Arquivo da tag: filhos

O que é a Infertilidade

Padrão

O que é?

Dados de importantes estudos internacionais mostram que aproximadamente 35% das mulheres em todo o mundo apresentam distúrbios hormonais que impedem ou dificultam o crescimento e a liberação do óvulo, ou seja, a ovulação normal. Outros 35% apresentam algum tipo de obstrução tubária – ou nas trompas, ou nas tubas uterinas – provocada por infecções ou cirurgias.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 20% das mulheres em idade fértil têm dificuldade de engravidar por causa da endometriose, uma doença caracterizada pela presença do endométrio (camada de pele que reveste o útero internamente, renovada a cada mês depois do período menstrual) em locais fora do útero e que também impede a gestação.

Para entender a razão pela qual pode haver dificuldade de concepção, é importante que você conheça um pouco a anatomia do seu aparelho reprodutor.

O aparelho genital e reprodutor feminino é formado por: ovários, tubas uterinas, útero, vagina e órgãos genitais externos.

Os ovários compreendem duas estruturas, uma de cada lado do corpo, situadas dentro da cavidade pélvica. Produzem os hormônios sexuais femininos, chamados estrógeno e progesterona, responsáveis, respectivamente, pelas características sexuais secundárias da mulher (seios, deposição de gordura sobre coxas e nádegas, pêlos, menstruação, etc.) e pela gestação. Os hormônios sexuais femininos são responsáveis pela produção dos óvulos, após a puberdade.

As duas tubas uterinas localizam-se na cavidade pélvica e estão ligadas ao útero. Através delas é que o óvulo, que é liberado todos os meses, atinge o útero. Nesse trajeto pode haver a fecundação, o início de uma nova vida.

O útero , órgão no qual o óvulo fertilizado se fixa para desenvolver-se, mede aproximadamente 8 cm de comprimento, 4 cm de largura na sua parte superior e 2 cm de espessura. Durante a gravidez, esse tamanho é aumentado em diversas vezes.

A vagina , localizada na extremidade inferior do “canal do parto”, é o órgão feminino da cópula e o ducto por onde é liberada a menstruação.

Os órgãos genitais femininos externos compreendem o púbis, os grandes lábios, os pequenos lábios, o vestíbulo da vagina, o clitóris, o bulbo do vestíbulo e as glândulas vestibulares maiores:

  • Púbis (popularmente conhecido como monte de Vênus): elevação arredondada formada basicamente de um acúmulo de gordura; após a puberdade, encontra-se recoberto de pêlos.
  • Grandes lábios: duas pregas alongadas abaixo do púbis, que correspondem ao saco escrotal do homem.
  • Pequenos lábios: duas pequenas pregas de pele localizadas entre os grandes lábios, uma de cada lado da vagina.
  • Vestíbulo da vagina: fenda entre os pequenos lábios que contém o óstio da vagina (ou abertura da vagina), o óstio da uretra (ou canal da urina) e a abertura dos ductos das glândulas vaginais.
  • Clitóris: corresponde ao pênis; é constituído, da mesma maneira, por tecido erétil que, quando estimulado sexualmente, se enche de sangue e aumenta de tamanho. É uma região bastante sensível.
  • Bulbo do vestíbulo: duas pequenas massas pares e alongadas de tecido erétil localizadas ao lado dos óstios da vagina.
  • Glândulas vestibulares maiores: duas estruturas arredondadas ou ovóides que se localizam logo atrás do bulbo do vestíbulo. Secretam um muco característico durante a relação sexual, cuja função é lubrificar a vagina para a penetração.

As estatísticas mostram que os problemas para engravidar são mais comuns do que podemos imaginar. Felizmente, a grande maioria deles pode ser resolvida com acompanhamento médico correto.
Topo

Quais são as causas?

Comprovadamente, o estresse diário pode influir no desempenho de várias funções fisiológicas do organismo, inclusive no funcionamento hormonal, que reflete diretamente no aparelho reprodutor, podendo impedir a mulher de engravidar. Especialistas afirmam que aproximadamente um em cada dez casais tem dificuldade de ter filhos.
Topo

Como é feito o diagnóstico?

Antigamente era comum apontar a mulher como única responsável por não conseguir engravidar. Hoje sabe-se que as causas da infertilidade também incluem o homem. Felizmente, na grande maioria dos casos, o diagnóstico preciso e o tratamento correto, realizado sempre com acompanhamento médico, trazem resultados muito bons.

Especialistas alertam que apenas se justifica a investigação de um casal com suspeita de esterilidade após um ano de atividade sexual em período fértil, sem o uso de métodos anticoncepcionais. As chances de gestação aumentam progressivamente com o passar dos meses de tentativa. Somente cerca de 10% dos casais não obtêm gravidez após um ano. Se, passado esse tempo, o casal não conseguir a gestação desejada, justifica-se a procura de um médico especialista em fertilização para iniciar uma investigação.

Para identificar com precisão as causas da dificuldade de engravidar, o médico pode solicitar alguns exames, que irão:

  • investigar a infertilidade masculina com o espermograma, exame de material ejaculado colhido após três a cinco dias de abstinência sexual;
  • investigar a infertilidade feminina.

Entre os principais exames específicos solicitados pelo médico estão:

  • ecografia da pelve;
  • teste de dosagens hormonais;
  • histerossalpingografia (um exame radiológico contrastado que avalia a cavidade uterina e a permeabilidade positiva ou negativa das trompas);
  • videolaparoscopia (exame realizado em ambiente hospitalar, para avaliação da presença ou não de aderências pélvicas ou da endometriose, bastante freqüente em casos de esterilidade);
  • videoisteroscopia (exame para a avaliação da cavidade uterina com a retirada de miomas ou pólipos).

Embora alguns fatores de esterilidade estejam associados a agenesias (falta de órgão) de útero, trompa ou vagina e a alterações das gônadas, estas são situações raras. Geralmente os fatores de esterilidade, sejam masculinos, sejam femininos, são adquiridos durante a vida, decorrentes de infecções, alterações hormonais ou, ainda, provocados por seqüelas de cirurgias.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a incidência de esterilidade na população brasileira está em torno de 10%, sendo que em 40% dos casos a causa é exclusivamente masculina, em 50% exclusivamente feminina e em 10% dos casais existe a associação de problemas masculinos e femininos.
Topo

 Como tratar?Atualmente existem várias opções de tratamento confiáveis para os diversos casos de disfunção sexual, muitas vezes responsáveis pela infertilidade, como ejaculação precoce, disfunção erétil (impotência), anorgasmia (ausência de orgasmo), dispareunia (dor na relação sexual). Todo tratamento deve ser prescrito e acompanhado pelo médico, após a realização de exames cuidadosos capazes de detectar a existência de algum problema orgânico que esteja dificultando a concepção.

 

O diálogo aberto entre os cônjuges contribui para que eventuais problemas possam ser diagnosticados pelo médico e solucionados sempre que possível. A terapia de casal tem se mostrado bastante eficaz na orientação e na educação dos parceiros quanto à sua vida sexual, esclarecendo dúvidas que muitas vezes podem dificultar o relacionamento. Muitos casais, por falta absoluta de informação, podem expressar sentimentos de culpa e medo por problemas que freqüentemente são de solução simples.

Embora todo tratamento de infertilidade esteja fundamentado na correção dos problemas diagnosticados pelos exames solicitados pelo especialista, em um número considerável de casais apenas a orientação médica sobre qual a melhor maneira de proceder e quais os dias férteis para as relações é suficiente para que se alcance o objetivo de engravidar.

Quando nenhum problema orgânico é detectado pelo médico, alguns conselhos podem ajudar o casal a melhorar o desempenho sexual, facilitando, se esse for desejo de ambos, a concepção:

  • Antes, durante e após a relação sexual, o casal deve esforçar-se por deixar de lado todos os problemas, conscientizando-se de que eles não serão resolvidos exatamente nesses momentos.
  • O casal deve evitar repetir a relação de forma previsível ou sistemática: a imaginação pode ser aguçada, diversificando-se jogos e brincadeiras.
  • Cuidar da saúde é fundamental: problemas detectados pelo médico, sejam eles orgânicos, como deficiências hormonais, hipertensão e diabetes, sejam comportamentais, como depressão, irritabilidade e ansiedade, devem ser tratados por especialistas, pois tendem a influir no dia-a-dia do casal.
  • É importante criar espaço para que cada um dos cônjuges possa exercer sua individualidade. Cercear a liberdade do outro é impedir seu desenvolvimento como pessoa, em todos os campos. Momentos de afastamento e reaproximação são importantes tanto para o homem quanto para a mulher.
  • Jamais se deve descuidar da aparência. Entretanto, não se esqueça que é preciso entender as carências, as exigências e as limitações do corpo.
  • Não responsabilize o outro pelos seus próprios fracassos. Não hesite em procurar um terapeuta sempre que precisar de ajuda para autoconhecer-se. Admita seus defeitos e suas fraquezas.
  • Leia, estude, atualize-se, informe-se. Conviver diária e harmoniosamente com quem parou no tempo é difícil e nada acrescenta à relação.

Em casos específicos, sempre detectados pelo médico e sob sua orientação, podem ser utilizadas modernas técnicas terapêuticas para facilitar a concepção, como por exemplo a reprodução assistida, a indução da ovulação, a inseminação intra-uterina e a fertilização in vitro.

Converse com seu médico a respeito.

 Fonte: http://www.portalfeminino.com.br

Aprenda tudo sobre alimentação das crianças

Padrão

SAÚDE! reuniu algumas das dúvidas mais freqüentes sobre alimentação da garotada e, para acabar de vez com elas, pediu ajuda a alguns dos melhores especialistas no assunto

 

1. Suco de beterraba acaba com anemia?
Não. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. “A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses”, explica o pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.

2. Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu filho?
Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. “Eles são ótimas fontes de carboidratos”, afirma a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.

3. Crianças de qualquer idade podem comer frutos do mar?
“De jeito nenhum. Por uma questão de segurança, espere que complete 2 anos”, orienta Priscila Maximino. Os principais riscos são a intoxicação alimentar e as alergias. É bem verdade que cozinhar ou assar esse tipo de alimento diminui o perigo, mas, como seguro morreu de velho, é melhor evitar.

4. Café faz mal para os baixinhos?
A bebida não é das mais indicadas, porque a cafeína pode deixar a criança agitada. “Porém, uma xícara pequena de café puro por dia não faz mal a ninguém”, afirma Ary Lopes, para alívio das mães que não abrem mão do pretinho misturado com o leite. Se você já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que não há razão para se preocupar. “A quantidade de cafeína presente em um copo de café com leite é tão pequena que não interfere na retenção do mineral pelo organismo”, esclarece o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade São Marcos, em São Paulo.

5. O leite de soja pode substituir o de vaca?
“Sim, se o problema for intolerância à lactose”, explica Renata Cocco, pediatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio.” É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a sua criança.

6. Meu filho adora peixe cru. Tudo bem?
Acima de 2 anos, tudo bem. “Para não arriscar, só vá a restaurantes impecáveis no que se refere à higiene”, recomenda Ary Lopes. Caso a preferência recaia sobre o salmão — que andou na berlinda como agente da difilobotríase (doença que provoca dor abdominal, náuseas e vômitos) —, cheque se foi previamente congelado a 21 graus e se o estabelecimento tem o certificado sanitário, que garante a procedência e a qualidade do pescado.

7. Alimentos com corantes causam alergia?
A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. “Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas”, revela a pediatra Renata Cocco. “Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações aditivos alimentares.”

8. A carne vermelha é essencial para a criança crescer saudável?
“Sim, ela é uma importante fonte de proteínas, gordura, ferro e zinco”, confirma a médica Roseli Sarni, presidente do departamento científico de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Contra anemia, ela é imbatível. Está lotada do chamado ferro-heme, ou ferro orgânico, que é muito mais bem aproveitado pelo corpo do que o mineral presente nos vegetais. Segundo a especialista, a anemia afeta mais de 40% das crianças em idade pré-escolar no Brasil. Por isso a carne vermelha deve ser consumida ao menos três vezes por semana, de preferência acompanhado de uma fonte de vitamina C, como a laranja, para aumentar a absorção do ferro. O frango e o peixe são bons substitutos, mas, fique sabendo, não contêm a mesma concentração do tal ferro-heme.

9. Refrigerante diet e guloseimas adoçadas artificialmente devem ser evitados?
“Não há nenhum componente nesses produtos que seja comprovadamente nocivo à saúde”, afirma a pediatra Renata Cocco. Nenhum estudo concluiu, por exemplo, que aspartame faça mal ao organismo dos pequenos.“Mas, por serem artificiais, recomendamos que esses alimentos sejam consumidos só quando realmente há necessidade”, explica a pediatra.

10. Gemada é capaz de dar pique?
Ela foi a queridinha das mães zelosas até alguns anos atrás. Não é mais, até porque nem mesmo os especialistas a recomendam. “O ovo cru pode estar contaminado com salmonela”, adverte a nutricionista infantil Suzy Graff, de São Paulo. “A bactéria pode provocar diarréia, vômito ou até levar à morte.” Infelizmente, ovos de diversas marcas podem estar contaminados por causa de higiene e refrigeração deficientes. Como é quase impossível saber quais têm condições de consumo, o mais seguro é fritá-los ou, melhor ainda, cozinhá-los.

11. É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura da boca?
“Sim, eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos e facilitando a fala”, diz Renata Cocco. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para todo o resto da infância e a adolescência.

12. Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?
“Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos”, informa o nutrólogo Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, o consumo desse tipo de bebida pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

13. Jantar muito tarde provoca sono agitado?
A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. “Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida”, afirma Ary Lopes Cardoso. “Após esse período a criança pode se deitar tranqüilamente”, completa o médico.

14. O que a mãe deve observar no rótulo – o índice de gordura ou o de sódio?
Os dois. Não há uma dosagem máxima recomendada por produto — e, se houvesse, ela seria diferente conforme a idade. Mesmo assim é bom ficar de olho nesses ingredientes. A gordura, lembre-se sempre, não pode fornecer mais do que 30% das calorias diárias consumidas pela criança. Não precisa ficar fazendo conta a toda hora: basta usar o bom senso e, se oferecer algo com teor de gordura nas alturas ao seu filho, cuidar para que o restante do cardápio daquele dia seja mais leve. Para o sódio, vale o mesmo raciocínio, lembrando que até 12% da meninada entre 6 e 18 anos é hipertensa — e aí o excesso de sal, já sabe… Vale conversar com o pediatra sobre o assunto, afastar essa hipótese e pedir uma orientação sobre o consumo diário de sal adequado para o seu filho.

15. É melhor comer frutas com ou sem casca?
“O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras”, garante Fábio Ancona Lopes, especialista em nutrição infantil da Unifesp. Mas enfatiza: as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

16. Os macarrões instantâneos são liberados?
“A massa em si não faz mal nenhum, pois é uma excelente fonte de carboidratos”, afirma a médica Roseli Sarni. O problema está no condimento que dá sabor e faz com que o prato seja um dos preferidos da garotada. “Além de ser um tempero artificial, ele contém grande quantidade de sódio, que leva ao aumento da pressão e à retenção de água.” Em outras palavras, poder pode, mas só de vez em quando.

17. Vale a pena incluir aqueles pós multivitaminados na alimentação dos meus filhos?
“Esses pós devem ser ingeridos como complementos da alimentação só se a criança apresentar déficit de nutrientes ou estiver abaixo do peso.”, diz Mauro Fisberg. Eles são indicados principalmente quando é necessário aumentar o aporte de calorias, vitaminas ou sais minerais no organismo. O ideal é que esse tipo de suplemento seja utilizado sob a orientação de um nutricionista, já que é muito calórico.

18. As informações estampadas nas embalagens se referem às necessidades nutricionais de crianças ou de adultos?
“Em geral elas se referem às necessidades dos adultos, exceto quando os produtos são dirigidos ao público infantil”, esclarece Fábio Ancona Lopes. “O importante é saber que cada idade requer tipos e quantidades específicos de nutrientes”, completa. E as recomendações mais indicadas para cada faixa só o especialista pode fazer. Moral da história: vale olhar o rótulo? Até vale, mas apenas para ter uma leve referência quando o consumidor é uma criança.

19. Sopas prontas substituem uma refeição?
“De jeito nenhum. A quantidade de fibras e nutrientes presente nesses produtos é muito pequena”, diz categoricamente a nutricionista Priscila Maximino. Sem falar no alto teor de sódio. Se numa hora de aperto você precisar recorrer à praticidade desse tipo de refeição, trate de complementá-la com uma porção de carne, outra de legumes e uma fruta. Lembre-se: nada como a velha e boa sopa caseira, preparada com ingredientes fresquinhos.

20. Quantas vezes por semana doces e refrigerantes podem entrar no cardápio?
Depende. “Se a criança estiver acima do peso, ofereça duas porções de desses itens por semana”, recomenda a nutricionista Priscila Maximino. Mas, se ela não vive em pé de guerra com a balança, três porções semanais estão de bom tamanho. “Esses alimentos devem ser oferecidos com muito mais parcimônia em caso de colesterol ou triglicérides altos ou mesmo hipertensão”, completa.

 Fonte: http://saude.abril.com.br/

Filhos de Michael Jackson sofrem acidente de carro

Padrão
Os filhos do cantor Michael Jackson sofreram um leve acidente de carro, nesta quarta-feira (21), em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Segundo o site “Female First”, Prince Michael, Paris e Prince Michael II faziam compras com a avó, Katherine Jackson, quando fotógrafos começaram a persegui-los.
Um dos carros dos paparazzi acabou atingindo a traseira do veículo onde Katherine e os netos estavam. Segundo Joe Jackson, pai de Michael, ninguém se feriu e todos passam bem.
Katherine Jackson é a responsável pelos filhos do “Rei do Pop”. A enfermeira Debbie Rowe, mãe das crianças, tenta conseguir a guarda na justiça.

Como engravidar com saúde

Padrão

Planejando a gravidez O desejo de ter filhos faz parte da vida de homens e mulheres e é extremamente importante o período em que planejam ter um bebê. Pensar na vinda de um novo ser não significa para o casal, apenas, antegozar as alegrias da expectativa. É preciso preocupar-se com a saúde do futuro nenê e para isso, preocupar-se com a própria saúde.Para que a gravidez ocorra, para que a gestação se desenvolva tranqüila e para que o recém-nascido seja saudável, é necessário que a futura mamãe tenha acompanhamento médico. Avaliação da saúde do casal Exames médicos, os chamados check-ups pré-gravidez, são necessários para avaliação do estado de saúde do casal. As consultas são oportunidades para que os parceiros contem seu histórico de doenças familiares, discutam com o obstetra suas ansiedades, esclareçam suas dúvidas e sejam orientados por ele sobre tudo o que é benéfico ou nocivo para a gestação de um bebê sadio. É importante lembrar que, apesar do desejo de conceber um filho, nem sempre a gravidez ocorre no primeiro mês de tentativa e que não deve haver ansiedade nessa expectativa, pois pode contribuir para dificultar a concepção.

Exames laboratoriais

Além dos exames físicos completos, inclusive o pélvico, o médico solicita para a mulher os seguintes exames laboratoriais:   

Papanicolaou – para avaliação da saúde das células do útero.

  • Exames de sangue – para identificação do tipo sangüíneo e de possíveis doenças.
  • Teste para verificação de açúcar no sangue (glicemia).
  • Pesquisa de rubéola, anemia e toxoplasmose, que podem comprometer o desenvolvimento normal do feto.
  • Testes de laboratório para detecção de doenças sexualmente. transmissíveis, que podem contaminar o bebê através da mãe (AIDS, hepatite B, sífilis, citomegalovírus).

Recomendações médicas

Mesmo com saúde perfeita, a mulher que deseja ser mãe receberá do seu médico recomendações quanto à ingestão de vitaminas, à alimentação, peso corporal e exercícios físicos.

  • Vitaminas – No mínimo um mês antes de engravidar e até o fim do terceiro mês de gestação, deve tomar complexos vitamínicos contendo ácido fólico, pois podem diminuir os riscos de o bebê nascer com defeitos congênitos.
  • Alimentação – Sua dieta deve ser balanceada, com consumo de verduras, legumes, frutas e cereais. Açúcar e café, quando em excesso, podem ser nocivos ao desenvolvimento do feto. Bebês de mães que fumam e/ou bebem nascem com peso baixo.
    • Exercícios físicos – Além de ajudarem na estética corporal e prepararem o corpo para as alterações da gravidez, estudos mostram que os exercícios físicos regulares e adequados, estimulam a produção de substâncias cerebrais responsáveis pelo bem estar psíquico. A mulher deve, pois, praticá-los antes, durante e depois da gestação.
    • Peso corporal – O ideal é que bons hábitos alimentares e exercícios físicos estejam mantendo o peso normal da mulher que vai passar pelo processo da gestação. Magreza excessiva ou obesidade são, sempre, fatores de risco na gravidez e no parto.

  • Controle de doenças

    É importante que o diagnóstico de hipertensão arterial, alterações da tireóide, anemia e doenças auto-imunes seja feito antes da gravidez, pois devem ser tratadas e, posteriormente, controladas durante toda a gestação. É importante, também, que mulheres com mais de 35 anos peçam orientação ao seu ginecologista sobre o risco de terem um feto mal-formado. Ele saberá orientá-las sobre exames fetais que podem detectar anormalidades em bebês de algumas semanas de gestação.

    Vacinas

    As mulheres que não possuem anticorpos contra rubéola devem ser vacinadas e evitar a gravidez durante, pelo menos, três meses após a imunização. Também existe vacina contra a hepatite B, infecção crônica que pode ser transmitida ao feto.

    Doenças genéticas

    Existem doenças que são hereditárias, como a fenilcetonúria, Tay-Sachs, anemia falciforme, fibrose cística e hemofilia. Casais sadios podem ser portadores desses traços genéticos, portanto, se houver histórico familiar de qualquer uma dessas doenças, é preciso fazer testes sangüíneos, antes de conceber um bebê. O aconselhamento genético antes da gravidez é muito útil nesse caso.

    No passado, a medicina preventiva não estava desenvolvida e, por isso, muitas mortes de mulheres e de bebês aconteceram por ignorância. Hoje, a informação está ao alcance de todos e não é difícil receber orientações médicas, porém, apenas isso não basta. É preciso colocá-las em prática.

 

Sexo na gravidez

Padrão

A gravidez é realmente um período repleto de transformações. Inundada por um verdadeiro mar de hormônios, a mulher sente na pele essas mudanças: o peso aumenta, os seios crescem, o corpo, a agilidade, o apetite e o sono não são iguais ao que eram antes. E a sensibilidade? Essa então…a emoção fica à flor da pele!

Com o sexo não poderia ser diferente. Muitos casais experimentam mudanças importantes no decorrer dos nove meses de gestação, seja no modo de se relacionar sexualmente (algumas posições podem ficar bem mais difíceis com o crescer da barriga) ou na intensidade do seu desejo, que pode diminuir ou aumentar.

Durante uma gravidez normal, ou seja, se não houver nenhuma ameaça de aborto, parto prematuro ou qualquer outra condição que represente uma ameaça iminente, não há motivo para não se ter relações sexuais

Existem muitos mitos e tabus ao redor da sexualidade na gravidez. Algumas pessoas acreditam que o casal que mantém uma vida sexual ativa durante a gestação pode acabar prejudicando o bebê, o que nem sempre é verdade.

Durante uma gravidez normal, ou seja, se não houver nenhuma ameaça de aborto, parto prematuro ou qualquer outra condição que represente uma ameaça iminente, não há motivo para não se ter relações sexuais. Se tudo estiver correndo bem com a mãe e com o bebê, é até bom que a vida sexual seja mantida, pois relaxa, aumenta a cumplicidade do casal, alivia as tensões a ainda passa boas energias para o futuro bebê!

Fonte:bolsademulher

Maternidade x sexualidade: Quando a chama do desejo ameaça apagar

Padrão

Maternidade x sexualidade: Quando a chama do desejo ameaça apagar. Desde que o mundo é mundo, a mulher se sente dividida entre esse os papéis de mãe e mulher. Como se eles pudessem ser dissociados.

Desde que o mundo é mundo, a mulher se sente dividida entre esse os papéis de mãe e mulher. Como se eles pudessem ser dissociados. Apesar de toda mulher já ter escutado que “ser mãe é padecer no paraíso”, elas continuam desejando ter filhos. A mulher sempre acaba dividida entre dois lados: o demétrico, ligado à maternidade, e o afrodisíaco, ligado à sexualidade. Toda mulher tem esses dois lados, mas algumas são mais maternais que outras.

Em todo início de relacionamento, o sexo quase sempre é maravilhoso. Lugares inusitados, fantasias mil, libido à flor da pele, fogo e paixão. Com o passar do tempo, a estabilidade emocional, a intimidade a rotina passa a ser uma ameaça constante para aquele fogo que lentamente vai apagando.

Homens e mulheres sentem e demonstram de forma bem diferente o desejo sexual. Alguns homens se sentem rejeitados e, muitas vezes, humilhados quando a parceira se nega a fazer sexo. Dificilmente eles compreendem que naquele momento ela não está sentindo as mesmas necessidades. É preciso manter a calma e conversar abertamente sobre as necessidades e os desejos sexuais de cada um.

Para manter uma relação sexual com qualidade é preciso estar conectado emocionalmente no outro, estar bem fisicamente, motivado e relaxado. Para a maioria das pessoas sexo é muito mais do que prazer físico. É uma forma de expressão que revela a personalidade de cada um. Portanto, o que se faz ou sente neste momento de troca reflete a visão que cada um tem do outro, da vida e do mundo.

Você já parou para pensar o que representa para você?

Ao ter uma compreensão maior sobre a sua personalidade sexual, é possível saber o que está bom e o que precisa ser melhorado na sua vida a dois. A maioria das mulheres-mães não tem tempo para analisar sua sexualidade, preferem dedicar-se aos filhos e a casa. É por isso que as questões sexuais continuam sendo um tabu. Conhecer o seu corpo e como você gosta de ser tocada, o prazer da vida a dois pode ser muito gratificante.

Todas as mulheres têm em mente um modelo que representa a sexualidade feminina? Acontece que ao se tornar mãe e esposa, a mulher inconscientemente deixa o lado sexual adormecer. Esquecem que sente desejo, vontades. E o resultado dessa atitude é deixar o sexo esfriar e cair na rotina. Cabe a nós mulheres perceber o que precisamos trabalhar nessa questão da maternidade x sexualidade. Uma não exclui a outra. Em outras palavras, os parceiros se ressentem da falta de desejo, do fogo e da paixão da época de namoro.

Existem alguns fatores que podem desencadear a falta de interesse pelo sexo:

– Problemas emocionais
– Rotina
– Estresse
– Despreparo sexual
– Falta de informação
– Fadiga
– Relação insatisfatória
– Alguns medicamentos
– Excesso de trabalho
– Pressão profissional
– Religião
– Ejaculação precoce

Se a sexualidade está sendo o último item das suas prioridades, você está tendo problemas. Este é o ponto de partida para as discussões e as dificuldades conjugais. A satisfação sexual e o tesão que um sente pelo outro são fundamentais para a felicidade fora da cama e são a base da relação. É este tesão que reacende a vontade de permanecerem juntos e que, inconscientemente, permite que um admire o outro mesmo nos momentos de crise e faz com que as outras pessoas não representem um risco ao relacionamento.

Fonte:toquefeminino.com.br

Guarda compartilhada -nova lei

Padrão

Separação: e agora, como ficam os filhos? Esta é uma decisão bem delicada. A situação requer maturidade e responsabilidade de pais e mães e, não raro, gera conflitos. É com o convívio com os pais, observando e participando da vida familiar, que as crianças vão aprendendo a viver. Mas fazer com que esta convivência seja plena e positiva depois de um divórcio realmente não é simples. Da mesma forma, muitas vezes não é simples para um pai ou mãe aceitar que seu filho ficará muito mais tempo com o ex-cônjuge. Neste impasse, a guarda compartilhada, que estabelece a participação ativa de ambos na educação dos filhos, está se tornando uma alternativa preferencial.

O presidente Lula acaba de sancionar um projeto de lei que inclui no Código Civil esta modalidade de guarda para os casais divorciados. A partir de hoje, fica regulamentado o exercício dos mesmos direitos e deveres tanto pelo pai, quanto pela mãe após a separação. No entanto, a guarda compartilhada já era aplicada antes, em alguns casos. A colunista do Bolsa de Mulher e consultora financeira Sandra Blanco, por exemplo, divide a responsabilidade de cuidar das filhas com o ex-marido: “Nos termos da separação, o pai pediu a guarda compartilhada. Orientada pelo meu advogado, não me opus à solicitação e, então, definimos que todas as decisões sobre nossas filhas seriam tomadas de comum acordo e que elas passariam uma semana com cada um”, conta.

Pela lei, as modalidades de guarda são eleitas consensualmente entre as partes, desde que o seja em benefício dos filhos. Caso não haja consenso, a escolha é feita por um juiz, sempre levando em conta as vantagens trazidas para a criança

Segundo a advogada Sylvia Maria Mendonça do Amaral, especializada em Direto de Família, a guarda mais utilizada no Brasil, atualmente, é a unilateral, em que os filhos são cuidados apenas por uma pessoa. Existe ainda a guarda alternada, menos freqüente, na qual a criança fica um tempo sob a custódia do pai e um tempo com a mãe, alternando-se. “Pela lei, as modalidades de guarda são eleitas consensualmente entre as partes, desde que o seja em benefício dos filhos. Caso não haja consenso, a escolha é feita por um juiz, sempre levando em conta as vantagens trazidas para a criança”, explica a advogada.

Partilhando direitos e deveres

Mas, afinal, o que prevê a guarda compartilhada? Na prática, ela permite que mãe e pai possam gozar da companhia dos filhos mais igualmente e participar de todas as decisões acerca de seu cotidiano – em que colégio irão estudar, que viagens podem fazer etc. Um dos pais detém a guarda física, mas o outro tem o direito de ver os filhos quando quiser (desde que as visitas estejam acordadas, no papel) e ambos são responsáveis pela sua criação, educação, saúde e lazer – o que não acontece na guarda alternada, que cria um grande afastamento de um dos pais e total responsabilidade do outro durante determinados períodos. Com base nos costumes, alguns juízes já concediam a guarda compartilhada se ela fosse pedida de comum acordo entre os pais e se o juiz entender que eles têm condições de exercê-la.

Fonte:G1