperança para mulheres com mais de 40 anos ou com baixa reserva ovariana…

Felizmente, o útero não envelhece como os ovários, o que permite a mulher receber óvulos doados de uma mulher com menos de 35 anos, e, após fertilização com o espermatozóide do seu marido, gerar o bebê até seu nascimento. Este processo, chamado Ovodoação, é permitido no Brasil, desde que a doadora seja anônima, também necessite se submeter ao tratamento e apresente características físicas e imunológicas compatíveis com a receptora.

8- Abaixo a ansiedade!

Muitos casais inférteis, especialmente aqueles submetidos à FIV, encontram-se sob forte estresse, o que pode reduzir a fertilidade, originando um ciclo vicioso que deve ser interrompido para que se obtenha gravidez.

9- A acupuntura pode ajudar…

Já está comprovado cientificamente que a acupuntura apresenta efeitos benéficos na infertilidade. Além de reduzir a ansiedade, ela tem ação sobre a ovulação, podendo melhorar a qualidade dos óvulos, e sobre a implantação do embrião, pelo aumento da vascularização do endométrio.

10- É possível engravidar aos 40 com óvulos próprios de 35 anos… 

Para as mulheres que não têm previsão para engravidar, a possibilidade de congelar óvulos para uso futuro é hoje muito viável. Com a técnica de vitrificação, as características dos óvulos são preservadas em quase 100%, fazendo com que a taxa de gravidez se mantenha. Essa alternativa tende a ser cada vez mais utilizada pela mulher moderna.

Os cinco exercícios que mais queimam calorias

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Todo mundo sabe que praticar exercícios regularmente previne doenças e espanta a depressão, mas é só surgir uma aula que promete queimar mais calorias para lotar academias pelo país. E você acha que apenas os exercícios aeróbios ajudam a emagrecer? “O que determina a queima calórica é o tempo e a intensidade do exercício. Uma sessão de musculação intensa pode gastar mais calorias do que uma caminhada leve, por exemplo”, . A seguir, veja os cinco exercícios que mais queimam calorias e escolha o seu:

  • 1
    Corrida
     a corrida continua no topo da lista. “Uma pessoa que corre 12 quilômetros em uma hora perde cerca de 750 calorias. É importante lembrar que, se você quer emagrecer, precisa acumular 3500 calorias gastas ao longo de uma semana, apenas com exercícios físicos. Isto significa praticar, diariamente, alguma atividade que gaste uma média de 500 calorias por hora”, explica o professor. mesmo a corrida intervalada está entra as modalidades que mais gastam calorias.

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  • 2
    Hopping
    Na aula de hopping o grande destaque é o uso de um calçado esportivo, chamado kangoo jumps, que absorve 80% do impacto e impulsiona o corpo. “Em uma hora de aula é possível perder 600 calorias. Os exercícios ainda trabalham a musculatura dos membros inferiores, melhoram a postura e diminuem a celulite”. O hopping é praticado em grupo, com divertidas coreografias.

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  • 3
    MMA Fitness
    Inspirada na prática de MMA, a aula trabalha diferentes grupamentos musculares, garantindo corpo definido e gasto calórico elevado. “Com movimentos inspirados no jiu-jitsu, muay thai, boxe e capoeira, é possível perder até 550 calorias em uma hora de aula” além de auxiliar na perda de peso, as lutas também trabalham outros aspectos importantes, como coordenação e resistência, além de estimular positivamente o sistema cardiovascular.

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  • 4
    Musculação
    Engana-se quem pensa que a musculação está entre as modalidades com menor queima calórica. “Em cerca de uma hora de aula é possível gastar 500 calorias. A grande vantagem da musculação é que ela promove gasto calórico mesmo quando o aluno está em repouso, ou seja, depois de praticar a atividade seu corpo continua queimando as reservas de gordura”

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  • 5
    Natação
    A natação queima muitas calorias sem o impacto provocado pela corrida e outros exercícios praticados no solo. Por este motivo, também é uma modalidade democrática, que pode ser praticada por quem sente dores nos joelhos ou coluna durante outras atividades. “Com uma hora de natação é possível perder 500 calorias. A atividade trabalha diferentes grupos musculares ao mesmo tempo, como membros inferiores, abdômen, costas e peitoral. A prática regular ainda melhora o sistema cardiovascular e respiratório”

Vestidos de noiva: Confira as fotos e escolha o seu!

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Tule e modelagem sereia estão em alta 

 

Você não curte vestidos de noiva estruturados e super tradicionais? A boa notícia é que as modelagens ajustadas, como o corte sereia, estão em alta. Em um evento carioca voltado para o mercado de casamentos, o tule também desponta como a grande aposta dos estilistas. Nesta temporada, ele não surge apenas em saias de bailarina, mas também em vestidos fluidos ou com corte em A, que valoriza praticamente qualquer tipo de corpo. A seguir, selecionamos as principais tendências do evento para ajudá-la na deliciosa escolha do vestido de noiva.
  • 1
    Sereia
    • A modelagem sereia aparece em diferentes modelos. Em geral, o mix de tecidos pontua a maioria dos vestidos, com corpo em renda e saia em tule.Com decote tomara-que-caia, mangas de renda ou tule, o vestido sereia delineia as curvas e pede um corpo em dia. Vale ressaltar que, quanto mais baixo for o corte em que começa a saia, maior será o destaque para os quadris. Se não deseja evidenciar a silhueta, opte por modelagens menos justas com saias que começam na altura da bacia.

    • 2
      Tule

       

       

      • Queridinho das últimas estações, o tule surge como uma aposta para vestidos mais lânguidos, sem muito volume na parte de baixo. A saia bailarina continua em alta, mas as camadas de tecido estão menos volumosas. O tule rebordado também é destaque, em aplicações que formam degradês, a partir do decote do vestido, ou em bordados pontuais, na barra da saia.
      • 3
        Saia em camadas
        • As saias em camadas equilibram a proporção entre os ombos e os quadris de forma sutil. No evento, elas surgem em tecidos encorpados ou fluidos, que suavizam a silhueta do corte sereia e dão movimento ao andar. Se você curte a ideia de ter volume na parte de baixo, escolha um véu de tule sem arremate para dar destaque ao vestido.
        • 4
          Renda
        • Clássica, a renda sempre fez parte do universo das noivas, mas ganhou forte projeção após o casamento do príncipe William com Kate Middleton. As mangas compridas, que andavam esquecidas, são vistas com frequência em casamentos tradicionais. Durante o evento, a renda surge cobrindo todo o vestido ou pontuando os modelos com detalhes rebordados em outros tecidos, com cetim e tule.
        • 5
          Sobreposições
          A sobreposição pode ser um recurso para noivas que desejam ter outro vestido para abrir a pista de dança. O tubinho com saia mullet é uma alternativa, mas  você pode optar por camadas volumosas na parte de baixo, deixando para mostrar as pernas apenas quando retirar a saia. Durante o evento, tecidos e detalhes sobrepostos, como capas e blusas de renda, atualizam o tomara-que-caia com modelagem clean.