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Tem que ser hoje

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Se está bravo com alguém,
e ninguém faz alguma coisa
para consertar a situação
..Conserte você.
Talvez hoje,
aquela pessoa ainda queira ser seu amigo,
Se você não consertar isto logo,
talvez amanhã seja muito tarde.
Se está apaixonado por alguém,
mas a pessoa não sabe
..diga a ela.
Talvez hoje,
Aquela pessoa também esteja apaixonado por você
e se você não falar isto hoje,
talvez amanhã seja muito tarde.
Se você morre de desejos de dar um beijo em alguém…
Então dê.
Talvez essa pessoa também queira seu beijo,
se você não der isto a ela hoje,
talvez amanhã seja muito tarde.
Se você ama alguém e acha que esse alguém lhe esqueceu…
..Então diga a ele.
Talvez essa pessoa sempre o tenha amado
e se você não lhe disser isso hoje,
talvez amanhã seja muito tarde.
Se você precisa de um abraço de um amigo
… você deve lhe pedir.
Talvez ele precise isto mais que você,
e se você não lhe pedir hoje,
amanhã pode ser muito tarde.
Se você realmente tem amigos,
aos quais aprecia
.. conte isto a eles.
Talvez eles também o apreciem,
e se eles partem ou vão embora,
talvez amanhã seja muito tarde.

Renata R. Dos santos

Sedução inesgotável

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Já dizia o poeta, “que seja eterno enquanto dure”. E o que dizer quando os anos passam e é só lembrar aquele olhar marcado por grossas sobrancelhas, a boca úmida, mãos másculas e delicadas, o cheiro de tirar o fôlego? E muito, muito mais, que faz com que as histórias venham em colorido marcar o seu dia? Aquele corpo que provoca o brotar do suor em todos os poros, sem exceção. Que tira o sono e faz permanecer imóvel para não mexer sequer em uma lembrança? Pois é… Falo de uma sedução inesgotável, da paixão que não se explica, da saudade que não passa, daquelas fortes emoções que não escondem a vontade de estar junto.

Beijar, abraçar, agarrar, morrer de rir, falar bobagens, ficar boboca mesmo, como uma criança quando vê um doce de chocolate. Uma sensação de diversão e tristeza, medo, satisfação e prazer. Todos os sentimentos se embolam, ficam tímidos e libertos. Como fazer e o que dizer de uma “coisa” tão forte, que invade a vida e não sai de jeito algum?

Dizem que, com o tempo, tudo esfria. Que o cotidiano faz com que as pessoas não mais tenham essa atração um pelo outro. Que o vazio vai ocupando o espaço, que os olhares não são mais luminosos, nem os toques são macios e quentes. A relação é apenas uma convivência, nada mais. No entanto, tem gente que vive dessa maneira. Parece mentira, mas não é.

O calor é tanto quando se encontram que parece o desvendar do “primeiro dia” – uma enorme loucura que habita seus corações e se descontrola.

Sedução inesgotável… emoção vibrante que ninguém segura. Quem consegue separar duas pessoas que vivem esse amor? Nem a morte, pelo jeito. Fica a marca na pele, nas cavidades profundas da história da vida. Tem cheiro de rosas vermelhas – as da paixão. Nas ruas, procura-se o “outro”, a vontade de ver, de encontrar.

Quando a lembrança é arrasadora, tudo cai no chão, esquece os itens a serem cumpridos, o descompasso do ritmo cardíaco é forte, nada se estabiliza. Quando dá, telefonar é tudo:
– Oi tudo bem?

Aquela voz linda, aquele jeito de tirar o fôlego ainda faz tremer a carne. É quase um orgasmo, profundo, daqueles que se guarda na memória afetiva. De lá não sai, não.

Pois é, o poeta disse o que disse, com certeza tem razão. O que não previu, talvez, foi esse amor, algo que não termina jamais, que atravessa montes e vales, faz flutuar e sonhar que um dia, mesmo que não seja por aqui, vai permanecer para sempre…

Dicas:

– Se vive um sentimento assim, que não seja mais possível de se realizar por algum motivo, não deixe de mostrá-lo – chore, sonhe, vibre, até telefone e escute a voz. Se não for mais possível, escreva… Monte um diário contando sua linda história. Não perca, pode ajudar muita gente. Lembra do filme “Pontes de Madson?” Por ter sido registrado o que se passou, deixou marcas profundas e ajudou muita gente. Se não assistiu ainda, pegue nesse fim de semana.

– Não veja como um episódio triste em sua vida. Ao contrário, sinta-se presenteada… Poucas pessoas têm esse privilégio.

– Se ainda está com esse amor batendo no coração, curta! Ele vai deixar lindas marcas em sua estrada de vida, mas não tenha medo, siga em frente e divirta-se! Fale dele! Não esconda, jamais, essa história de alguém.

Fonte:bolsademulher

Emocionalmente evoluída

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A experiência da raça humana já conseguiu revelar que existem muitos tipos de inteligência. Todo mundo tem a sua, atuando em áreas e até intensidades diferentes. Uns são bons com números, outros com palavras, ou ao lidar com máquinas e dominar uma bola nos pés. São cabeças sempre em busca de boas soluções dispostas a aprender com os erros. É assim com quem se mostra craque em relacionamentos. Gente que, seja por um dom natural ou pelo tombo do navio, consegue, para o prazer próprio e o daquele com quem se divide escova de dentes, exibir maestria na complicadíssima arte de equilibrar o binômio razão-emoção, diminuindo sofrimentos e encontrando respostas para muitos questionamentos do amor.

Desde suas primeiras experiências no ramo, mesmo em plena inocência adolescente, a jornalista Ana Glusing teve por princípio economizar ao máximo sua cota de estresse em qualquer relacionamento amoroso em que se envolvesse. “Sempre fui uma pessoa muito ponderada e racional. Não consigo ser impulsiva. Antes de ter uma reação em resposta a qualquer atitude do outro, tenho o hábito natural de me colocar no lugar dele. Quase sempre consigo compreender e ser justa”, garante ela. Ana afirma que esse tempero de razão, ao menos se bem dosado, não esfria suas emoções. “Sou racional, mas não sou pedra. Não dá pra ficar querendo ponderar tudo o tempo todo e esse era justamente meu problema, quando era mais nova. Às vezes, ficava analítica demais. Com o tempo, fui aprendendo a deixar a coisa fluir e ver que a graça estava no equilíbrio”, diz. Quem vê Ana contando seus segredos com tanta propriedade há, com certa razão, de desconfiar de tanta segurança. Mas ela afirma que está longe de se sentir ou ser uma “mulher superior”. “Ainda tenho muito o que aprender na vida! Não sou melhor do que ninguém!”, assume.

É justamente nessa disposição para aprender com as lombadas da estrada que se revela a inteligência de quem é talentoso no assunto. Foi também na marra que a engenheira mecânica Roberta Gadelha aprendeu a criar soluções para os problemas de relação. “Perdi muito namorado dando muito crédito a valores como vaidade e orgulho. Mas acho que tudo isso é normal, a gente começa meio virgenzinha mesmo e depois vai aprendendo com as perdas e ganhos. Hoje, por exemplo, não consigo me imaginar explosiva, como era, principalmente com ciúmes. Essa, agora, é principalmente uma questão de bom senso e de autoconfiança, pra mim. Acho que sei ponderar e avaliar quando uma situação realmente oferece algum tipo de ameaça. E, para resolver, nada melhor do que conversa, ouvindo e falando, com muita calma”, revela Roberta.

Na opinião da psicóloga Maria Teresa Maldonado, todo mundo está apto a desenvolver sua inteligência emocional para relacionamentos. “Pode-se aprender na marra, por meio de uma perda, como, por exemplo, a pessoa que se ama um dia cansar de suas atitudes e dar um basta na relação; por meio de terapia ou por alguém que esteja ao lado, tentando fazer com que os erros sejam vistos”, garante. Como foi o caso do economista Alexandre Galvão. “Eu era uma pessoa extremamente egoísta, só queria saber da minha vida. De tão acostumado com essa maneira de ser, não atinava para as necessidades das pessoas à minha volta. Quando percebi que estava a ponto de perder a mulher da minha vida, fiz uma reavaliação comportamental e todos os dias tento me tornar um pouco melhor, pensar no que ela e os outros querem e sentem com minhas atitudes”, conta ele.

Maria Tereza acrescenta ainda que a falta de habilidade nos relacionamentos compromente muito não só a vida amorosa, como também a profissional e a social, de maneira geral. “Quem não sabe dominar seus impulsos, não sabe lidar com os outros e é socialmente indesejável, provavelmente terá dificuldades para manter sua situação de chefe ou até mesmo o emprego” alerta a psicóloga, lembrando que o segredo de tudo pode estar na capacidade de ter flexibilidade para poder construir bons relacionamentos em qualquer ambiente. “É importante desenvolver a competência de criar soluções e gerenciar seus sentimentos para viver melhor”, finaliza a psicóloga.

Fonte:bolsademulher