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Terror e suspense: Terceiro filme de O Chamado será em 3D

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Em breve, Samara estará de volta e mais próxima do que você imagina: em 3D. Segundo o blog The Heat Vision, a Paramount está desenvolvendo o terceiro filme da série de suspense O Chamado e, como já era de se esperar, o longa será rodado em terceira dimensão.

Intitulado inicialmente de 3D Ring, o longa é baseado na obra de Kôji Suzuki e conta com David Loucka como roteirista. Recentemente, ele escreveu o roteiro de Dream House, do diretor irlândes Jim Sheridan (Entre Irmãos)

O filme original, refilmagem do japonês de 1998, tornou-se um sucesso de público e crítica quando foi lançado em 2002 e ajudou a inaugurar um período em que Hollywood virou seus holofotes para a Ásia, a fim de se inspirar em produções de terror. Na história é mostrada uma jovem jornalista que investiga um vídeo misterioso, que aparenta ser a causa da morte de pessoas que o assistem.

Durante a divisão da Dreamworks e da Paramount, O Chamado foi deixado de lado e pensou-se que nenhum outro filme seria produzido.

A trama de 3D Ring está sendo mantida em sigilo, mas o objetivo do novo filme é reinventar a série. Especula-se que será mostrado um cenário, envolvendo adolescentes, que encontram um videocassete que ainda funciona.

Até o momento, o nome de nenhum diretor foi confirmado. Walter Parkes e Laurie MacDonald estão em negociações para retornar ao cargo de produtores.

SBT veta história de paixão antiga de Manoel Carlos

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O Casos de Família de hoje, apresentado por Christina Rocha, vai contar histórias de celebridades.

Uma delas, contada por um dos jornalistas que participaram da gravação do programa, fala de uma grande paixão de Manoel Carlos, nos anos 60.

Ela trocou o autor pelo diretor Carlos Manga, mas se decepcionou, tentando até o suicídio. Só que depois voltou para os braços do autor da Globo. Parte da história ficou conhecida na época, mas o SBT decidiu que não vai colocar no ar.

Isso aconteceu quando Maneco era produtor de Hebe Camargo.

A mulher pela qual ele era apaixonado inspirou a personagem Helena, que ele sempre repete em suas novelas.

Durante a edição do programa, essa parte foi toda cortada.

Uma outra história, de Jesus Luz, será exibida no programa de hoje. A atração contará que o namorado de Madonna pode ser uma farsa como DJ. Dois DJs de verdade fazem o verdadeiro trabalho, escondidos debaixo da mesa de som.

Paranormal Activity “o melhor filme de terror dos últimos tempos”

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“Paranormal Activity”, segundo esta sendo veiculado na grande mídia, custou apenas 11 mil dólares e tem potencial para se tornar o filmes mais lucrativos da história do cinema. O título atual pertence a Bruxa de Blair, com seus 35 mil dólares de custo e mais de 250 milhões dólares em faturamento.
“Paranormal Activity” narra a história de um casal que se muda para uma casa e logo nos primeiros dias percebem coisas estranhas acontecendo. Para melhor investigar os acontecimentos noturnos, os pombinhos instalam câmeras de vigilância pela casa. Enquanto dormem, coisas cada vez mais assustadoras vão se revelando. Um detalhe interessante é que o filme foi filmado na própria casa do diretor, o estreante Oren Peli.
Se a história não tem nada de muito original, ao menos o filme parecer ter uma direção extremamente eficiente e sustos garantidos, assim como aconteceu com o espanhol REC, um dos melhores filmes de terror que tive o prazer de assistir.
Agora torcer para que o filme não demore muito para chegar ao Brasil, pois as minhas expectativas já são grandes.

 Fonte: http://www.sedentario.org

Na trilha do rock

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Lugares que guardam a memória de ícones roqueiros são roteiro para turistas apaixonados por música

Há quem diga que o Rock’n Roll morreu. O mundo diz o contrário. Da mansão do rei Elvis aos porões sujos do punk dos Ramones em Nova York, passando pelo museu do Jimi Hendrix até o túmulo de Jim Morrison, descubra os verdadeiros santuários dos ídolos roqueiros espalhados pelo planeta, lugares que eternizaram o rock.

Cavern Club – O berço dos Beatles em Liverpool

Quando ninguém ainda sabia quem eram os “reis do yeah yeah yeah“, o quarteto de jovens formado por John, Paul, George e Ringo já fazia barulho nos clubes de sua cidade natal. Entre todos os lugares de Liverpool que os Beatles tocaram, foi o bar  Cavern Club que se tornou lenda para os amantes de música que hoje viajam à cidade.
 
Apesar de ser uma versão do Cavern original, que foi soterrado em 1973, o bar possui o ambiente mítico de “ponto de partida” dos Beatles, e as bandas que são fãs assumidas do quarteto, como o Oasis, frequentemente tocam por lá. Entre os visitantes, o público brasileiro é presença forte.

 

Marco Antonio Mallagoli, presidente do Revolution, o Fã Clube Oficial dos Beatles no Brasil, esteve em Liverpool mais de trinta vezes e até tocou no palco do Cavern, por três horas, em um nove de outubro – dia do aniversário de John Lennon. “A emoção de estar no Cavern é forte. É como se os Beatles estivessem na mesa ao lado” afirma ele, que organiza beatletours para levar fãs brasileiros à cidade da banda.

Há shows no Cavern de sexta à domingo, e o clube também oferece um tour histórico pela vizinhança, para apresentar os lugares que inspiraram clássicas canções dos Beatles, como Penny Lane e Strawberry Fields. Por € 12,9 os guias da casa organizam o passeio que termina no Cavern. No fim do tour, o turista pode passar pela loja de souvenirs do clube e levar para casa a miniatura de John Lennon ou de Paul Mcartney, direto da fonte – ou melhor, da caverna.

 

 Graceland – A morada de Elvis Presley em Memphis

Os reis possuíam castelos. Elvis Presley tinha sua mansão. Foi na chamada Graceland, em Memphis, cidade do Tenesee nos EUA, que o rei viveu de 1957 até o dia em que morreu no próprio banheiro, em 77. As causas de sua morte ainda não são conhecidas e, apesar de as discussões ficarem entre suicídio e uma acidental overdose de remédios, existe ainda quem ache que a lenda não morreu. Bom, morto ou não, sua casa foi transformada em um enorme centro de visitação e turismo.

Graceland oferece visitas com guias em áudio que contam como eram os dias de Elvis em casa, juntamente com a história da sua carreira. É um mergulho no universo da lenda: passeios pelos quarto do rei, pelo quarto de seus pais e pelas salas onde ele guardava seus figurinos históricos transportam o visitante aos anos de glória de Presley. Isso sem falar no museu de carros que os aguarda nos anexos da mansão e no túmulo do próprio, que jaz eterno no quintal de Graceland. O tour mais completo, que passa por todas as áreas de Graceland custa US$ 69, e o passeio somente pela mansão é US$ 29.

Nova York – O punk respira (ou respirava) nos porões do CBGB

Há 35 anos, Hilly Kristal, proprietário de uma escura casa de shows em Manhattan, deixou uma banda de meninos punks tocar no palco. Kristal odiou o som dos caras, mas parecia que  de alguma forma aquela seqüência agitada de três acordes agradava o público. A banda era Ramones e o bar era o CBGB, que depois de um tempo – e graças aos garotos punks – iria se tornar um dos mais conhecidos redutos do rock alternativo do mundo.

Além dos Ramones, a casa recebeu nomes  como  Patti Smith, P.J Harvey e The Jam. Do Brasil, foi o Ratos de Porão que marcou presença no clube, e o show foi tão bom que os organizadores do CBGB gravaram e deram de presente para a banda, que a lançou como o cd . “Ratos de Porão ao vivo”. “Tocar num lugar clássico daqueles, sujo e cheio de barata, não tem preço” conta João Gordo, vocalista do Ratos.

Hoje não é mais possível tomar uma cerveja e ouvir rock underground no clube; por razões de desacordo com os proprietários do imóvel, o reduto punk fechou as portas em 2006. Os representantes da casa prometem que irão reabrir em breve em outro endereço, mas por enquanto vale ao menos passar na frente para uma foto.

 

 

 

Seattle – De Jimi Hendrix ao Grunge

A cidade é o berço do movimento que se espalhou pelo mundo nos anos 90. Todos lembram das camisas de flanela e do som revoltado dos garotos do Nirvana e do Pearl Jam. Era o Grunge, que surgia para ser um marco musical da década, com ponto de partida em Seattle.

Quem viaja à cidade interessado em Nirvana, porém, não vai encontrar muita coisa. A casa onde o vocalista Kurt Kobain se suicidou foi vendida pela sua viúva, Courtney Love, e os novos proprietários não recebem visitas, além de que o anexo da casa, onde ele efetivamente se deu um tiro, foi demolido. Porém, antes do Grunge Seattle tinha a psicodelia: os que buscam rock vão se sentir muito bem na terra que também é de Jimi Hendrix. 

 

 

Em homenagem ao conhecido “Deus negro da guitarra” foi construído o Experience Music Project, um museu interativo sobre música, que tem exposições permanentes (com salas dedicadas a Jimi Hendrix e ao “movimento grunge”), e também shows de rock. Destaque para a imensa torre de guitarras que pertenciam a nomes famosos, na qual a maioria foi de Hendrix.

 

Los Angeles – Glamour até no rockNa cidade em que tudo acontece, as estrelas de Hollywood dividem espaço com a leva de rockstars que surgiram de lá para brilhar. O hard rock e o glam rock, estilos nada discretos que juntavam maquiagem, cabelões e calças justas em performances exageradas, tiveram muitos filhos vindos de L.A. Van Halen, Guns N’Roses e Motley Crue são apenas alguns exemplos. Vale a pena passar no Hollywood Bowl, lugar onde quase todas essas lendas fizeram shows históricos e também no Whisky a Go Go, que foi o palco da lendária apresentação do The Doors em 1968.

 

Paris – O líder do The Doors ainda atrai fãs ao Cemitério Pàre Lachaise

Não são só góticos que frequentam cemitérios. Ao passar pelo grande Père Lachaise, em Paris, o que se vê é um amontoado de turistas visitando as tumbas do lugar. Lá descansam celebridades de todos os tipos e épocas. Do músico Chopin ao escritor Oscar Wilde, passando pela memorável cantora francesa Edith Piaf e chegando ao rockstar e ex-vocalista do The Doors, Jim Morrison, o que não faltam são ídolos póstumos para serem venerados. O túmulo de Morrison já causou problemas para a polícia em decorrência dos muitos jovens que procuravam sua lápide para fazerem orgias regadas a álcool. Entretanto, o cemitério está na lista de pontos turísticos da cidade e adaptou-se a isso, e hoje oferece até ótimas opções de cafés e restaurantes a seu redor. Prova de que o rock pode até estar morto, mas ainda encontra maneiras de fazer barulho.

Fonte:  http://onne.com.br/

40 GRANDES MENTIRAS DA HISTÓRIA UNIVERSAL

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Muitos afirmam que Napoleão era baixinho, ou que foi Marco Polo quem trouxe o macarrão para o ocidente, ou ainda que Bruce Lee foi o rei do Karatê.
Nananinanão…

Veja abaixo as 40 grandes mentiras da história universal.

1. Osama Bin Laden não foi o primeiro a atacar os EUA em seu próprio território. O “mérito” corresponde ao mexicano Pancho Villa, que em 1916 cruzou Rio Grande e atacou a cidade de Columbis, Texas, onde matou sete pessoas. A invasão durou menos de dez horas.

2. As três caravelas de Colombo na verdade eram duas. Pinta e Nina. Porque a terceira embarcação que participou da descoberta da América era uma nau, outro tipo de barco de maior tamanho. Chamava-se Maria Galante, mas Colombo a rebatizou de Santa Maria.

3. As Bruxas de Salem não foram queimadas na fogueira. Mas que ninguém pense que foram indultadas. Na realidade foram enforcadas, que era a pena que as comunidades protestantes e calvinistas costumavam ditar para os casos de feitiçaria.

4. Napoleão não era tão baixinho. De fato, media 1,68 cm., uma estatura aceitável para sua época, e inclusive superava por 4 cm o duque de Wellington, seu arqui-inimigo inglês.

5. Em Casablanca, Bogart nunca pronunciou a frase: “Toque outra vez, Sam”. Em realidade, a frase exata é: “Toque Sam, toque ‘As time goes by'”. Para acabar de arruinar o mito, o ator que fazia o papel de Sam (Dooley Wilson) só cantava, já que não sabia tocar o piano. O acompanhamento foi incorporado em estúdio.

6. Os vikings não usavam capacetes com chifres. Foi uma invenção do pintor sueco Gustav Malstrom nas ilustrações que realizou em 1820 para o poema épico Frithiof`s Saga. O propósito destes chifres irreais era retratar os ferozes guerreiros do Norte como seres quase demoníacos.

7. A guerra dos cem anos, realmente durou 116, de 1337 a 1453, ano em que os reis de Inglaterra e França (os países em conflito) puseram fim às hostilidades.

8. O estrangulador de Boston, Albert de Salvo, não estrangulava suas vítimas. Ao menos, não a todas. Unicamente assassinou desse modo à primeira; as outras doze matou a golpes ou punhaladas.

9. George Washington não foi o primeiro presidente dos EUA. Ao iniciar a revolução americana em 1714, uma comissão de notáveis elegeu Peyton Randolph, de maneira improvisada, para esse cargo. Depois de sua demissão, oito pessoas atuaram como presidentes até 1789, ano em que por fim foi aprovada a constituição americana e que foram celebradas as primeiras eleições para o cargo, nas quais Washington foi finalmente eleito.

10. Walt Disney não sabia desenhar e nunca desenhou nenhum de seus famosos personagens. Durante muitos anos foi dito que Mickey Mouse tinha sido criado por ele, mas atualmente sabemos que foi obra exclusiva do desenhista Ub Wickers que deixou Disney compartilhar a autoria para lhe devolver um favor.

11. A revolução de outubro foi em novembro. Realmente (e segundo o atual calendário gregoriano), começou em 7 de Novembro, quando Lênin se sublevou em Petrogrado contra o governo de Kerensky. O que ocorre é que a Rússia era regida ainda pelo chamado calendário Juliano (obsoleto no resto do mundo ocidental desde o ano de 1582). Segundo o qual, a data correspondia ao 25 de outubro.

12. Os Harlem Globetrotters não eram do Harlem senão de Chicago. Cidade na qual foi criada a equipe no ano 1926 com o nome de New Cork Globetrotters. Finalmente, em 1932 adotaram Harlem como denominação de origem.

13. Sherlock Holmes nunca disse: “Elementar meu caro Watson”. Nas novelas de Conan Doyle, o famoso detetive pronuncia a palavra “elementar”, mas nunca acompanhada pela batologia. A frase, tal e como a conhecemos, foi escrita para o filme protagonizado por Basil Rathbone em 1939.

14. A guilhotina não é um invento francês, e seu criador não foi o doutor Ignace Guillotin, que somente sugeriu a guilhotina como método oficial de execução. Os romanos já conheciam e usavam o método, e alguns historiadores acham que foi inventada pelo cônsul Titus Manlius, que paradoxalmente, acabou sendo executado por ela.

15. Van Gogh não cortou a orelha; só um pedacinho do lóbulo esquerdo.

16. A marcha das mulheres foi formada por homens. Precisamente, a subida do preço do pão provocou em 1789 uma sublevação popular em Paris. 6.000 mulheres armadas com facas e foices marcharam em sinal de protesto para o palácio de Versalhes, guiadas por Theroigne de Mericourt. Ainda que em realidade as mulheres não chegavam a uma centena, e o resto eram homens disfarçados com roupas femininas.

17. A bastilha não tinha presos políticos. Para acabar com a Revolução Francesa, há que dizer que na mítica prisão parisiense não havia nenhum preso dissidente. Encontraram ali só sete presos, todos aristocratas (entre eles o marques de Sate), encarcerados pelos chamados “delitos de nome”: não pagar dívidas, matar um rival num duelo…

18. Bruce Lee não foi o rei do karatê. De fato, ele jamais praticou essa modalidade das artes marciais. O seu estilo de luta diferente era conhecido como Jun Fan Gung Fu. Quem lhe ensinou a base da técnica foi Jeet Kune Do. E foi esta base que Bruce ensinou por mais de 30 anos a seus alunos.

19. Joana D’Arc não era francesa. A verdade é que heroína nasceu em Bar, uma localidade do ducado de Lorena que naquele tempo era então independente.

20. Circular pela direita nem sempre foi o normal. De fato, no império romano circulava-se pela esquerda, um costume que foi mantido em toda Europa até a Revolução Francesa. O novo regime instaurou a norma de fazê-lo pela direita, e Napoleão impôs a norma no resto de Europa, salvo na Inglaterra, Suécia e os países que não conseguiu conquistar.

21. John Ford não era caolho. Passou a utilizar a venda sobre o olho direito ocasionalmente em 1934 para poder recuperar-se da operação de cataratas. A partir de então, acostumou a usar em público como excentricidade, ainda que costumava mudar de olho.

22. Artur nunca foi rei. Na realidade, foi um general romano chamado Lucio Artorius Casto, nomeado prefeito para defender Berta dos bárbaros.

23. As onze mil virgens nunca existiram. Numa lápide de uma igreja de Colônia está esculpida a lenda de onze mil donzelas assassinadas pelos hunos de Átila no ano 449. O número real é onze, as jovens martirizadas até a morte pelos bárbaros.

24. Marco Polo não introduziu a massa na Europa. Foram os árabes, durante a invasão da Sicília no ano 669 (600 anos antes do nascimento do famoso viajante). O historiador muçulmano Al-Idri relatou que os árabes instalados na ilha comiam o itriyah, um tipo de talharim seco.

25. O General Custer nunca disse: “Índio bom é índio morto”. O verdadeiro autor de tal afirmação foi o general Philip O. Sheridan.

26. Robin Hood não era um bandido generoso, nem roubava os ricos para dar aos pobres. Na verdade foi um homem chamado Robert Hood, que se revoltou contra o rei Ricardo II para não pagar impostos.

27. Catarina II da Rússia não morreu tendo relações com um cavalo. A soberana faleceu de um infarto, mas a lenda surgiu a raiz da descoberta de sua coleção privada de peças eróticas, nas que não faltavam cenas de zoofilia.

28. Os piratas não enterravam seus tesouros. Ou então faziam-no muito bem, por que nunca foi encontrado algum. O normal era gastarem as pilhagens nas tabernas, bordéis e casas de jogo da ilha da Tortuga.

29. Adão e Eva nunca comeram uma maçã. Já sabemos que só é um mito, mas ainda assim, no Gênesis não se menciona de que fruto se tratava; unicamente lê-se: “… mas do fruto da Árvore que está no meio do jardim disse Deus: ‘Não comereis dele’… ” O mito da maçã provavelmente é devida aos pintores renascentistas.

30. Marlon Brando não recusou o Oscar que ganhou pelo “O Poderoso Chefão” (1972). Mas mandou para receber o troféu em seu lugar uma falsa índia (era uma mexicana disfarçada), que fez um discurso a favor dos direitos dos indígenas.

31. O cavalo branco de Santiago, ao final, não era tão branco. No teto da catedral de Compostela esta representada a imagem do santo no lombo de um exemplar de pele castanha com manchas negras.

32. Não existem os cemitérios de elefantes. O aparecimento de um grande número de ossadas de paquidermes num mesmo lugar fez crer que existiam míticos locais nos quais os elefantes se dirigiam voluntariamente para morrer. O mistério foi explicado pelo biólogo Rupert Sheldrake, que explicou que o que realmente ocorria é que os exemplares idosos ou doentes de uma mesma manada passavam a viver próximos dos mananciais de água e morriam ali.

33. Se Maomé não vai a montanha, a montanha vai a Maomé. Este provérbio não pertence a nenhum texto sagrado islâmico. Faz parte de uma parábola inventada pelo filósofo britânico Francis Bacon.

34. Escalpelar não era costume natural dos peles vermelhas. Eles copiaram o costume dos franceses, que exigiam de seus mercenários apresentar o couro cabeludo da cada índio morto para poder cobrar a recompensa.

35. Os reis magos não eram três. O Evangelho segundo São Mateus só menciona a visita de alguns magos do Oriente, mas não especifica seu número, e nem sequer diz que eram reis.

36. – “E no entanto, move-se”. Não existe nenhuma prova que demonstre que Galileu tenha realmente murmurado essa frase ao se ver obrigado a abjurar de suas teorias científicas em 1633, depois de ser julgado pela Inquisição. Atualmente, os historiadores acreditam que foi inventada pelo escritor e editor Giusepe Baretti num fantasioso livro intitulado Biblioteca Italiana (1757).

37. Os imperadores romanos não levantavam nem baixavam o polegar para decretar a morte ou o indulto de um gladiador. Mostrar o punho fechado era sinal de clemência: mas se mostrava o polegar para um lado (pedir carona), estava ordenando a execução do perdedor.

38. Al Capone odiava espaguete e, por extensão, quase todas as variedades da massa italiana. Foi o que contou em sua biografia o ator George raft, especializado em papéis de gangsteres e a quem Capone (grande admirador seu) convidou uma certa vez para jantar. Surpreendeu-se com um menu de farta comida chinesa.

39. O Motim do Bounty não foi uma revolta contra a tirania do capitão Blight. O motivo foi menos nobre: o oficial Fletche Christian, de origem aristocrática, inimizou a tripulação contra o capitão porque não suportava mais que ele reclamasse constantemente um dinheiro que lhe tinha prestado.

40. Julio César não nasceu numa cesariana. Os historiadores acham que não foi assim, porque sua mãe morreu quando ele já tinha completado 30 anos, numa época em que as mulheres não costumavam sobreviver a esta operação. O que é verdadeiro é que dita intervenção deve seu nome a uma lei promulgada por César para que os bebês fossem extraídos dos ventres de suas mães se estas faleciam a partir do sétimo mês de gestação.

41. As orgias de Tibério são um mito. Suetonio relata que o imperador fixou sua residência em Capri para fugir da corrupção da nobreza romana.

Fonte: Metamorfose Digital