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Alexandre Pato assiste a jogo da Copa ao lado de “loiraça”

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O jogador Alexandre Pato assistiu ao jogo da Copa do Mundo entre Alemanha e Espanha nesta quarta-feira (7) em um restaurante em São Paulo acompanhado de uma “loiraça”. As informações são do jornal Diário de S.Paulo desta quinta-feira (8).

De acordo com a publicação, em sua mesa estavam o jogador Emerson e de uma mulher “linda” que estava “torcendo” para que o jogo terminasse o quanto antes.

Pato se separou recentemente da atriz Sthefany Brito. O relacionamento do casal durou exatos nove meses e 13 dias. A separação foi bem conturbada, com acusações de ambos os lados.

O casamento dos dois foi pomposo e reuniu a alta sociedade carioca em festa realizada no Copacabana Palace, em uma noite que mais parecia saída de um conto de fadas.

São Paulo derrota o Inter por 1 a 0 e chega à liderança

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São Paulo e Internacional fizeram um jogo à altura de uma decisão pela liderança do Campeonato Brasileiro, nesta quarta-feira, 28, no Morumbi. Melhor para o time da casa, que venceu por 1 a 0, com um gol de Washington, e tomou a primeira posição do Palmeiras, que ainda enfrenta o Goiás, também pela 32.ª rodada, nesta quinta.

Com o resultado, o time do Morumbi soma agora 55 pontos, apenas um a mais que o Palmeiras – no ano passado, o tricolor havia assumido a ponta apenas na 35.º rodada. Já o Inter fica mais distante do sonho do título, já que a seis rodadas do fim, estaciona nos 52 pontos.

Outro bom resultado para o São Paulo foi a derrota do Flamengo para o Barueri por 2 a 0, na Arena.

E no São Paulo, ninguém escondia que a partida desta quarta era decisiva para o título na campanha pelo tetracampeonato, o sétimo título na história do clube. O técnico Ricardo Gomes era quem puxava o coro de “jogo decisivo”. “É um confronto direto. O vencedor vai sair daqui mais fortalecido”, disse.

O São Paulo não perdeu tempo e mostrou em campo sua escalação mais ofensiva. Com dois passes que resultaram em gol na vitória contra o Santos, o argentino Ádrian González, de novo como titular, era quem comandava as primeiras ações do jogo. Dessa vez sem sustos, sofreu um desmaio no treino durante a semana, coube ao lateral-direito movimentar o time no ataque, além de adiantar a marcação, pressionando os adversários já na saída de bola.

Mas quem levou perigo mesmo foi o Internacional. Primeiro em uma bobeira de Bosco, que no lugar do suspenso Rogério Ceni, deixou a bola quicar duas vezes na trave, antes de mandar para escanteio. Na segunda oportunidade dos visitantes, D´Alessandro cobrou falta e exigiu grande recuperação do goleiro. O duelo entre os dois ainda se repetiu aos 36 minutos, quando o meia apareceu sozinho na frente do camisa 22, que fez outra grande defesa.

A partida seguiu pegada, com os dois times brigando muito no meio-campo – Dagoberto e Índio, além de Giuliano, chegaram a distribuir pontapés -, mas sem lances decisivos. Hernanes e, até mesmo, o zagueiro Miranda arriscaram chutes, todos longe da meta de Lauro.

NOS ACRÉSCIMOS

Mas como em toda grande decisão que se preze, o primeiro gol saiu no detalhe, no último lance do primeiro tempo, aos 47 minutos. André Dias desviou uma cobrança de escanteio e o atacante Washington, até então pouco acionado no jogo, tocou para o fundo do gol. Na comemoração, ele foi até o centro do campo, se ajoelhou e beijou o escudo do São Paulo. “Foi um gol da persistência. Uma bola difícil que fui feliz”, disse o camisa 9, autor de 11 gols neste Brasileirão.

E o gol animou não só Washington, como todo o setor ofensivo são-paulino. Dagoberto arrancou da intermediária, entrou na área, passou por dois zagueiros até adiantar demais e praticamente entregar a bola para o goleiro Lauro.

Ainda assim, quem aparecia com mais chances eram os visitantes. Miranda dominou a bola com o peito e, sem querer, tirou de Bosco. O zagueiro teve que correr para salvar em cima da linha. No lance seguinte, Índio apareceu sozinho na área, mas não teve calma e mandou por cima do gol.

A garoa apertava, o time da casa começava a bater a cabeça e os torcedores, convocados por jogadores e comissão técnica para o jogo da fria noite de quarta-feira, puxavam o hino do clube. E adiantou. Depois da metade da etapa complementar, o São Paulo passou a organizar melhor as jogadas, e Washington chegou a ter outras duas chances, mas, em ambas, parou nas mãos de Lauro.

A reação durou pouco. Bosco fez duas grandes defesas nos minutos finais e o time se fechou em seu campo de defesa, esperando o apito do árbitro Sandro Meira Ricci para garantir três pontos e assumir, pelo menos até quinta-feira, a liderança do Brasileirão para os já conhecidos gritos de “o campeão voltou”.

“Max Payne” é o mais novo game a migrar para a tela dos cinemas

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Los Angeles (EUA), 18 out (EFE) – A indústria do videogame voltou a servir de fonte de inspiração para Hollywood, que leva aos cinemas a vingança do atormentado policial Max Payne, estrela de um bem-sucedido jogo homônimo para os consoles.

O filme, protagonizado por Mark Wahlberg (“Os Infiltrados”, 2006), Olga Kurylenko (próxima Bond Girl no novo filme do agente 007) e Amaury Nolasco (da série “Prison Break”), estreou sexta-feira nos cinemas americanos, em meio à expectativa de milhares de fãs do personagem.

 

A trama do filme “Max Payne” se passa em um ambiente escuro e frio, sob uma interminável nevasca, e avança arrastada pelo desejo de justiça do protagonista Max (Wahlberg), obcecado por encontrar os criminosos que mataram sua família.

 

Wahlberg elogiou a qualidade do filme. “Queria fazer algo divertido, intenso, após fazer ‘Fim dos Tempos’. Era uma oportunidade perfeita para isto”, explicou o ator, para quem nem toda a filmagem foi agradável.

 

Em uma das seqüências mais dramáticas do filme, Wahlberg teve que interpretar debaixo d’água, quase no escuro, sem referências de onde estavam as câmeras.

 

“Foi triste”, afirmou.

 

“Prendem você embaixo, tiram seu ar, é do que eu menos gosto. Na verdade, tenho um problema de ouvido desde que trabalhei em ‘Mar em Fúria’ (2000)”, explicou.

 

O ator, de 37 anos e recentemente pai de seu terceiro filho, admitiu que não conhecia o jogo “Max Payne” até ser contatado para fazer o filme, e afirmou não ter dedicado tempo ao programa porque tem uma “personalidade obsessiva”.

 

“Sou da velha escola”, indicou Wahlberg, que afirmou ter sido fã de jogos mais antigos, como “Pacman” ou “Hockey 93”, da Sega.

 

“Vi minha irmã jogar. Agora, tenho filhos e não posso me permitir. Já não sou um viciado em adrenalina como antes”, confessou o astro, que deixou de andar de moto e agora joga golfe e anunciou que retiraria todas as tatuagens, porque não quer que seus filhos se tatuem.

 

Wahlberg disse buscar agora uma comédia romântica e rejeitou inicialmente a idéia de fazer uma continuação de “Max Payne” e seguir, assim, os passos do videogame, que tem seqüência.

 

“Nunca fiz uma segunda parte e não espero repetir com este filme; tentaram fazer com ‘Uma Saída de Mestre’ (2003) e com outros, mas se não melhorar o primeiro, prefiro que nem façam”, destacou o ator, que deixou em aberto a possibilidade de retomar o papel se “a história agradar às pessoas e for melhorada”.

 

A idéia de uma seqüência não está nos planos iniciais da produção, mas o diretor John Moore (‘Atrás das Linhas Inimigas’, 2006) se mostrou favorável à possibilidade.

 

“Gostaria, acho que há muito mais a contar, mas se não houver Mark não há Max. Isto não é como James Bond, aqui não podemos mudar. Pelo menos eu não estaria interessado em seguir com outro ator”, destacou Moore.

 

Para o cineasta irlandês, o maior desafio do filme era captar a atmosfera do videogame, incluindo a estética das cenas de ação, para o que usou em duas ocasiões um sistema de câmera superlenta com um efeito parecido ao visto em “Matrix” (1999).

 

“Max Payne” se transformará este ano em herdeiro de produções como a saga de “Tomb Raider”, “Doom” (2005), “Street Fighter” (1994) e “Super Mario Bros” (1993), que passaram dos videogames ao cinema.

 

Até o momento, e ao contrário do que acontece com as histórias derivadas das histórias em quadrinhos, as adaptações dos jogos não conseguiram alcançar, nas telonas, o sucesso obtido nos lares, uma disciplina pendente que colocará à prova as virtudes de “Max Payne”

 Fonte:yahoonoticia