Arquivo da tag: feminino

Masturbação: um guia completo do prazer feminino

Padrão

Masturbação passo a passo: experimente!

 

A Sex Trainner Fátima Moura, autora do livro “Sexo, Amor e Sedução” (Ed. Harbra, R$ 29,90) dá dicas de como se preparar para a masturbação.

1. Prepare o seu corpo
Respire fundo, relaxando os pulmões para a aceleração que eles estão prestes a enfrentar. Aproveite para alongar-se. Isso ajuda a liberar as tensões para uma masturbação mais tranquila e descontraída.

2. Fantasie
O momento é seu: crie, extrapole, ouse! Não coloque barreiras na imaginação. Pense no seu chefe, no ator da novela, no vizinho… Nesta hora não há preconceitos ou limites, só a certeza de que tudo sairá do jeito que você gosta.

3. Livre-se da vergonha
Conhecer o corpo significa ficar mais à vontade consigo mesma. E, consequentemente, se sentir mais confiante na cama. Percorra com as mãos seios, mamilos, barriga e pêlos pubianos. Vá com calma e desvende-se!

4. Chegue ao clitóris
Use os dedos para percorrer toda a vagina: pequenos e grandes lábios, o canal e, claro, o clitóris. Sabia que esse pequeno órgão é a única parte do corpo feminino que existe exclusivamente para dar prazer? Então… aproveite!

Dica:
O toque deve ser repetitivo. Agora, a intensidade e o ritmo dependem de você!

 

Você sabia que a masturbação…

● Alivia tensões
● Combate o estresse
● Estimula o bom humor
● Trabalha a musculatura da região pélvica
● Melhora o sono
● Alivia dores de cabeça e cólicas menstruais
● Não modifica o corpo
● Ativa a circulação sanguínea
● Não vicia
● Não é sinal de homossexualismo
● Não substitui uma relação sexual com parceiro
● Não altera o ciclo menstrual e os níveis hormonais

O parceiro também pode participar

Sim, seu prazer está garantido, mas nada impede que o gato também faça parte desta farra deliciosa. Durante as preliminares, tome as rédeas da transa e coloque-o na privilegiada posição de observador. Então, comece a se tocar enquanto olha nos olhos do felizardo. Depois, entregue-se sem vergonha ao prazer. Isso se o rapaz não se juntar a você antes!

Palavra de especialista

Sim, seu prazer está garantido, mas nada impede que o gato também faça parte desta farra deliciosa. Durante as preliminares, tome as rédeas da transa e coloque-o na privilegiada posição de observador. Então, comece a se tocar enquanto olha nos olhos do felizardo. Depois, entregue-se sem vergonha ao prazer. Isso se o rapaz não se juntar a você antes!

Cuidado!

Acessórios são muito bem-vindos, desde que não comprometam sua saúde! Não coloque em seu corpo objetos pontiagudos, afiados ou quebráveis. Nunca introduza na vagina o que retirou do ânus e sempre cubra o objeto com um preservativo, já que certas bactérias podem levar até mesmo à esterilidade!

 

 Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/

 

 

 

 

 

 

O que é a Infertilidade

Padrão

O que é?

Dados de importantes estudos internacionais mostram que aproximadamente 35% das mulheres em todo o mundo apresentam distúrbios hormonais que impedem ou dificultam o crescimento e a liberação do óvulo, ou seja, a ovulação normal. Outros 35% apresentam algum tipo de obstrução tubária – ou nas trompas, ou nas tubas uterinas – provocada por infecções ou cirurgias.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 20% das mulheres em idade fértil têm dificuldade de engravidar por causa da endometriose, uma doença caracterizada pela presença do endométrio (camada de pele que reveste o útero internamente, renovada a cada mês depois do período menstrual) em locais fora do útero e que também impede a gestação.

Para entender a razão pela qual pode haver dificuldade de concepção, é importante que você conheça um pouco a anatomia do seu aparelho reprodutor.

O aparelho genital e reprodutor feminino é formado por: ovários, tubas uterinas, útero, vagina e órgãos genitais externos.

Os ovários compreendem duas estruturas, uma de cada lado do corpo, situadas dentro da cavidade pélvica. Produzem os hormônios sexuais femininos, chamados estrógeno e progesterona, responsáveis, respectivamente, pelas características sexuais secundárias da mulher (seios, deposição de gordura sobre coxas e nádegas, pêlos, menstruação, etc.) e pela gestação. Os hormônios sexuais femininos são responsáveis pela produção dos óvulos, após a puberdade.

As duas tubas uterinas localizam-se na cavidade pélvica e estão ligadas ao útero. Através delas é que o óvulo, que é liberado todos os meses, atinge o útero. Nesse trajeto pode haver a fecundação, o início de uma nova vida.

O útero , órgão no qual o óvulo fertilizado se fixa para desenvolver-se, mede aproximadamente 8 cm de comprimento, 4 cm de largura na sua parte superior e 2 cm de espessura. Durante a gravidez, esse tamanho é aumentado em diversas vezes.

A vagina , localizada na extremidade inferior do “canal do parto”, é o órgão feminino da cópula e o ducto por onde é liberada a menstruação.

Os órgãos genitais femininos externos compreendem o púbis, os grandes lábios, os pequenos lábios, o vestíbulo da vagina, o clitóris, o bulbo do vestíbulo e as glândulas vestibulares maiores:

  • Púbis (popularmente conhecido como monte de Vênus): elevação arredondada formada basicamente de um acúmulo de gordura; após a puberdade, encontra-se recoberto de pêlos.
  • Grandes lábios: duas pregas alongadas abaixo do púbis, que correspondem ao saco escrotal do homem.
  • Pequenos lábios: duas pequenas pregas de pele localizadas entre os grandes lábios, uma de cada lado da vagina.
  • Vestíbulo da vagina: fenda entre os pequenos lábios que contém o óstio da vagina (ou abertura da vagina), o óstio da uretra (ou canal da urina) e a abertura dos ductos das glândulas vaginais.
  • Clitóris: corresponde ao pênis; é constituído, da mesma maneira, por tecido erétil que, quando estimulado sexualmente, se enche de sangue e aumenta de tamanho. É uma região bastante sensível.
  • Bulbo do vestíbulo: duas pequenas massas pares e alongadas de tecido erétil localizadas ao lado dos óstios da vagina.
  • Glândulas vestibulares maiores: duas estruturas arredondadas ou ovóides que se localizam logo atrás do bulbo do vestíbulo. Secretam um muco característico durante a relação sexual, cuja função é lubrificar a vagina para a penetração.

As estatísticas mostram que os problemas para engravidar são mais comuns do que podemos imaginar. Felizmente, a grande maioria deles pode ser resolvida com acompanhamento médico correto.
Topo

Quais são as causas?

Comprovadamente, o estresse diário pode influir no desempenho de várias funções fisiológicas do organismo, inclusive no funcionamento hormonal, que reflete diretamente no aparelho reprodutor, podendo impedir a mulher de engravidar. Especialistas afirmam que aproximadamente um em cada dez casais tem dificuldade de ter filhos.
Topo

Como é feito o diagnóstico?

Antigamente era comum apontar a mulher como única responsável por não conseguir engravidar. Hoje sabe-se que as causas da infertilidade também incluem o homem. Felizmente, na grande maioria dos casos, o diagnóstico preciso e o tratamento correto, realizado sempre com acompanhamento médico, trazem resultados muito bons.

Especialistas alertam que apenas se justifica a investigação de um casal com suspeita de esterilidade após um ano de atividade sexual em período fértil, sem o uso de métodos anticoncepcionais. As chances de gestação aumentam progressivamente com o passar dos meses de tentativa. Somente cerca de 10% dos casais não obtêm gravidez após um ano. Se, passado esse tempo, o casal não conseguir a gestação desejada, justifica-se a procura de um médico especialista em fertilização para iniciar uma investigação.

Para identificar com precisão as causas da dificuldade de engravidar, o médico pode solicitar alguns exames, que irão:

  • investigar a infertilidade masculina com o espermograma, exame de material ejaculado colhido após três a cinco dias de abstinência sexual;
  • investigar a infertilidade feminina.

Entre os principais exames específicos solicitados pelo médico estão:

  • ecografia da pelve;
  • teste de dosagens hormonais;
  • histerossalpingografia (um exame radiológico contrastado que avalia a cavidade uterina e a permeabilidade positiva ou negativa das trompas);
  • videolaparoscopia (exame realizado em ambiente hospitalar, para avaliação da presença ou não de aderências pélvicas ou da endometriose, bastante freqüente em casos de esterilidade);
  • videoisteroscopia (exame para a avaliação da cavidade uterina com a retirada de miomas ou pólipos).

Embora alguns fatores de esterilidade estejam associados a agenesias (falta de órgão) de útero, trompa ou vagina e a alterações das gônadas, estas são situações raras. Geralmente os fatores de esterilidade, sejam masculinos, sejam femininos, são adquiridos durante a vida, decorrentes de infecções, alterações hormonais ou, ainda, provocados por seqüelas de cirurgias.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a incidência de esterilidade na população brasileira está em torno de 10%, sendo que em 40% dos casos a causa é exclusivamente masculina, em 50% exclusivamente feminina e em 10% dos casais existe a associação de problemas masculinos e femininos.
Topo

 Como tratar?Atualmente existem várias opções de tratamento confiáveis para os diversos casos de disfunção sexual, muitas vezes responsáveis pela infertilidade, como ejaculação precoce, disfunção erétil (impotência), anorgasmia (ausência de orgasmo), dispareunia (dor na relação sexual). Todo tratamento deve ser prescrito e acompanhado pelo médico, após a realização de exames cuidadosos capazes de detectar a existência de algum problema orgânico que esteja dificultando a concepção.

 

O diálogo aberto entre os cônjuges contribui para que eventuais problemas possam ser diagnosticados pelo médico e solucionados sempre que possível. A terapia de casal tem se mostrado bastante eficaz na orientação e na educação dos parceiros quanto à sua vida sexual, esclarecendo dúvidas que muitas vezes podem dificultar o relacionamento. Muitos casais, por falta absoluta de informação, podem expressar sentimentos de culpa e medo por problemas que freqüentemente são de solução simples.

Embora todo tratamento de infertilidade esteja fundamentado na correção dos problemas diagnosticados pelos exames solicitados pelo especialista, em um número considerável de casais apenas a orientação médica sobre qual a melhor maneira de proceder e quais os dias férteis para as relações é suficiente para que se alcance o objetivo de engravidar.

Quando nenhum problema orgânico é detectado pelo médico, alguns conselhos podem ajudar o casal a melhorar o desempenho sexual, facilitando, se esse for desejo de ambos, a concepção:

  • Antes, durante e após a relação sexual, o casal deve esforçar-se por deixar de lado todos os problemas, conscientizando-se de que eles não serão resolvidos exatamente nesses momentos.
  • O casal deve evitar repetir a relação de forma previsível ou sistemática: a imaginação pode ser aguçada, diversificando-se jogos e brincadeiras.
  • Cuidar da saúde é fundamental: problemas detectados pelo médico, sejam eles orgânicos, como deficiências hormonais, hipertensão e diabetes, sejam comportamentais, como depressão, irritabilidade e ansiedade, devem ser tratados por especialistas, pois tendem a influir no dia-a-dia do casal.
  • É importante criar espaço para que cada um dos cônjuges possa exercer sua individualidade. Cercear a liberdade do outro é impedir seu desenvolvimento como pessoa, em todos os campos. Momentos de afastamento e reaproximação são importantes tanto para o homem quanto para a mulher.
  • Jamais se deve descuidar da aparência. Entretanto, não se esqueça que é preciso entender as carências, as exigências e as limitações do corpo.
  • Não responsabilize o outro pelos seus próprios fracassos. Não hesite em procurar um terapeuta sempre que precisar de ajuda para autoconhecer-se. Admita seus defeitos e suas fraquezas.
  • Leia, estude, atualize-se, informe-se. Conviver diária e harmoniosamente com quem parou no tempo é difícil e nada acrescenta à relação.

Em casos específicos, sempre detectados pelo médico e sob sua orientação, podem ser utilizadas modernas técnicas terapêuticas para facilitar a concepção, como por exemplo a reprodução assistida, a indução da ovulação, a inseminação intra-uterina e a fertilização in vitro.

Converse com seu médico a respeito.

 Fonte: http://www.portalfeminino.com.br

Mapa do prazer feminino

Padrão

Um guia completo dos pontos mais sensíveis do seu corpo. Envie para seu querido ler e depois levá-la à loucura!

 

Lóbulo da orelha

Além de excitar a amada com palavras ditas ao pé do ouvido, como “seu bumbum me deixa louco” ou “não resisto à sua cintura fininha”, experimente mordiscar os lóbulos usando os dentes ou apenas os lábios – vale até dar leves puxões, pois eles ficam ainda mais sensíveis quando a mulher é estimulada sexualmente.

Couro cabeludo

Suba por trás com a ponta dos dedos, jamais as unhas, em direção às orelhas, formando um V. Repita algumas vezes, ora fazendo pressão leve, ora forte. Se quiser, siga o mesmo roteiro usando o queixo. Vai estimular terminações nervosas que são distribuídas por todo o corpo, incluindo o clitóris.

 

Nuca

Afaste o cabelo dela dando beijos leves na base da nuca e vá subindo em direção à orelha. A penugem fina que a encobre contribui para aumentar a sensibilidade. Portanto, até mesmo respirar sobre o local ou correr a ponta dos dedos suavemente vai deixá-la arrepiada e cheia de tesão.

Pálpebras

Ricas em terminações nervosas e ultra-sensíveis ao toque, são incontestáveis fontes de prazer. Deslize a língua sobre elas, distribua beijinhos, toque os cílios com seus lábios. Daí, suba para logo acima das sobrancelhas, massageando com os polegares, fazendo movimentos circulares – e sua garota vai esfriar a cabeça das preocupações para depois ferver de tanto tesão.

 

Lábio superior

Verdade que beijar na boca é o ponto de partida para deixar sua gata louca de desejo. Mas, se quiser sair do tradicional, mescle lambidas no lábio superior com mordidelas no centro dessa mesma região repleta de nervos e, portanto, extremamente sensível. Use a ponta da língua para provocar mais arrepios com leves e rápidas lambidas nos cantos da boca. Aliás, fique de olho nela. Levemente aberta, com a mandíbula relaxada, é sinal claro de excitação.

Centro das axilas

Como a pele dessa região é fina e cheia de nervos, a sensibilidade a estímulos eróticos fica maior. Ainda resta dúvida de que ela não deve ser desprezada? Para surpreender sua namorada, dê lambidas no centro da axila, de cima para baixo ou o contrário. Quer incrementar a brincadeira? Espalhe antes óleo corporal comestível.

 

Parte interna do pulso

Como esse local é mais sensível a variações de temperatura, experimente excitá-lo alternando lambidas com assopros. Outra idéia é chupar, antes de cada lambida, ora bala de canela, ora cubo de gelo, para aumentar ainda mais o excitante contraste quente-e-frio.

Ao redor dos mamilos

Toque levemente com os lábios, a língua e as mãos – experimente também apertar cuidadosamente a região, pois a pele dos seios é repleta de terminações nervosas e, por isso, muito mais sensível a estímulos eróticos. Quanto mais tempo brincar ao redor, maior será a sensação de prazer que sua amada desfrutará, quando você finalmente explorar os mamilos.

 

Umbigo

Massageie-o com movimentos de cima para baixo, se quiser aumentar a circulação nos genitais e, conseqüentemente, a excitação. Para uma performance digna de aplausos, finalize lambendo toda a pele que circunda o umbigo. Outro truque infalível: pressione com a palma da mão a região três dedos abaixo do umbigo ao mesmo tempo em que suga o clitóris. Dessa forma, a parte interna do órgão também é estimulada.

Grandes Lábios

São tããão sensíveis a carinhos com a língua! Quando finalmente tocar o botão mágico no centro deles, sua namorada não demorará a alcançar o Nirvana. Aliás, continue a atiçá-los roçando-os com a famosa série das nove: inicia com nove penetrações rasas seguidas de uma profunda. Depois, você vai subtraindo uma rasa e adicionando outra profunda… Quanto maior for o número de séries, mais trepidante será o orgasmo final.

 

Lombar

É onde a maioria das terminações nervosas das costas termina. Já pensou o prazer que ela sentirá se você deslizar aqui um minivibrador? Aumente, aos poucos, a pressão. Usar óleo de massagem para fazer movimentos circulares é outra boa pedida, pois prepara o restante do corpo para receber carícias ainda mais deliciosas. E não dispense o ossinho do cóccix: com os dedos besuntados de óleo ou lubrificante, faça círculos em torno dele, aumentando aos poucos o espaço até alcançar o bumbum.

Ponto G

O dito-cujo não é fácil de ser encontrado, mas não desista. Introduza um dedo na parte anterior da vagina e movimente-o como se estivesse chamando alguém. Sua garota não hesitará em pedir bis, se você realmente o achar. Uma ousadia a mais é pressionar a área com dois dedos (indicador e médio), enquanto suga o clitóris vagarosamente. Resultado: as sensações são ampliadas, e você agrada ainda mais.

 

Parte interna da coxa

Antes de focar o clitóris ou cair de boca lá embaixo, provoque-a acariciando a perna pelo lado de dentro, partindo do joelho em direção à virilha. Quando estiver próximo a vagina, apenas inspire sobre a região. Vai ver como ela se contorcerá de prazer.

Períneo

Mesmo tendo a fama de ser super-sensível e levando qualquer mortal às nuvens, muitas vezes esta zona erógena entre o final da vagina e o ânus é relegada ao esquecimento. Deixe as encanações de lado e peça a amada para deitar de bruços – avisando que não é sexo anal o que você está querendo! Daí, lambuze seu menino com lubrificante e deslize-o com movimentos de vaivém enquanto pressiona uma nádega contra a outra.

 

Atrás do joelho

O “Ai! Ui! Oh!” é garantido. Comece escorregando os dedos pela panturrilha e parte posterior da coxa, até chegar a esse local pouco explorado. Então, use três dedos para roçá-lo de leve. Mas, antes, certifique-se de que ela já está excitada – ou poderá sentir cócegas.

Linha onde o bumbum e a coxa se encontram

O derrière tem mais terminações nervosas do que você imagina, por isso é tão sensível a toques, tapinhas, lambidas, mordidelas. Só para variar, dê atenção à linha onde ele encontra com a coxa demarcando a linha com a língua, um acessório (como pena ou cubo de gelo), os dentes ou mesmo seu dedo lambuzado de óleo para massagem.

 

Planta do pé

Para fazê-la relaxar e entrar no clima, massageie toda a planta, especialmente a parte gordinha abaixo dos dedos (o plexo solar) como se amassasse pão, com força moderada para não provocar cócegas. Se tiver um óleo de massagem à mão, melhor ainda. Topa ousar mais? Inspire-se nos praticantes do tantrismo, que acreditam que o dedão é uma zona erógena e que sugá-lo leva algumas mulheres ao orgasmo.

 

 Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

Qual é o sexo do seu cérebro?

Padrão

O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa. Faça o teste e saiba se o seu cérebro tem o mesmo sexo que seu corpo.

 

As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres.

Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.

Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o ‘centro sexual’ do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o ‘centro sexual’ será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.

Faça o teste

 

 Reprodução

Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.

Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.

 

 Fonte: http://revistaepoca.globo.com/

“Viagra” feminino?

Padrão

A falta de prazer sexual na mulher é um problema que atinge 54% das brasileiras, segundo estimativas do Projeto Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas de São Paulo. E na ausência de um produto semelhante ao Viagra, também conhecido como “diamante azul”, o laboratório Ativus Farmacêutica criou o primeiro gel do país que promete melhorar o desempenho sexual feminino. Mas o Viatop-AM não é para ser ingerido: trata-se de uma pomada que deve ser aplicada na região do clitóris.

O gel é composto de duas substâncias: arginina e mentol. Enquanto a primeira age como vasodilatador e aumenta o fluxo sanguíneo na área genital, a segunda garante maior sensibilidade e cria uma agradável sensação de calor na região do clitóris. O produto deve ser aplicado na região genital por 3 a 5 minutos.

O efeito, afirmam os especialistas, é imediato. Além de aumentar a sensibilidade na região, o gel melhora a lubrificação vaginal. “Uma pequena quantidade é suficiente para a mulher alcançar o prazer. Mas o gel, sozinho, não faz milagres. O efeito da aplicação vai depender do estímulo sexual do parceiro”, diz a ginecologista Silvana Chedid, diretora da clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.

 

 Fonte: http://revistagalileu.globo.com/