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Polêmica: Nelly Furtado desmente crítica a Madonna

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Nelly Furtado está pê da vida, como diria aquele antigo sucesso do grupo Dominó. Segundo ela, tem jornalista querendo faturar em cima de mentiras. Mais precisamente, mentiras sobre a megaestrela Madonna.

Matéria publicada pelo site Pop Crunch traz declarações supostamente dadas por Nelly dizendo que Madonna não deveria se matar de fazer exercícios para aparentar uma juventude que não tem mais. Ela deveria se conformar com a sua idade.

Mais. Nelly, que tem 30 anos, teria dito que, quando tiver a idade atual de Madonna (51 anos), vai ficar do jeito que a idade lhe permitir, sem forçar a barra. Muito irritada, Nelly postou hoje a seguinte mensagem em seu profile no site de relacionamentos Twitter.

-Pensando: odeio ser mal interpretada. Pessoas ganhando dinheiro em cima de mim com matérias mentirosas. Eu nunca falei mal da Madonna. Nós somos amigas!

Madonna ainda não se manifestou a respeito, quem sabe já devidamente vacinada sobre esse tipo de confusão. Seja como for, a matéria do Pop Crunch é grande e tem várias declarações de Nelly entre aspas. O tempo dirá como isso irá acabar…

No momento, Nelly Furtado, canadense descentende de portugueses, divulga o CD Mi Plan, gravado em castelhano. Com mais de dez anos de carreira, a moça já teve disco no primeiro lugar da parada americana, e também gravou ao lado de Caetano Veloso.

Vida sexual após a menopausa

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Quando a mulher entra na menopausa – ou no período que a antecede, conhecido como climatério – enfrenta uma série de alterações hormonais que provocam desde ondas de calor e transpiração excessiva até problemas sexuais.

O desejo diminui e a falta de menstruação vira sinônimo de falta de sexo.

 Dados apresentados no XI Congresso Mundial de Menopausa, realizado em Buenos Aires em 2005, revelaram que 50% das mulheres de meia idade relatam algum tipo de disfunção sexual. As queixas de dor na penetração, decorrentes das alterações hormonais, geram dificuldades na manutenção da excitação, diminuindo ainda mais a lubrificação vaginal. Assim, reduzem as possibilidades de alcançar o orgasmo e por conta disto, diminuem ou inibem o desejo sexual.

Mas é preciso lembrar que o fato de perderem o interesse sexual não está diretamente ligado ao fato de deixarem de menstruar. “Existe a interferência dos hormônios no desejo, porém, do ponto de vista social e também psicológico, as mulheres compraram a ideia de que perderam a juventude e que não são mais capazes de despertar atração sexual”, comenta o psicólogo e terapeuta de casais e família Paulo G. P. Tessarioli.

Ele, juntamente com as médicas ginecologistas e sexólogas, Ana Lúcia Cavalcanti e Ana Paula Junqueira Santiago, desenvolveu uma pesquisa sobre a satisfação sexual em mulheres com a chegada da menopausa, intitulada “A influência do uso do tonificador na consciência do assoalho pélvico das mulheres na menopausa”. A pesquisa foi apresentada em agosto deste ano, no X Congresso da Sociedade Latinoamericano de Medicina Sexual.

O trabalho foi desenvolvido em São Paulo com oito mulheres de idade média de 52 anos, com dificuldade em ter orgasmos. Todas receberam kits com três tonificadores de diferentes pesos e diâmetros e foram orientadas a fazer exercícios diários de contração e relaxamento da musculatura do assoalho pélvico.

Esse assoalho é o “chão” ou “piso” da região pélvica, responsável por manter alguns órgãos (útero, ovários, bexiga) no devido lugar, por impedir a saída de urina, fezes e gases e também por manter a função vaginal (contração e relaxamento). “Mulheres jovens que se preocupam em manter níveis saudáveis de atividade física e postura, evitando sobrecarga do corpo, bom funcionamento do intestino, certo grau de consciência vaginal, contraindo e relaxando a vagina. Com a chegada da menopausa, estas mulheres se apresentam saudáveis dos pontos de vista orgânico e sexual. Mas caso isto não ocorra, dependendo do estado em que se encontra o assoalho pélvico, é possível fazer exercícios de contração e relaxamento da vagina com o uso dos cones, sempre com a orientação de um especialista em sexualidade”, explica Paulo.

O resultado da pesquisa realizada foi positivo, provando que o uso do tonificador facilitou a percepção vaginal e, consequentemente, reativou o interesse pela atividade sexual em cinco das oito mulheres que participaram do estudo. Um kit composto por cones de diferentes pesos, bem parecidos com o tonificador utilizado na pesquisa, pode ser encontrado do mercado brasileiro.

Fora o uso dos tonificadores, é possível também manter o desejo aceso por outras vias, reforçado por meio da própria atividade sexual. Paulo indica que relações sexuais, masturbação, leitura erótica e até os filmes ajudam nesse sentido. “Colocar o desejo sexual como uma das prioridades na vida, com sua devida importância, da mesma forma que são importantes o trabalho, o lazer e o cuidado com o corpo também ajuda na manutenção do desejo”. 

 

 Fonte: http://vilamulher.terra.com.br

As fases do sexo

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Lembra-se de como você era dez anos atrás? Além do corte de cabelo, seus interesses eram diferentes, seu corpo era possivelmente mais rígido e sua cabeça certamente não era a mesma de hoje. Depois de dez anos, é claro que a cama também mudou – e não estamos falando do colchão, mas do seu desejo, do seu desempenho e do seu gozo. Algumas coisas continuam iguais – como aquela pinta no ombro direito ou a vontade de ganhar uma lingerie vermelha de presente de aniversário – mas outras acabam mudando quando se tem 20, 30 ou 40 anos de idade. Como vai ser o sexo daqui a dez anos? Aos 20 anos, quanta animação! As mulheres jovens fazem preliminares de duas horas, transam pelas escadas do prédio e, depois, contam tudo para as amigas. É assim com Adriana*, de 22 anos, que tem um namorado há quatro meses, com quem jura que vai ficar pelo resto da vida. “Ele é o segundo cara com quem transei. É bonito, carinhoso e nos damos muito bem”, diz, comedida – os detalhes ela deixa para as amigas mais íntimas. “Eu e meu namorado fazemos coisas que antes eu achava que só as prostitutas faziam. Mas ele me mostrou que é natural. E muito gostoso”, conta a estudante.

É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir A sexóloga Glene Faria explica que aos 20 anos tudo é uma grande novidade. “A mulher ainda está aprendendo e pode ter dificuldade de atingir o orgasmo”, afirma, lembrando que a experiência vem com o tempo e o sexo vai ficando cada vez melhor.

A balzaquiana tem mais estrada. Não quer transar apenas com o homem que julga ser sua “cara-metade”, topa sexo casual e diz saber aproveitar bem os momentos debaixo dos lençóis. Júlia*, 30 anos, está solteira, tem um vibrador e afirma gostar muito de sexo. “Estou mais segura atualmente e não fico pensando se estou bonita, ou se ele está vendo minhas celulites, como quando eu era uma garotinha”, diz. Sua irmã de 33 anos, Tatiana, vê os dois lados da idade: “Estou casada há alguns anos e acho que transo menos hoje do que aos 20. Em compensação, considero minhas transas mais intensas e, em breve, pretendo ter um bebê”, revela.

Glene Faria afirma que é comum haver uma diminuição do desejo aos 30 anos. “É comum que a mulher comece a se lubrificar no meio da relação, uma vez que o homem pára de investir nas preliminares”, explica a sexóloga, sublinhando que o casal não pode parar de priorizar a sexualidade. “Depois de três anos de relacionamento, vem a primeira crise, pois termina a paixão e vem a rotina”, alerta.

Aos 40

Quando a mulher entra nos enta, conhece a chamada “idade da loba”. Significa que ela não cai matando como a de 20, nem está mais pensando em mamadeiras, como a de 30. “Estou no ápice da minha vida sexual”, garante a fisioterapeuta Laura*, de 41 anos. “Eu e meu marido temos muita intimidade sexual e mantivemos o romantismo ao longo de todos esses anos. Por exemplo: às sextas, sempre saímos pra jantar, só nós dois”, conta, insinuando que a noite é sempre longa…

Para Glene, a mulher de 40 anos está mais madura sexualmente. “Ela é experiente, conhece o próprio corpo e está apta a ter uma vida sexual muito boa”, afirma a sexóloga. De acordo com ela, a mulher também torna-se mais exigente aos 40. “Ela sabe dar prazer ao parceiro e também quer qualidade em troca”, observa. Mas, é claro, nem tudo são flores… A partir desta idade, os problemas físicos e as dificuldades na cama tendem a aumentar – e não estamos falando apenas daquelas posições diferentes, que exigem um bom condicionamento do corpo. “Entre 45 e 50 anos, a mulher pode entrar na menopausa e observar diminuição do desejo e da lubrificação”, adverte a sexóloga. A sugestão é que o gel lubrificante vire parte integrante do ato sexual.

Glene lembra, ainda, que cada relação é uma relação e que boa parte da qualidade sexual está nas mãos dos homens: “Se ele é dedicado e se mostra preocupado em estimular sua parceira, não há mulher que não funcione”, afirma, ressaltando que o sexo tende a melhorar com o passar dos anos. “É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir”, resume.

Fonte:bolsademulher