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Brasileira é uma das protagonistas de “Jogos Mortais 6”

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Uma brasileira é protagonista do thriller “Jogos Mortais 6” – em cartaz nos Estados Unidos – , de acordo com a notícia divulgada nesta terça-feira, 27, na coluna de Mônica Bergamo, no jornal “Folha de S. Paulo”.

Larissa Gomes, que foi criada no Canadá, é atriz, cantora, compositora e roteirista. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão participações na série “CSI: Miami” e no longa “Resident Evil: Apocalipse”.

SBT adia estreia de Roberto Cabrini para fevereiro de 2010

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Os diretores do SBT decidiram adiar para fevereiro de 2010 a estreia de “Conexão Repórter”, novo programa de Roberto Cabrini. A atração iria ao ar na próxima segunda-feira (26).

Segundo a assessoria de imprensa da emissora de Silvio Santos, a estreia foi adiada para acompanhar a nova grade de horários, que tem início em fevereiro. Além de “Conexão Repórter”, o SBT terá um reality show e uma nova novela na tentativa de alavancar a audiência.

No começo desta semana, foi divulgada na internet a informação de que a produção de Roberto Cabrini não conseguiu entrevistar Lindemberg Alves Fernandes, 23, para a estreia do apresentador. Para substituir Lindemberg, que matou a namorada Eloá Cristina Pimentel da Silva, o programa deveria trazer uma entrevista com Bruna Surfistinha em uma longa reportagem sobre prostituição.

Paranormal Activity “o melhor filme de terror dos últimos tempos”

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“Paranormal Activity”, segundo esta sendo veiculado na grande mídia, custou apenas 11 mil dólares e tem potencial para se tornar o filmes mais lucrativos da história do cinema. O título atual pertence a Bruxa de Blair, com seus 35 mil dólares de custo e mais de 250 milhões dólares em faturamento.
“Paranormal Activity” narra a história de um casal que se muda para uma casa e logo nos primeiros dias percebem coisas estranhas acontecendo. Para melhor investigar os acontecimentos noturnos, os pombinhos instalam câmeras de vigilância pela casa. Enquanto dormem, coisas cada vez mais assustadoras vão se revelando. Um detalhe interessante é que o filme foi filmado na própria casa do diretor, o estreante Oren Peli.
Se a história não tem nada de muito original, ao menos o filme parecer ter uma direção extremamente eficiente e sustos garantidos, assim como aconteceu com o espanhol REC, um dos melhores filmes de terror que tive o prazer de assistir.
Agora torcer para que o filme não demore muito para chegar ao Brasil, pois as minhas expectativas já são grandes.

 Fonte: http://www.sedentario.org

Sobre o nada e o tudo…

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Olá pessoal

Esse post é em homenagem ao meu Amor!!!

Bem hoje ele inicia sua vida no mundo dos blogs,com um tema bem “incomum” o blog dele se chama “Nada não é nada”,onde ele escreverá um pouco do que pensa,sente,sonha e acredita,sobre varios temas como religião,filosofia,Rpg, entre outros assuntos.

Meus amigos costumam dizer que o Fred(meu amor) é muito culto pra conversar com agente kkkk…

É cada uma que tenho que escutar,ta tudo bem,concordo que ele é sempre a pessoa que explica tudo sabe?! Sempre tem um,que mais inteligente kkkk…

Mas agora falando serio,Amor,te desejo muita sorte,espero que você consiga passar para os futuros leitores um pouco de tudo que você tem me passado nesses 4 anos e 3 meses de união.

TE AMO e SORTE!!!

Bjus Kiko!

“Max Payne” é o mais novo game a migrar para a tela dos cinemas

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Los Angeles (EUA), 18 out (EFE) – A indústria do videogame voltou a servir de fonte de inspiração para Hollywood, que leva aos cinemas a vingança do atormentado policial Max Payne, estrela de um bem-sucedido jogo homônimo para os consoles.

O filme, protagonizado por Mark Wahlberg (“Os Infiltrados”, 2006), Olga Kurylenko (próxima Bond Girl no novo filme do agente 007) e Amaury Nolasco (da série “Prison Break”), estreou sexta-feira nos cinemas americanos, em meio à expectativa de milhares de fãs do personagem.

 

A trama do filme “Max Payne” se passa em um ambiente escuro e frio, sob uma interminável nevasca, e avança arrastada pelo desejo de justiça do protagonista Max (Wahlberg), obcecado por encontrar os criminosos que mataram sua família.

 

Wahlberg elogiou a qualidade do filme. “Queria fazer algo divertido, intenso, após fazer ‘Fim dos Tempos’. Era uma oportunidade perfeita para isto”, explicou o ator, para quem nem toda a filmagem foi agradável.

 

Em uma das seqüências mais dramáticas do filme, Wahlberg teve que interpretar debaixo d’água, quase no escuro, sem referências de onde estavam as câmeras.

 

“Foi triste”, afirmou.

 

“Prendem você embaixo, tiram seu ar, é do que eu menos gosto. Na verdade, tenho um problema de ouvido desde que trabalhei em ‘Mar em Fúria’ (2000)”, explicou.

 

O ator, de 37 anos e recentemente pai de seu terceiro filho, admitiu que não conhecia o jogo “Max Payne” até ser contatado para fazer o filme, e afirmou não ter dedicado tempo ao programa porque tem uma “personalidade obsessiva”.

 

“Sou da velha escola”, indicou Wahlberg, que afirmou ter sido fã de jogos mais antigos, como “Pacman” ou “Hockey 93”, da Sega.

 

“Vi minha irmã jogar. Agora, tenho filhos e não posso me permitir. Já não sou um viciado em adrenalina como antes”, confessou o astro, que deixou de andar de moto e agora joga golfe e anunciou que retiraria todas as tatuagens, porque não quer que seus filhos se tatuem.

 

Wahlberg disse buscar agora uma comédia romântica e rejeitou inicialmente a idéia de fazer uma continuação de “Max Payne” e seguir, assim, os passos do videogame, que tem seqüência.

 

“Nunca fiz uma segunda parte e não espero repetir com este filme; tentaram fazer com ‘Uma Saída de Mestre’ (2003) e com outros, mas se não melhorar o primeiro, prefiro que nem façam”, destacou o ator, que deixou em aberto a possibilidade de retomar o papel se “a história agradar às pessoas e for melhorada”.

 

A idéia de uma seqüência não está nos planos iniciais da produção, mas o diretor John Moore (‘Atrás das Linhas Inimigas’, 2006) se mostrou favorável à possibilidade.

 

“Gostaria, acho que há muito mais a contar, mas se não houver Mark não há Max. Isto não é como James Bond, aqui não podemos mudar. Pelo menos eu não estaria interessado em seguir com outro ator”, destacou Moore.

 

Para o cineasta irlandês, o maior desafio do filme era captar a atmosfera do videogame, incluindo a estética das cenas de ação, para o que usou em duas ocasiões um sistema de câmera superlenta com um efeito parecido ao visto em “Matrix” (1999).

 

“Max Payne” se transformará este ano em herdeiro de produções como a saga de “Tomb Raider”, “Doom” (2005), “Street Fighter” (1994) e “Super Mario Bros” (1993), que passaram dos videogames ao cinema.

 

Até o momento, e ao contrário do que acontece com as histórias derivadas das histórias em quadrinhos, as adaptações dos jogos não conseguiram alcançar, nas telonas, o sucesso obtido nos lares, uma disciplina pendente que colocará à prova as virtudes de “Max Payne”

 Fonte:yahoonoticia