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Depois que Maisa virou celebridade, mãe despreza a família

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Depois que a pequena Maisa virou celebridade, parte da família não tem mais acesso à casa da apresentadora mirim do SBT. Duas tias de Maisa, irmãs de Gislaine Silva, mãe da menina, foram à Band levar a priminha dela, de três anos, para participar do Programa Raul Gil. Maisa foi lançada pelo apresentador.

Elas moram em Andradina, no interior de São Paulo. Quando a produção perguntou se precisariam de hotel ou se iriam se hospedar na casa de Maisa, em Alphaville, uma das tias respondeu, com a voz embargada, que “Gislaine mudou muito depois que a menina ficou famosa”.

“Ela nem telefona mais. Acho que tem vergonha da gente.”

A produção insistiu para que elas ficassem em um hotel e fossem embora no dia seguinte. Elas preferiram ir para casa no mesmo dia. Então, Raul Gil, que ficou sabendo do ocorrido, mandou pagar táxi até a rodoviária e as passagens de ônibus.

Por orientação do SBT, Maisa e sua família não podem dar entrevistas. A assessoria da emissora, que responde pela apresentadora, não comentou o assunto.

 

 Fonte: http://www.folhavitoria.com.br

Ministério Público pede que SBT pague R$ 1 milhão por caso Maisa

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O Ministério Público do Trabalho promove uma ação civil pública contra o SBT e pede à Justiça que a emissora indenize os trabalhadores em R$ 1 milhão. O valor seria revertido para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

O órgão contesta o trabalho da menina Maisa da Silva Andrade, 7, e alega ainda dano moral coletivo.

 
Procuradoria acusou SBT de desrespeitar leis que permitem o trabalho de menores e pediu que emissora pague R$ 1 milhão
Procuradoria acusou SBT de desrespeitar leis que permitem o trabalho de menores e pediu que emissora pague R$ 1 milhão

O procurador Orlando Schiavon Júnior, da Procuradoria do Trabalho no Município de Osasco, deu entrada com a ação civil pública acompanhada de um pedido de liminar, ainda não analisado pelo juiz da 2º Vara do Trabalho de Osasco, na última sexta-feira (22).

Em suma, a procuradoria pede mais controle sobre o trabalho da menina e diz que ela tem autorização para gravar nas tardes de quarta-feira. A ação civil pública não cita apenas os episódios nos quais Maisa chorou no “Programa Silvio Santos”. O quadro “Pergunte a Maisa” foi barrado na sexta-feira por autorização judicial.

O procurador cita, por exemplo, o fato de a menina ter substituído os apresentadores Yudi e Priscilla durante as férias da dupla em janeiro.

O texto lembra também que o trabalho para menores de 16 anos é proibido, mas autorizado em algumas manifestações artísticas desde que se cumpram alguns requisitos –como poupança para a menor, que não seja a renda principal da família, que não prejudique a escola, entre outros pontos.

As questões que levaram Maisa a chorar no “Programa Silvio Santos” foram citadas como desrespeito a tais leis.

O SBT não se pronuncia sobre o assunto.

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/