Arquivo da tag: natureza

Os pandas valem a pena?

Padrão

O apresentador de programas de vida selvagem da BBC e especialista em conservação, Chris Packham, causou grande discussão na Grã-Bretanha ao sugerir que grupos de preservação ambiental deixem a natureza seguir seu curso e permitir que os pandas sejam extintos com “um certo grau de dignidade”.

Packham diz que as vastas quantias de dinheiro e recursos gastos anualmente para salvar os pandas poderiam ser melhor utilizadas em outras causas mais importantes para a preservação do meio ambiente.

“Aqui está uma espécie que chegou a um beco-sem-saída evolucionário. Não é uma espécie forte”, disse ele.

As declarações foram duramente criticadas por orgnizações ambientalistas como o WWF, que chamaram Packham de “irresponsável”.

A ONG disse ao jornal britânico ‘The Guardian’ que os pandas só enfrentam o risco de extinção por causa da devastação das florestas – habitat natural desses animais – causada pelos seres humanos, e que, se deixados sozinhos, os ursos sobreviveriam sem problemas.

E você, o que acha dessa polêmica? O dinheiro usado para conservar os pandas poderia ser usado para outras causas? Vale a pena tentar salvá-los?

 Fonte: http://www.bbc.co.uk/

A esperança chama-se Reciclagem

Padrão
A principal dúvida que as pessoas têm em relação à questão da reciclagem é se ela realmente funciona e até que ponto é essencial para a sobrevivência da população e para garantir o futuro da humanidade.
È ai que se chega à questão do desenvolvimento sustentável, ou seja, suprir as necessidades básicas da atual geração sem prejudicar a de gerações futuras. Partindo desse conceito a grande ferramenta para a garantia de vida das populações é a questão do lixo. Recentemente cientistas se basearam na utilização da teoria dos 3 R’s como tentativa para esse problema mundial. O primeiro é a redução, que se refere à economia e o consumo consciente; o segundo a reutilização, que é o máximo aproveitamento dos materiais; e por último tão importante quanto os primeiros vem a reciclagem, que faz os materiais retornar em à cadeia produtiva para um novo ciclo de utilização.
É como afirma a estudante de Saneamento e Controle Ambiental, com ênfase em reciclagem, da UNICAMP, Maria Esther Antunes de Toledo: “Antes de se reciclar é necessário pensarmos em reduzir o consumo de produtos, despertando na população a noção de consumo consciente”.
Com o aumento acelerado da população mundial e consequentemente do lixo produzido, mais do que nunca é necessária a conscientização dos cidadãos do mundo para cada um fazer sua parte. Segundo Maria Esther: “ Segregar o resíduo e destinar à coleta seletiva é uma parte deste processo e essencial mas lembrando que a mudança de hábitos é inquestionavelmente o principal, pois só assim conseguiremos preservar o meio ambiente”.
Mas de acordo com o dono da empresa GTF que comercializa materiais para reciclagem, Roberto Torres, uma noticia animadora: A população nos trás cada vez mais produtos para a reciclagem porque aumentou o conceito de cuidar do meio ambiente. São materiais que eram jogados no lixo e que hoje em dia são trazidos para transformar o velho em novo, com preocupação voltada à natureza e posteriormente serem usados para fabricação de outros produtos”.
 

Amazônia pode ‘morrer’ em 50 anos, diz estudo

Padrão

A floresta amazônica poderia “morrer” em 50 anos por causa de mudanças climáticas provocadas pelo homem, sugere um estudo internacional publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.

Segundo o estudo, muitos dos sistemas climáticos do mundo poderão passar por uma série de mudanças repentinas neste século, por causa de ações provocadas pela atividade humana.

Os pesquisadores argumentam que a sociedade não se deve deixar enganar por uma falsa sensação de segurança dada pela idéia de que as mudanças climáticas serão um processo lento e gradual.

“Nossas conclusões sugerem que uma variedade de elementos prestes a ‘virar’ poderiam chegar ao seu ponto crítico ainda neste século, por causa das mudanças climáticas induzidas pelo homem”, disse o professor Tim Lenton, da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, que liderou o estudo de mais de 50 cientistas.

Segundo os cientistas, alterações mínimas de temperatura já seriam suficientes para levar a mudanças dramáticas e até causar o colapso repentino de um sistema ecológico.

O estudo diz que os sistemas mais ameaçados seriam a camada de gelo do mar Ártico e da Groelândia, em um ranking preparado pelos cientistas, que inclui os nove sistemas mais ameaçados pelo aquecimento global.

A floresta amazônica ocupa a oitava e penúltima colocação no ranking.

Chuva

Segundo o estudo, boa parte da chuva que cai sobre a bacia amazônica é reciclada e, portanto, simulações de desmatamento na região sugerem uma diminuição de 20% a 30% das chuvas, o aumento da estação seca e também o aumento das temperaturas durante o verão.

Combinados, esses elementos tornariam mais difícil o restabelecimento da floresta.

A morte gradual das árvores da floresta amazônica já foi prevista caso as temperaturas subam entre 3ºC e 4ºC, por conta das secas que este aumento causaria.

A frequência de queimadas e a fragmentação da floresta, causada por atividade humana, também poderiam contribuir para este desequilíbrio.

Segundo o estudo, só as mudanças na exploração da terra já poderiam, potencialmente, levar a floresta amazônica a um ponto crítico.

A maioria dos cientistas que estudam mudanças climáticas acredita que o aquecimento global provocado pelas atividades humanas já começou a afetar alguns aspectos de nosso clima.

 Fonte: http://verde.br.msn.com/

Desastres naturais afetarão 375 mi por ano em 2015, diz Oxfam

Padrão

O número de pessoas afetadas por desastres naturais deve aumentar em mais de 50% até 2015 e atingir a média de 375 milhões de pessoas por ano, segundo a organização não-governamental britânica Oxfam. Os dados fazem parte do relatório Direito a sobreviver, divulgado nesta terça-feira. A Oxfam, que combate a pobreza, usou dados do centro de pesquisa belga CRED, que há trinta anos coleta estatísticas sobre o impacto de catástrofes naturais no mundo, como secas e enchentes. Os números do CRED mostram que, entre 1998 e 2007, cerca de 243 milhões de pessoas por ano foram afetadas por catástrofes naturais. Os dados indicam um progressivo aumento na incidência desse tipo de problema. Segundo a Oxfam, a média anual de 375 milhões de pessoas atingidas por desastres naturais até 2015 foi obtida com base em projeções do aumento da população e da incidência de catástrofes naturais entre 1998 e 2007. Apoio humanitário O relatório da Oxfam afirma que se as projeções estatísticas se confirmarem os sistemas de apoio humanitário não terão condições de atender a todos. A Oxfam alerta que as agências humanitárias podem ficar sobrecarregadas pelo excesso de vítimas de inundações, tempestades e secas. O diretor da Oxfam, Rob Bailey, disse à BBC que as agências humanitárias não precisam apenas de mais dinheiro, mas que é preciso melhorar a forma como este dinheiro é gasto. O grupo pede que os recursos sejam gastos de forma imparcial, e não de acordo com interesses políticos. “Nós precisamos nos certificar de que este dinheiro é gasto de melhores formas”, disse. “No momento, as pessoas pobres no mundo em desenvolvimento que enfrentam desastres naturais estão quase que participando de uma loteria em escala global.” Segundo Bailey, há uma grande disparidade na forma que o dinheiro chega às agências humanitárias. Ele disse que foram gastos em média US$ 1,2 mil por vítima do tsunami de 2004 na Ásia. No entanto, o gasto por pessoa com as vítimas da recente crise humanitária no Chade foi de apenas US$ 23, em média. BBC Brasil.

 

Fonte:http://verde.br.msn.com/  BBC

Amazônia perde 754 mil km2 de floresta em 3 meses, diz Inpe

Padrão

SÃO PAULO (Reuters) – A Amazônia perdeu uma área equivalente a 75.430 campos de futebol de floresta devido ao desmatamento nos meses de novembro e dezembro de 2008 e janeiro deste ano, informou nesta segunda-feira o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Segundo dados obtidos pelo sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) do Inpe, foram desmatados 754,3 quilômetros quadrados da floresta nesses três meses. Os dados levam em conta o desmatamento por corte raso ou degradação progressiva.

Segundo o Inpe, 57,9 por cento dos alertas confirmados como desmatamento constataram corte raso da floresta, enquanto 37,3 por cento indicaram floresta degradada. Outros 4,8 por cento dos alertas não foram confirmados.

Em novembro, a área desmatada atingiu 355 quilômetros quadrados. Em dezembro, ficou em 177 quilômetros quadrados e em janeiro deste ano foram 222 quilômetros quadrados.

Pelos dados do Inpe, o desmatamento total da Amazônia no ano de 2008 fechou em 7.341 quilômetros quadrados, o equivalente quase cinco vezes a área do município de São Paulo.

Os Estados que mais desmataram entre novembro e janeiro foram Pará, com 319 quilômetros quadrados, e Mato Grosso (272 quilômetros quadrados).

O Inpe ponderou no entanto que “alguns Estados como Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram monitorados devido à alta proporção de cobertura de nuvens no período”.

De acordo com o Inpe, entre os meses de novembro e abril a grande intensidade de nuvens na região prejudica a observação dos satélites. Por isso, o instituto decidiu publicar trimestralmente os dados do desmatamento amazônico entre novembro e abril, quando no restante do ano a leitura é divulgada mensalmente.

Segundo o instituto, a maior área de alertas detectada no trimestre foi no mês de novembro, “quando a proporção de cobertura de nuvens na Amazônia Legal foi menor (63 por cento) em relação aos outros dois meses”.

Em dezembro, quando a cobertura de nuvens atingiu 86 por cento da região, a área desmatada detectada diminuiu para 177 quilômetros quadrados. “Em janeiro de 2009, o desmatamento detectado aumentou para 222 quilômetros quadrados, com uma cobertura de nuvens de 76 por cento permanecendo ainda bastante alta”, disse o relatório do Deter.

Para efeito de comparação, o desmatamento detectado em outubro de 2008 atingiu 587 quilômetros quadrados. Naquele mês, no entanto, as nuvens cobriam apenas 27 por cento da região.

 

Fonte: http://noticias.br.msn.com

Percepção Ecológica

Padrão

No final do século XIX, diante da pressão de uma cultura masculinamente dominante, um chefe da tribo Wanapum disse em território hoje Norte-americano:

“Devo pegar uma faca e rasgar o seio de minha mãe? Então quando eu morrer, ela não me tomará em seu seio para que eu repouse. Você me pede para escavar o chão procurando pedra! Posso escavar sob a sua pele à procura de seus ossos? Então, quando eu morrer, não poderei entrar em seu corpo para renascer. Você me pede para cortar grama e fazer feno e vendê-lo, e ficar rico como os homens brancos! Mas como eu ousaria cortar os cabelos de minha mãe?”

Esquecemos das vozes indígenas, dos seus fundamentos básicos, da sua cultura. Nossa civilização concebe a Natureza como mera fonte de recursos econômicos. E foi através dessa concepção utilitarista, que hoje sofremos as conseqüências brotadas do descaso para com o meio ambiente.

A Terra é um ser orgânico, ela é viva, onde tudo depende de tudo, tudo está em constante ligação e troca. Portanto quando se destrói uma forma de vida, se empobrece o Universo. A partir daí, acirramos o caos existente no mundo, como a pobreza, a desigualdade social, a ausência de recursos naturais, a fome, o falecimento da biodiversidade e das diversidades culturais, a violência, a não concretização dos Direitos Humanos Fundamentais, dentre inúmeros outros problemas viventes no cotidiano.
A partir desse contexto, é fundamental infiltrar o moderno pensamento biodiversidade na sociedade, na consciência de cada indivíduo atingindo sua percepção de mundo, pois a ecologia profunda reconhece o valor intrínseco de todos os seres vivos e concebe os seres humanos não como os senhores do Universo, mas apenas como um fio muito particular na Grande Teia da Vida.

Estamos todos interligados e somos interdependentes. Como “militante” desse pensamento, peço aos companheiros que reflitam sobre suas atitudes para com o meio ambiente ou para com os próprios seres humanos. 

 

Pequenos gestos fazem a diferença: é como se fosse uma gota no meio do oceano, mas lembrem-se que uma gota de orvalho pode refletir o céu inteiro!!!

Qual marca você deixará no planeta?

Padrão

Oii Galera

Para quem acha que todo esse papo de aquecimento global,consumo exagerado, é coisa de gente alienada, ou que fala, fala e na verdade não faz nada realmente para mudar, será interessante fazer este teste que encontrei no site da WWF Brasil.

 

 

 

“Fogo, aquecimento global
temperaturas ganhando intensidade
fogo
na mata atlântica
fogo na amazônia
fogo,
na babilônia”

Babilônia em Chamas – Tribo de Jah

 

 

Clique aqui para fazer o teste

Não perca a chance de descobrir quantos planetas terras serão necessários somente para VOCÊ manter seus hábitos atuais.

Renata Ramone

Fim de semana de protestos contra o carvão na Holanda

Padrão

Roterdã, Holanda — Enquanto noventa ativistas eram presos ao se acorrentarem na obra de uma termelétrica, Rainbow Warrior ajudou a impedir descarregamento de carvão no porto de Roterdã.

Noventa ativistas do Greenpeace foram presos depois de bloquearem as obras da termelétrica de Maasvlakte, em Roterdã, na Holanda. Eles se acorrentaram e bloquearam o acesso às obras da usina nas primeiras horas de sábado (15/11) e foram detidos pela polícia por volta do meio-dia. Os ativistas já foram liberados.

No mesmo dia, dois navios do Greenpeace, Rainbow Warrior e Beluga II, bloquearam trecho do porto de Roterdã para impedir o descarregamento de carvão.

“O Greenpeace agiu para interromper um desastre climático”, afirmou Rolf Schipper, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Holanda. “Nosso país já produz mais energia do que precisa, e planeja exportar eletricidade a partir de 2009. Não faz sentido construir uma nova termelétrica a carvão.

O carvão é o combustível fóssil mais poluidor que existe e a maior ameaça individual ao clima do planeta. Termelétricas a carvão dificultam o cumprimento das metas européias de cortes de emissões de gases do efeito estufa em 30% até 2020. A empresa E.On, proprietária da termelétrica de Maasvlakte, planeja construir oito novas usinas por toda a Europa. A de Roterdã seria a primeira.

“E.ON está ignorando a ciência que nos diz que o carvão é o maior perigo ao nosso clima”, afirma Agnes de Rooij, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Internacional. “A ação em Roterdã levou a mensagem de que isso é inaceitável.”

A ação de sábado é parte da campanha promovida pelo Greenpeace na Europa contra a E.ON, que incluiu protesto da frota de nove barcos, liderados pelo Rainbow Warrior, próximo à termelétrica a carvão de Kingsnorth, no Reino Unido; ocupação pacífica do local das obras de uma outra usina na Antuérpia, na Bélgica; e bloqueio do abastecimento de carvão para a usina da E.ON na Sardenha, na Itália.

O navio Rainbow Warrior está engajado em uma expedição de 10 meses contra o carvão, que começou em março, na Nova Zelândia, e agora se encontra na Europa. Uma Estação de Resgate Climático foi montada às margens de uma grande mina de carvão na Polônia, às vésperas das negociações da ONU sobre mudanças climáticas, que serão realizadas em Poznan, na Polônia, em dezembro.

Abandonar o carvão como fonte energética é essencial para se chegar a um acordo para salvar o clima do planeta. Os governos europeus têm que mostrar liderança e abrir mão do carvão em seus próprios países. O relat[ório [R]evolução Energética, do Greenpeace, mostra como a energia renovável, combinada com uma maior eficiência energética, pode cortar as emissões globais de CO2 em até 50% e providenciar metade das necessidades energéticas do mundo até 2050.

Fonte:http://www.greenpeace.org/brasil/

Sucos verdes:uma revolução 3

Padrão

A Revolução dos Sucos Verdes
Sou plenamente a favor do uso da tecnologia a serviço do homem, desde que esta esteja harmonizada com a Natureza. Hoje já temos possibilidades reais de transformar a relação atual de que desenvolvimento tecnológico significa destruição ecológica. Energia magnética, limpa e sem custo, biocombustível, bioconstrução, reciclagem, bioplástico, ecovilas, todos estes mecanismos fazem parte de um possível futuro do desenvolvimento humano neste planeta.
Dentro deste contexto de tecnologias bem utilizadas, a sugestão é começar com algo já disponível e existente em grande parte dos lares: o liquidificador. Este equipamento (ainda) barulhento é, na minha compreensão, subutilizado pela maioria das pessoas. Com este simples aparelho e um pouquinho de conhecimento é possível criar inúmeros pratos utilizando somente ingredientes saudáveis. Pães e bolos naturais, leite e queijos de sementes, molhos deliciosos e o protagonista deste artigo: o suco verde.
O suco verde é algo especial por uma série de motivos. Seu preparo é rápido e fácil, seu custo é baixo e o fato de ser batido dispensa o tempo de mastigar (não que alguém mastigue devidamente hoje em dia) necessário para quebrar a estrutura da planta e deixar os nutrientes acessíveis, facilitando a assimilação dos mesmos. Além disso, tem a virtude de tornar o sabor das verduras acessível para qualquer um, até mesmo crianças “fresquinhas”. O segredo? A combinação de folhas verdes com frutas.
Muitas pessoas intuitivamente ou por conhecimento compreendem que vegetais e frutas não se combinam em termos digestivos. Isto se dá em muitos casos (experimente comer melancia com cenoura e veja como o seu estômago reage), mas recentemente foi observado que frutas e folhas combinam entre si muito bem. Chimpanzés dão prova disto ao comer sanduíches de bananas enroladas em folhas de alface.
Surpreendo-me sempre com as combinações de sabor que surgem experimentando diversas misturas. Manga, banana e salsão. Pêra com folhas de beterraba. Maçã, couve e hortelã. As possibilidades são muitas, mas não quero deixar de expressar minha mais deliciosa preferência: manga e coentro.
É tudo muito simples: um pouco de água no fundo do liquidificador, as frutas, as folhas, bater, servir, beber. Quanto mais fresco melhor. Caso seja possível usar água de coco verde (fresca, não aquelas de caixinha) no lugar da água comum, considere-se um ser afortunado.
As frutas devem estar sempre bem maduras e, sempre que possível, recém colhidas, assim como as folhas. Quanto mais próximas de seu local de cultivo mais vitalidade trazem consigo.
Muito importante, diria até fundamental é a preferência por hortaliças orgânicas, de preferências cultivadas por produtores que cuidem de uma boa remineralização do solo. Hortaliças banhadas com agrotóxicos (agro – tóxicos = venenos da agricultura) e cultivadas com adubos químicos, além de poluir a corrente sanguínea daqueles que delas se alimentam dificilmente trazem dentro de si todos os minerais e elementos promotores de saúde que esperamos estar ingerindo quando comemos vegetais.
A Transformação da Saúde

Com algum tempo de sucos verdes diariamente em sua dieta você pode começar a experienciar alguns pequenos “milagres”. Um exemplo. Das verduras se obtém farto suprimento de magnésio, mineral responsável pelo bom funcionamento do coração, o relaxamento das artérias e de todo o organismo. Quando se ingere uma quantidade satisfatória deste mineral é possível observar uma tendência à tranqüilidade, à ausência de stress, à boa circulação sanguínea. A flexibilidade aumenta em nível físico e em nível mental.
O corpo tem uma inteligência própria. Muitas vezes os desejos por determinado alimentos se relacionam com suas necessidades. Grande parte dos casos de pessoas viciadas em chocolate, por exemplo, relaciona-se à deficiência de magnésio (o cacau é rico em magnésio). O que acontece quando o corpo reconhece os sucos de folhas verdes como fonte pura, superior e sem efeitos colaterais deste mineral? Isso mesmo: aquela vontadezinha quase incontrolável por uma barra de chocolate em determinados momentos pode se transformar num saudável salivar por um maço de salsas. Parece impossível, mas aconteceu comigo, um ex-chocólatra devorador de barras enormes que hoje olha para o chocolate como alguém olha para um pedaço de madeira. Ou melhor dizendo, como um adolescente que olha para o brinquedo que gostava muito quando era criança e percebe que cresceu.
Assim é a inteligência do corpo, este brilhante veículo biológico projetado pela maior de todas as inteligências: a Natureza. Dê ao corpo o combustível ideal e perceba sua disposição em manifestar sua programação original: Saúde.
Percebo hoje que na muitas vezes difícil tarefa de mudança de hábitos alimentares é mais fácil para as pessoas acrescentar do que retirar. Talvez a mais incrível conseqüência da inclusão dos sucos verdes na alimentação diária seja a transformação automática dos hábitos alimentares. Sim, pois ao nutrir, alcalinizar e oxigenar o organismo, os fungos e parasitas vão perdendo seu lugar cativo e seu poder de sugerir ao corpo que se alimente com aquilo que os alimenta: açúcar, alimentos refinados e outras inconveniências. É assim com os “miraculosos” sucos verdes: acrescente-os em sua dieta e observe, sem esforço, os maus hábitos caírem por terra e os bons hábitos chegando naturalmente. Você consegue imaginar o valor desta ferramenta?
Mais fácil do que imaginar é praticar. Comece amanhã mesmo se lhe interessar. Esta é uma proposta de revolução ecológica que começa dentro de cada um. É um movimento suave em busca da evolução de toda a humanidade. Simples, econômico, agradável e praticável. Associe a cor verde com a Saúde e logo perceba os bons frutos desta sabedoria se manifestando em sua vida. E viva!

Fonte:guiavegano

Sucos Verdes: uma Revolução

Padrão

Verduras, ou folhas verdes comestíveis, são alimentos maravilhosos. Farta e segura fonte de minerais como cálcio, magnésio, fósforo, potássio, vitaminas diversas, aminoácidos, enzimas e muita vitalidade, a ingestão de folhas verdes traz consigo uma série de benefícios.
Coletoras naturais da luz solar, as folhas verdes quando ingeridas liberam na corrente sanguínea uma substância que denominamos Clorofila, esta magnífica molécula verde que é o sangue do reino vegetal. É algo fascinante perceber a semelhança da molécula da clorofila com a molécula da hemoglobina. Apenas uma ligação química as diferencia.
Os verdes podem ser vistos como luz do sol comestível, já que é na Clorofila que colore suas folhas a responsável por capturar e processar a energia que é irradiada do astro-rei. Clorofila é luz líquida! Consumir Clorofila regularmente é como banhar os órgãos internos em luz solar, vivificando e renovando todo o sistema. É como abrir as janelas da casa num dia ensolarado. Não torna o ambiente mais agradável?
Clorofila é a fonte primária de alimentação dos animais herbívoros. Observe os cavalos, as vacas e os elefantes que não comem carne, não bebem leite (depois da infância), não comem ovos, não comem soja (naturalmente) nem feijões de qualquer tipo e no entanto apresentam notável corpulência e massa muscular. Comem, e muito, capim. E o que existe no capim? Minerais, aminoácidos e… Clorofila!
Se não como carne, nem soja, nem leite, nem ovos, onde posso conseguir as proteínas que meu corpo necessita?
as proteínas são compostas por diversos aminoácidos, assim como um jardim é composto de diversas flores. Os aminoácidos são, assim, os precursores das proteínas.
É surpreendente o quanto pouco se conhece o fato de que os verdes figuram entre as melhores e mais completas fontes de aminoácidos biodisponíveis. Isto significa que o consumo de uma quantidade e variedade apropriada de verduras fornece os tijolinhos necessários para a síntese de qualquer proteína que o corpo necessite, sem que para isto seja preciso intoxicar a corrente sanguínea com substâncias impróprias como os antinutrientes da soja, os antibióticos e hormônios artificiais e naturais presentes na carne e no leite e outras muitas substâncias que causam ao organismo dificuldades desnecessárias.
Fornecer ao corpo os aminoácidos ao invés de proteínas completas (presentes na carne, no leite, nos ovos, etc.) é como construir a partir de tijolos ao invés de ter que primeiro demolir uma casa para depois utilizar seus tijolos na construção. Simplificamos o trabalho do organismo, evitamos a geração de subprodutos desnecessários e economizamos energia que seria gasta com a digestão. E para onde vai esta energia economizada? Para a faculdade de pensar, para a sensibilidade dos sentidos, para o processo de desintoxicação do organismo…
A Clorofila como um agente de desintoxicação do corpo humano.

Fonte:Guiavegano