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Noticias sobre o Blog

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Olá gente

Preciso agradecer a todos que estão passando por aqui e estão gostando do blog, deixando comentários…muito bacana mesmo, obrigada galera

Fazendo esse post hoje venho informar aos meus leitores e visitantes que em breve estarei fazendo um boom de materias sobre chocolate

Estou buscando pesquisas, informações e reunindo tudo em materias bem simples e objetivas para trazer informações valiosas para vocês

Afinal Natal está chegando e quem não gosta de chocolate né 🙂

Logo logo o Blog estará cheio de novidades galera

Aguardem e não deixem de visitar o Regganata

Abraços

Renata Ramone

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Cientistas dos Estados Unidos criam biodiesel de maconha

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Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, descobriram que a fibra da Cannabis sativa (nome científico da maconha), chamada de cânhamo industrial, tem propriedades que a tornam uma matéria-prima viável e atraente para a produção de biodiesel, um combustível sustentável feito de plantas renováveis.

O combustível feito de maconha apresentou uma alta eficiência de conversão – 97% do óleo foi convertida em biodiesel – passou em todos os testes do laboratório e até apresentou propriedades que sugerem que pode ser usado em temperaturas mais baixas do que qualquer biocombustível do mercado.

A capacidade da planta de crescer em solo infértil também diminui a necessidade de cultivá-la em lavouras, que podem ser usadas para o plantio de alimentos, explica Richard Parnas, professor de química, de materiais e de engenharia biomolecular, que chefiou o estudo.

O cânhamo industrial é plantado em muitas partes da Europa e da índia. A fibra do caule da planta é forte e, até o desenvolvimento de fibras sintéticas nos 1950, era o principal produto usado em todo o mundo para fazer cordas e roupas.

Hoje, em alguns países, a Cannabis ainda é usada como uma fibra, principalmente por não precisar de muita água e de fertilizantes. Mas as sementes, que contêm os óleos naturais da planta, geralmente são jogadas fora.

Parnas diz que são exatamente elas que podem ser usadas para virar combustível. O cientista explica que “alguém que planta cânhamo consegue produzir combustível suficiente para fornecer energia para toda a fazenda a partir das sementes”.

Com a ajuda de seus alunos, Parnas usou óleo de semente de maconha virgem para criar biodiesel por meio da transesterificação, o processo mais usado atualmente para a produção de biodiesel. O grupo testou as características do combustível no laboratório de testes do Centro de Ciências Ambientais e Engenharia da universidade.

Recentemente, a universidade americana patenteou um sistema de reator que pode ser adaptado para fazer biodiesel a partir de várias matérias-primas, incluindo a maconha.

Parnas e sua equipe deverão construir uma fábrica de biodiesel, bancados pelo Departamento de Energia americano. O reator será capaz de produzir até 200 mil galões de biodiesel por ano. Embora essa quantidade seja pequena em relação aos reatores de biodiesel comerciais, a principal tarefa da instalação será testar novas formas de produzir o combustível.

Angélica reproduz capa da “Playboy”

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Angélica posou para a reprodução de uma capa clássica da Playboy. A apresentadora aparece com um look comportado na mesma pose que à tcheca Olga Schoberova, que foi capa da edição norte-americana, em março de 1964.

A foto foi feita por Christian Parente. Ainda não foi dessa vez que os fãs podem conferir Angélica em um ensaio nu. Depois dessa capa, quem sabe ela não se anima?

Agrião pode impedir crescimento de tumor na mama

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Pesquisadores britânicos descobriram que um composto presente no agrião é capaz de impedir o desenvolvimento de células cancerígenas na mama. A pesquisa, divulgada nesta terça-feira (14), mostra que a substância altera o funcionamento de uma proteína fundamental para o desenvolvimento do câncer.

O câncer de mama é o câncer mais comum em mulheres no mundo ocidental e, atualmente, afeta aproximadamente 1 em cada 9 mulheres durante sua vida.

Segundo os pesquisadores, da Universidade de Southhampton, no Reino Unido, a substância isotiocianato feniletil (PEITC, na sigla em inglês), presente no agrião, desliga um código do corpo que impede que o tumor tenha acesso a sangue e oxigênio, evitando, assim, seu crescimento.

O processo funciona da seguinte maneira. Os tumores crescem se alimentando de sangue. Para conseguir esse suprimento, eles enviam sinais para tecidos saudáveis, que, por sua vez, mandam de volta oxigênio e nutrientes.

O composto vegetal do agrião desliga a função de uma proteína responsável pelo envio desses sinais. O tumor deixa de se alimentar e, então, para de crescer.

Segundo o oncologista Graham Packham, da Universidade de Southhampton, no Reino Unido, é importante conhecer os fatores de risco do câncer para tratar a doença e melhorar a prevenção.

– A alimentação é uma parte importante desse processo, mas são poucos os estudos que analisam a comida e o desenvolvimento do câncer.

Os pesquisadores dizem que mais estudos precisam ser feitos para determinar qual o impacto direto do agrião na diminuição do risco de câncer.

População de baixa renda pode ter “casa de Lego” por R$ 13 mil

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Televisões que não funcionam mais, garrafas de refrigerante, potes quebrados e sacolas plásticas que iriam para o lixo podem significar a solução para suprir a falta de moradias a um preço acessível. Uma casa feita quase totalmente de blocos de encaixar, assim como as casinhas de Lego, pode custar R$ 13 mil e ser uma das respostas para o avanço da habitação no país.

Trata-se de um imóvel com dois quartos, um banheiro e uma sala conjugada à cozinha, com cerca de 45 m² (metro quadrado) de área privativa, como explica o engenheiro civil Joaquim Caracas. Ele é dono da Impacto Protensão, empresa da área de construção civil do Ceará que desenvolveu o projeto.

– Ela é toda feita de material reciclado, do piso ao teto, e qualquer um pode montar. Demora de dois a três dias para ficar pronta e não requer mão de obra especializada. É como um brinquedo Lego mesmo.

O produto ainda não está à venda porque passa por testes. O engenheiro diz que espera colocar a casa de plástico em produção industrial ainda neste ano.

– Das 400 instalações que operamos, por meio de aluguel, conseguimos um preço de custo de R$ 370 o m². Se entrar em uma escala industrial, a tendência é baratear. Esperamos neste ano obter todos os certificados para começar a procurar um parceiro para investir no projeto.

Sem alicerce

A casa não tem alicerce. Ela é montada sobre uma placa metálica instalada no terreno. Nela são afixadas as paredes, que são feitas de um tipo de polietileno (um dos compostos químicos que formam o que chamamos de plástico) preenchidas com uma espuma. Internamente, eles contam com estrutura metálica e dutos para encanamento e instalação elétrica.

O material é mais leve do que o concreto ou a madeira e tão resistente quanto os tijolos. Caracas conta que sua maior preocupação quando começou a montar a casa de plástico era a isolação térmica.

O problema foi resolvido quando as placas ganharam um espaço oco por dentro. Isso fez com que esse “vazio” funcionasse como isolante, nos moldes das geladeiras de isopor, sem esquentar demais o interior do imóvel ou causar desconforto aos ocupantes.

– A ideia surgiu há uns dois anos e meio, quando eu buscava uma forma de substituir aquelas placas de compensado por plástico reciclado. Eu usava aquelas folhas de madeira para isolar a obra e pensei ‘por que não fazer uma casa com isso’?

Ele diz que a primeira casa foi feita dentro da UFCE (Universidade Federal do Ceará) para testar os materiais e a viabilidade do projeto. Hoje, a ideia funciona em cerca de 400 instalações, de salas de aula a sedes da guarda municipal, escritórios de construção, chalés e quiosques em Fortaleza (CE) e Recife (PE).

Caracas conta que a vantagem é a praticidade e a facilidade para montar uma casa do tipo. Mas ele reconhece que há uma desvantagem:

– O que acontece é que há preconceito sobre ela, por ser feita de material reciclado. Quando eu comecei a minha ideia era fazer uma casa, mas tem tanta coisa que dá para construir que isso poderia ser viável em comunidades carentes para fazer escola e posto de saúde, entre outros.

New York Times diz que Ivete não conquistará o público americano

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O jornal americano The New York Times, um dos mais importantes veículos de imprensa do mundo, publica na edição desta segunda-feira (6) uma crítica sobre o show de Ivete Sangalo no Madison Square Garden, em Nova York, no sábado (4). O texto, disponível desde a noite deste domingo (5) no site do jornal, aponta qualidades da cantora brasileira, mas destaca barreiras para que ela se torne uma estrela internacional como a colombiana Shakira.

Segundo o jornal, o show foi marcado pelo ritmo e pelo carisma da cantora, especialmente em canções como Acelaraê e Cadê Dalila. A apresentação também foi descrita com muito “espírito”, já que a cantora passeou pelo imenso palco com segurança, sem titubear.

No entanto, o crítico do jornal acredita que dificilmente Ivete conquistará os americanos. O ritmo do axé foi descrito como muito acelerado para o público local, e a língua portuguesa foi apontada como uma barreira. O texto destaca que o púbico do show foi majoritariamente brasileiro, com 5.000 ingressos vendidos no Brasil.

Não por acaso, o jornal reiterou o coro do público, ora o “Eu sou brasileiro”, repetido à exaustão quando Ivete deixou o palco, ora o “com muito orgulho, com muito amor”.

Em outra crítica internacional, dessa vez feita pela AP, ressalta-se o fato de que não são muitos os artistas estrangeiros a lotarem o Madison Square Garden. O show de Ivete teve 14.500 espectadores (em uma média de 4.000 a 5.000 para artistas que não são americanos).

Intel desenvolve sistema que lê a mente do usuário

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A Intel está desenvolvendo um sistema de computador capaz de identificar a palavra que o usuário está pensando.

Testes preliminares mostram que o computador consegue perceber alguns padrões de atividade cerebral até chegar ao resultado que interpreta a palavra.

A tecnologia faz uma associação da palavra com alguma propriedade ligada a ela. Por exemplo, ao dizer “maçã”, são ativadas regiões do cérebro que dizem respeito à fome. A partir disso, o computador tem mais chances de adivinhar a palavra.

Dean Pomerleau, pesquisador sênior na Intel Laboratórios, disse ao Telegraph que até hoje os dispositivos para obter as atividades cerebrais eram caros, como os aparelhos de ressonância magnética usados em hospitais.

– Estamos mapeando a atividade que o cérebro produz normalmente quando se pensa em palavras diferentes. Isso significa que você vai ser capaz de escrever cartas, e-mails ou fazer pesquisas no Google apenas pelo pensamento.

A empresa já tem um protótipo que reconhece mil substantivos concretos a partir da análise de aproximadamente 20 mil pontos do cérebro, mas como a tecnologia de escaneamento cerebral se torna mais sofisticada, a capacidade do computador para interpretar os pensamentos também melhora. O objetivo é que o funcionamento aconteça com o uso de um fone especial.

Ainda não há previsão de lançar o sistema para venda.