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Mais pressão

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Vai ser difícil não ver. Ao desembarcarem no aeroporto de Copenhague, milhares de diplomatas, governantes, jornalistas e ativistas de todo mundo irão dar de cara com fotos de oito líderes, que não estão se empenhando para conseguir um acordo climático ambicioso, envelhecidos. Os anúncios são bem interessantes e fazem uma previsão pessimista do futuro em que os líderes lamentam não terem conseguido chegar a um compromisso bom o suficiente para salvar o planeta em 2009. No painel lê-se: “Desculpe. Nós poderíamos ter parado as mudanças climáticas catastróficas … mas nós não fizemos”, seguido de um pedido: Aja agora: salve o futuro”. Para saber mais clique aqui.

Veja abaixo todas as fotos.

Luiz Inácio Lula da Silva

 

Barack Obama (EUA)

 

Angela Merkel (Alemanha)

 

Nicolas Sarkozy (França)

Gordon Brown (Inglaterra)

 

Donald Tusk (Polônia)

 

Jose Luis Rodriguez Zapatero (Espanha)

 

Stephen Harper (Canada)

 

Fotos: © Greenpeace/Christian Åslund

3 Maiores redes de Supermercados do País boicotam carne ilegal

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Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart. As três principais redes varejistas de supermercado do Brasil assinaram na semana passada, junto à Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), um termo de compromisso no qual vetam completamente a compra de carne bovina proveniente de todos os 11 frigoríficos do estado do Pará denunciados em “lista suja” pelo Greenpeace, no início do mês, acusados de criar gado para corte em áreas ilegais.

A medida foi tomada em consonância à recomendação do Ministério Público Federal do Pará, que aconselhou as três redes varejistas, bem como outras 72 empresas que revendem derivados do boi provindos do estado, a boicotarem os frigoríficos listados pelo Greenpeace no relatório “A Farra do Boi na Amazônia” (disponível para download em pdf). O relatório também fez revelações no mínimo preocupantes para o contribuinte: segundo o documento, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) fez concessões de créditos a frigoríficos paraenses que podem chegar a R$ 10 bilhões. Ele aponta, também, que o banco é acionista dos quatro maiores frigoríficos do País, dentre eles o Bertin, um dos mais apontados em situações irregulares pelos ambientalistas.

Em comentário para a Rádio CBN sobre o pacto firmado pelas redes de supermercado, o jornalista André Trigueiro disse que a importância da medida vai muito além do boicote, pois é uma sinalização para uma mudança de paradigmas para o próprio mercado, mostrando a força dos consumidores. Para ele, quem sai ganhando é o pecuarista que “atua à luz da lei; que não explora mão-de-obra escrava, que não desmata ilegalmente a Amazônia e que paga os seus impostos”.

Trigueiro também fez um comentário sobre a reação no mínimo desmedida da CNA (Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária) que, além de estar processando o Greenpeace, está “denunciando” que a ação do MPF do Pará “deverá determinar uma inviabilização de toda a cadeia de pecuária de carne do Pará, que responde por 35% da produção de carne do País”, citou o jornalista. Para ele, a posição da CNA seria análoga à posição adotada pelos escravagistas quando à época da abolição do regime escravista, que apregoavam que, “se abolir a escravatura, a economia do Brasil quebra”, complementou. “Ou seja, será que em nome da mão-de-obra escrava, do avanço do desmatamento de forma clandestina, da irregularidade, a gente vai viabilizar negócios escusos dizendo que a partir do Pará fornecesse 35% da carne bovina do Brasil. É uma carne indigesta, hein?”.

 

 Fonte: http://sustentanet.com.br/

Salvar o Planeta: É agora ou agora

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Em meio a tantas más noticias,guerra,e a preocupação do povo com o BBB9,resolvi dar uma relaxada e trazer uma noticia boa e leve pra vocês.

Renata Ramone

Manaus (AM), Brasil — Expedição do Greenpeace percorrerá várias cidades brasileiras para alertar contra os impactos das mudanças climáticas. Campanha tem início em Manaus. Com Copenhagen no horizonte, começa hoje (7/1), em Manaus, a expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora, a bordo do navio Arctic Sunrise, que percorrerá várias cidades brasileiras durante três meses e uns quebrados. A campanha brasileira faz parte do esforço global da organização para salvar o clima, alertando a população brasileira sobre a urgência do problema e a necessidade dos governos agirem para combater o aquecimento global, a maior ameaça atual ao futuro da humanidade. A expedição conta com um blog, com mais detalhes sobre a proposta e atividades. Participe, comente, faça sugestões! O Arctic Sunrise estará aberto à visitação pública durante os fins de semana nas cidades que visitar. Os visitantes serão informados, de uma forma divertida e interativa, sobre os problemas causados pelas mudanças climáticas. A entrada é gratuita. 

“A ciência é clara: em 2015,devemos ter estabilizado as emissões globais de CO2. Até 2050, devemos ter construído uma economia de carbono zero. Para enfrentar esse desafio, é preciso um esforço global que compartilhe responsabilidades entre cidadãos, governos, iniciativa privada e sociedade civil organizada”, disse Rebeca Lerer, coordenadora da expedição do Greenpeace.

Confira a agenda do Arctic Sunrise no Brasil: 

Local

Data

Manaus

10 e 11 de janeiro

Belém

24 e 25 de janeiro

De 29 de janeiro a 1 de fevereiro

Fortaleza

7 e 8 de fevereiro

Recife

14 e 15 de fevereiro

Salvador

7 e 8 de março

Rio de Janeiro

21 e 22 de março

Santos

28 e 29 de março

  

O Brasil tem hoje uma posição importante no combate às mudanças climáticas, já que está entre as 10 maiores economias do mundo e é o quarto maior emissor de CO2. Os desmatamentos e o mau uso do solo, principalmente na Amazônia, são responsáveis por 75% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa. A destruição da floresta amazônica libera todos os anos mais de 800 milhões de toneladas de gás carbônico.

Para fazer sua parte, o Brasil deve se comprometer com metas setoriais de redução de gases do efeito estufa, zerando o desmatamento da Amazônia até 2015, promovendo as energias renováveis e eficiência energética e implementando uma rede de áreas marinhas para proteger os oceanos. 

Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil

Fim de semana de protestos contra o carvão na Holanda

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Roterdã, Holanda — Enquanto noventa ativistas eram presos ao se acorrentarem na obra de uma termelétrica, Rainbow Warrior ajudou a impedir descarregamento de carvão no porto de Roterdã.

Noventa ativistas do Greenpeace foram presos depois de bloquearem as obras da termelétrica de Maasvlakte, em Roterdã, na Holanda. Eles se acorrentaram e bloquearam o acesso às obras da usina nas primeiras horas de sábado (15/11) e foram detidos pela polícia por volta do meio-dia. Os ativistas já foram liberados.

No mesmo dia, dois navios do Greenpeace, Rainbow Warrior e Beluga II, bloquearam trecho do porto de Roterdã para impedir o descarregamento de carvão.

“O Greenpeace agiu para interromper um desastre climático”, afirmou Rolf Schipper, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Holanda. “Nosso país já produz mais energia do que precisa, e planeja exportar eletricidade a partir de 2009. Não faz sentido construir uma nova termelétrica a carvão.

O carvão é o combustível fóssil mais poluidor que existe e a maior ameaça individual ao clima do planeta. Termelétricas a carvão dificultam o cumprimento das metas européias de cortes de emissões de gases do efeito estufa em 30% até 2020. A empresa E.On, proprietária da termelétrica de Maasvlakte, planeja construir oito novas usinas por toda a Europa. A de Roterdã seria a primeira.

“E.ON está ignorando a ciência que nos diz que o carvão é o maior perigo ao nosso clima”, afirma Agnes de Rooij, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Internacional. “A ação em Roterdã levou a mensagem de que isso é inaceitável.”

A ação de sábado é parte da campanha promovida pelo Greenpeace na Europa contra a E.ON, que incluiu protesto da frota de nove barcos, liderados pelo Rainbow Warrior, próximo à termelétrica a carvão de Kingsnorth, no Reino Unido; ocupação pacífica do local das obras de uma outra usina na Antuérpia, na Bélgica; e bloqueio do abastecimento de carvão para a usina da E.ON na Sardenha, na Itália.

O navio Rainbow Warrior está engajado em uma expedição de 10 meses contra o carvão, que começou em março, na Nova Zelândia, e agora se encontra na Europa. Uma Estação de Resgate Climático foi montada às margens de uma grande mina de carvão na Polônia, às vésperas das negociações da ONU sobre mudanças climáticas, que serão realizadas em Poznan, na Polônia, em dezembro.

Abandonar o carvão como fonte energética é essencial para se chegar a um acordo para salvar o clima do planeta. Os governos europeus têm que mostrar liderança e abrir mão do carvão em seus próprios países. O relat[ório [R]evolução Energética, do Greenpeace, mostra como a energia renovável, combinada com uma maior eficiência energética, pode cortar as emissões globais de CO2 em até 50% e providenciar metade das necessidades energéticas do mundo até 2050.

Fonte:http://www.greenpeace.org/brasil/