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Pipoca possui mais antioxidantes do que frutas e legumes, revela estudo

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A pipoca já havia saído da lista negra dos petiscos, já que, quando preparada com pouca gordura, contém cerca de 160 calorias em 100g. A novidade é que ela pode ser uma excelente fonte de antioxidantes. De acordo com pesquisadores da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, a pipoca possui mais polifenóis do que frutas e legumes.

Polifenóis também são encontrados no vinho tinto e chocolate
De acordo os cientistas, uma porção de 33g pipoca pode conter até 300mg de antioxidantes, quase o dobro das frutas, que carregam 160mg da substância em porções de 80g. Os polifenóis agem contra os danos causados pelos radicais livres, combatendo o envelhecimento precoce e prevenindo doenças generativas. Estudos anteriores sugerem que essa substância também é encontrada no vinho tinto, chá verde e chocolate amargo.

Para os cientistas, a pipoca é uma boa fonte de polifenóis porque possui apenas 4% de água. Legumes e frutas também são fontes da substância, mas como sua composição pode chegar a 90% de água, ela não seria tão concentrada. Na pipoca, a mais alta concentração de polifenóis pode ser encontrada na película dura e marrom – aquela que pode causar uma sensação incômoda entre os dentes. Rica em fibras, uma porção de pipoca pode oferecer mais de 70% do consumo diário de grãos integrais recomendado por médicos e nutricionistas. Mais uma vez, a casca que costuma ser descartada é considerada a fonte principal de fibras.

Pipoca deve ser preparada em aparelhos a vapor, sem gordura
Mas se você quer aproveitar os benefícios da pipoca sem ganhar quilos extras, prefira preparar os grãos em aparelhos próprios, que usam o vapor para estourar o milho. Saborear o petisco no cinema ou optar pelos grãos específicos para micro-ondas acrescentam o dobro de calorias, transformando-o em uma bomba calórica. Os cientistas também ressaltam a importância de consumir frutas e legumes, já que a pipoca não possui todas as vitaminas e minerais encontrados nestes alimentos.

 

Agrião pode impedir crescimento de tumor na mama

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Pesquisadores britânicos descobriram que um composto presente no agrião é capaz de impedir o desenvolvimento de células cancerígenas na mama. A pesquisa, divulgada nesta terça-feira (14), mostra que a substância altera o funcionamento de uma proteína fundamental para o desenvolvimento do câncer.

O câncer de mama é o câncer mais comum em mulheres no mundo ocidental e, atualmente, afeta aproximadamente 1 em cada 9 mulheres durante sua vida.

Segundo os pesquisadores, da Universidade de Southhampton, no Reino Unido, a substância isotiocianato feniletil (PEITC, na sigla em inglês), presente no agrião, desliga um código do corpo que impede que o tumor tenha acesso a sangue e oxigênio, evitando, assim, seu crescimento.

O processo funciona da seguinte maneira. Os tumores crescem se alimentando de sangue. Para conseguir esse suprimento, eles enviam sinais para tecidos saudáveis, que, por sua vez, mandam de volta oxigênio e nutrientes.

O composto vegetal do agrião desliga a função de uma proteína responsável pelo envio desses sinais. O tumor deixa de se alimentar e, então, para de crescer.

Segundo o oncologista Graham Packham, da Universidade de Southhampton, no Reino Unido, é importante conhecer os fatores de risco do câncer para tratar a doença e melhorar a prevenção.

– A alimentação é uma parte importante desse processo, mas são poucos os estudos que analisam a comida e o desenvolvimento do câncer.

Os pesquisadores dizem que mais estudos precisam ser feitos para determinar qual o impacto direto do agrião na diminuição do risco de câncer.

Açaí mal lavado pode transmitir doença de Chagas

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O protozoário causador da doença de Chagas sobrevive na polpa do açaí mal higienizado, mesmo que o produto seja congelado a -20°C. Somente a correta pasteurização – tratamento térmico que envolve aquecimento e rápido resfriamento – consegue eliminar o microrganismo. Esse é o resultado de uma pesquisa inédita liderada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

A doença de chagas (tripanossomíase americana) é uma infecção causada pelo protozoário trypanosoma cruzi e transmitida pela picada do inseto barbeiro (Triatominae). Os sintomas são febre, falta de apetite e inchaço ocular. Quando a doença torna-se crônica, pode destruir a musculatura dos órgãos afetados deixando-os inchados e maiores. O diagnóstico é feito através do exame de sangue. O tratamento com medicamentos é mais eficaz na fase inicial. Na fase aguda tem a função de evitar maiores complicações dos sintomas.

A pasteurização, no entanto, não é obrigatória no Brasil. Higienizar corretamente os frutos ainda é o método mais importante de prevenção, destacam os autores do trabalho, realizado via convênio com o Ministério da Saúde. Surtos de transmissão da doença aguda transmitida por meio de alimentos, acentuados a partir da metade da década passada no Norte do País, incentivaram a realização da pesquisa.

O açaí industrializado, consumido nas grandes cidades, passa em teoria pelos processos, dizem os cientistas, e deve ser registrado no Ministério da Agricultura. A pasta informou que, apesar de a legislação nacional ainda não exigir a pasteurização, visitas de fiscais às fábricas têm demonstrado que a maioria das empresas possui máquinas para realizá-la, em razão de exigência do mercado externo.

Por causa disso, o ministério informou que “avalia a possibilidade de desenvolver estudos sobre metodologias de pasteurização” para a polpa de açaí.

Em nota, a pasta destacou que o congelamento não é medida preventiva e que o resultado do estudo é preliminar. Disse também aguardar resultados sobre testes com temperaturas mais baixas. Por fim, destacou que todos os casos de doença de Chagas por transmissão oral já registrados tiveram origem no consumo do alimento preparado artesanalmente e que até o momento não houve associação com polpas de açaí industrializado. A reportagem não conseguiu localizar representantes dos produtores de açaí.

Cientistas criam pílula que alisa cabelo e substitui a chapinha

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Em um futuro próximo, pode haver uma pílula específica para alisar o cabelo. Imagina isso: uma pílula que vale por uma chapinha?

Se você tem cabelo encaracolado, a culpa é do gene Trichohyalin – ele é o responsável por fazer com que os cabelos sejam assim.

A descoberta do gene vai ser útil, inclusive, para prever se um bebê terá um cabelo liso ou ondulado. Também vai facilitar o trabalho da polícia, porque, que por meio de materiais colhidos em qualquer local, conseguirá identificar como é o cabelo do suspeito.

Os cientistas do Instituto de Pesquisa Médica de Queensland (QIMR), na Austrália, compararam 5.000 gêmeos e perceberam que as variações entre irmãos era sempre a mesma quando um tinha cabelo liso e outro encaracolado.

Nick Martin, professor e coordenador da pesquisa, disse ao site Daily Mail que o gene já era conhecido.

– Estudamos uma grande quantidade de informações. O gene é conhecido há mais de vinte anos por estar ligado à produção do cabelo e fica na raiz do cabelo.

Segundo ele, em vez do cabelo ser diretamente tratado para que ele se torne liso ou vice-versa, será possível criar tratamentos para produzir cabelos dos dois tipos, por meio da produção de pílulas, por exemplo.

A aplicação mais imediata será nas investigações policiais, a partir do DNA deixado na cena do crime.

Porém, ele confirmou que vai se reunir com uma empresa de cosméticos para falar sobre os próximos passos que envolvem a descoberta.

Fim da Evolução da Humanidade

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Um professor da Universidade de Londres afirmou que a humanidade chegou ao fim de sua evolução.

O geneticista Steve Jones, em uma conferência chamada “O Fim da Evolução Humana”, argumentou que, devido aos

avanços da tecnologia e da medicina, já não são apenas os mais fortes que passarão seus genes para a geração

seguinte.

Ele sugeriu que o tipo de homens que encontramos no mundo hoje é o único que haverá – porque os seres humanos

não ficarão mais fortes ou inteligentes ou saudáveis.

“Acho que todos estamos de acordo com o fato de a evolução ter funcionado de forma adequada para o ser

humano no passado”, afirmou o cientista à BBC.

Evolução e passado

“Um dos exemplos está nas razões que permitiram que o homem negro vivesse na África e o branco pudesse viver

na Europa.”

“O homem branco perdeu o pigmento de melanina da pele, absorvendo mais radiação solar e produzindo mais

vitamina D, permitindo que seus filhos crescessem mais saudáveis.”

“Este é apenas um exemplo, há vários outros. Ao compreender como foi a evolução no passado, podemos deduzir

como será no futuro”, afirmou.

Segundo o cientista, para que exista evolução são necessários três fatores: seleção natural, mutação e mudanças

aleatórias.

O cientista acredita que os humanos reduziram de forma inesperada nossas taxas de mutação devido às mudanças

de nossos padrões reprodutivos.

Estes padrões reprodutivos incluem mudanças sociais como os padrões de casais e os mecanismos anticoncepcionais.

As substâncias químicas e a poluição também alteraram a genética humana.

Mas, o fator mais importante que alterou as mutações é a redução do número de homens mais velhos que têm

filhos.

Mutações

Diferente das mulheres que, com o avanço da idade produzem menos óvulos, os homens nunca deixam de produzir

espermatozóides.

Quando o homem chega aos 29 anos, em média a idade de procriação masculina ocidental, ele já copiou e repassou

300 vezes o espermatozóide original que o criou (e que foi passado por seu pai). Em um homem de 50 anos, isto já

ocorreu mil vezes.

Cada vez que o espermatozóide é copiado e repassado, ocorrem divisões celulares, cada uma com possibilidades de

mutação, e talvez de erros.

Desta forma, com menos pais em idade avançada existem menos possibilidades de passar para a geração seguinte

mutações ou defeitos aleatórios.

Sem seleção

“Outro fator (a ser levado em conta) é a diminuição da seleção natural”, afirmou Jones.

“Na antiguidade a metade das crianças que nasciam na Inglaterra morria antes de chegar aos 21 anos e estas

mortes eram a base da seleção natural.”

“Hoje, em grande parte do mundo desenvolvido, 98% destas crianças sobrevivem, chegam aos 21 anos, quase não

existem diferenças entre os que morrem e entre os que sobrevivem antes de se reproduzirem”, acrescentou o

cientista.

Segundo o cientista também foi reduzida a quantidade de mudanças aleatórias na raça humana.

“Atualmente os humanos são 10 mil vezes mais comuns do que deveríamos ser, tendo como base as regras do reino

animal. E isto se deve à agricultura.”

“No mundo todo, todas as populações estão cada vez mais ligadas e as possibilidades de mudanças aleatórias estão

diminuindo”, afirmou Jones.

De acordo com o geneticista, “estamos nos misturando em uma espécie de massa global e o futuro não será branco

e negro, será cor de café”.

“Acredito que vão ocorrer mudanças, mas nossas mudanças não serão físicas, serão mentais”, afirmou Jones.

 Fonte:globo.com

Mulher do futuro será mais baixa, gordinha e fértil, aponta estudo

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A mulher do futuro será ligeiramente mais baixa, gordinha e fértil. Terá ainda um coração mais saudável. Estas são as principais conclusões de estudo divulgado na terça-feira pela revista New Scientist, que comprovaria o contínuo impacto do processo evolutivo sobre os humanos.

 Segundo Stephen Steams, biólogo evolucionista da Universidade de Yale e um dos autores do estudo, a ideia de que a seleção natural não afetaria mais os seres humanos e que nós paramos de evoluir “é simplesmente falsa”. Para ele, embora as diferenças na sobrevivência possam não mais selecionar os humanos “mais aptos” e seus genes, as diferenças na reprodução ainda podem. A questão agora é saber se mulheres que tiveram mais filhos possuem traços distintivos que sejam repassados para seus descendentes, aponta a revista.

 Diante da questão, Stearns e seus colegas pesquisaram dados do Framingham Heart Study, com histórico médico de mais de 14 mil moradores da cidade de Framingham, Massachusetts (EUA), desde 1948, que envolverm até três gerações de algumas famílias.

 Ao estudar informações de 2.238 mulheres que haviam passado da menopausa, os pesquisadores descrobriram que mulheres pequenas e mais gordas tendiam a ter mais crianças – em média, mais altas e mais magras. Mulheres cujos índices de colesterol e pressão eram baixos também tinham mais filhos, e tiveram seu primeiro bebê ainda na juventude, entrando na menopausa mais tarde.

 De acordo com a pesquisa, essas características foram passadas para as filhas dessas mulheres que, por sua vez, também tiveram mais crianças em comparação com as demais.

 Pelos cálculos de Steams, se a tendência persistir por dez gerações, a mulher média em 2409 será 2 cm mais baixa e 1 kg mais pesada do que a mulher de hoje. Ela também terá seu primeiro filho cinco meses mais cedo e entrará na menopausa dez meses mais tarde, em relação à média atual. 

 

 Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/

Novo papel é 500x mais forte que aço e 10x mais leve

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Um novo papel de nanotubos marcará o como o material mais forte do mundo a ser usado na construção de aeronaves.

 

Nanotubos de carbono é uma destas tecnologias que se tornará onipresente e ganhará um vasto leque de aplicações nas próximas décadas. Uma das possíveis aplicações é utilizar folhas de nanotubos como material para a construção.

O material chamado de buckypaper parece um fino filme muito frágil. No entanto ele pode revolucionar a cara dos automóveis, aviões e mais produtos nos próximos anos.

O novo papel é feito de nanotubos de carbono entrelaçados. Graças à grande maleabilidade dos nanotubos ele tem excelente flexibilidade e se dobra como papel comum, mas pode ser 500 vezes mais forte do que o aço, seus criadores prevêem, enquanto tem apenas a décima parte do peso.

A super força do papel ocorre por causa da sua superfície concentrada de moléculas de nanotubos. Segundo um dos pesquisadores se você pegar apenas um grama de nanotubos e desdobrar cada tubo em uma folha de grafite poderá cobrir dois terços de um campo de futebol.

Os nanotubos já tem sido usados em uma quantidade limitada de aplicações como raquetes de tênis e bicicletas, mas esses produtos usam os nanotubos em pó em concentrações com 1 a 5% de nanotubos. O buckypaper contém quase 50% de nanotubos. Mas apesar de mais útil, também é mais caro.

As possíveis aplicações do material são como blindagem elétrica na indústria aeronáutica. Por ser muito mais leve do que as blindagens atuais, o papel de nanotubos eliminará peso da aeronave economizando combustível.

A equipe também pretende usar o material para substituir as folhas de grafite em notebooks, pois o buckypaper seria mais eficaz para na dissipação de calor. Eles também esperam usar o material em eletrodos de células de combustível, super capacitores e baterias.

O próximo passo será construir aeronaves inteiras, carros e revestimento para armaduras militares com o papel de nanotubos de carbono. Os militares já expressaram interesse. Os pesquisadores pensam que produtos comerciais poderão estar à venda em um ano. [DailyTech]