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Salvar o Planeta: É agora ou agora

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Em meio a tantas más noticias,guerra,e a preocupação do povo com o BBB9,resolvi dar uma relaxada e trazer uma noticia boa e leve pra vocês.

Renata Ramone

Manaus (AM), Brasil — Expedição do Greenpeace percorrerá várias cidades brasileiras para alertar contra os impactos das mudanças climáticas. Campanha tem início em Manaus. Com Copenhagen no horizonte, começa hoje (7/1), em Manaus, a expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora, a bordo do navio Arctic Sunrise, que percorrerá várias cidades brasileiras durante três meses e uns quebrados. A campanha brasileira faz parte do esforço global da organização para salvar o clima, alertando a população brasileira sobre a urgência do problema e a necessidade dos governos agirem para combater o aquecimento global, a maior ameaça atual ao futuro da humanidade. A expedição conta com um blog, com mais detalhes sobre a proposta e atividades. Participe, comente, faça sugestões! O Arctic Sunrise estará aberto à visitação pública durante os fins de semana nas cidades que visitar. Os visitantes serão informados, de uma forma divertida e interativa, sobre os problemas causados pelas mudanças climáticas. A entrada é gratuita. 

“A ciência é clara: em 2015,devemos ter estabilizado as emissões globais de CO2. Até 2050, devemos ter construído uma economia de carbono zero. Para enfrentar esse desafio, é preciso um esforço global que compartilhe responsabilidades entre cidadãos, governos, iniciativa privada e sociedade civil organizada”, disse Rebeca Lerer, coordenadora da expedição do Greenpeace.

Confira a agenda do Arctic Sunrise no Brasil: 

Local

Data

Manaus

10 e 11 de janeiro

Belém

24 e 25 de janeiro

De 29 de janeiro a 1 de fevereiro

Fortaleza

7 e 8 de fevereiro

Recife

14 e 15 de fevereiro

Salvador

7 e 8 de março

Rio de Janeiro

21 e 22 de março

Santos

28 e 29 de março

  

O Brasil tem hoje uma posição importante no combate às mudanças climáticas, já que está entre as 10 maiores economias do mundo e é o quarto maior emissor de CO2. Os desmatamentos e o mau uso do solo, principalmente na Amazônia, são responsáveis por 75% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa. A destruição da floresta amazônica libera todos os anos mais de 800 milhões de toneladas de gás carbônico.

Para fazer sua parte, o Brasil deve se comprometer com metas setoriais de redução de gases do efeito estufa, zerando o desmatamento da Amazônia até 2015, promovendo as energias renováveis e eficiência energética e implementando uma rede de áreas marinhas para proteger os oceanos. 

Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil

Sensibilização e Mudanças de Atitudes

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Ouve-se muito sobre o aquecimento global, efeito estufa e outros problemas globais. Porém, somente uma pequena parte da população possui conhecimento sobre o assunto. É preciso levar informações sobre as questões ambientais à sociedade, na expectativa de que cada indivíduo seja sensibilizado, assim tentando reverter o processo de degradação assustador que se vê no presente.

Vale ressaltar que, antes, os agentes naturais eram os responsáveis pelas modificações da superfície terrestre. Os ambientes naturais se mostravam em constante estado de equilíbrio ate o momento em que a sociedade passou a interferir progressivamente cada vez mais e intensamente na exploração dos recursos naturais. Essa exploração foi capaz de introduzir modificações globais que poderão ter conseqüências sérias o bastante para afetar os ecossistemas naturais.

Pode-se dizer que o marco para o Aquecimento Global foi a Revolução Industrial. Desde a década de 70 os indícios do efeito estufa são cada vez mais concretos.

O uso de combustíveis fósseis como carvão, gasolina, ou mesmo o uso de energia elétrica, queimadas e derrubadas de florestas lançam enormes quantidades de CO2 na atmosfera.

Propostas para solucionar o problema foram criadas como no Protocolo de Quioto que busca minimizar as emissões de gases, utilização de energia renovável e reflorestamento. Há também o documento da “Agenda 21”, que visa o desenvolvimento sustentável e o comprometimento ambiental.

Existe ainda a Educação Ambiental que tem como finalidade sensibilizar e fazer com que a sociedade veja o mundo com o olhar ecológico.

Para a compreensão dessa problemática ambiental torna-se necessário desenvolver uma consciência crítica, passando por um processo de sensibilização, mudança de atitudes e valores em relação ao ambiente.

 Renata R. Dos Santos

          

‘Comam menos carne’, diz principal cientista da ONU

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As pessoas deveriam considerar comer menos carne como uma forma de combater o aquecimento global, segundo o principal cientista climático da Organização das Nações Unidas (ONU).

Rajendra Pachauri, que preside o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), fará a sugestão em um discurso em Londres na noite desta segunda-feira.
Números da ONU sugerem que a produção de carne lança mais gases do efeito estufa na atmosfera do que o setor do transporte.
Mas um porta-voz da União Nacional dos Fazendeiros da Grã-Bretanha disse que as emissões de metano de fazendas estão caindo.
Pachauri acaba de ser apontado para um segundo termo de seis anos como presidente do IPCC, o órgão que reúne e avalia os dados sobre clima dos governos mundiais, e que já conquistou um prêmio Nobel.
“A Organização da ONU para Agricultura e Alimentos (FAO) estima que as emissões diretas da produção de carne correspondem a 18% do total mundial de emissões de gases do efeito estufa”, disse à BBC.
“Então eu quero destacar o fato de que entre as opções para reduzir as mudanças climáticas, mudar a dieta é algo que deveria ser considerado.” Clima de persuasão O número da FAO de 18% inclui gases do efeito estufa liberados em todas as etapas do ciclo de produção da carne – abertura de pastos em florestas, fabricação e transporte de fertilizantes, queima de combustíveis fósseis em veículos de fazendas e as emissões físicas de gado e rebanho.
As contribuições dos principais gases do efeito estufa – dióxido de carbono, metano e óxido nítrico – são praticamente equivalentes, segundo a FAO.
O transporte, em contraste, responde por apenas 13% da pegada de gases da humanidade, segundo o IPCC.
Pechauri irá falar em um encontro organizado pela organização Compassion in World Farming, CIWF (Compaixão nas Fazendas Mundiais, em tradução-livre), cuja principal razão para sugerir que as pessoas reduzam seu consumo de carne é para reduzir o número de animais em indústrias pecuárias.
“O ângulo das mudanças climáticas pode ser bastante persuasivo”, disse.
Pesquisas mostram que as pessoas estão ansiosas sobre suas pegadas de carbono e reduzindo as jornadas de carro, por exemplo; mas elas talvez não percebam que mudar o que está em seu prato pode ter um efeito ainda maior.” Benefícios Há várias possibilidades de redução dos gases de efeito estufa associados aos animais em fazendas.
Elas vão de ângulos científicos, como as variedades de gado geneticamente criadas para produzir menos metano em flatulências, até reduzir a quantidade de transporte envolvido, comendo animais criados localmente.
“Nós apoiamos fortemente as pesquisas com o objetivo de reduzir as emissões de metano dos animais de fazendas, por exemplo, mudando suas dietas e usando a digestão anaeróbica.” As emissões de metano de fazendas britânicas caíram 13% desde 1990.
Mas a maior fonte mundial de dióxido de carbono vindo da produção de carne é o desmatamento, principalmente de florestas tropicais, que deve continuar enquanto a demanda por carne crescer.
“Isso é algo que deveria provavelmente acontecer em nível global como parte de um tratado negociado para mudanças climáticas, e seria feito de forma justa, para que as pessoas que têm pouca carne no momento, como na África sub-saariana, possam comer mais, e nós no oeste comeríamos menos.” Pachauri, no entanto, vê a questão mais como uma escolha pessoal.
“Mas, se formos sinceros, menos carne também é bom para a saúde, e ao mesmo tempo reduziria as emissões de gases do efeito estufa.”

Fonte:Guiavegano