Arquivo da tag: meio ambiente

População de baixa renda pode ter “casa de Lego” por R$ 13 mil

Padrão

Televisões que não funcionam mais, garrafas de refrigerante, potes quebrados e sacolas plásticas que iriam para o lixo podem significar a solução para suprir a falta de moradias a um preço acessível. Uma casa feita quase totalmente de blocos de encaixar, assim como as casinhas de Lego, pode custar R$ 13 mil e ser uma das respostas para o avanço da habitação no país.

Trata-se de um imóvel com dois quartos, um banheiro e uma sala conjugada à cozinha, com cerca de 45 m² (metro quadrado) de área privativa, como explica o engenheiro civil Joaquim Caracas. Ele é dono da Impacto Protensão, empresa da área de construção civil do Ceará que desenvolveu o projeto.

– Ela é toda feita de material reciclado, do piso ao teto, e qualquer um pode montar. Demora de dois a três dias para ficar pronta e não requer mão de obra especializada. É como um brinquedo Lego mesmo.

O produto ainda não está à venda porque passa por testes. O engenheiro diz que espera colocar a casa de plástico em produção industrial ainda neste ano.

– Das 400 instalações que operamos, por meio de aluguel, conseguimos um preço de custo de R$ 370 o m². Se entrar em uma escala industrial, a tendência é baratear. Esperamos neste ano obter todos os certificados para começar a procurar um parceiro para investir no projeto.

Sem alicerce

A casa não tem alicerce. Ela é montada sobre uma placa metálica instalada no terreno. Nela são afixadas as paredes, que são feitas de um tipo de polietileno (um dos compostos químicos que formam o que chamamos de plástico) preenchidas com uma espuma. Internamente, eles contam com estrutura metálica e dutos para encanamento e instalação elétrica.

O material é mais leve do que o concreto ou a madeira e tão resistente quanto os tijolos. Caracas conta que sua maior preocupação quando começou a montar a casa de plástico era a isolação térmica.

O problema foi resolvido quando as placas ganharam um espaço oco por dentro. Isso fez com que esse “vazio” funcionasse como isolante, nos moldes das geladeiras de isopor, sem esquentar demais o interior do imóvel ou causar desconforto aos ocupantes.

– A ideia surgiu há uns dois anos e meio, quando eu buscava uma forma de substituir aquelas placas de compensado por plástico reciclado. Eu usava aquelas folhas de madeira para isolar a obra e pensei ‘por que não fazer uma casa com isso’?

Ele diz que a primeira casa foi feita dentro da UFCE (Universidade Federal do Ceará) para testar os materiais e a viabilidade do projeto. Hoje, a ideia funciona em cerca de 400 instalações, de salas de aula a sedes da guarda municipal, escritórios de construção, chalés e quiosques em Fortaleza (CE) e Recife (PE).

Caracas conta que a vantagem é a praticidade e a facilidade para montar uma casa do tipo. Mas ele reconhece que há uma desvantagem:

– O que acontece é que há preconceito sobre ela, por ser feita de material reciclado. Quando eu comecei a minha ideia era fazer uma casa, mas tem tanta coisa que dá para construir que isso poderia ser viável em comunidades carentes para fazer escola e posto de saúde, entre outros.

Hora do Planeta – Earth Hour 2010

Padrão

No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização.

Em 2010, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda mais fantástica!

Plante essa idéia!!!

Bom Final de Semana a todos!

 

Renata Ramone

Os pandas valem a pena?

Padrão

O apresentador de programas de vida selvagem da BBC e especialista em conservação, Chris Packham, causou grande discussão na Grã-Bretanha ao sugerir que grupos de preservação ambiental deixem a natureza seguir seu curso e permitir que os pandas sejam extintos com “um certo grau de dignidade”.

Packham diz que as vastas quantias de dinheiro e recursos gastos anualmente para salvar os pandas poderiam ser melhor utilizadas em outras causas mais importantes para a preservação do meio ambiente.

“Aqui está uma espécie que chegou a um beco-sem-saída evolucionário. Não é uma espécie forte”, disse ele.

As declarações foram duramente criticadas por orgnizações ambientalistas como o WWF, que chamaram Packham de “irresponsável”.

A ONG disse ao jornal britânico ‘The Guardian’ que os pandas só enfrentam o risco de extinção por causa da devastação das florestas – habitat natural desses animais – causada pelos seres humanos, e que, se deixados sozinhos, os ursos sobreviveriam sem problemas.

E você, o que acha dessa polêmica? O dinheiro usado para conservar os pandas poderia ser usado para outras causas? Vale a pena tentar salvá-los?

 Fonte: http://www.bbc.co.uk/

Crise econômica pode ser chance para o clima

Padrão

A recessão global pode ser uma oportunidade para combater as mudanças climáticas e construir um futuro com baixas emissões de carbono, afirma um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE).

A AIE calcula que as emissões globais dos gases que provocam o efeito estufa vão cair em 3% neste ano – uma proporção maior do que a estimada.

Se os governos aproveitarem a oportunidade para investir em tecnologias limpas, o aumento da temperatura global pode ficar abaixo da meta de 2 graus Celsius, estabelecida pelo G-8, afirma a agência.

As conclusões do relatório foram divulgadas durante discussões sobre mudanças climáticas em Bangcoc.

“A mensagem é simples e absoluta: se o mundo continuar na base atual de políticas de clima e energia, as consequências para as mudanças climáticas serão severas”, disse o diretor-executivo da AIE, Nobuo Tanaka.

“A energia está no coração do problema – e, portanto, precisa estar no coração da solução.”

A recessão deve significar que as emissões de carbono serão 3% mais baixas neste ano do que no ano passado, e isso tem um impacto a longo prazo, afirma a AIE, com projeções de que as emissões em 2020 serão 5% mais baixas do que seriam se o mundo não estivesse passando por uma recessão global.

Os maiores cortes de carbono vão ser alcançados com melhorias na eficiência energética, afirma a agência.

Corte, não queime

A AIE apresentou uma série de medidas de políticas para diferentes regiões do mundo e países em vários estágios de desenvolvimento.

Sua receita levaria à estabilização da concentração dos gases que provocam o efeito estufa para o equivalente a 450 partes de dióxido de carbono por milhão (ppm) – um nível que, de acordo com algumas análises, oferece uma boa chance de que a temperatura média global desde antes da Revolução Industrial não sofra variação de mais de 2 graus Celsius.

Sem essas políticas, a agência calcula que as concentrações vão aumentar para 1.000 ppm até meados deste século – níveis que, segundo alguns cientistas, poderiam levar a consequências catastróficas e irreversíveis.

Mas é preciso investir capital político e econômico para se atingir esta meta, afirma a agência, com o ápice das emissões previsto para 2020.

Nos próximos 11 anos, os países desenvolvidos – definidos como os membros da OCDE e/ou da União Europeia, terão que cortar em 17% as emissões relacionadas à energia, e em 50% até 2030.

Até 2030, outros grandes emissores como a China, Índia e Brasil vão ter que limitar o aumento de suas emissões a até 14% dos níveis atuais.

Os países em estágios menos avançados de desenvolvimento poderão aumentar suas emissões.

Globalmente, as tecnologias de energia limpa iriam se expandir, de acordo com a agência.

Entre 2020 e 2030, a receita da AIE prevê que o uso da energia atômica seria três vezes maior, o setor de renováveis seria quatro vezes maior e o uso de tecnologias limpas de carvão seria 14 vezes maior.

O custo desta transformação seria de US$ 10 trilhões (cerca de R$ 18 trilhões) entre 2010 e 2030, afirma a agência, mas melhorias na eficiência energética significariam uma economia virtual da mesma quantia.

Calor

No prefácio do relatório, Yvo de Boer, secretário executivo da convenção sobre o clima da ONU (UNFCCC), alertou que tudo isso depende de que seja fechado um ambicioso acordo global na conferência da ONU sobre o clima em dezembro, em Copenhague.

“Esses resultados deveriam nos motivar a aumentar os esforços para chegar a um acordo com a necessária ambição”, disse ele.

“O custo de combater as mudanças climáticas é administrável. Mas não podemos arcar com o custo de não fazê-lo.”

Boer está em Bangcoc, onde preside um encontro preparatório entre representantes de diferentes governos que fazem parte da convenção da ONU.

Na segunda-feira, a China e o Sudão – que presidem o bloco da China e G77 de países em desenvolvimento – acusaram os países ricos de tentar acabar com um dos preceitos básicos do Protocolo de Kyoto – de que as metas de emissão deveriam ter, de alguma forma, efeito legal.

Eles acusam países ocidentais, como os Estados Unidos e a Austrália, de tentar tornar as metas mais flexíveis, o que, segundo eles, poderia dar espaço para que eles se esquivassem.

A análise da AIE faz parte de seu relatório anual World Energy Outlook, publicado mais cedo para que pudesse ser discutido durante o encontro de Bangcoc.

Alguns dados, como o impacto projetado da recessão sobre as emissões, foram publicados no mês passado.

 

 Fonte: http://verde.br.msn.com/

Saiba o que pode e o que não pode ser reciclado e faça a sua parte

Padrão

A gente sabe que todo mundo está cheio de boas intenções quando o assunto é “fazer a sua parte” pelo planeta. Mas para que essa predisposição se transforme em ação efetiva, é necessário mais do que vontade: é preciso informação. E atitude. Um bom começo é arregaçar as mangas e começar em casa mesmo, separando o lixo orgânico do reciclável. Olha só quanta coisa dá pra reaproveitar:

 Vidro: embalagens, copos, garrafas, vidro de janela e cacos – desde que estes sejam colocados em caixa de papelão ou embrulhado em jornal para não machucar a pessoa responsável pela coleta seletiva.

 Papel: revistas, jornais, caixas de  papel e papelão, envelopes, folhas de caderno, folhas de sulfite usadas, cartazes velhos e formulários de computador.

 Latas: de alumínio, como as de refrigerante e cerveja; de folha de flandres, como as de óleo, leite em pó e salsicha.

 Aço: armações de óculos e talheres.

 Alumínio: embalagens de marmitex limpas, papel alumínio limpo (sem resíduos orgânicos).

 Plástico: copos, potes, pratos e embalagens vazias (como as de shampoo e detergente), tampas plásticas, sacos (como os de arroz ou leite), embalagens PET de refrigerante, plásticos mistos (como CD e DVD), sacolinhas plásticas e plástico filme (desde que estejam limpos).

 Pilhas: podem ser jogadas no lixo comum, mas são nocivas ao meio ambiente, pois contêm pequenas quantidades de metais pesados. Ao longo de muitos anos, esses metais pesados vão se acumulando na natureza, podendo se transformar em um grande problema ambiental. O ideal é enviá-las para reciclagem, mesmo que isso não seja obrigatório. Uma boa idéia pode ser usar pilhas recarregáveis, que duram mais e não precisam ser jogadas fora.

Lâmpadas fluorescentes: assim como no caso das pilhas, também podem ser jogadas no lixo comum. Só que contêm mercúrio na forma de vapor, um resíduo perigoso que, no momento em que a lâmpada se quebra, pode ser liberado para o ar, prejudicando o ambiente e a nossa saúde. O ideal é enviar para as reciclagem. Mas fique atenta: só as lâmpadas fluorescentes são recicláveis. As outras devem ser mandadas para o lixo comum.

 Eletroeletrônicos: algumas partes podem ser reaproveitadas, mas os aparelhos precisam ser encaminhados para locais específicos que façam a reciclagem. Isso porque a maioria dos eletroeletrônicos tem metais pesados em sua composição – como chumbo e mercúrio – que, quando são manuseados ou dispostos de maneira inadequada, oferecem risco à nossa saúde e ao meio ambiente.

 O ideal é fazer uma pesquisa pela internet para saber que entidades podem aproveitá-los. Vale visitar os sites da Associação Brasileira de Excedentes , do Museu do Computador e do Comitê de Democratização da Informática. Como alguns fabricantes estão aceitando alguns de seus produtos de volta para encaminhá-los para a reciclagem, pode ser interessante dar uma ligada no Serviço de Atendimento ao Consumidor para saber se (e como) isso pode ser feito.

 

Embalagens longa vida: podem e devem ser recicladas, mas existem empresas e entidades especializadas nesse trabalho. Uma boa idéia é consultar o site Rota da Reciclagem para saber onde encontrá-las na sua cidade.

Também podem ser reciclados:

– Materiais feitos em PVC rígido, como canos.

– Tubos de pasta de dente e outras embalagens de produtos de higiene e beleza, de preferência vazios ou limpos.

– Canetas esferográficas sem a carga, só a capa.

– Disquetes e fitas cassetes, que têm a parte exterior feita de plástico. A fita magnética que vai dentro e não é reciclável, deve ser descartada.

– Pedaços de materiais ou produtos de pequena dimensão – como de papel ou plástico ou de metal, como pregos e grampos. Como são pequenos, devem ser juntados em potes para enviar à reciclagem. O ideal é separar por tipo de material.

Materiais que não devem ser enviados para reciclagem

 Papel: guardanapos depapel e lenços de papel sujos; papel higiênico, papéis plastificados (usados em embalagens); papel de fax, celofane, fotografias e fraldas descartáveis.

 Isopor: até existe tecnologia para sua reciclagem, mas em geral ele não é aproveitado. O ideal é evitar comprar produtos embalados com esse material.

 Madeira: mesmo sendo um material orgânico, ela não pode ser reciclada.

 E também:

 – Fita crepe, etiquetas ou fitas adesivas

– Embalagens metalizadas, como as de biscoitos e salgadinhos

– Lã ou esponja de aço

– Porcelana (como pratos, xícaras e travessas)

– Canos velhos e cabos de panela

– Espuma

– Esponja de cozinha

– Materiais de cerâmica

– Tubos de imagem de TV

 

É muita coisa para aprender, mas com a prática vai ficando mais fácil. Há um detalhe importante que não deve ser esquecido: lave e seque bem os materiais que estiveram em contato com alimentos ou outros produtos orgânicos, para evitar contaminação dos demais materiais. Assim, evita-se que eles sejam descartados por não serem considerados aptos para a reciclagem.

 

  Fonte: http://msn.bolsademulher.com

Notícias do Futuro…

Padrão

E agora?
Pouca comida, trânsito infernal, baladas caríssimas… Previsões nada otimistas estão rolando por aí. Mas você pode mudar tudo!

EM 2080

A água invadiu sua praia. Desde o começo do século, o nível dos mares aumentou 69 cm e engoliu metros e metros de areia! As cidades litorâneas só não desapareceram porque gastaram uma grana em tecnologia para barrar as marés. Os rios também se expandiram e muita gente teve que abandonar a casa para dar espaço à água.

EM 2038

As baladas compram bebidas em galões enormes e servem em copos retornáveis. Ou seja, depois de saciar a sede, você tem que devolver o copo. Pelo menos, não há aqueles copos descartáveis amontoados no chão, como era comum em 2008. Além disso, com o preço da energia elétrica nas alturas, só rolam músicas ao vivo, unplugged. Mas sair assim não é comum. É que fazer esse tipo de programa custa, praticamente, sua mesada inteira.

EM 2050

A comida está muito mais cara, por falta de terras próprias para a agricultura. A crise também chegou ao mar: como dúzias de espécies de peixes já foram extintas, eles são iguarias raras, vendidas a preços superaltos. Ou seja: ir ao restaurante japonês agora, só em datas muito especiais. Como a água também está mais cara, alimentos que precisam dela em grande quantidade, como a melancia, são verdadeiros luxos. E pensar que, no começo do século, famílias brasileiras chegavam a desperdiçar 30% da comida que compravam.

EM 2050

O fornecimento de água potável está 90% menor que no começo do século. Resultado: o preço dela está carîssimo! As casas que não têm encanamento próprio para reúso usam baldes para coletar água usada nas pias. Para completar, a água mineral em garrafa é quase tão cara quanto… champanhe! Dá até pra brindar: tim tim!

EM 2038

A maioria das roupas é feita de poliéster, e isso não tem nada a ver com as tendências da moda. É que materiais orgânicos, como algodão e seda, são muuuito caros, praticamente artigos de luxo! Isso porque, com tão poucas terras disponíveis, o cultivo deles ficou muito mais raro.

EM 2038

Você precisa da INTERNET mais do que nunca! Encontrar a galera pessoalmente é coisa rara. Pouca gente se arrisca a sair de casa por causa dos congestionamentos e da qualidade do ar, que é muito ruim. Você acaba tendo que resolver tudo virtualmente mesmo. De vez em quando, dá uma saudade de dar um abraço de verdade…

EM 2028

Problemas relacionados à qualidade do ar e à comida contaminada são rotina na sua vida. De quebra, eles acabam interferindo um pouco no seu look porque, para driblá-los, você tem que usar máscaras respiratórias. Se preferir, pode ficar com os postos de oxigênio instalados pela prefeitura nas ruas. Asma e rinite alérgica são supercomuns, o que acaba acrescentando mais um item à sua bolsa: os remédios para tratá-las.

EM 2023

Horário de pico não rola mais só quando você sai da escola ou sua mãe vai para o trabalho. Agora, os congestionamentos duram o dia inteiro, pelo menos nas quatro principais capitais brasileiras: São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Pior que a imobilidade, é a sujeira que esse enorme número de carros despeja no ar, provocando doenças respiratórias nas pessoas e cobrindo a cidade de fuligem.

EM 2028

O lixo é mais um problema sério. Os lixões estão cada vez maiorese a água de alguns rios e várzeas, em que cerca de 20% do lixo é despejado, está contaminada por produtos como chumbo e mercúrio. Lentamente, eles provocam intoxicações nas pessoas. Nos casos mais graves, podem causar lesões cerebrais, problemas no sistema nervoso e até a morte!

Fonte: blog.socialmoda.com.br

Feira de Design traz cadeira de papel reciclado

Padrão

Quer ensinar consciência ambiental às crianças? A sugestão da designer da Letônia Indra Merca é essa cadeirinha feita de papel reciclado, apresentada na Semana de Design de Estocolmo de 2009 (realizada em fevereiro). Ela pesa apenas um quilo e possui ainda suporte para material de desenho. O evento contou ainda com a área “Greenhouse” (casa verde), um espaço para invenções criativas e ambientalmente corretas.

 

 Fonte: http://sustentanet.com.br/

Alimentos orgânicos: Confira os benefícios

Padrão

Você está num pequeno dilema em frente à seção de frutas do supermercado. Em uma mão você tem uma maçã comum e na outra uma variedade orgânica da fruta. As duas são fontes ricas em vitaminas e fibras, pobres em gordura, sódio e colesterol.

Mas a maçã orgânica tem uma etiqueta indicando que foi cultivada sem hormônios, antibióticos, herbicidas, inseticidas, fertilizantes químicos, modificação genética ou eliminação de germes por radiação. Ainda assim, na outra mão você tem uma fruta de menor custo, pronta para o consumo.

Produtos orgânicos versus convencionais

O termo orgânico se refere à maneira como produtores cultivam e processam produtos agrícolas, tais como frutas, verduras, cereais, laticínios e carnes. As técnicas de produção orgânica são destinadas a incentivar a conservação do solo e da água e reduzir a poluição. Os agricultores que produzem alimentos convencionais utilizam os métodos comuns para fertilizar, controlar pragas ou prevenir doenças.

Na tabela abaixo, é possível encontrar outras diferenças entre as técnicas utilizadas para a produção de produtos orgânicos e convencionais:

Produtores convencionais Produtores de orgânicos
Utilizam fertilizantes químicos para promover o crescimento das plantas. Utilizam fertilizantes naturais, como o adubo, para enriquecer o solo e promover o crescimento das plantas.
Utilizam inseticidas para reduzir pestes e doenças. Utilizam insetos e pássaros, ou armadilhas, promovendo uma redução na incidência de pestes e doenças.
Utilizam herbicidas químicos para controlar ervas-daninhas. Fazem rodízio de plantações ou utilizam limpeza manual para o controle das ervas-daninhas.
Administram antibióticos, hormônios de crescimento e medicamentos aos animais para evitar doenças e promover o crescimento. Oferecem alimentos orgânicos e acesso a áreas livres para os animais. Empregam medidas preventivas – como pasto rotativo, dieta balanceada e higiene – para ajudar a minimizar a incidência de doenças.

Natural não é o mesmo que orgânico

Os termos natural e orgânico têm sido usados de forma indistinta para descrever alimentos com o mínimo de processamento e que não contém aditivos artificiais ou conservantes. Isso tem mudado com os padrões e certificados para alimentos orgânicos. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, os alimentos podem apresentar rótulos com descrições como “100% natural” ou “sem hormônios”, mas apenas aqueles cultivados e processados segundo padrões estabelecidos podem ser considerados orgânicos.

Orgânicos: comprar ou não comprar?

Vários fatores podem influenciar na decisão sobre comprar ou não alimentos orgânicos, devendo-se considerar os seguintes fatores:

Nutrição
Não há evidências comprovando que os produtos orgânicos são mais nutritivos que os alimentos convencionais. Além disso, o departamento americano não afirma que esses produtos são mais seguros ou mais nutritivos.

Qualidade e aparência
Os alimentos orgânicos têm o mesmo padrão de qualidade e segurança que os convencionais. A diferença está na maneira como eles são produzidos, processados e manuseados. Você também pode encontrar frutas e verduras orgânicas que se estragam mais rapidamente por não receberem conservantes. E não espere uma aparência tão boa em alguns orgânicos – formatos estranhos, variações de cores e talvez tamanhos menores.
No entanto, na maioria dos casos, os alimentos orgânicos são semelhantes aos produtos convencionais. Para ter certeza de que algum produto é orgânico, confira a embalagem e procure o selo de produtos orgânicos.

Pesticidas
Produtores convencionais usam pesticidas para proteger as plantações de fungos, insetos e doenças. Quando os fazendeiros aplicam inseticidas, acabam deixando resíduos na produção. Algumas pessoas preferem alimentos orgânicos para limitar a ingestão desses resíduos.
A maioria dos especialistas concordam que a quantidade de pesticidas encontrados em frutas e verduras representa um risco muito pequeno para a saúde. E grandes estudos indicam que esses resíduos dificilmente são fatores de risco para o câncer na população geral. Além disso, os benefícios para a saúde da ingestão de frutas e verduras, independente do modo de produção empregado, ultrapassam de longe qualquer potencial risco à saúde.

Meio ambiente
Alguns compram alimentos orgânicos por questões ambientais. O cultivo orgânico é projetado para beneficiar o meio ambiente através do combate à poluição e conservação da água e do solo.

Custo
A maioria dos produtos orgânicos são mais caros do que os convencionais. Os altos preços se devem às técnicas de plantio, às rígidas regulamentações do governo e uma menor produtividade. Por não serem utilizados herbicidas ou pesticidas, as técnicas de controle de ervas-daninhas e pestes exigem muito trabalho. Os produtores de orgânicos podem limpar manualmente os vegetais para controlar as ervas-daninhas, por exemplo, e você pode acabar pagando mais por esses produtos.
Afinal, quanto custa a mais um produto orgânico? Mercados e lojas diferentes oferecem preços variados, mas você pode pagar até o dobro por alimentos cultivados organicamente.

Sabor
Algumas pessoas dizem sentir a diferença de sabor entre os orgânicos e os não-orgânicos. Outros dizem não perceber nenhuma diferença. O paladar é subjetivo, portanto cabe a você escolher. Orgânico ou convencional, os produtos mais frescos disponíveis podem proporcionar um sabor mais apreciável.

Dicas de compras

Independente de você já adorar alimentos orgânicos ou apenas querer fazer compras de maneira inteligente e segura, preste atenção às seguintes dicas:

  • Compre frutas e verduras em locais confiáveis, para garantir uma melhor qualidade. Tente fazer as compras no dia em que foram distribuídas para ter certeza de que está comprando alimentos frescos. Pergunte ao vendedor que dia novos produtos estarão chegando.
  • Leia as embalagens cuidadosamente. O fato de um produto ser orgânico ou conter ingredientes orgânicos não significa necessariamente que seja uma alternativa mais saudável. Alguns produtos orgânicos podem conter um alto teor de açúcar, sal, gorduras ou calorias.
  • Lave todas as frutas e verduras sob água corrente abundante. Se necessário, utilize uma pequena escova, particularmente em frutas ingeridas com a casca (como maçãs e batatas).
  • Se você está preocupado com pesticidas, descasque e lave bem as frutas e verduras. Mas lembre-se de que descascá-las pode diminuir a quantidade de nutrientes e fibras. Alguns resíduos de pesticidas também se alojam na gordura, portanto remova a gordura da carne e a pele de aves e peixes.  

 

FONTE: http://www.lincx.com.br

Campanha defende telhados brancos contra Mudanças climáticas

Padrão

Contra o aquecimento global, pinte o seu telhado de branco. Essa é a nova campanha do GBC (sigla em inglês para Conselho de Construções Verdes), “One Degree Less” (Um Grau a Menos), que promete, baseada em pesquisas ligadas ao Departamento de Energia dos EUA, diminuir a temperatura interna das casas em até 6°C.

A organização, que promove o uso de tecnologias sustentáveis na construção civil pelo mundo, defende que a cor branca reflete até 90% dos raios solares, assim pode diminuir também o consumo de energia dentro do prédio em 20% a 70% e emitir menos gases de efeito estufa na atmosfera. De quebra, a solução promete diminuir o aquecimento global em 1% se pelo menos 30% a 40% das casas pintarem de branco seus tetos.

A proposta, no entanto, não é tão milagrosa quanto pretende ser. Outros cientistas contestam a campanha ao afirmar que, apesar de a cerâmica absorver 90% dos raios solares, tornando o ambiente mais quente, a produção maior de tinta também agride o meio ambiente, além de custar mais caro. Uma solução sugerida é um sistema de ventilação entre o forro e o teto, que amenizaria a absorção de calor.

Fonte: http://sustentanet.com.br/

5 dicas de presentes para o Dia dos Namorados

Padrão

12 de junho sustentável: cinco maneiras de presentear sem prejudicar o meio ambiente.

1. Faça um jantar ou café-da-manhã

Mas nada de apelar para alimentos industrializados e pré-prontos: cozinhe ‘do zero’. Na hora de montar o cardápio, escolha receitas com ingredientes da estação. Ao fazer as compras, prefira o que for orgânico ou produzido localmente. Durante o preparo, tente aproveitar o máximo dos legumes, frutas e verduras que utilizar, e lembre-se de economizar água! Finalmente, ao servir, aproveite para economizar energia com um romântico jantar à luz de velas (se optar por esta opção). E nada de jogar fora as sobras: reaproveite-as em outras receitas ou leve para almoçar/lanchar no trabalho no dia seguinte.

2. Reforme alguma coisa dele ou dela

 

Seu namorado tem uma camisa que adora, mas não usa há um tempão porque está sem um botão? Sua namorada vive te cobrando porque você nunca a ajuda a pendurar os quadros que ela comprou há meses e até hoje estão encostados num canto da sala? Aproveite a data para fazer estes pequenos agrados e presenteie sem consumir nada novo, apenas consertando o que já existe. Outra ideia é reformar algum móvel ou objeto que tem grande valor sentimental para você e presentear seu par. O importante é reciclar! Isso vale até para a hora de embrulhar: seja criativo e utilize jornais, revistas, fitas e sacolas que já tiver em casa.

3. Presenteie com um passeio

Comece o dia com o café-da-manhã da dica número 1 e então convide seu par para caminhar um pouco pelo bairro. Aproveite para descobrir esquinas, praças, vilas e cantos que vocês nunca tinham percebido antes. Vale até dar uma força para o comércio local, parando para tomar um suco ou café num estabelecimento do próprio bairro. Se preferir, pedale e vá um pouco mais longe. O importante é deixar o carro em casa.

4. Crie um cartão diferente

Quer surpreender de um jeito legal e ecológico? Dê uma de ‘náufrago’ e escreva uma mensagem para seu namorado ou namorada e entregue dentro de uma garrafa vazia. Lembre-se de preparar a garrafa antes, retirando o rótulo com água quente e sabão, e de limpar e secar bem por dentro. Você pode deixar seu ‘cartão’ em um lugar inusitado, ou levá-lo junto com um café-da-manhã na cama. Uma garrafa também pode virar um lindo vaso com flores. Criar um cartão com uma foto sua quando era bebê também é garantia de coração derretido.

5. Reflita antes de comprar

Se apesar de tudo você preferir comprar algo para dar de presente, seja consciente. Reflita sobre o que vai comprar: ele ou ela tem mesmo necessidade disso, ou será que é algo que vai para o fundo do armário? Qual o impacto da fabricação do presente no meio ambiente? E a empresa que fabrica o bem, tem responsabilidade social e o faz de uma maneira sustentável? O presente precisou vir de longe, ou foi feito na região em que você mora? Ele utiliza materiais reciclados, ou é reciclável? Por fim, lembre-se: quanto menos embalagem, melhor!

 

 Fonte: http://verde.br.msn.com