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A alimentação ideal para combater o estresse

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Está bem sem ânimo? Dê uma força para a alegria elevando a serotonina, um neurotransmissor responsável pela euforia e pelo bem-estar. Segundo a pesquisadora americana Carol Hart, autora do livro “Segredos da Serotonina” (Ed. Cultrix), estudos comprovam que a baixa serotonina pode provocar ansiedade, insônia, tristeza, irritação e dor de cabeça. “O organismo fabrica essa substância o tempo todo, porém não significa que ela esteja sempre funcionando bem. Vários fatores podem comprometer sua ação: estresse, alimentação pobre em proteínas e carboidratos, cansaço, oscilação dos hormônios (comum na TPM) e tristeza”, explica Ricardo Amaral, psiquiatra e professor da Universidade Anhembi Morumbi (SP).

Menu da felicidade

O antídoto mais eficaz contra o baixo-astral é a alimentação. Precisamente os itens com aminoácido triptofano – ricos em proteínas (ovos, carnes, castanhas, laticínios e verduras).
Quando a comida é digerida, o triptofano cai na corrente sanguínea e é transportado para o cérebro e o trato gastrointestinal, que se encarregam de produzir serotonina. Com uma refeição composta também de frutas e carboidratos, você aumenta a quantidade de triptofano no organismo.

Confira a lista de alimentos que a nutricionista Maria Idati Eiró (SP) indica para deixar a sua serotonina a mil!

Cereais: eles são boa fonte de carboidratos complexos e têm farta quantidade de fibras e vitaminas essenciais. A aveia, por exemplo, por causa do carboidrato, facilita a passagem do triptofano para o cérebro. Prefira os cereais com grãos integrais e pouca quantidade de açúcar e insira-os no café da manhã.

Banana: possui triptofano, vitamina B6, magnésio e potássio, nutrientes que estimulam a produção de serotonina e ajudam a diminuir ansiedade e irritação. A frutose (açúcar encontrado na fruta) chega rapidamente à corrente sanguínea e dá pique extra. Consuma uma banana todo dia.

Chocolate: está liberado, mas sem exageros! Quanto mais cacau na composição, melhor. Além de triptofano, contém teobromina, elemento que estimula a endorfina, relacionada à sensação de prazer. Um tablete pequeno, uma vez por semana, é ideal.

Laticínios: iogurte, leite e queijo são ricos em proteínas e triptofano. Uma fatia de queijo (quanto mais branco, menor o teor de gordura) ou um copo de leite por dia combate o baixo-astral.

Ovo: ingerir uma unidade de uma a duas vezes por semana ajuda a manter o nível de triptofano no organismo. Além do aminoácido, ele possui colina, substância que compõe as vitaminas do complexo B, importantes para o bom funcionamento do sistema nervoso.

Abacate: é rico em gorduras boas e magnésio, essenciais na síntese de serotonina. Coma uma unidade uma vez por semana.

Verduras verde-escuras como brócolis, couve e espinafre são fontes de ácido fólico, cuja deficiência pode provocar depressão. Procure consumir de duas a três porções por semana.

Evite ao máximo

Alguns alimentos boicotam o nosso bem-estar. Doces, biscoitos e sobremesas com muito açúcar dão sensação de prazer imediato e explosão de energia, mas, duas horas depois, provocam uma queda acentuada do açúcar no sangue. Resultado: o pique e o astral vão embora. Evite também as frituras, que contêm gorduras do mal e surtem o mesmo efeito.

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Sexo é remédio: combata 9 problemas de saúde na cama!

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Além de fazer bem ao coração, o sexo acaba com dores e previne doenças

 Turbine o coração

 Indicação
Prevenção de doenças cardíacas.
Informações ao paciente
Durante a relação sexual, o coração trabalha mais rápido. Isso aumenta a pressão arterial, preservando as artérias e a saúde cardíaca.
Dose recomendada
Para obter todos os benefícios, é preciso suar a camisa por, no mínimo, 30 minutos ao dia, cinco vezes por semana. Haja fôlego!

Combata as dores

 Indicação
Alívio das dores.
Informações ao paciente
Enquanto você está lá, no bem-bom, seu organismo produz endorfina, o melhor analgésico natural. Ele é tão forte que continua tendo efeito mesmo depois que o sexo termina.
Dose recomendada
Caiu, ralou, distendeu? Em vez de se entupir de remédios para dor, jogue-se nos braços do seu parceiro.

Acabe com o estresse

 Indicação
Controle do estresse.
Informações ao paciente
Uma noite de amor tem um poder mágico: ela acaba com qualquer tensão acumulada durante o dia. Faça sexo e troque a ansiedade por aquela moleza boa no corpo…
Dose recomendada
Uma vez por dia. Mas nada de transformar o prazer numa descarga de estresse. Assim ele perde a graça — e o efeito…

 Goste de si mesma

 Indicação
Aumento da autoestima.
Informações ao paciente
O cérebro é a parte do corpo que mais ganha no “rala e rola”. É lá que está o centro do prazer. Quando você se sente desejada por seu parceiro, fica mais confiante em si mesma.
Dose recomendada
Quantas vezes você quiser. Afinal, ninguém corre risco de ter efeitos colaterais. Também não há perigo de superdosagem!

Perca os quilos extras

 Indicação
Diminuição de peso.
Informações ao paciente
Não existe esporte mais prazeroso que esse. O esforço de uma relação sexual equivale, em média, a uma caminhada rápida a 7 km por hora. Numa noite animada, vocês podem queimar até 300 calorias cada um!
Dose recomendada
Nem é preciso lembrar que uma boa esportista deve treinar diariamente, certo?

Ganhe músculos

 Indicação
Fortalecimento da musculatura.
Informações ao paciente
Todo mundo sabe que fazer sexo exige esforço físico. Mais ainda no caso das mulheres, que movimentam os músculos da vagina. Isso tonifica a região e diminui o risco de incontinência urinária.
Dose recomendada
Diariamente, mas varie a posição, para poder trabalhar vários grupos musculares.

Melhore a imunidade

 Indicação
Reforço das defesas naturais do organismo.
Informações ao paciente
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostrou que quem se diverte na cama fica mais resistente a doenças. A explicação é que o organismo aumenta a produção de anticorpos, responsáveis pela defesa do corpo.
Dose recomendada
Uma a duas vezes por semana.

Lubrifique sua vagina

 Indicação
Melhora da lubrificação íntima.
Informações ao paciente
Na menopausa, diminui a produção do estrogênio, hormônio responsável pela lubrificação vaginal. A consequência disso é uma sensação de incômodo ao transar. Quem mantém relações sexuais frequentes resseca menos.
Dose recomendada
Quanto mais, melhor. Aproveite todas as oportunidades.

Durma com os anjos

 Indicação
Combate da insônia.
Informações ao paciente
Uma noite tranquila de sono também depende da outra atividade que você faz na cama. Afinal, o orgasmo proporciona bem-estar e uma gostosa exaustão. Isso faz você dormir sem ter de ficar contando os carneirinhos.
Dose recomendada
Diariamente. Assim, você garante um sono perfeito e revigorante.

Tudo sobre o Transtorno do Pânico

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Um ataque de pânico é um episódio de medo intenso que surge sem razão aparente e desencadeia várias reações físicas. Sentimentos assustadores de estar perdendo o controle, enlouquecendo, tendo um infarto ou mesmo morrendo, acometem um indivíduo que está tendo um ataque de pânico. Ataques ou crises de pânico são sinônimos.

As pessoas podem ter um ou dois ataques de pânico no decorrer da vida.

Transtorno de pânico ou síndrome do pânico é o desenvolvimento de um quadro onde os ataques de pânico tornam-se freqüentes, evoluindo para um tipo de transtorno de ansiedade crônico. Transtorno ou síndrome do pânico  são sinônimos.

O transtorno de pânico pode ser confundido com estresse ou nervosismo, mas na verdade, trata-se de uma doença real, com implicações sérias no organismo e na vida do indivíduo. Apesar disto, a síndrome do pânico tem tratamento, que inclui medicações, psicoterapia e técnicas de relaxamento que ajudam a prevenir e controlar os ataques de pânico.

Sintomas do pânico

Os sintomas de uma crise de pânico podem simular diversas outras doenças, como infarto do coração, derrame, vertigem, asma, dentre outros. Devido a esta possível confusão, é essencial a avaliação do médico para um correto diagnóstico e tratamento.

Uma pessoa pode ter vários dos sintomas abaixo, mas raramente todos ao mesmo tempo. Abaixo estão listados os sintomas de uma crise de pânico:

  • Palpitação, taquicardia ou coração acelerado;
  • Suores, sudorese, extremidades frias ou calafrios;
  • Tremores;
  • Falta de ar, sensação de sufocamento, fôlego curto ou respiração acelerada;
  • Calafrios ou ondas de calor;
  • Náusea, enjôo ou embrulho no estômago;
  • Dor ou cólica abdominal;
  • Dor ou opressão no peito;
  • Dor de cabeça ou sensação de cabeça cheia;
  • Tontura;
  • Fraqueza;
  • Bolo na garganta ou sensação de que não consegue engolir;
  • Sensação de que vai enlouquecer ou perder o controle;
  • Sensação de morte iminente.

As crises ou ataques de pânico duram alguns minutos e raramente acometem uma pessoa por horas seguidas.

As crises de pânico podem surgir a qualquer momento sem nenhum fator desencadeante, mas também podem estar associadas a algumas situações estressantes.

É comum, que pessoas com transtorno de pânico passem a evitar sair de casa devido ao medo do ter um ataque de pânico.

Causas do pânico

Não existem causas conhecidas para o transtorno ou crises de pânico. No entanto alguns fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento:

  • Fatores genéticos;
  • Estresse;
  • Alterações em estruturas cerebrais.

Fatores de risco para o transtorno de pânico

Sintomas de pânico geralmente iniciam-se na adolescência até por volta dos 30 anos. É mais comum em mulheres do que em homens.

Muitas pessoas têm apenas uma ou duas crises de pânico no decorrer da vida, e o problema desaparece, sem evoluir para um transtorno de pânico.

Alguns fatores podem elevar o risco de alguém desenvolver o transtorno de pânico, tais como:

  • Parentes com síndrome do pânico;
  • Evento estressante significativo ou duradouro;
  • Morte ou doença séria em pessoas amadas;
  • Abusos físicos ou sexuais na infância;
  • Acidentes, assaltos, estupros ou outros eventos traumáticos

Diagnóstico do pânico

O diagnóstico da síndrome do pânico é realizado por um médico, em especial o médico psiquiatra. Para isto, o médico fará uma consulta para detalhar toda história do quadro e também solicitar exames que servirão para descartar outros diagnósticos, como problemas cardíacos ou de tireóide.

Avaliações e testes podem incluir:

  • Anamnese, que inclui uma entrevista detalhada sobre a história das crises.
  • Exame físico, tais como avaliação do coração e da pressão arterial.
  • Exames laboratoriais, tais como exames de sangue como hemograma, glicose, bioquímica e hormônios da tireóide.
  • Exames de imagens, tais como tomografia computadorizada de crânio.

A solicitação de exames complementares depende da avaliação médica e de cada caso.

Nem todo mundo com crise de pânico tem o diagnóstico de transtorno de pânico. Alguns critérios são essenciais para o diagnóstico:

  • Os ataques de pânico são inesperados e freqüentes;
  • Existe preocupação em ter outro ataque de pânico;
  • Algumas situações ou locais passam a ser evitados devido ao medo de se ter crises de pânico;
  • As crises de pânico não são causadas por substâncias de abuso, outras doenças clínicas ou mesmo por outras doenças mentais, como depressão.

Complicações do pânico

Quando não se busca o diagnóstico e o tratamento adequado, o transtorno de pânico pode acarretar diversos prejuízos à saúde e qualidade de vida do paciente.

Complicações devido ao transtorno de pânico:

  • Desenvolvimento de fobias, como medo de dirigir ou de sair de casa;
  • Retraimento social e isolamento;
  • Problemas no trabalho ou nos estudos;
  • Depressão;
  • Abuso de álcool e de outras substâncias;
  • Suicídio.

Tratamento do pânico

O tratamento do transtorno e das crises de pânico é muito efetivo. O objetivo do tratamento é eliminar todos os sintomas do pânico, para que o indivíduo volte a sua vida normal e não mais se preocupe com as crises.

Medicações

As medicações para o transtorno de pânico ajudam a reduzir e prevenir os sintomas. Os medicamentos para o pânico são prescritos pelo médico, em especial pelo médico psiquiatra, levando em consideração o diagnóstico e o perfil de cada pessoa.

Diversos tipos de medicamentos podem ser utilizados:

  • Inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS). Geralmente são utilizados como primeira escolha no tratamento do transtorno de pânico. Incluem fluoxetina, paroxetina, sertralina, citalopram e escitalopram.
  • Inibidores de recaptação de noradrenalina e serotonina (IRNS). Incluem venlafaxina e duloxetina.
  • Antidepressivos tricíclicos. Medicamentos da classe dos antidepressivos, que apesar de efetivos, estão relacionados a uma maior chance de efeitos colaterais. Incluem amitriptilina, clomipramina, nortriptilina e imipramina.
  • Benzodiazepínicos. Estes medicamentos são considerados tranqüilizantes. Geralmente utilizados no início do tratamento ou de forma eventual para combater as crises. Devido ao potencial para causar dependência a eles associados, seu uso deve ser feito com parcimônia. Incluem alprazolam, bromazepam, clonazepam, cloxazolam, dentre outros.

Psicoterapia

A psicoterapia, geralmente conduzida por um psicólogo especializado, pode ajudar na compreensão da crise de pânico e no desenvolvimento de estratégias para lidar com ela.

A terapia cognitivo comportamental é a mais indicada para o tratamento do transtorno de pânico. Este tipo de psicoterapia é voltada para a mudança de padrões de pensamento que desencadeiam as crises de pânico. Durante as sessões o paciente aprende a reconhecer pensamentos e situações de dão início aos ataques, desenvolver maneiras de controlar a ansiedade e técnicas de auto-relaxamento.

Prevenção

Não existem formas eficazes de prevenir o transtorno do pânico. No entanto, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais evitar que o quadro torne-se crônico ou até mesmo, que piore em termos de intensidade e freqüência das crises.

Pânico: referências bibliográficas

Este guia sobre transtorno de pânico foi produzido pelo Editorial Médico utilizando fontes nacionais e internacionais de confiança para apresentar informações atualizadas e respaldadas em consensos e pesquisas médicas. Dentre as fontes científicas utilizadas estão:

  1. Campbell-Sills L, Stein MB: Guideline Watch: Practice Guideline for the Treatment of Patients With Panic Disorder. Arlington, VA: American Psychiatric Association, 2006. Revisão sistemática conduzida por um grupo de experts em transtorno de pânico da Associação Americana de Psiquiatria.
     
  2. American Psychiatric Association: Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 4th ed (DSM-IV). Washington, DC, APA, 1994. Quarta edição do Manual Estatístico e Diagnóstico de Doenças Mentais.
     
  3. Organização Mundial da Saúde: Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10).

A pessoa mais especial

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Existe alguém muito especial que está querendo lhe encontrar.

Por mais que ela anseie esse encontro você tem estado muito ocupado com: trabalho, amigos e outras coisas do dia-a-dia para notá-la… tem tido pouco tempo.

Saiba que muita coisa na vida não é tão importante quanto imaginamos, e que pressa demais não vai lhe dar um minuto sequer a mais de vida.

Pare um pouco! Pense! Descobrirá a pessoa que mais precisa do seu perdão, com quem mais necessita compartilhar seus problemas.

Fardos compartilhados sempre se tornam mais fáceis de carregar.

Se está cego de paixão a ponto de perder o amor próprio: feche os olhos!

As vezes de olhos fechados vemos muito mais longe.

Talvez aí se enxergue. É; é de você de quem estou falando!

Ninguém, nem nada no mundo vai lhe completar enquanto você não for suficiente para você mesmo. Enquanto não se conhecer.

Não digo conhecer de aparência, pois como diz o clichê “as aparências enganam”, mas se conhecer de verdade.

Se encontrar é algo processual e requer contínua investigação.

Nesse sentido, é preciso ter muito cuidado.

A opinião dos outros e mesmo a nossa são pistas mais nunca a essência do que somos. Essa, na verdade nunca descobriremos.

É talvez isso que torna ainda mais apaixonante a busca de si mesmo: sempre descobrimos que há algo a mais a descobrir.

Renata

Velho Sábio!!!

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E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de “Amigo”.
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, “o amor é uma filosofia de vida”.
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais. Naquele dia, decidi trocar tantas coisas…
Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar…
Agora simplesmente durmo para sonhar… Renata R. Dos Santos

Pense Nisso!!!

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Sempre acreditamos que haverá o amnhã para corrigir um descuido, para ter uma segunda chance de acertar.
Sera que haverá uma chance para dizer:

” POSSO FAZER ALGUMA COISA POR VOCE?”

O amanhã não é garantido para ninguém, seja para jovens ou para mais velhos. Hoje pode ser a última chance de abraçarmos aqueles que amamos.

Então se estamos esperando pelo amanhã, por que não agirmos hoje?

Assim, se o amanhã nunca chega, não teremos arrependimentos de não termos aproveitado um momento para um sorriso, para um abraço, para um beijo, uma gentileza, porque estavamos muito preoculpado para dar a alguém o que poderia ser seu último desejo.

Abracemos hoje aqueles que amamos. Sussuremos em seus ouvido, dizendo-lhes o quanto nos são caros e que sempre os amamos. Encotre-mos tempo para dizer: ” Desculpe-me, Perdoe-me, Obrigado, Eu Perdou Você.”

Sempre há tempo para amarmos e, se nao houver amanhã, também nao havera remorsos de hoje para carregarmos.

Pense nisso agora!

Faça isso agora!…

Como dormir mais e melhor

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Vá para a cama e acorde aproximadamente todos os dias no mesmo horário.

Garanta que suas condições, incluindo sua cama, são tão confortáveis quanto possível.

Vista roupas largas e confortáveis para dormir e mantenha o quarto escuro.

Mantenha o quarto o mais silencioso possível. Se você não conseguir bloquear ruídos externos, abafe-os com um som interno familiar, como o de um ventilador.

Evite deitar com fome. Um lanche leve (por exemplo, leite morno) pode ajudar.

Evite a ingestão de bebidas alcoólicas antes de dormir.Quando o álcool é eliminado durante a noite, você poderá sofrer períodos de despertar.

Evite muita estimulação mental durante aproximadamente 1h antes de dormir. Escute música, leia uma leitura leve, não discuta as finanças da família, nem termine seu trabalho de escritório.

Evite usar o seu quarto para trabalhar ou assistir televisão. Aprenda a associar o quarto com o sono.

Se você não consegue adormecer, levante e procure uma atividade relaxante, como ler ou fazer trabalhos manuais, até que você sinta sono.

Evite sonecas diurnas, que tendem a fragmentar o sono noturno.

Evite todas as bebidas que contém cafeína após o meio dia (café, chá preto, refrigerantes)

Tente fazer algum exercício durante o dia, como caminhadas regulares e andar de bicicleta. Evite exercícios vigorosos antes de dormir.

Problemas do sono podem indicar ansiedade, depressão e outros distúrbios clínicos e psicológicos. Diagnóstico e tratamento adequado da causa de base são de importãncia fundamental.

Medicamentos para dormir devem ser usados com cautela, sempre com indicação médica.

Alguns medicamentos têm efeito prolongado e prejudicam a capacidade para dirigir. Exija orientações claras para o uso adequado.

Medicamentos para dormir devem ser usados apenas durante o tratamento a curto prazo da queixa do sono. O uso crônico (toda noite) geralmente é ineficaz após algum tempo. Não se automedique ou aumente independentemente as doses prescritas. Se você sentir que sua medicação está perdendo o efeito, procure o seu médico.

Fonte:Saudenainternet