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Adeus infertilidade: Anote dez dicas importantes para você engravidar

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A infertilidade afeta cerca de 20% dos casais em idade reprodutiva. Nas últimas décadas tem sido notada uma diminuição nas taxas de fertilidade em função do aumento da idade das mulheres, fator atribuído principalmente à educação e à participação da mulher no mercado de trabalho. Assim, o desejo de gestação surge por volta dos 35 anos, idade que coincide com a diminuição da fertilidade feminina.

Portanto, devemos considerar o tempo como um aliado, uma vez que a idade da mulher é o principal fator que determina a gravidez, tanto espontânea quanto artificial. E, para não perder tempo, anote 10 dicas importantes para engravidar:

1- Não deixe para depois…

Se a mulher tem o desejo de ser mãe, não deve deixar para pensar nisso somente após os 35 anos, pois além de sofrer redução progressiva em sua fertilidade, estará mais propensa a apresentar malformações fetais, principalmente as malformações cromossômicas, das quais a mais frequente é a síndrome de Down. E isso é inevitável, pois não conseguimos parar o relógio do tempo!

2- Fique atento ao período fértil feminino…

O período fértil é quando ocorre a ovulação, havendo possibilidade de gravidez. Algumas mulheres apresentam, neste período, um muco vaginal claro ou uma dor pélvica (“dor de ovulação”). Entretanto, isso ocorre apenas durante cerca de cinco dias, no meio do ciclo menstrual (daí a taxa de gravidez na espécie humana, mesmo em casais férteis, ser de apenas 20% ao mês). É recomendado, então, que o casal que deseja engravidar tenha, no mínimo, três relações sexuais por semana.

3- Procure o ginecologista caso não tenha sucesso…

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o casal deve ser considerado infértil quando tenta engravidar por um ano sem sucesso. Caso a mulher tenha mais de 35 anos, este tempo deve ser reduzido para seis meses. Porém, atenção: isso não indica que a mulher deve usar hormônios indutores da ovulação! Indica que o casal deve ser investigado quanto às possíveis causas de infertilidade para depois receber o tratamento indicado.

4- A infertilidade é sempre do casal!

Ninguém é culpado por não haver gravidez. Esse sentimento é muito comum nos casais com dificuldade de engravidar. Portanto, ambos devem ser submetidos a exames diagnósticos, como perfil hormonal feminino, ultrassonografia transvaginal seriada, histerossalpingografia, espermograma, sorologias virais, entre outros. A infertilidade ocorre em 40% dos casos por fatores femininos, em 40% por fatores masculinos e em 10% por causas mistas. Em 10% dos casos não é possível encontrar uma causa (é a chamada Infertilidade Sem Causa Aparente – ISCA). Essa investigação é fundamental para que seja indicado o tipo de tratamento adequado ao casal.

5- Não se desespere se precisar do tratamento de reprodução assistida…

Muitos casais referem uma frustração ao receberem o diagnóstico de infertilidade, mas pense no lado positivo: os tratamentos evoluem a cada dia, para tornar cada vez mais alcançável o sonho da maternidade. São vários os tipos de tratamento, que se resumem, em graus crescentes de complexidade, em: Coito Programado, Inseminação Intra-Uterina (IIU), Fertilização In Vitro (FIV) e FIV com Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI). Por se constituírem em tratamentos específicos, estes devem ser realizados por um especialista em infertilidade. Por serem técnicas avançadas, tais procedimentos devem ser realizados em uma clínica de reprodução com estrutura ampla e detalhada.

6- Casais com recursos financeiros limitados também podem realizar o tratamento…

O programa Acesso foi criado para permitir que casais com recursos financeiros limitados tenham “acesso” aos tratamentos de reprodução assistida, afinal, realizar o sonho de ter um filho não pode depender de classe econômica. Para tanto, o casal deve acessar o site e se cadastrar:
www.queroterumfilho.com.br

7- Existe esperança para mulheres com mais de 40 anos ou com baixa reserva ovariana…

Felizmente, o útero não envelhece como os ovários, o que permite a mulher receber óvulos doados de uma mulher com menos de 35 anos, e, após fertilização com o espermatozóide do seu marido, gerar o bebê até seu nascimento. Este processo, chamado Ovodoação, é permitido no Brasil, desde que a doadora seja anônima, também necessite se submeter ao tratamento e apresente características físicas e imunológicas compatíveis com a receptora.

8- Abaixo a ansiedade!

Muitos casais inférteis, especialmente aqueles submetidos à FIV, encontram-se sob forte estresse, o que pode reduzir a fertilidade, originando um ciclo vicioso que deve ser interrompido para que se obtenha gravidez.

9- A acupuntura pode ajudar…

Já está comprovado cientificamente que a acupuntura apresenta efeitos benéficos na infertilidade. Além de reduzir a ansiedade, ela tem ação sobre a ovulação, podendo melhorar a qualidade dos óvulos, e sobre a implantação do embrião, pelo aumento da vascularização do endométrio.

10- É possível engravidar aos 40 com óvulos próprios de 35 anos… 

Para as mulheres que não têm previsão para engravidar, a possibilidade de congelar óvulos para uso futuro é hoje muito viável. Com a técnica de vitrificação, as características dos óvulos são preservadas em quase 100%, fazendo com que a taxa de gravidez se mantenha. Essa alternativa tende a ser cada vez mais utilizada pela mulher moderna.

Segunda gravidez: especialistas tiram dúvidas das mães de segunda viagem

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Seja porque seu sonho é ter uma família grande ou porque você conhece as alegrias de ter um irmão e quer proporcionar o mesmo ao seu filho, ser mãe pela segunda vez é uma escolha que afeta não só a sua vida, mas de toda a família. Principalmente dos filhos. Há quem sinta enjoos terríveis na primeira, mas não na segunda gravidez. E como não existem duas gestações e nascimentos totalmente iguais, algumas dicas são essenciais para passar por esse período com saúde, tranquilidade e segurança. No livro “A Bíblia da Gravidez – A Segunda Gravidez”, de Wladimir Taborda, Mariano Tamura e Alice D. Deutsch, publicado pela CMS Editora, os especialistas dão dicas importantes para a segunda gestação. Confira:
  • 1
    Amamentação na segunda gravidez
    É mito acreditar que não se pode engravidar durante a amamentação. As chances são bastante reduzidas, mas existem. “O hormônio prolactina, que estimula a produção de leite, também pode diminuir as chances de ovulação. A ideia de que amamentar também previne a gravidez é falsa e também não é verdade que você precisa parar de amamentar ao engravidar“, diz o livro. Vale ressaltar que se for preciso desmamar o filho mais velho durante a gravidez, o ideal é que seja quando ele conseguir beber em um copo e comer alimentos sólidos.
  • 2
    Sintomas da segunda gravidez são iguais aos da primeira
    Enjoo, dores de cabeça, vontades constantes de urinar e sonolência são alguns dos sintomas mais comuns de gravidez e que se repetem quando a mulher está grávida novamente. “A diferença principal é como a mulher reage a eles na segunda gravidez. A maioria dos sintomas decorre de alterações e adaptações biológicas à gravidez e ocorrem em todas as gestações, como, por exemplo, o escurecimento dos mamilos, corpo e seios inchados e sonolência. O enjoo pode variar em cada caso, mas é o mais rapidamente reconhecido“, explica o mestre em obstetrícia e doutor em medicina pela Unifesp Wladimir Taborda.

    Como a mulher já passou por todas as etapas uma vez, ela já está mais bem preparada para a segunda gravidez. “Ela já sabe que os enjoos vão passar, ou diminuir bastante, assim como todos os sintomas comuns da gravidez e que não fazem nenhum mal para o bebê. Menos ansiedade e reconhecimento precoce dos sintomas mais comuns são típicos da segunda gravidez”, salienta o médico.

  • 3
    Intervalo entre as gestações: qual é o período ideal?
    O intervalo entre o nascimento de um filho e a concepção de outro é um dos fatores que estão associados ao parto prematuro, ao baixo peso no nascimento e ao desenvolvimento abaixo do normal dentro do útero. Por isso, muitas mães sabem que o risco deve ser levado em conta quando decidem ‘emendar’ uma gravidez na outra. “O risco maior dessas complicações costuma estar associado a um intervalo de menos de seis meses entre as gestações“, afirma a publicação “A Bíblia da Gravidez – A Segunda Gravidez”.

    De acordo com o livro, com um intervalo de 18 a 23 meses entre as gestações, o risco é menor. Mas o perigo aumenta 24 meses depois do último parto. Isso porque quando o intervalo é curto a mulher pode não ter se recuperado não só do desgaste físico, mas também da defasagem nutricional da primeira gravidez. “Um intervalo longo entre as gestações pode significar que agora você está bem mais velha e, assim, há maior risco de ocorrer alguma anomalia cromossômica“, dizem os especialistas no livro.

  • 4
    Facilitando a segunda gravidez: dicas para engravidar
    Algumas mulheres preferem um intervalo curto entre os dois filhos. Se você pretende engravidar logo, após o período mínimo de seis meses recomendado entre as duas gestações, é válido revisar o período de ovulação para conseguir fazer com que o espermatozoide chegue ao óvulo o mais rápido possível após o início da ovulação, já que, normalmente, a fertilização acontece dentro de 24 horas a partir da liberação do esperma.

    “O melhor é tentar fazer com que a relação sexual ocorra cerca de 12 horas antes da ovulação. Assim, os espermatozoides já terão chegado à vagina, ao colo e à tuba uterina, onde o óvulo está percorrendo o caminho em direção ao útero”, explicam os autores de “A Bíblia da Gravidez – A Segunda Gravidez”. Segundo o livro, acredita-se que os espermas vivem de um a dois dias dentro do corpo da mulher.

  • 5
    Infertilidade secundária acontece sem explicações
    Mesmo sem haver qualquer problema durante a primeira gestação, mais de um milhão de casais no mundo enfrentam o que é conhecido como infertilidade secundária, ou seja, problemas de concepção após a primeira gravidez ter sido normal. “Isso pode estar relacionado a um longo período de espera entre a primeira e a segunda gestações, bem como a mudanças na saúde ou no estilo de vida”, afirma o livro. Não é raro que o casal precise procurar um médico especializado para avaliar a necessidade de iniciar um tratamento específico de fertilização.
  • 6
    Diferenças no corpo e na barriga da mulher na segunda gravidez
    Você sabia que na segunda gravidez a barriga da mulher parece maior mais cedo? É comum com apenas 10 a 12 semanas a mulher não caber mais na roupa por ter uma barriga semelhante à de quatro meses de gestação. “Nessa época, o útero ainda continua dentro da pélvis e seria cedo demais para ‘aparecer’. No entanto, é comum que a mulher pareça estar grávida de quatro meses, não porque o útero é maior, mas porque os músculos da parede abdominal estão mais esticados e relaxados depois da primeira gravidez“, explicam Wladimir Taborda, Mariano Tamura e Alice D. Deutsch,  no livro “A Bíblia da Gravidez – A Segunda Gravidez”.

    Cansaço extremo, principalmente no primeiro e no terceiro semestres, são mais comuns durante a segunda gravidez. De acordo com a publicação, não há uma explicação convincente para a segunda gravidez ser mais cansativa. “Mas uma explicação pode estar no fato de que você não pode se dar ao luxo de cuidar apenas de você quando está em casa”.

    Ainda de acordo com o livro, se você não teve estrias durante a primeira gravidez – os risquinhos costumam aparecer em 50% das mulheres grávidas -, é bem possível que elas não apareçam na segunda. Ao contrário das varizes, que costumam aumentar com as gestações e a idade. “Mas se as indesejáveis estrias apareceram antes, você pode estar predisposta a tê-las de novo. A receita básica é ficar de olho na balança para evitar ganho excessivo de peso e se exercitar”, afirma a publicação.

Quer engravidar? Cuide da saúde e se planeje o quanto antes!

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DivulgaçãoAproximadamente 40% dos casais que não conseguem engravidar têm fertilidade primária, enquanto 60% apresentam infertilidade secundária, ou seja, problemas de fertilidade após uma ou mais gestações, ou em decorrência de abortos.

De acordo com o sócio-diretor da Unifert, Carlyson Moschen, o problema ocorre com maior frequência entre as mulheres e as principais causas são a endometriose, a obstrução das trompas, as complicações em partos anteriores e a gravidez tardia. Os tratamentos são os mesmos aplicados em casos de infertilidade primária.

Muitos casais têm o primeiro filho e por inúmeras razões resolvem dar continuidade à família após muitos anos. Essa gravidez tardia, juntamente com a endometriose, podem ser as causas mais frequentes da infertilidade secundária.

Carlyson lembra que a mulher tem duas idades, a idade física e a ovariana. “A mulher pode estar muito bem fisicamente, com a saúde em perfeito estado, porém os óvulos vão ‘envelhecendo’ com o tempo. E isso significa uma perda na qualidade e, até mesmo, a diminuição no número de óvulos”, afirma.

Já a endometriose, apesar de ainda não haver um consenso científico das causas, é considerada a doença da mulher moderna. Pois a correria do cotidiano e o estresse podem atuar diretamente no seu desenvolvimento.

Portanto, para o especialista, a melhor forma de evitar um problema de infertilidade é não perder tempo. O período ideal entre uma gestação e outra é de aproximadamente dois anos. “A mulher não deve esperar muito, principalmente, se ela já tiver uma gestação considerada tardia para os padrões naturais”, conclui.

Alimentos que ajudam a Engravidar

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É cada vez maior o número de casais que recorre a tratamentos médicos para realizar o sonho de ter um filho. Porém, poucas pessoas sabem que certos alimentos ajudam a manter as células reprodutoras ativas por mais tempo, aumentando as chances de concepção.

Nós, médicos, podemos apontar diversos problemas para a infertilidade, até mesmo genéticos, mas a alimentação também tem grande importância neste contexto. Estudos apontam que 15% dos homens e mulheres inférteis estão acima do peso, por isso é preciso ter mais atenção com aquilo que colocamos à mesa quando nos programamos para ter um filho.

A Sociedade de Medicina Reprodutiva Americana mostrou que 83% dos homens com infertilidade não consumiam frutas e verduras, algo em torno de menos de 5 porções por dia. Já entre os homens que comiam frutas e verduras, o número cai para 40% de inférteis. Por isso, especialistas não descartam a possibilidade do surgimento da infertilidade masculina ser causado por mudanças maléficas nos hábitos alimentares.

Na lista dos alimentos que devem ser cortados da dieta estão o álcool e o café, pois aumentam o nível do hormônio feminino prolactina, o que conseqüentemente reduz a fertilidade. O álcool, por si só, já é um grande inimigo da saúde e dificulta a fecundação por ser tóxico para os aparelhos reprodutores de ambos os sexos, além de desregular o ciclo menstrual. O café consumido em excesso (mais de uma xícara por dia) reduz pela metade a probabilidade de gravidez.

Entre as substâncias que devem ser introduzidas na alimentação estão: ácido fólico, encontrado em alimentos como espinafre e feijão; zinco, presente no germe de trigo e na carne vermelha; vitamina B6, da banana e do frango; vitamina B12, obtida na ingestão de fígado e atum enlatado; e a nossa conhecida vitamina C, encontrada na acerola e em frutas cítricas como laranja e abacaxi.

Seguindo estes pequenos passos podemos aumentar as chances de reprodução de maneira simples e natural, sem necessidade de tratamentos médicos. Além disso, é preciso pensar na saúde do bebê que chegará, por isso é fundamental as gestantes terem hábitos saudáveis, inclusive na alimentação.

Dra. Sylvana Braga é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Cinta permite que bebê ouça música na barriga da mãe

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Já pensou em poder escolher as músicas que seu bebê vai ouvir antes de nascer? A empresa Nuvo está lançando o Nuvo Ritmo Pregnancy Advanced Sound que vai permitir com que as mães banquem DJs para os filhos que ainda não nasceram.

O equipamento é uma espécie de cinta, que funciona com alto-falantes acoplados a ele e que, ligados a um dispositivo de som – um iPod, um toca discos ou qualquer outra coisa que tenha entrada de fones de ouvidos – tocam música diretamente na barriga da mamãe. O preço sugerido pelo fabricante é de US$ 129,99 (R$ 233).

Elle: Britney Spears posa com os filhos em revista

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Como num retrato de família, Britney Spears pegou seus filhotes no colo e posou toda sorridente para a capa da edição de janeiro da Elle americana. E os meninos pareciam mais que à vontade, o que não é de se estranhar já que Sean e Jayden estão crescendo diante das lentes dos paparazzi. E o sorriso de Britney parece refletir o bom momento na vida pessoal e amorosa da cantora.

Apesar dos muitos boatos que dizem que a Britney e o namorado Jason Trawick estariam passando por problemas, o casal foi fotografado essa semana e parecia mais quem bem. A loira passou o aniversário de 28 anos grudadinha no empresário.

E os prêmios e indicações também não faltaram. Depois de ganhar o prêmio de Melhor Vídeo Pop no VMA, Britney também garantiu um indicação ao Grammy com Womanizer.

Tremendo, Dudu Nobre assina separação de Adriana Bombom

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O sambista Dudu Nobre assinou nesta quinta-feira (19), tremendo, o pedido de separação da dançarina Adriana Bombom. A participante de “A Fazenda 2” havia assinado o documento aos prantos, antes de entrar no reality show da Record.

Muito civilizados, os dois se entenderam em todos os assuntos. O cantor ficará com a casa em que moravam juntos mas irá arcar com todas as despesas dos filhos. As crianças viverão em um apartamento com Bombom, que não aceitou receber pensão para si. O advogado Marcos Rogério Ferreira protocolará o pedido de separação no Fórum do Rio de Janeiro, provavelmente na próxima semana. Após isso, Dudu Nobre e Adriana Bombom devem aguardar a audiência. “Vou conversar com o juiz e pedir para a aduência ser marcada somente depois de Adriana sair do reality show da Record”, contou o advogado.

 

 fonte: http://folhavitoria.com.br

O que é a Infertilidade

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O que é?

Dados de importantes estudos internacionais mostram que aproximadamente 35% das mulheres em todo o mundo apresentam distúrbios hormonais que impedem ou dificultam o crescimento e a liberação do óvulo, ou seja, a ovulação normal. Outros 35% apresentam algum tipo de obstrução tubária – ou nas trompas, ou nas tubas uterinas – provocada por infecções ou cirurgias.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 20% das mulheres em idade fértil têm dificuldade de engravidar por causa da endometriose, uma doença caracterizada pela presença do endométrio (camada de pele que reveste o útero internamente, renovada a cada mês depois do período menstrual) em locais fora do útero e que também impede a gestação.

Para entender a razão pela qual pode haver dificuldade de concepção, é importante que você conheça um pouco a anatomia do seu aparelho reprodutor.

O aparelho genital e reprodutor feminino é formado por: ovários, tubas uterinas, útero, vagina e órgãos genitais externos.

Os ovários compreendem duas estruturas, uma de cada lado do corpo, situadas dentro da cavidade pélvica. Produzem os hormônios sexuais femininos, chamados estrógeno e progesterona, responsáveis, respectivamente, pelas características sexuais secundárias da mulher (seios, deposição de gordura sobre coxas e nádegas, pêlos, menstruação, etc.) e pela gestação. Os hormônios sexuais femininos são responsáveis pela produção dos óvulos, após a puberdade.

As duas tubas uterinas localizam-se na cavidade pélvica e estão ligadas ao útero. Através delas é que o óvulo, que é liberado todos os meses, atinge o útero. Nesse trajeto pode haver a fecundação, o início de uma nova vida.

O útero , órgão no qual o óvulo fertilizado se fixa para desenvolver-se, mede aproximadamente 8 cm de comprimento, 4 cm de largura na sua parte superior e 2 cm de espessura. Durante a gravidez, esse tamanho é aumentado em diversas vezes.

A vagina , localizada na extremidade inferior do “canal do parto”, é o órgão feminino da cópula e o ducto por onde é liberada a menstruação.

Os órgãos genitais femininos externos compreendem o púbis, os grandes lábios, os pequenos lábios, o vestíbulo da vagina, o clitóris, o bulbo do vestíbulo e as glândulas vestibulares maiores:

  • Púbis (popularmente conhecido como monte de Vênus): elevação arredondada formada basicamente de um acúmulo de gordura; após a puberdade, encontra-se recoberto de pêlos.
  • Grandes lábios: duas pregas alongadas abaixo do púbis, que correspondem ao saco escrotal do homem.
  • Pequenos lábios: duas pequenas pregas de pele localizadas entre os grandes lábios, uma de cada lado da vagina.
  • Vestíbulo da vagina: fenda entre os pequenos lábios que contém o óstio da vagina (ou abertura da vagina), o óstio da uretra (ou canal da urina) e a abertura dos ductos das glândulas vaginais.
  • Clitóris: corresponde ao pênis; é constituído, da mesma maneira, por tecido erétil que, quando estimulado sexualmente, se enche de sangue e aumenta de tamanho. É uma região bastante sensível.
  • Bulbo do vestíbulo: duas pequenas massas pares e alongadas de tecido erétil localizadas ao lado dos óstios da vagina.
  • Glândulas vestibulares maiores: duas estruturas arredondadas ou ovóides que se localizam logo atrás do bulbo do vestíbulo. Secretam um muco característico durante a relação sexual, cuja função é lubrificar a vagina para a penetração.

As estatísticas mostram que os problemas para engravidar são mais comuns do que podemos imaginar. Felizmente, a grande maioria deles pode ser resolvida com acompanhamento médico correto.
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Quais são as causas?

Comprovadamente, o estresse diário pode influir no desempenho de várias funções fisiológicas do organismo, inclusive no funcionamento hormonal, que reflete diretamente no aparelho reprodutor, podendo impedir a mulher de engravidar. Especialistas afirmam que aproximadamente um em cada dez casais tem dificuldade de ter filhos.
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Como é feito o diagnóstico?

Antigamente era comum apontar a mulher como única responsável por não conseguir engravidar. Hoje sabe-se que as causas da infertilidade também incluem o homem. Felizmente, na grande maioria dos casos, o diagnóstico preciso e o tratamento correto, realizado sempre com acompanhamento médico, trazem resultados muito bons.

Especialistas alertam que apenas se justifica a investigação de um casal com suspeita de esterilidade após um ano de atividade sexual em período fértil, sem o uso de métodos anticoncepcionais. As chances de gestação aumentam progressivamente com o passar dos meses de tentativa. Somente cerca de 10% dos casais não obtêm gravidez após um ano. Se, passado esse tempo, o casal não conseguir a gestação desejada, justifica-se a procura de um médico especialista em fertilização para iniciar uma investigação.

Para identificar com precisão as causas da dificuldade de engravidar, o médico pode solicitar alguns exames, que irão:

  • investigar a infertilidade masculina com o espermograma, exame de material ejaculado colhido após três a cinco dias de abstinência sexual;
  • investigar a infertilidade feminina.

Entre os principais exames específicos solicitados pelo médico estão:

  • ecografia da pelve;
  • teste de dosagens hormonais;
  • histerossalpingografia (um exame radiológico contrastado que avalia a cavidade uterina e a permeabilidade positiva ou negativa das trompas);
  • videolaparoscopia (exame realizado em ambiente hospitalar, para avaliação da presença ou não de aderências pélvicas ou da endometriose, bastante freqüente em casos de esterilidade);
  • videoisteroscopia (exame para a avaliação da cavidade uterina com a retirada de miomas ou pólipos).

Embora alguns fatores de esterilidade estejam associados a agenesias (falta de órgão) de útero, trompa ou vagina e a alterações das gônadas, estas são situações raras. Geralmente os fatores de esterilidade, sejam masculinos, sejam femininos, são adquiridos durante a vida, decorrentes de infecções, alterações hormonais ou, ainda, provocados por seqüelas de cirurgias.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a incidência de esterilidade na população brasileira está em torno de 10%, sendo que em 40% dos casos a causa é exclusivamente masculina, em 50% exclusivamente feminina e em 10% dos casais existe a associação de problemas masculinos e femininos.
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 Como tratar?Atualmente existem várias opções de tratamento confiáveis para os diversos casos de disfunção sexual, muitas vezes responsáveis pela infertilidade, como ejaculação precoce, disfunção erétil (impotência), anorgasmia (ausência de orgasmo), dispareunia (dor na relação sexual). Todo tratamento deve ser prescrito e acompanhado pelo médico, após a realização de exames cuidadosos capazes de detectar a existência de algum problema orgânico que esteja dificultando a concepção.

 

O diálogo aberto entre os cônjuges contribui para que eventuais problemas possam ser diagnosticados pelo médico e solucionados sempre que possível. A terapia de casal tem se mostrado bastante eficaz na orientação e na educação dos parceiros quanto à sua vida sexual, esclarecendo dúvidas que muitas vezes podem dificultar o relacionamento. Muitos casais, por falta absoluta de informação, podem expressar sentimentos de culpa e medo por problemas que freqüentemente são de solução simples.

Embora todo tratamento de infertilidade esteja fundamentado na correção dos problemas diagnosticados pelos exames solicitados pelo especialista, em um número considerável de casais apenas a orientação médica sobre qual a melhor maneira de proceder e quais os dias férteis para as relações é suficiente para que se alcance o objetivo de engravidar.

Quando nenhum problema orgânico é detectado pelo médico, alguns conselhos podem ajudar o casal a melhorar o desempenho sexual, facilitando, se esse for desejo de ambos, a concepção:

  • Antes, durante e após a relação sexual, o casal deve esforçar-se por deixar de lado todos os problemas, conscientizando-se de que eles não serão resolvidos exatamente nesses momentos.
  • O casal deve evitar repetir a relação de forma previsível ou sistemática: a imaginação pode ser aguçada, diversificando-se jogos e brincadeiras.
  • Cuidar da saúde é fundamental: problemas detectados pelo médico, sejam eles orgânicos, como deficiências hormonais, hipertensão e diabetes, sejam comportamentais, como depressão, irritabilidade e ansiedade, devem ser tratados por especialistas, pois tendem a influir no dia-a-dia do casal.
  • É importante criar espaço para que cada um dos cônjuges possa exercer sua individualidade. Cercear a liberdade do outro é impedir seu desenvolvimento como pessoa, em todos os campos. Momentos de afastamento e reaproximação são importantes tanto para o homem quanto para a mulher.
  • Jamais se deve descuidar da aparência. Entretanto, não se esqueça que é preciso entender as carências, as exigências e as limitações do corpo.
  • Não responsabilize o outro pelos seus próprios fracassos. Não hesite em procurar um terapeuta sempre que precisar de ajuda para autoconhecer-se. Admita seus defeitos e suas fraquezas.
  • Leia, estude, atualize-se, informe-se. Conviver diária e harmoniosamente com quem parou no tempo é difícil e nada acrescenta à relação.

Em casos específicos, sempre detectados pelo médico e sob sua orientação, podem ser utilizadas modernas técnicas terapêuticas para facilitar a concepção, como por exemplo a reprodução assistida, a indução da ovulação, a inseminação intra-uterina e a fertilização in vitro.

Converse com seu médico a respeito.

 Fonte: http://www.portalfeminino.com.br

Aprenda tudo sobre alimentação das crianças

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SAÚDE! reuniu algumas das dúvidas mais freqüentes sobre alimentação da garotada e, para acabar de vez com elas, pediu ajuda a alguns dos melhores especialistas no assunto

 

1. Suco de beterraba acaba com anemia?
Não. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. “A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses”, explica o pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.

2. Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu filho?
Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. “Eles são ótimas fontes de carboidratos”, afirma a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.

3. Crianças de qualquer idade podem comer frutos do mar?
“De jeito nenhum. Por uma questão de segurança, espere que complete 2 anos”, orienta Priscila Maximino. Os principais riscos são a intoxicação alimentar e as alergias. É bem verdade que cozinhar ou assar esse tipo de alimento diminui o perigo, mas, como seguro morreu de velho, é melhor evitar.

4. Café faz mal para os baixinhos?
A bebida não é das mais indicadas, porque a cafeína pode deixar a criança agitada. “Porém, uma xícara pequena de café puro por dia não faz mal a ninguém”, afirma Ary Lopes, para alívio das mães que não abrem mão do pretinho misturado com o leite. Se você já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que não há razão para se preocupar. “A quantidade de cafeína presente em um copo de café com leite é tão pequena que não interfere na retenção do mineral pelo organismo”, esclarece o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade São Marcos, em São Paulo.

5. O leite de soja pode substituir o de vaca?
“Sim, se o problema for intolerância à lactose”, explica Renata Cocco, pediatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio.” É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a sua criança.

6. Meu filho adora peixe cru. Tudo bem?
Acima de 2 anos, tudo bem. “Para não arriscar, só vá a restaurantes impecáveis no que se refere à higiene”, recomenda Ary Lopes. Caso a preferência recaia sobre o salmão — que andou na berlinda como agente da difilobotríase (doença que provoca dor abdominal, náuseas e vômitos) —, cheque se foi previamente congelado a 21 graus e se o estabelecimento tem o certificado sanitário, que garante a procedência e a qualidade do pescado.

7. Alimentos com corantes causam alergia?
A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. “Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas”, revela a pediatra Renata Cocco. “Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações aditivos alimentares.”

8. A carne vermelha é essencial para a criança crescer saudável?
“Sim, ela é uma importante fonte de proteínas, gordura, ferro e zinco”, confirma a médica Roseli Sarni, presidente do departamento científico de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Contra anemia, ela é imbatível. Está lotada do chamado ferro-heme, ou ferro orgânico, que é muito mais bem aproveitado pelo corpo do que o mineral presente nos vegetais. Segundo a especialista, a anemia afeta mais de 40% das crianças em idade pré-escolar no Brasil. Por isso a carne vermelha deve ser consumida ao menos três vezes por semana, de preferência acompanhado de uma fonte de vitamina C, como a laranja, para aumentar a absorção do ferro. O frango e o peixe são bons substitutos, mas, fique sabendo, não contêm a mesma concentração do tal ferro-heme.

9. Refrigerante diet e guloseimas adoçadas artificialmente devem ser evitados?
“Não há nenhum componente nesses produtos que seja comprovadamente nocivo à saúde”, afirma a pediatra Renata Cocco. Nenhum estudo concluiu, por exemplo, que aspartame faça mal ao organismo dos pequenos.“Mas, por serem artificiais, recomendamos que esses alimentos sejam consumidos só quando realmente há necessidade”, explica a pediatra.

10. Gemada é capaz de dar pique?
Ela foi a queridinha das mães zelosas até alguns anos atrás. Não é mais, até porque nem mesmo os especialistas a recomendam. “O ovo cru pode estar contaminado com salmonela”, adverte a nutricionista infantil Suzy Graff, de São Paulo. “A bactéria pode provocar diarréia, vômito ou até levar à morte.” Infelizmente, ovos de diversas marcas podem estar contaminados por causa de higiene e refrigeração deficientes. Como é quase impossível saber quais têm condições de consumo, o mais seguro é fritá-los ou, melhor ainda, cozinhá-los.

11. É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura da boca?
“Sim, eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos e facilitando a fala”, diz Renata Cocco. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para todo o resto da infância e a adolescência.

12. Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?
“Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos”, informa o nutrólogo Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, o consumo desse tipo de bebida pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

13. Jantar muito tarde provoca sono agitado?
A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. “Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida”, afirma Ary Lopes Cardoso. “Após esse período a criança pode se deitar tranqüilamente”, completa o médico.

14. O que a mãe deve observar no rótulo – o índice de gordura ou o de sódio?
Os dois. Não há uma dosagem máxima recomendada por produto — e, se houvesse, ela seria diferente conforme a idade. Mesmo assim é bom ficar de olho nesses ingredientes. A gordura, lembre-se sempre, não pode fornecer mais do que 30% das calorias diárias consumidas pela criança. Não precisa ficar fazendo conta a toda hora: basta usar o bom senso e, se oferecer algo com teor de gordura nas alturas ao seu filho, cuidar para que o restante do cardápio daquele dia seja mais leve. Para o sódio, vale o mesmo raciocínio, lembrando que até 12% da meninada entre 6 e 18 anos é hipertensa — e aí o excesso de sal, já sabe… Vale conversar com o pediatra sobre o assunto, afastar essa hipótese e pedir uma orientação sobre o consumo diário de sal adequado para o seu filho.

15. É melhor comer frutas com ou sem casca?
“O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras”, garante Fábio Ancona Lopes, especialista em nutrição infantil da Unifesp. Mas enfatiza: as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

16. Os macarrões instantâneos são liberados?
“A massa em si não faz mal nenhum, pois é uma excelente fonte de carboidratos”, afirma a médica Roseli Sarni. O problema está no condimento que dá sabor e faz com que o prato seja um dos preferidos da garotada. “Além de ser um tempero artificial, ele contém grande quantidade de sódio, que leva ao aumento da pressão e à retenção de água.” Em outras palavras, poder pode, mas só de vez em quando.

17. Vale a pena incluir aqueles pós multivitaminados na alimentação dos meus filhos?
“Esses pós devem ser ingeridos como complementos da alimentação só se a criança apresentar déficit de nutrientes ou estiver abaixo do peso.”, diz Mauro Fisberg. Eles são indicados principalmente quando é necessário aumentar o aporte de calorias, vitaminas ou sais minerais no organismo. O ideal é que esse tipo de suplemento seja utilizado sob a orientação de um nutricionista, já que é muito calórico.

18. As informações estampadas nas embalagens se referem às necessidades nutricionais de crianças ou de adultos?
“Em geral elas se referem às necessidades dos adultos, exceto quando os produtos são dirigidos ao público infantil”, esclarece Fábio Ancona Lopes. “O importante é saber que cada idade requer tipos e quantidades específicos de nutrientes”, completa. E as recomendações mais indicadas para cada faixa só o especialista pode fazer. Moral da história: vale olhar o rótulo? Até vale, mas apenas para ter uma leve referência quando o consumidor é uma criança.

19. Sopas prontas substituem uma refeição?
“De jeito nenhum. A quantidade de fibras e nutrientes presente nesses produtos é muito pequena”, diz categoricamente a nutricionista Priscila Maximino. Sem falar no alto teor de sódio. Se numa hora de aperto você precisar recorrer à praticidade desse tipo de refeição, trate de complementá-la com uma porção de carne, outra de legumes e uma fruta. Lembre-se: nada como a velha e boa sopa caseira, preparada com ingredientes fresquinhos.

20. Quantas vezes por semana doces e refrigerantes podem entrar no cardápio?
Depende. “Se a criança estiver acima do peso, ofereça duas porções de desses itens por semana”, recomenda a nutricionista Priscila Maximino. Mas, se ela não vive em pé de guerra com a balança, três porções semanais estão de bom tamanho. “Esses alimentos devem ser oferecidos com muito mais parcimônia em caso de colesterol ou triglicérides altos ou mesmo hipertensão”, completa.

 Fonte: http://saude.abril.com.br/

Filhos de Michael Jackson sofrem acidente de carro

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Os filhos do cantor Michael Jackson sofreram um leve acidente de carro, nesta quarta-feira (21), em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Segundo o site “Female First”, Prince Michael, Paris e Prince Michael II faziam compras com a avó, Katherine Jackson, quando fotógrafos começaram a persegui-los.
Um dos carros dos paparazzi acabou atingindo a traseira do veículo onde Katherine e os netos estavam. Segundo Joe Jackson, pai de Michael, ninguém se feriu e todos passam bem.
Katherine Jackson é a responsável pelos filhos do “Rei do Pop”. A enfermeira Debbie Rowe, mãe das crianças, tenta conseguir a guarda na justiça.