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Jornal Nacional tem pior audiência da história em 2009

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O Jornal Nacional completa 40 anos em 2009 com o pior índice de audiência de sua história. A informação foi dada hoje pelo colunista Ricardo Feltrin.

O programa fecha o ano com média de 31 pontos no Ibope. Cada ponto representa cerca de 60 mil domicílios na Grande São Paulo.

A curva é descendente desde o começo da década. Em 2000, o programa tinha audiência cerca de 20% superior à que tem hoje. Em 2002, mesmo com a Copa do Mundo, o jornal caiu em relação ao ano anterior, ficando com 36,6 pontos.

O número se repetiu no ano seguinte. Em 2004 teve um ganho de três pontos, mas nem a Copa de 2006 segurou o índice, que voltou aos 36 pontos – terminou o ano com 36,4.

Desde então, a queda se repete, e foi para 34 pontos em 2007, 32,5 em 2008 e neste 2009 fecha com 31.Mesmo assim, o jornal ainda lidera a audiência no horário em que é transmitido.

O segundo telejornal mais assistido no horário nobre da TV brasileira, Jornal da Record, percorreu o caminho inverso neste mesmo período. Em 2000, o Ibope da atração registrava média de 4,5 pontos na grande São Paulo. Atualmente, o programa da Record tem 9 pontos de média. Isso significa um crescimento de 100 % em  sua audiência nesta década.

Rede Globo copia a Record em programas no Rio de Janeiro

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Ana Paula Araújo entrou no lugar de Renata Capucci e estreou o RJTV 1ª Edição ao lado de Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Bope, que virou comentarista. A segunda edição ficou com Márcio Gomes.

Além de trocar apresentadores e colaboradores, a Globo aboliu o teleprompter (aquele aparelho em que os apresentadores leem as notícias que vão ao ar). Tudo em nome de uma “informalidade”, com linguagem moderna e mais ágil.

O curioso é que os telespectadores ficaram com uma dúvida ao assistirem ao novo formato global: estavam na Globo ou na Record?

E as semelhanças ficaram ainda maiores com a participação de comentaristas de pé, ao lado do apresentador, além de links improvisados, reportagens como se fossem ao vivo etc.

Na Record, o comentarista é o jornalista Percival de Souza. Na Globo, o recém-contratado Rodrigo Pimentel.

Não é de hoje que a Globo enfrenta problemas sérios com o Ibope em suas manhãs. Não são poucos os dias em que fica em segundo lugar em audiência por várias horas durante este período do dia.

 

Uma tentativa recente feita pela Globo para alavancar o horário foi a participação de Sandra Annemberg no Mais Você, batendo papo com Ana Maria Braga.

 

Qualquer semelhança com Celso Zucatelli conversando com Luciana Liviero na Record seria mera coincidência?

De acordo com os dados prévios de audiência, a audiência do Balanço Geral, no Rio, cresceu 297% em 3 anos. Em 2006, quando entrou no ar, o programa dava 3 pontos. Hoje, a média é de 12 pontos.

 

Ontem, por exemplo, o Balanço Geral ficou cerca de vinte minutos na liderança isolada, segundo a prévia do Ibope, por volta de 13h15.

Mas, de qualquer forma, apesar de alguns problemas técnicos, como posição de câmera errada e apresentadora olhando para o lugar errado, a Globo ficou satisfeita com a mudança com o RJTV 1ª Edição, pois o telejornal cresceu de 12 para 14 pontos no Ibope.

 

Nos bastidores, durante uma reunião no jornalismo da Globo para falar da reformulação do RJTV, um dos editores perguntou se era para fazer igual à Record, depois de ouvir que as reportagens deveriam ser feitas como se fossem ao vivo, com menos cortes e improviso. Ficou aquele clima de silêncio e constrangimento no ar.

 

  fonte: http://folhavitoria.com.br/

Jornal indenizará a atriz Maitê Proença em R$ 70 mil, diz STJ

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reduziu para R$ 70 mil o valor que Maitê Proença receberá de indenização, após a publicação indevida de fotos da atriz na primeira página do jornal “Zero Hora”.

As duas imagens foram publicadas na edição dominical do jornal, em 29 de setembro de 1996, com Maitê Proença seminua, originalmente em um ensaio feito para a “Playboy” de agosto daquele ano. Inicialmente, um primeiro julgamento estipulou o valor de R$ 250 mil, no entanto, o Tribunal de Justiça reduziu a indenização para R$ 140 mil.

De acordo com o STJ, o relator do processo ressaltou que o valor da indenização deve ser reduzido ainda mais, pelo fato de as imagens terem sido publicadas nacionalmente por outro veículo. “Não há dúvida de que houve uso indevido da imagem”, comentou o ministro. “A empresa recorrente pede somente a redução da indenização”, ou seja, o “Zero Hora” assume que fez uso indevido das fotos.

 

 Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/site/

Notícias do Futuro…

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E agora?
Pouca comida, trânsito infernal, baladas caríssimas… Previsões nada otimistas estão rolando por aí. Mas você pode mudar tudo!

EM 2080

A água invadiu sua praia. Desde o começo do século, o nível dos mares aumentou 69 cm e engoliu metros e metros de areia! As cidades litorâneas só não desapareceram porque gastaram uma grana em tecnologia para barrar as marés. Os rios também se expandiram e muita gente teve que abandonar a casa para dar espaço à água.

EM 2038

As baladas compram bebidas em galões enormes e servem em copos retornáveis. Ou seja, depois de saciar a sede, você tem que devolver o copo. Pelo menos, não há aqueles copos descartáveis amontoados no chão, como era comum em 2008. Além disso, com o preço da energia elétrica nas alturas, só rolam músicas ao vivo, unplugged. Mas sair assim não é comum. É que fazer esse tipo de programa custa, praticamente, sua mesada inteira.

EM 2050

A comida está muito mais cara, por falta de terras próprias para a agricultura. A crise também chegou ao mar: como dúzias de espécies de peixes já foram extintas, eles são iguarias raras, vendidas a preços superaltos. Ou seja: ir ao restaurante japonês agora, só em datas muito especiais. Como a água também está mais cara, alimentos que precisam dela em grande quantidade, como a melancia, são verdadeiros luxos. E pensar que, no começo do século, famílias brasileiras chegavam a desperdiçar 30% da comida que compravam.

EM 2050

O fornecimento de água potável está 90% menor que no começo do século. Resultado: o preço dela está carîssimo! As casas que não têm encanamento próprio para reúso usam baldes para coletar água usada nas pias. Para completar, a água mineral em garrafa é quase tão cara quanto… champanhe! Dá até pra brindar: tim tim!

EM 2038

A maioria das roupas é feita de poliéster, e isso não tem nada a ver com as tendências da moda. É que materiais orgânicos, como algodão e seda, são muuuito caros, praticamente artigos de luxo! Isso porque, com tão poucas terras disponíveis, o cultivo deles ficou muito mais raro.

EM 2038

Você precisa da INTERNET mais do que nunca! Encontrar a galera pessoalmente é coisa rara. Pouca gente se arrisca a sair de casa por causa dos congestionamentos e da qualidade do ar, que é muito ruim. Você acaba tendo que resolver tudo virtualmente mesmo. De vez em quando, dá uma saudade de dar um abraço de verdade…

EM 2028

Problemas relacionados à qualidade do ar e à comida contaminada são rotina na sua vida. De quebra, eles acabam interferindo um pouco no seu look porque, para driblá-los, você tem que usar máscaras respiratórias. Se preferir, pode ficar com os postos de oxigênio instalados pela prefeitura nas ruas. Asma e rinite alérgica são supercomuns, o que acaba acrescentando mais um item à sua bolsa: os remédios para tratá-las.

EM 2023

Horário de pico não rola mais só quando você sai da escola ou sua mãe vai para o trabalho. Agora, os congestionamentos duram o dia inteiro, pelo menos nas quatro principais capitais brasileiras: São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Pior que a imobilidade, é a sujeira que esse enorme número de carros despeja no ar, provocando doenças respiratórias nas pessoas e cobrindo a cidade de fuligem.

EM 2028

O lixo é mais um problema sério. Os lixões estão cada vez maiorese a água de alguns rios e várzeas, em que cerca de 20% do lixo é despejado, está contaminada por produtos como chumbo e mercúrio. Lentamente, eles provocam intoxicações nas pessoas. Nos casos mais graves, podem causar lesões cerebrais, problemas no sistema nervoso e até a morte!

Fonte: blog.socialmoda.com.br

Uma aldeia global não harmoniosa e em crise constante

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Crise
Crise

 Em 16 de setembro de 1999, a Folha de São Paulo publicou o relatório do Banco Mundial (BIRD) que nos mostra o panorama do mundo no final do século XX. O número de pessoas que vivem com menos de 1 dólar por dia passou de 1,2 bilhão em 1987 para 1,5 bilhão de seres humanos. Em dois anos, portanto, tivemos um aumento da pobreza no mundo em 25%. Esse relato deveria nos preocupar, pois é, de fato, assustador. É a indicação de que há uma violência que gera novas violências que vão tomando conta do mundo quase que numa dimensão geométrica. Há uma desarmonia nessa ordem de mercado global, focada na ordem econômica que discursa sobre a prosperidade e seus resultados, evitando demonstrar como se procede a distribuição da riqueza. A receita neoliberal ganhou espaços no mundo a partir de 1980. A grande parcela dos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, buscaram reestruturar suas políticas dentro dos três princípios das políticas neoliberais: abertura de mercado, a construção do Estado mínimo (reduzir o papel do Estado na administração da coisa pública) e o estímulo à entrada de investimentos externos. Se essa tendência persistir, segundo o Banco Mundial, teremos 1,9 bilhão de seres humanos, inseridos dentro desses dados estatísticos no ano de 2015.

Outro dado do relatório publicado pelo jornal Folha de São Paulo que chamou minha atenção foi o da situação geográfica mundial sobre o aumento do número de seres humanos que de 1987 a 1999, vivem com menos de 1 dólar por dia nas regiões e continentes do mundo. Observemos com atenção:

Dos 4,4 bilhões de seres humanos, habitantes dos países em vias de desenvolvimento:

– 60% não têm acesso à estrutura de saneamento básico.

– Um terço não consome água tratada.

– 25% não possuem moradia decente.

– 20% não têm acesso a tratamento médico.

– 20% das crianças não completam a escolaridade básicas de 4 ou 5 anos .

– 20% das crianças não se alimentam o necessário para desenvolver-se dentro dos padrões básicos de recebimento dos nutrientes para uma boa saúde.

O relatório ainda mostra que o Banco Mundial possuía um estoque de poupança global da ordem de US$ 13,7 trilhões no ano de 2000. Esse dinheiro, em tese, está a disposição dos países de economia em desenvolvimento e que possam mostrar projetos que dêem retorno atraente de investimentos. As demais nações empobrecidas acabam ficando fora dos projetos de investimentos por parte do Banco Mundial. Prevalece a concepção de uma política concentradora. O foco do mercado e dos resultados é que vai delinear os investimentos de poupança global, sob controle do Banco Mundial.

Outras referências que podem nos ajudar a compreender o mundo contemporâneo são os dados apontados pelo BIRD no jornal “O Estado de São Paulo” em 16 de setembro de 1999 sobre a questão urbana. “Em 1975, menos da metade (38%) da população mundial vivia em centros urbanos. Em 2025, pelas previsões do Banco mundial, quase dois terços dos habitantes do planeta (59%) estarão morando em cidades – a maior parte deles (90%) em países em desenvolvimento, sem recursos suficientes para montar uma infra-estrutura adequada” (Estado de São Paulo, 16/09/1999). Com o crescimento urbano numa ordem de exclusão, a violência é a primeira conseqüência, pois, a apartação social é geradora de violência por si mesma.

A cidade tornou-se um local importante para ser discutida na economia global. No lugar do global é preciso ver, também, o local que é a cidade: o lugar onde as pessoas vivem, moram e, muitas vezes sofrem como também se alegram. Em tempos de um processo eleitoral, essas questões nos ajudam a pensar sobre a importância daqueles que se colocam a serviço da população para representá-la nas decisões do município e em políticas pública. E, por isso mesmo, cabem algumas perguntas: Qual é o programa político para a cidade dos candidatos que se apresentam como prestadores de serviço para o município? Há interesses coletivos em suas propostas? Seus discursos são coerentes e pautados por projetos viáveis?

Renata

NOVAS REVELAÇÕES – Polícia quer prisão de pai de Eloá

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A polícia civil de Alagoas pediu à polícia paulista a prisão de Everaldo Pereira dos Santos, pai da adolescente Eloá Cristina Pimentel, que foi morta com um tiro na cabeça na sexta-feira (17), depois de ficar cinco dias em poder do ex-namorado na casa dela, em Santo André, no ABC.

De acordo com o delegado-geral adjunto, José Edson dos Santos, o pai de Eloá fazia parte da “Gangue Fardada”, grupo de extermínio formado por policiais militares e liderado por um coronel, que está preso.

Segundo a polícia alagoana, o pai da adolescente era policial militar no estado e é acusado de envolvimento em vários crimes, entre eles, o assassinato do delegado Ricardo Lessa, irmão do ex-governador de Alagoas Ronaldo Lessa. O crime foi em outubro de 1991, e, desde então, ele é foragido da polícia. Há quatro mandados de prisão contra ele.

A polícia de Alagoas chegou até o pai da adolescente por meio de denúncias anônimas, diz o delegado-geral adjunto. Com a informação, a polícia procurou a certidão de nascimento de Eloá – que nasceu em Alagoas – e constatou que o nome do pai dela era o da mesma pessoa procurada pela polícia. Pereira também foi reconhecido pelas imagens dele veiculadas na televisão durante o seqüestro da adolescente.

Fontetudoagora

Led Zeppelin fará nova turnê, diz jornal britânico

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Ótima notícia para os fãs do Led Zeppelin! De acordo com o tablóide The Sun, Robert Plant aceitou se reunir com a banda para mais uma turnê, que deve acontecer no ano que vem.

 

Após a histórica reunião do grupo britânico em dezembro de 2007, na O2 Arena, em Londres, Plant havia dito que não mais faria shows com o Zep.

 

O vocalista estava irredutível e mais preocupado com a turnê com a cantora Alison Krauss, para divulgar o trabalho da dupla “Raising Sand”.

 

A banda até pensou em voltar sem Plant e o próprio The Sun divulgou que o Led Zeppelin estava ensaiando com outros vocalistas.

 

A próxima turnê da banda terá a mesma formação da reunião histórica em Londres, com Robert Plant nos vocais, Jimmy Page na guitarra, John Paul Jones no baixo e Jason Bonham, filho do falecido John Bonham, na bateria. 

Fonte:yahoonoticia