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Depilação oriental retira 95% dos pêlos

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A depilação oriental, também conhecida por algumas pessoas como depilação a fio, ainda não é muito conhecida no Brasil. Ao contrário do que acontece no Oriente, onde as mulheres utilizam a técnica em todo o corpo, aqui ela é mais aplicada para a depilação no rosto e, às vezes, nas axilas.

Este fato pode estar associado à dor. A depiladora Suyene Alien, que utiliza a técnica em Juiz de Fora, confessa que é um procedimento doloroso, já que é uma depilação fria. “Dói como qualquer outra depilação”.

Para proporcionar mais conforto às clientes, Suyene inovou e passou a utilizar um gel calmante durante o processo. “Algumas mulheres reclamavam que a linha, às vezes, agarrava na pele. Então, passo o gel para evitar o atrito. Ele age como um lubrificante para a linha”.

A depilação é feita com uma linha e não existe um tipo apropriado para o processo. Suyene utiliza a linha de poliéster, pois ela não arrebenta. A depiladora retira um pedaço de fio do carretel e amarra as suas pontas, formando um círculo. Depois ela coloca as duas mãos no interior dele e torce a linha formando um “X”. Com uma mão de cada lado do “X”, ela faz movimento alternado de abre e fecha, enquanto passa na região a ser depilada.

Benefícios

A técnica é recomendada para mulheres que fazem uso de outros tratamentos estéticos no rosto, como o peeling, e que, por isso, não podem usar a cera depilatória. “Muita gente não sabe, mas quem usa ácidos não deve usar a cera”, diz ela. A técnica também é recomendada para quem tem problemas de foliculite, a inflamação dos poros que resulta nos pêlos encravados. “A depilação oriental impede que os poros fiquem inflamados”.

Além de arrancar os pêlos, a linha também faz uma esfoliação na pele. “A diferença é visível. Parece que a cliente fez peeling”. Suyene diz que muitas mulheres com problemas hormonais optam por este tipo de depilação, porque percebem que há pêlos crescendo por todo o rosto. “Muitas vêm aqui para depilar a face toda”.

A técnica também é recomendada para quem tem alergia à cera e para aquelas que já percebem um escurecimento da pele no local onde a cera é aplicada. “Não adianta. A cera acaba deixando a pele escura e quem precisa depilar o buço, por exemplo, precisa de outra opção”.

Suyene explica que a depilação oriental também contribui para evitar a flacidez no rosto, o que não acontece no caso da cera. “O movimento de puxar cera é muito bruto e a pele acaba sendo levada junto. Quando uma pessoa depila a sobrancelha ou o buço por muito tempo com a cera, percebemos que a pele começa a ficar flácida nessas regiões”.

A depiladora garante que 95% dos pêlos são retirados com o procedimento e que eles vão diminuindo com o tempo. Além do rosto e axilas, ela também recomenda que a depilação seja feita nas pernas, onde os pêlos não são muito grossos. Entretanto, a maioria das mulheres prefere não arriscar. “Na perna é mais demorado. Então, como é um pouco doloroso, não há muita procura”. E completa. “Se não doesse seria o ideal, porque só há vantagens”.

Cuidados

A depiladora não vê desvantagens no uso da técnica, porém, diz que é preciso tomar alguns cuidados. O primeiro deles é escolher um estabelecimento adequado e um profissional que tenha experiência. “Já ouvi pessoas dizendo que essa é uma depilação que machuca a pele, mas não consigo entender como uma linha pode machucar”.

É necessário fazer a depilação com a pele esticada, senão a linha pode esfolar um pouquinho a região. Antes de começar é necessário limpar a região. “Faço a assepsia da pele com uma loção de hortelã com própolis”. Depois da limpeza, o produto é retirado e o gel calmante é aplicado.

Suyene também diz que é importante evitar o contato das mãos com a região depilada logo após terminado o procedimento. “A mão pode estar suja e acabar levando bactéria, causando inflamação”.

 Fonte:acessa.com

10 coisas que toda mulher precisa experimentar

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Se morresse hoje, o que você gostaria de ter feito e ainda não teve chance? Passear de balão? Viajar sozinha? Passar um dia inteiro no salão? Muitas vezes, esperamos que os outros façam com que nossos sonhos se realizem. “As mulheres, principalmente, esperam: ser satisfeitas pelo parceiro, serem notadas profissionalmente e obter reconhecimento onde quer que estejam. Elas acham que basta fazer tudo certinho, que a recompensa virá” , analisa a psicóloga Amanda Collard, que atua como life coach orientando mulheres a retomarem as rédeas de suas vidas. “Só que não é bem assim. Precisamos aprender a agir em prol da nossa própria felicidade, sendo auto-suficientes em prazer e satisfação”. (sua meta é entrar no peso? clique aqui e veja como fazer isso sem sofrimento)

A primeira regra é mostrar o que você quer, sem ficar esperando que as pessoas adivinhem. Outra dica é fazer uma lista de experiências que você quer viver e correr atrás delas. Assim, você se acostuma a ter metas que dependam, basicamente, da suas ações.
Podem ser coisas pequenas ou grandes, não importa. Com a ajuda de Amanda Collard, montamos uma lista das 10 coisas que toda mulher devia fazer, pelo menos, uma vez na vida. São experiências que vão aumentar a sua auto-estima e favorecer a sua independência. Confira! (faça nossa avaliação de beleza e use o tempo a favor da sua auto-estima)
1. Fazer uma viagem sozinha a idéia aqui não é sair em busca de um novo amor ou romance, e sim curtir um pouco a experiência de só fazer o que você quer. É tudo decisão sua: o roteiro, onde comer, que horas acordar e dormir, se quer ir badalar ou prefere ficar descansando, se vai visitar pontos turísticos ou sair para uma tarde de compras. Não importa se o destino é a poucos quilômetros ou do outro lado do oceano. Mas é importante aprender a sentir-se à vontade com a própria companhia, sem depender de um companheiro ou amiga para conseguir se divertir. , diz Amanda. (veja se você está pronta para fazer esportes radicais)
2. Ter uma deliciosa noite de sexo sem compromisso esqueça um pouco o romance, desta vez é você quem não quer o telefone dele! Se apaixonar e namorar é muito bom, mas permita-se uma noite de pura diversão, muita atração física.. e só. Não é para ficar forçando uma situação, simplesmente esqueça os preconceitos, pare de se preocupar com o que ele ou qualquer outra pessoa vai pensar a respeito e vá em frente. Vale tudo, menos esquecer a camisinha! (veja aqui os tipos de preservativos mais ousados) E nada de sentir-se culpada no dia seguinte. Leve apenas a lembrança de uma noite gostosa e sem compromissos , brinca a terapeuta.
3. Colocar suas finanças em dia a dependência financeira é como areia movediça, se você não souber como sair, cada movimento faz afundar cada vez mais. Fora a sensação desagradável de estar devendo, o medo de abrir os extratos do cartão de crédito, ver quanto está pagando de juros no cheque especial… Pois enfrente o monstro de frente. Comece descobrindo exatamente a quantas anda sua situação financeira. Coloque tudo numa planilha: quanto entra, quanto sai e quanto deve. Sabendo exatamente quanto pode gastar, comece a renegociar as dívidas.

Você vai ficar espantada de ver que as instituições recebem muito bem este tipo de negociação e conseguem oferecer ótimas propostas de parcelamento ou descontos à vista. Se for o caso, cancele seus cartões de crédito, diminua ou corte o cheque especial e dê um tempo nos gastos, mesmo os pequenos, até quitar tudo. Logo você vai notar que dá não só para guardar algum dinheiro como vale a pena aprender um pouco sobre investimentos e quem sabe faturar mais alto.

4. Aprender a cozinhar um prato exótico seja você daquelas que não gosta nem de esquentar água no fogão, seja você do tipo prendada, preparar uma refeição bem distante do seu dia-a-dia é uma experiência interessante. Se tiver um curso ao seu alcance, melhor ainda. Nessas ocasiões, as aulas vão além da receita e ensinam sobre a história do prato e do país a que ele pertence , afirma Amanda Collard. Mas você também pode fazer essa pesquisa sozinha e, depois, compartilhar tudo com os amigos, a família ou o namorado em volta da mesa. (veja aqui receitas light para todas as ocasiões)

5. Experimentar novidades na cama seja com seu marido de 15 anos de casamento, namorado que ainda não fez 3 meses de relação namoro ou o pretendente que você nem lembra o nome completo, escolha um dia para soltar suas fantasias. Muitas mulheres morrem de ciúmes dos companheiros porque sentem vontade de experimentar coisas novas, não têm coragem e ficam com medo que apareça outra mulher que esteja disposta a tentar , analisa a psicóloga.

Então deixe os temores de lado e arrisque: use fantasias, sugira uma noite a três, tente novas posições, passe na sex shop e divirta-se olhando as novidades e escolhendo um brinquedinho. Viva seu desejo, transforme-o em realidade, você só tem a ganhar. (espalhe mel pelo corpo e mantenha a jovialidade)

6. Despertar a artista em você todos temos dentro de nós um artista que vive querendo sair. Pois a ordem é liberar a criatividade. Que tipo de arte mais atrai você? Gosta de pintar, escrever, dançar, cantar, esculpir ou sair por aí com uma câmera digital e muitas idéias na cabeça?
Mesmo que nunca tenha tentado fazer qualquer uma dessas coisas, escolha aquela que mais te agrada e tente. Divirta-se comprando telas e tintas se for pintar, ou preparando um ritual para escrever, comprando uma roupa especial para dançar e por aí vai. O importante é criar um momento de conexão com seu lado artístico. Não se preocupe com a qualidade. Simplesmente faça e se divirta! , afirma Amanda.
7. Decretar um dia da beleza ou, se der, um final de semana inteiro! Neste caso não tem regra, pode escolher entre um período relaxante sozinha, para limpar o corpo e a mente, ou chamar as amigas e rir muito. , recomenda a life coach. Desmarque qualquer outro compromisso, deixe as crianças com os avós e tire o período só para cuidar de você.

Crie uma agenda da beleza de acordo com o seu orçamento: se estiver podendo, vá de SPA ou experimente um dos novos tratamentos que pipocam por aí. Se não quiser torrar tanto, marque cabeleireiro, prepare um banho de creme nos cabelos em casa mesmo, faça as unhas, deixe a depilação em dia, experimente máscaras faciais e novos tons de esmalte e maquiagem. Um banho de banheira cheio de espuma e uma massagem completam o pacote. (fique linda com a ajuda do laser)

8. Planejar seu futuro profissional na correria do dia-a-dia, os planos futuros acabam ficando sem espaço entre uma reunião urgente e as contas a pagar. Tire algumas horas para pensar no seu crescimento profissional. Primeiro analise onde você está agora. Avalie se está ganhando bem para sua formação e experiência, se o atual trabalho traz satisfação e novos desafios e se existe espaço de crescimento.

Se a resposta for não, comece a planejar seu próximo emprego. Veja também se não é o caso de se atualiza, fazer um curso, uma pós ou uma especialização. Pesquise empresas onde gostaria de trabalhar, refaça seu currículo, reinvente-se e, se preciso, procure ajuda de uma empresa de recolocação profissional , orienta Amanda Collard. Pense também onde você gostaria de estar daqui a cinco anos e faça um planejamento realista para chegar lá.

9. Descobrir uma nova atividade física a ordem é: mexa-se! Mesmo que você já freqüente a academia, experimente algo novo. Pode ser uma aula que você nunca pensou em fazer, mas que parece até interessante. Vale ainda se inscrever para uma prova ou campeonato do esporte que você já pratica. Se está há algum tempo parada, aproveite para tentar uma modalidade diferente das que já praticou.

Cogite tentar um esporte outdoor, como trekking, corrida, escalada ou surf. Se não for a sua cara, dê uma busca nas academias e veja quais as novidades e escolha: aulas de dança, boxe, localizada, spinning. Vá primeiro com o intuito de apenas experimentar, curtir o dia. Mas, se gostar, não fique pensando: matricule-se e aproveite. (veja como aliar o seu esporte favorito a uma alimentação balanceada)

10. Ser mais zen O estresse tem conseqüências terríveis, de doenças ligadas ao coração até distúrbios como depressão. Como hoje tudo é corrido e não há como fugir das pressões corriqueiras, é preciso encontrar momentos de paz e relaxamento dentro e não fora de você , sugere Amanda.

Aprender a meditar seja andando ou sentada num cantinho especial da sua casa- é uma idéia.(conheça todas as técnicas de meditação antes de escolher a sua) Mas fazer aulas de yoga ou tai-chi, por exemplo, ajuda bastante a se reequilibrar, além de trazer benefícios físicos. Até mesmo desligar o celular, ouvir música ou ler um livro por meia hora já ajudam a reencontrar nosso centro , ensina a terapeuta.

 Fonte:yahoonoticia

Xadrez ganha a cara do verão

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. E como não podia deixar de ser, as bolsas: grandes ou pequenas estão seguindo a nova tendência.

O xadrez vai ser o hit do verão: blusas, vestidos, bermudas e sapatilhas já apresentam a nova estampa

Em Juiz de Fora, já é possível ver modelos variados nas vitrines e, principalmente, no comércio ambulante. A procura está crescendo dia após dia e as mulheres estão perdendo o preconceito contra a estampa, associada ao clima pesado das estações mais frias.

No verão 2008/2009 o xadrez vem em cores que fogem do marrom e do preto e os modelos são despojados e joviais. As maxi bolsas que conquistaram as mulheres desde 2007 não perdem espaço na moda xadrez. A estampa invade o modelo também, assim como os modelos pequenos e médios que foram sucesso na coleção outono/inverno. Ninguém fica de fora da onda xadrez.

Vendedora de uma barraca do centro da cidade, Tânia Dutra conta que, embora seja a moda da estação, o xadrez ainda encontra certa resistência. “Tem quem chegue aqui e fique na dúvida, me pergunta o que eu acho, mas acaba levando uma que combine com o seu estilo”.

Para a comerciante, esse estilo tem muito a ver com a faixa etária. “Normalmente, as mais jovens procuram os modelos maiores e os de regular. Já as senhoras, escolhem as mais discretas e menos coloridas”, diz.

O uso do xadrez precisa de discernimento e bom senso, como diz a dona de uma loja de bolsas, Cláudia da Cunha. “Tem que saber escolher bem a roupa e o xadrez que vai trabalhar. Quanto menos detalhe, menos colorido, mais fácil de combinar. Tem que dosar a roupa que vai vestir”, orienta.

Tânia acredita que o ponto alto da bolsa xadrez é o seu caráter descontraído. “A bolsa xadrez é leve, não pesa tanto no visual e pode ser usada de chinelo ou de jeans, fazendo um estilo mais despojado e à vontade”, diz. Para ela, essa bolsa vai bem com qualquer coisa, só não fica legal se for usada à noite, porque nessa ocasião, pede-se algo mais formal.

No que se refere às vendas, Tânia não tem do que reclamar. Ela vende, em média, de oito a dez bolsas por dia e ainda recebe encomendas. “Tem saído bastante esses modelos xadrez e eu acho que quando o verão chegar mesmo vai sair ainda mais porque as pessoas podem levá-la para a praia ou para a piscina para colocar as coisas básicas e ficar bonita”, acredita.

Apesar do otimismo de Tânia, Cláudia revela que em seu estabelecimento a procura ainda é bastante tímida e as tradicionais continuam sendo as mais vendidas, mas numa coisa elas concordam: quando a estação dourada chegar, não vai ter para ninguém e o xadrez vai invadir os guarda-roupas das juizforanas.

A primavera chegou semana passada, mas chegou com frio e as pessoas ainda não estão comprando muito as peças xadrez. As vitrines já estão com a moda da estação, mas ainda não está saindo muito. É preciso esperar o verão chegar mesmo para as pessoas começarem a querer usar as peças mais ousadas”, avalia Cláudia.

Fonte:acessa.com

Acne tardia

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É, mas não pense que o fim da puberdade é sinônimo de que a era da acne foi encerrada. Só para se ter uma idéia, nada menos do que 30% da população adulta feminina – principalmente a partir dos 25 anos – sofre com a doença, que pipoca em regiões como rosto, queixo e pescoço, em forma de espinhas bem dolorosas. Existem duas péssimas notícias para quem sofre com elas: uma é que a acne piora bastante no período da TPM; outra é que ela não melhora com tratamentos convencionais e precisa de remédios com ação mais específica sobre os hormônios. Ué, mas por que essa acne resolve aparecer tão tarde? Não existe uma explicação definitiva, mas há palpites de que esteja relacionada ao estresse, ao uso de cosméticos muito gordurosos e, claro, às alterações hormonais. “Algumas mulheres não apresentam predisposição, mas na idade adulta acabam apresentando alguma doença hormonal, como um tumor no ovário ou um ovário policístico, por exemplo. Isso faz com que aumentem os hormônios masculinos, causando o aparecimento de cravos e espinhas”, explica a dermatologista Denise Steiner. O tratamento, nesse caso, pode ser feito com pílulas anticoncepcionais com progesterona, com ação anti-androgênica, ou seja: contra os hormônios masculinos.

Cuidados

Por mais que a gente não resista à tentação de dar aquela cutucadinha nas feridas, a melhor maneira de resolver o drama da acne é comparecendo ao consultório de um dermatologista. “O diagnóstico é clínico e o tratamento é feito de acordo com o grau, a intensidade e o comprometimento da pele pela acne. Só depois disso é que vai ser decidido qual será o método utilizado: antibióticos, medicamentos à base de vitamina A ou somente esfoliantes e secativos”, explica a dermatologista. Para ela, as receitas caseiras não são nem um pouco recomendadas. “Dependendo da substância utilizada, pode até haver piora”, alerta a médica.

Claro que, na guerra contra a acne, algumas coisas podem ser feitas em casa mesmo. A limpeza da pele, por exemplo. Lavar diariamente a região afetada com sabonete neutro ou específico para peles oleosas, por exemplo, já é um grande passo. Quanto mais limpa a pele, menor a possibilidade de agravamento da acne. Outro detalhe que deve ser bem observado é a composição dos cosméticos. É bom dar preferência aos não-gordurosos e, se possível, adotar aqueles que vêm em forma de gel. Assim, os poros não entopem e a sujeira não se acumula, fazendo as bactérias perderem a chance de se instalar na pele.

A surpresa fica por conta do que concerne à alimentação. Ao contrário do que muita gente pensa, ela não parece ter relação direta com a acne. Nem mesmo o chocolate, que vinha sendo apontado há décadas como o grande vilão da história, pode ser considerado culpado. “Não existem alimentos que comprovadamente piorem a acne. E também não é preciso restringir alimentos, porém é sempre bom manter uma dieta equilibrada”, recomenda Denise Steiner. Ou seja: uma vida saudável também pode contribuir – e muito! – para o fim dessa grande inimiga.

Fonte:bolsademulher

Emocionalmente evoluída

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A experiência da raça humana já conseguiu revelar que existem muitos tipos de inteligência. Todo mundo tem a sua, atuando em áreas e até intensidades diferentes. Uns são bons com números, outros com palavras, ou ao lidar com máquinas e dominar uma bola nos pés. São cabeças sempre em busca de boas soluções dispostas a aprender com os erros. É assim com quem se mostra craque em relacionamentos. Gente que, seja por um dom natural ou pelo tombo do navio, consegue, para o prazer próprio e o daquele com quem se divide escova de dentes, exibir maestria na complicadíssima arte de equilibrar o binômio razão-emoção, diminuindo sofrimentos e encontrando respostas para muitos questionamentos do amor.

Desde suas primeiras experiências no ramo, mesmo em plena inocência adolescente, a jornalista Ana Glusing teve por princípio economizar ao máximo sua cota de estresse em qualquer relacionamento amoroso em que se envolvesse. “Sempre fui uma pessoa muito ponderada e racional. Não consigo ser impulsiva. Antes de ter uma reação em resposta a qualquer atitude do outro, tenho o hábito natural de me colocar no lugar dele. Quase sempre consigo compreender e ser justa”, garante ela. Ana afirma que esse tempero de razão, ao menos se bem dosado, não esfria suas emoções. “Sou racional, mas não sou pedra. Não dá pra ficar querendo ponderar tudo o tempo todo e esse era justamente meu problema, quando era mais nova. Às vezes, ficava analítica demais. Com o tempo, fui aprendendo a deixar a coisa fluir e ver que a graça estava no equilíbrio”, diz. Quem vê Ana contando seus segredos com tanta propriedade há, com certa razão, de desconfiar de tanta segurança. Mas ela afirma que está longe de se sentir ou ser uma “mulher superior”. “Ainda tenho muito o que aprender na vida! Não sou melhor do que ninguém!”, assume.

É justamente nessa disposição para aprender com as lombadas da estrada que se revela a inteligência de quem é talentoso no assunto. Foi também na marra que a engenheira mecânica Roberta Gadelha aprendeu a criar soluções para os problemas de relação. “Perdi muito namorado dando muito crédito a valores como vaidade e orgulho. Mas acho que tudo isso é normal, a gente começa meio virgenzinha mesmo e depois vai aprendendo com as perdas e ganhos. Hoje, por exemplo, não consigo me imaginar explosiva, como era, principalmente com ciúmes. Essa, agora, é principalmente uma questão de bom senso e de autoconfiança, pra mim. Acho que sei ponderar e avaliar quando uma situação realmente oferece algum tipo de ameaça. E, para resolver, nada melhor do que conversa, ouvindo e falando, com muita calma”, revela Roberta.

Na opinião da psicóloga Maria Teresa Maldonado, todo mundo está apto a desenvolver sua inteligência emocional para relacionamentos. “Pode-se aprender na marra, por meio de uma perda, como, por exemplo, a pessoa que se ama um dia cansar de suas atitudes e dar um basta na relação; por meio de terapia ou por alguém que esteja ao lado, tentando fazer com que os erros sejam vistos”, garante. Como foi o caso do economista Alexandre Galvão. “Eu era uma pessoa extremamente egoísta, só queria saber da minha vida. De tão acostumado com essa maneira de ser, não atinava para as necessidades das pessoas à minha volta. Quando percebi que estava a ponto de perder a mulher da minha vida, fiz uma reavaliação comportamental e todos os dias tento me tornar um pouco melhor, pensar no que ela e os outros querem e sentem com minhas atitudes”, conta ele.

Maria Tereza acrescenta ainda que a falta de habilidade nos relacionamentos compromente muito não só a vida amorosa, como também a profissional e a social, de maneira geral. “Quem não sabe dominar seus impulsos, não sabe lidar com os outros e é socialmente indesejável, provavelmente terá dificuldades para manter sua situação de chefe ou até mesmo o emprego” alerta a psicóloga, lembrando que o segredo de tudo pode estar na capacidade de ter flexibilidade para poder construir bons relacionamentos em qualquer ambiente. “É importante desenvolver a competência de criar soluções e gerenciar seus sentimentos para viver melhor”, finaliza a psicóloga.

Fonte:bolsademulher

Acne: vergonha na cara

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Um dia você abre aquele álbum de fotografias da formatura da oitava série e encontra um retrato seu, com um cabelo totalmente fora de moda e aquelas roupas estilo anos oitenta. E aí olha bem para o seu rosto de menina congelado no tempo e percebe que a adolescência estava a pleno vapor: a sua cara está coberta de espinhas. Parece ser uma marca registrada dessa época da vida, pois quando a gente fala em acne, imediatamente lembra da adolescência. E se não foi você, pelo menos boa parte da sua turma teve algum episódio desse problema. Isso acontece porque é uma doença de pele bem comum, que invade rosto, ombros, costas, peito e atinge seu ápice na puberdade. Mas não pense que os adultos estão livres, não: a acne atinge pessoas de qualquer idade, muitas vezes por culpa da hereditariedade e, claro, dos nossos imprevisíveis hormônios.

Mas afinal de contas, o que é exatamente a acne? Bem, trata-se de um conjunto de lesões na pele, causado pela presença dos nada charmosos cravos, espinhas, nódulos, caroços, cicatrizes e comedões (aqueles pontinhos brancos ou pretos). Eles aparecem por causa de disfunções nas glândulas sebáceas – localizadas em uma camada da pele chamada derme -, que começam a produzir muito mais sebo do que deveriam. Isso começa a acontecer a partir da puberdade, com o aumento da produção dos hormônios sexuais masculinos (andrógenos) e femininos (estrógenos). Sendo estimulada por esses hormônios, principalmente os masculinos, as glândulas sebáceas passam a produzir sebo em série ilimitada, deixando a pele um óleo puro.

A maioria desses problemas ocorre porque a quantidade de sebo vai se acumulando no canal da glândula, obstruindo as portas de saída. Se isso se torna freqüente, a excessiva quantidade de sebo atrai bactérias, que encontram ali um local novinho em folha para estabelecer uma família e se reproduzir. E aí, como a presença de bactérias nunca é sinal de notícia boa, elas acabam produzindo substâncias que vão acabar inflamando a pele. As chances de isso acontecer são bem maiores nos locais onde há alto número de glândulas sebáceas, como o rosto, as costas e o peito. Mas calma, nem todo mundo corre o risco de acordar um belo dia com acne. Apesar de todos nós sermos proprietários de glândulas sebáceas, a incidência da doença é determinada pelo tamanho delas e da capacidade que elas têm de produzir sebo. E isso, normalmente, é determinado pela genética. Sim, é isso mesmo: acne pode ser uma doença hereditária. Se seus pais apresentavam o problema, é bem provável que você também vá passar por ele.

Na adolescência, que é a fase mais comum da acne, isso vira um tremendo pesadelo. Afinal de contas, não há como negar que a garotada valoriza muito uma boa aparência para poder se encaixar em algum grupo. Com a cara cheia de acne, por mais que isso seja comum nessa fase da vida, a pessoa acaba mesmo é virando motivo de gozações. Era o que acontecia com a redatora Bianca Carvalho, que conviveu com esse desconforto por anos a fio. “Eu tinha tanta acne no rosto que alguns amigos da escola passaram a me dar apelidos, como “Chokito”, por exemplo. Com a cara daquele jeito, era difícil eu ser paquerada ou arrumar namorado. Uma vez tentei espremer tudo, mas quase morri de dor. Sangrou muito e fiquei com algumas marcas. Levei muito tempo para procurar um dermatologista, mas valeu a pena, porque o tratamento me ajudou bastante. Demorou a dar resultado, mas finalmente eu posso me olhar no espelho e não ter medo da minha cara”, diz ela.

Fonte:bolsademulher

dez pecados mortais que as pessoas cometem ao montarem o visual

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1. Fuseau com blusa curta.

Mesmo que o seu bumbum seja um exemplo de perfeição, não existe nada mais vulgar que calça fuseau (que já não é lá muito elegante) com tops, camisetas e outras peças curtinhas. Barriga de fora, então, é atentado ao pudor! Cubra seu traseiro com uma peça mais comprida, coloque um cinto para não parecer um balão e então você pode sair de casa. Evite também sapato com tirinha no tornozelo.

2. Bijuterias ou jóias na praia.

Look brega total. Só fica bem um brinquinho bem básico. Nada de anel, pulseira, colar e correntinha de tornozelo. Fica tudo grudando na pele por causa do filtro solar. Na praia, quanto mais clean, melhor.

3. Pata de bode.

Essas botas exageradas acabam com a leveza no seu andar. Isso sem falar que são horríveis. Não combinam com nada. Nem com calça, saia ou com vestido.

4. Barriga de fora.

A culpa desse show de barrigas de fora pelas ruas com certeza é culpa das calças jeans excessivamente baixas. Como tudo o que é demais atrapalha, aquele visual barrigão à mostra é muito deselegante. Já o look mostra-não-mostra, aquele que aparece uma barriguinha de leve somente quando você se movimenta já tem lá o seu charme. Portanto, meninas, mesmo que a sua cinturinha seja de pilão, guarde a sua barriguinha e mostre só nos momentos mais íntimos.

5. Saia com bota de cano curto.

Eu sei, está nas revistas de moda, mas eu garanto que nem a Gisele fica elegante. Detona a silhueta da sua perna, e se ela for meio grossinha, então, ficam parecendo duas toras. Independentemente do comprimento da saia, vão te deixar com ar de Mary Poppins. Prefira um sapato mais leve.

6. Meia branca com sapato ou meia fina com tênis.

Você não acha que ao contrário ficaria melhor? Eu também. Portanto, a partir de hoje: meia branca com tênis e meia fina com sapato.

7. Bota branca.

É de gesso? Não? Então, esquece.

8. Sutiã de fora.

A menos que seja de propósito, isto é, o sutiã faça parte da roupa, qualquer outra possibilidade fica grotesco. Alcinhas para fora do top, fecho aparecendo nas costas, debaixo do braço ou em qualquer outra situação. Esconda seu sutiã, principalmente se ele for aquele tipo basicão branco ou cor da pele.

9. Excesso de informação.

Sabe aquelas mulheres que saem com o armário no corpo? O brinco é enorme, o colar vai até a cintura, o cinto tem 10 cm de largura, a bota vai até o joelho e é de verniz, a bolsa parece mais uma shopping bag, e ainda por cima jogam por cima de tudo uma pashmina de oncinha. Isso sem falar na transparência da blusa e nos detalhes em strass na calça jeans. É tanta informação que você não consegue distinguir se aquilo que vem na sua direção é uma mulher ou um carro alegórico.

10. Usar roupas que não combinam com a sua idade.

Não quero dizer que uma mulher que tenha mais de 40 anos deva usar saia longa e mocassim, mas não tem coisa mais patética que a donzela de 50 aninhos que acha que está dando um banho nas de 20 sair por aí vestida de amiguinha do Chapolin: minissaia, shortinho, frente-única, tomara-que-caia, barriga de fora, calças justérrimas etc. Bom senso é fundamental para você não cometer pecados, portanto, minha amiga, olhe bem no espelho antes de sair de casa e veja se o seu visual está de acordo com o ano de nascimento da sua carteira de identidade.

Fonte:bolsademulher