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Azeite evita ataques de gula

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No intestino, um dos componentes do azeite se transforma em hormônio capaz de barra a fome.

A notícia acaba de sair na publicação científica Cell Metabolism. Segundo cientistas da Universidade Sapienza de Roma, na Itália, e das universidades Yeshiva e da Califórnia, ambas nos Estados Unidos, um dos principais componentes do azeite de oliva é capaz de prolongar a sensação de saciedade entre as refeições. Eles se referem ao ácido oléico que, ao alcançar o intestino, se transforma em um hormônio de nome complicado, o oleoletanolamida. “Enquanto a substância está em circulação, o organismo entende que ainda não é hora de comer. Ou seja, não sente aquela fome avassaladora”, explica Daniele Piomelli à SAÚDE!

A descoberta da metamorfose do ingrediente do azeite em substância antigula agitou o mundo científico. E não para menos. É a primeira vez que pesquisadores notam que uma comida está diretamente ligada a produção de um hormônio. E que hormônio! ”Nossas experiências foram realizadas em ratos. Mas devem levar a uma nova recomendação para a dieta de seres humanos que têm no apetite desenfreado o maior inimigo na batalha contra o excesso de peso”, diz Piomelli. 

Enquanto o azeite provou ter efeito positivo, as gorduras saturadas e, principalmente, a trans revelaram que são capazes de inibir a produção do hormônio fabricado no intestino. “No caso, não sabemos direito como acontece essa inibição. Mas dá para presumir que é melhor privilegiar o azeite nas refeições e deixar de lado esses outros tipos, apesar de toda gordura oferecer a mesma quantidade de calorias”, conta o cientista que conduz suas investigações na Universidade da Califórnia, em Irvine. 

De fato, não importa se é o bendito óleo de oliva ou um pedaço de bacon ou, ainda, a trans de uma bola de sorvete: cada grama de ácido graxo sempre oferece 9 calorias. Por isso mesmo, não é bom exagerar. O recado para quem quer emagrecer é fazer uma troca, escolhendo sempre o azeite como fonte de gordura no cardápio.

 

 Fonte: http://saude.abril.com.br/

Uma aldeia global não harmoniosa e em crise constante

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Crise
Crise

 Em 16 de setembro de 1999, a Folha de São Paulo publicou o relatório do Banco Mundial (BIRD) que nos mostra o panorama do mundo no final do século XX. O número de pessoas que vivem com menos de 1 dólar por dia passou de 1,2 bilhão em 1987 para 1,5 bilhão de seres humanos. Em dois anos, portanto, tivemos um aumento da pobreza no mundo em 25%. Esse relato deveria nos preocupar, pois é, de fato, assustador. É a indicação de que há uma violência que gera novas violências que vão tomando conta do mundo quase que numa dimensão geométrica. Há uma desarmonia nessa ordem de mercado global, focada na ordem econômica que discursa sobre a prosperidade e seus resultados, evitando demonstrar como se procede a distribuição da riqueza. A receita neoliberal ganhou espaços no mundo a partir de 1980. A grande parcela dos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, buscaram reestruturar suas políticas dentro dos três princípios das políticas neoliberais: abertura de mercado, a construção do Estado mínimo (reduzir o papel do Estado na administração da coisa pública) e o estímulo à entrada de investimentos externos. Se essa tendência persistir, segundo o Banco Mundial, teremos 1,9 bilhão de seres humanos, inseridos dentro desses dados estatísticos no ano de 2015.

Outro dado do relatório publicado pelo jornal Folha de São Paulo que chamou minha atenção foi o da situação geográfica mundial sobre o aumento do número de seres humanos que de 1987 a 1999, vivem com menos de 1 dólar por dia nas regiões e continentes do mundo. Observemos com atenção:

Dos 4,4 bilhões de seres humanos, habitantes dos países em vias de desenvolvimento:

– 60% não têm acesso à estrutura de saneamento básico.

– Um terço não consome água tratada.

– 25% não possuem moradia decente.

– 20% não têm acesso a tratamento médico.

– 20% das crianças não completam a escolaridade básicas de 4 ou 5 anos .

– 20% das crianças não se alimentam o necessário para desenvolver-se dentro dos padrões básicos de recebimento dos nutrientes para uma boa saúde.

O relatório ainda mostra que o Banco Mundial possuía um estoque de poupança global da ordem de US$ 13,7 trilhões no ano de 2000. Esse dinheiro, em tese, está a disposição dos países de economia em desenvolvimento e que possam mostrar projetos que dêem retorno atraente de investimentos. As demais nações empobrecidas acabam ficando fora dos projetos de investimentos por parte do Banco Mundial. Prevalece a concepção de uma política concentradora. O foco do mercado e dos resultados é que vai delinear os investimentos de poupança global, sob controle do Banco Mundial.

Outras referências que podem nos ajudar a compreender o mundo contemporâneo são os dados apontados pelo BIRD no jornal “O Estado de São Paulo” em 16 de setembro de 1999 sobre a questão urbana. “Em 1975, menos da metade (38%) da população mundial vivia em centros urbanos. Em 2025, pelas previsões do Banco mundial, quase dois terços dos habitantes do planeta (59%) estarão morando em cidades – a maior parte deles (90%) em países em desenvolvimento, sem recursos suficientes para montar uma infra-estrutura adequada” (Estado de São Paulo, 16/09/1999). Com o crescimento urbano numa ordem de exclusão, a violência é a primeira conseqüência, pois, a apartação social é geradora de violência por si mesma.

A cidade tornou-se um local importante para ser discutida na economia global. No lugar do global é preciso ver, também, o local que é a cidade: o lugar onde as pessoas vivem, moram e, muitas vezes sofrem como também se alegram. Em tempos de um processo eleitoral, essas questões nos ajudam a pensar sobre a importância daqueles que se colocam a serviço da população para representá-la nas decisões do município e em políticas pública. E, por isso mesmo, cabem algumas perguntas: Qual é o programa político para a cidade dos candidatos que se apresentam como prestadores de serviço para o município? Há interesses coletivos em suas propostas? Seus discursos são coerentes e pautados por projetos viáveis?

Renata

ALIMENTOS DESINTOXICANTES E VITALIZANTES

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Os brotos, as algas, o missô, os vegetais crus e as frutas (frescos e produzidos através da agricultura natural) são alimentos que possuem maior quantidade de energia vital e, conseqüentemente, são responsáveis pela manutenção e equilíbrio das energias do nosso corpo físico.

Através da ingestão da maioria desses alimentos e um estilo de vida harmônica, nosso organismo poderá ser capaz de transmutar os nutrientes necessários ao desempenho eficiente de suas funções metabólicas, mesmo que tais substâncias não estejam disponibilizadas na dieta. Isso pode ocorrer devido à energia vital contida nesses alimentos, fator desencadeante deste processo. Na natureza encontramos exemplos claros disso. Por exemplo, a vaca, que come o capim ali colhido na hora, garante os nutrientes necessários para o seu organismo realizar todas as funções e ainda produzir o leite com uma composição rica em nutrientes, lógico, apropriada para sua espécie. Portanto, esse fato demonstra que está ocorrendo a transmutação de determinados nutrientes em outros.

Nós, humanos, certamente, perdemos, em grande parte esta capacidade de transmutação, principalmente por causa dos nossos hábitos de vida inadequados, ingestão de alimentos que agridem o organismo e uma vida em desarmonia com as leis da natureza.

Cada um de nós possui “individualidade bioquímica” na forma de utilização dos nutrientes, no entanto, esses nutrientes estarão mais disponíveis e serão melhor assimilados com a ingestão de alimentos vitalizantes. Então que tal saber um pouco sobre eles?

OS ALIMENTOS PODEM DESINTOXICAR E VITALIZAR NOSSO ORGANISMO DAS SEGUINTES FORMAS:

* fortalecendo a energia dos rins, aumentando a diurese, eliminando as toxinas e fazendo a limpeza do sangue
* aumentando o trânsito intestinal, evitando a prisão de ventre, diminuindo a absorção das toxinas pelo intestino
* através da ação antioxidante dos alimentos ricos em Vitaminas A, C, E, Selênio, com poder de neutralizar os radicais livres
* produzindo efeitos alcalinizantes no organismo, como é o caso das algas marinhas que são ricas em Cálcio (ver lista de alimentos alcalinizantes)
* combatendo os efeitos dos agrotóxicos, dos pesticidas e dos metais pesados (bardana, nabo, nirá, umebôshi, natô, etc.)
* nutrindo profundamente o organismo, com macronutrientes e micronutrientes, para que ele possa realizar, com normalidade, todas as funções bioquímicas

OS SUCOS DE CLOROFILA E SUAS PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS

Alguns dos benefícios dos sucos de clorofila são:

* estimula a síntese de hemoglobina (tratamento da anemia)
* acelera a convalescença após doenças esgotantes e cirúrgicas
* purifica o sangue de impurezas, carreando os produtos tóxicos para fora da circulação (tratamento das artrites e artroses) e ativa os glóbulos brancos (defesa contra infecção)
* na dieta da mulher grávida e no aleitamento, o suco fornece vitaminas e muitos minerais importantes
* eficaz nas doenças cardiovasculares (prevenindo e recuperando nos distúrbios hepáticos, fluidifica a bile, melhora a digestão, combate a fermentação intestinal, promovendo a limpeza putrefativa, isto é, retirando as impurezas que estão coladas às paredes ou dentro de divertículos
* Também é indicado no combate ao envelhecimento precoce, pois é a essência irradiante, iluminando a escuridão interior, levando “luz” para aqueles que não encontram o seu próprio caminho e estão com pensamentos confusos.

Fonte: site vegetarianismo.