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Mais pressão

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Vai ser difícil não ver. Ao desembarcarem no aeroporto de Copenhague, milhares de diplomatas, governantes, jornalistas e ativistas de todo mundo irão dar de cara com fotos de oito líderes, que não estão se empenhando para conseguir um acordo climático ambicioso, envelhecidos. Os anúncios são bem interessantes e fazem uma previsão pessimista do futuro em que os líderes lamentam não terem conseguido chegar a um compromisso bom o suficiente para salvar o planeta em 2009. No painel lê-se: “Desculpe. Nós poderíamos ter parado as mudanças climáticas catastróficas … mas nós não fizemos”, seguido de um pedido: Aja agora: salve o futuro”. Para saber mais clique aqui.

Veja abaixo todas as fotos.

Luiz Inácio Lula da Silva

 

Barack Obama (EUA)

 

Angela Merkel (Alemanha)

 

Nicolas Sarkozy (França)

Gordon Brown (Inglaterra)

 

Donald Tusk (Polônia)

 

Jose Luis Rodriguez Zapatero (Espanha)

 

Stephen Harper (Canada)

 

Fotos: © Greenpeace/Christian Åslund

Lula: País não pode adotar meta de desmatamento zero

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartou hoje a possibilidade de o País assumir meta de desmatamento zero. “Nem se o Brasil fosse careca poderia assumir o desmatamento zero. Sempre vai haver alguém querendo desmatar alguma coisa”, definiu, justificando: “O que o Brasil está fazendo é algo revolucionário e muito forte. Já tivemos neste ano o menor desmatamento dos últimos 20 anos, estamos assumindo o compromisso de reduzi-lo em 70% até 2017 e em 80% até 2020. É uma meta que vai precisar um esforço incomensurável da sociedade brasileira para ser cumprida.”
 A afirmação foi feita hoje pelo presidente, em Estocolmo, durante de cúpula União Europeia-Brasil. Na reunião, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, definiu o plano brasileiro como “ambicioso” e exemplar. As negociações visando a 15ª Conferência do Clima (COP 15) das Nações Unidas foram o tema central do encontro, do qual participou o primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, presidente temporário do bloco europeu.
 Confrontado com os dados da proposta brasileira, Barroso foi só elogios. “O Brasil adotou um plano muito ambicioso em termos de desmatamento”, afirmou. “Em teoria, pode haver sempre mais ambição. Na Europa é a mesma coisa. Mas estamos sugerindo que outros países, em especial os com floresta tropical, com grandes zonas de mata, possam fazer um esforço comparável ao que o Brasil se submeteu.”
 Mesmo depois de pedir esforços dos demais países em favor de um acordo ambicioso e de definir a COP 15 como “um momento extraordinário” que enfrenta “um impasse”, Lula descartou elevar as ambições de seu governo. O Brasil não pretende adotar metas de desmatamento zero nem elevar os objetivos estabelecidos no Plano Nacional de Mudanças Climáticas como forma de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e facilitar o acordo do clima em Copenhague, em dezembro.
 Protesto
 Minutos antes da cúpula, em sua chegada ao palácio Rosenbad, o presidente se deparou com uma manifestação promovida por militantes do Greenpeace, que pediam em faixas e cartazes o seu comparecimento na COP 15. “Lula, você levou as Olimpíadas, agora salve o clima”, dizia uma das mensagens.
 Questionado sobre se confirmava a intenção de comparecer à conferência, Lula revelou que negocia com outros chefes de Estado e de governo a realização de uma reunião em Copenhague, que aconteceria entre 16 e 17 de setembro – às vésperas do término da COP 15. “A ideia é que nós participemos juntos com o maior número possível de dirigentes mundiais”, explicou. Se não houver acordo, o brasileiro não comparecerá. “Mas eu trabalho com a ideia de que vários presidentes compareçam a Copenhague para que possamos fazer uma discussão a fundo.”

Crise econômica pode ser chance para o clima

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A recessão global pode ser uma oportunidade para combater as mudanças climáticas e construir um futuro com baixas emissões de carbono, afirma um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE).

A AIE calcula que as emissões globais dos gases que provocam o efeito estufa vão cair em 3% neste ano – uma proporção maior do que a estimada.

Se os governos aproveitarem a oportunidade para investir em tecnologias limpas, o aumento da temperatura global pode ficar abaixo da meta de 2 graus Celsius, estabelecida pelo G-8, afirma a agência.

As conclusões do relatório foram divulgadas durante discussões sobre mudanças climáticas em Bangcoc.

“A mensagem é simples e absoluta: se o mundo continuar na base atual de políticas de clima e energia, as consequências para as mudanças climáticas serão severas”, disse o diretor-executivo da AIE, Nobuo Tanaka.

“A energia está no coração do problema – e, portanto, precisa estar no coração da solução.”

A recessão deve significar que as emissões de carbono serão 3% mais baixas neste ano do que no ano passado, e isso tem um impacto a longo prazo, afirma a AIE, com projeções de que as emissões em 2020 serão 5% mais baixas do que seriam se o mundo não estivesse passando por uma recessão global.

Os maiores cortes de carbono vão ser alcançados com melhorias na eficiência energética, afirma a agência.

Corte, não queime

A AIE apresentou uma série de medidas de políticas para diferentes regiões do mundo e países em vários estágios de desenvolvimento.

Sua receita levaria à estabilização da concentração dos gases que provocam o efeito estufa para o equivalente a 450 partes de dióxido de carbono por milhão (ppm) – um nível que, de acordo com algumas análises, oferece uma boa chance de que a temperatura média global desde antes da Revolução Industrial não sofra variação de mais de 2 graus Celsius.

Sem essas políticas, a agência calcula que as concentrações vão aumentar para 1.000 ppm até meados deste século – níveis que, segundo alguns cientistas, poderiam levar a consequências catastróficas e irreversíveis.

Mas é preciso investir capital político e econômico para se atingir esta meta, afirma a agência, com o ápice das emissões previsto para 2020.

Nos próximos 11 anos, os países desenvolvidos – definidos como os membros da OCDE e/ou da União Europeia, terão que cortar em 17% as emissões relacionadas à energia, e em 50% até 2030.

Até 2030, outros grandes emissores como a China, Índia e Brasil vão ter que limitar o aumento de suas emissões a até 14% dos níveis atuais.

Os países em estágios menos avançados de desenvolvimento poderão aumentar suas emissões.

Globalmente, as tecnologias de energia limpa iriam se expandir, de acordo com a agência.

Entre 2020 e 2030, a receita da AIE prevê que o uso da energia atômica seria três vezes maior, o setor de renováveis seria quatro vezes maior e o uso de tecnologias limpas de carvão seria 14 vezes maior.

O custo desta transformação seria de US$ 10 trilhões (cerca de R$ 18 trilhões) entre 2010 e 2030, afirma a agência, mas melhorias na eficiência energética significariam uma economia virtual da mesma quantia.

Calor

No prefácio do relatório, Yvo de Boer, secretário executivo da convenção sobre o clima da ONU (UNFCCC), alertou que tudo isso depende de que seja fechado um ambicioso acordo global na conferência da ONU sobre o clima em dezembro, em Copenhague.

“Esses resultados deveriam nos motivar a aumentar os esforços para chegar a um acordo com a necessária ambição”, disse ele.

“O custo de combater as mudanças climáticas é administrável. Mas não podemos arcar com o custo de não fazê-lo.”

Boer está em Bangcoc, onde preside um encontro preparatório entre representantes de diferentes governos que fazem parte da convenção da ONU.

Na segunda-feira, a China e o Sudão – que presidem o bloco da China e G77 de países em desenvolvimento – acusaram os países ricos de tentar acabar com um dos preceitos básicos do Protocolo de Kyoto – de que as metas de emissão deveriam ter, de alguma forma, efeito legal.

Eles acusam países ocidentais, como os Estados Unidos e a Austrália, de tentar tornar as metas mais flexíveis, o que, segundo eles, poderia dar espaço para que eles se esquivassem.

A análise da AIE faz parte de seu relatório anual World Energy Outlook, publicado mais cedo para que pudesse ser discutido durante o encontro de Bangcoc.

Alguns dados, como o impacto projetado da recessão sobre as emissões, foram publicados no mês passado.

 

 Fonte: http://verde.br.msn.com/

Saiba o que pode e o que não pode ser reciclado e faça a sua parte

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A gente sabe que todo mundo está cheio de boas intenções quando o assunto é “fazer a sua parte” pelo planeta. Mas para que essa predisposição se transforme em ação efetiva, é necessário mais do que vontade: é preciso informação. E atitude. Um bom começo é arregaçar as mangas e começar em casa mesmo, separando o lixo orgânico do reciclável. Olha só quanta coisa dá pra reaproveitar:

 Vidro: embalagens, copos, garrafas, vidro de janela e cacos – desde que estes sejam colocados em caixa de papelão ou embrulhado em jornal para não machucar a pessoa responsável pela coleta seletiva.

 Papel: revistas, jornais, caixas de  papel e papelão, envelopes, folhas de caderno, folhas de sulfite usadas, cartazes velhos e formulários de computador.

 Latas: de alumínio, como as de refrigerante e cerveja; de folha de flandres, como as de óleo, leite em pó e salsicha.

 Aço: armações de óculos e talheres.

 Alumínio: embalagens de marmitex limpas, papel alumínio limpo (sem resíduos orgânicos).

 Plástico: copos, potes, pratos e embalagens vazias (como as de shampoo e detergente), tampas plásticas, sacos (como os de arroz ou leite), embalagens PET de refrigerante, plásticos mistos (como CD e DVD), sacolinhas plásticas e plástico filme (desde que estejam limpos).

 Pilhas: podem ser jogadas no lixo comum, mas são nocivas ao meio ambiente, pois contêm pequenas quantidades de metais pesados. Ao longo de muitos anos, esses metais pesados vão se acumulando na natureza, podendo se transformar em um grande problema ambiental. O ideal é enviá-las para reciclagem, mesmo que isso não seja obrigatório. Uma boa idéia pode ser usar pilhas recarregáveis, que duram mais e não precisam ser jogadas fora.

Lâmpadas fluorescentes: assim como no caso das pilhas, também podem ser jogadas no lixo comum. Só que contêm mercúrio na forma de vapor, um resíduo perigoso que, no momento em que a lâmpada se quebra, pode ser liberado para o ar, prejudicando o ambiente e a nossa saúde. O ideal é enviar para as reciclagem. Mas fique atenta: só as lâmpadas fluorescentes são recicláveis. As outras devem ser mandadas para o lixo comum.

 Eletroeletrônicos: algumas partes podem ser reaproveitadas, mas os aparelhos precisam ser encaminhados para locais específicos que façam a reciclagem. Isso porque a maioria dos eletroeletrônicos tem metais pesados em sua composição – como chumbo e mercúrio – que, quando são manuseados ou dispostos de maneira inadequada, oferecem risco à nossa saúde e ao meio ambiente.

 O ideal é fazer uma pesquisa pela internet para saber que entidades podem aproveitá-los. Vale visitar os sites da Associação Brasileira de Excedentes , do Museu do Computador e do Comitê de Democratização da Informática. Como alguns fabricantes estão aceitando alguns de seus produtos de volta para encaminhá-los para a reciclagem, pode ser interessante dar uma ligada no Serviço de Atendimento ao Consumidor para saber se (e como) isso pode ser feito.

 

Embalagens longa vida: podem e devem ser recicladas, mas existem empresas e entidades especializadas nesse trabalho. Uma boa idéia é consultar o site Rota da Reciclagem para saber onde encontrá-las na sua cidade.

Também podem ser reciclados:

– Materiais feitos em PVC rígido, como canos.

– Tubos de pasta de dente e outras embalagens de produtos de higiene e beleza, de preferência vazios ou limpos.

– Canetas esferográficas sem a carga, só a capa.

– Disquetes e fitas cassetes, que têm a parte exterior feita de plástico. A fita magnética que vai dentro e não é reciclável, deve ser descartada.

– Pedaços de materiais ou produtos de pequena dimensão – como de papel ou plástico ou de metal, como pregos e grampos. Como são pequenos, devem ser juntados em potes para enviar à reciclagem. O ideal é separar por tipo de material.

Materiais que não devem ser enviados para reciclagem

 Papel: guardanapos depapel e lenços de papel sujos; papel higiênico, papéis plastificados (usados em embalagens); papel de fax, celofane, fotografias e fraldas descartáveis.

 Isopor: até existe tecnologia para sua reciclagem, mas em geral ele não é aproveitado. O ideal é evitar comprar produtos embalados com esse material.

 Madeira: mesmo sendo um material orgânico, ela não pode ser reciclada.

 E também:

 – Fita crepe, etiquetas ou fitas adesivas

– Embalagens metalizadas, como as de biscoitos e salgadinhos

– Lã ou esponja de aço

– Porcelana (como pratos, xícaras e travessas)

– Canos velhos e cabos de panela

– Espuma

– Esponja de cozinha

– Materiais de cerâmica

– Tubos de imagem de TV

 

É muita coisa para aprender, mas com a prática vai ficando mais fácil. Há um detalhe importante que não deve ser esquecido: lave e seque bem os materiais que estiveram em contato com alimentos ou outros produtos orgânicos, para evitar contaminação dos demais materiais. Assim, evita-se que eles sejam descartados por não serem considerados aptos para a reciclagem.

 

  Fonte: http://msn.bolsademulher.com

Uso absorvente de pano pelo bem do planeta

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Além de confortável e ecológico, ele funciona mesmo. Lavou, tá novo!

Um dia, minha amiga Diana me contou que um absorvente descartável leva cerca de 100 anos pra desaparecer no solo. Como se não bastasse, ele ainda libera um material cancerígeno e inflamável. 

A Diana começou a procurar alternativas para não poluir tanto o planeta e descobriu na internet que já existia um absorvente de pano no mercado. Como não o encontrou em nenhuma loja no Brasil, resolveu produzi-lo. E a ideia acabou se espalhando entre as amigas.
 
Questão de consciência 

Eu aderi de cara. Adorei a novidade ecológica. E, como a Diana foi morar nos Estados Unidos e eu já gostava mesmo de costurar, resolvi assumir o negócio. Faço absorventes íntimos pra clientes de todo o Brasil. É verdade que o lucro é modesto – mais ou menos R$ 300 por mês -, mas é porque a maioria das mulheres ainda prefere usar o descartável. Enfim, aí é uma questão de consciência. 

Eu divulgo meu trabalho com orgulho, porque acredito que a mulherada precisa mudar a mentalidade. Se quisermos preservar o nosso planeta, temos que mudar as atitudes do dia a dia. Aliás, pra fazer a diferença, o ideal é que todo mundo trocasse não só seus absorventes, como as fraldas dos filhos por aquelas feitas de pano também. O importante é produzir menos lixo, reutilizar e reciclar!

1. Antes de desconfiar da eficiência, experimente. As mulheres se surpreendem com o resultado.
 
2. O formato é parecido com o dos descartáveis. A superfície que fica em contato com o corpo é de flanela e a absorção é feita por várias camadas de tecido de algodão, que ficam no interior da peça.

3. Eles são presos na calcinha com botões fixados nas abas. 

4. Lavar é simples: basta colocar de molho em água com sabão e lavar na máquina. 

5. São necessários de 6 a 10 absorventes de pano por ciclo. Vendo por R$ 13 cada. 

6. Duram até sete anos. Quando vão ao lixo, levam só um ano pra se decompor. 

7. No fim, custam 3 vezes menos!

 

 Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

Campanha defende telhados brancos contra Mudanças climáticas

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Contra o aquecimento global, pinte o seu telhado de branco. Essa é a nova campanha do GBC (sigla em inglês para Conselho de Construções Verdes), “One Degree Less” (Um Grau a Menos), que promete, baseada em pesquisas ligadas ao Departamento de Energia dos EUA, diminuir a temperatura interna das casas em até 6°C.

A organização, que promove o uso de tecnologias sustentáveis na construção civil pelo mundo, defende que a cor branca reflete até 90% dos raios solares, assim pode diminuir também o consumo de energia dentro do prédio em 20% a 70% e emitir menos gases de efeito estufa na atmosfera. De quebra, a solução promete diminuir o aquecimento global em 1% se pelo menos 30% a 40% das casas pintarem de branco seus tetos.

A proposta, no entanto, não é tão milagrosa quanto pretende ser. Outros cientistas contestam a campanha ao afirmar que, apesar de a cerâmica absorver 90% dos raios solares, tornando o ambiente mais quente, a produção maior de tinta também agride o meio ambiente, além de custar mais caro. Uma solução sugerida é um sistema de ventilação entre o forro e o teto, que amenizaria a absorção de calor.

Fonte: http://sustentanet.com.br/

Percepção Ecológica

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No final do século XIX, diante da pressão de uma cultura masculinamente dominante, um chefe da tribo Wanapum disse em território hoje Norte-americano:

“Devo pegar uma faca e rasgar o seio de minha mãe? Então quando eu morrer, ela não me tomará em seu seio para que eu repouse. Você me pede para escavar o chão procurando pedra! Posso escavar sob a sua pele à procura de seus ossos? Então, quando eu morrer, não poderei entrar em seu corpo para renascer. Você me pede para cortar grama e fazer feno e vendê-lo, e ficar rico como os homens brancos! Mas como eu ousaria cortar os cabelos de minha mãe?”

Esquecemos das vozes indígenas, dos seus fundamentos básicos, da sua cultura. Nossa civilização concebe a Natureza como mera fonte de recursos econômicos. E foi através dessa concepção utilitarista, que hoje sofremos as conseqüências brotadas do descaso para com o meio ambiente.

A Terra é um ser orgânico, ela é viva, onde tudo depende de tudo, tudo está em constante ligação e troca. Portanto quando se destrói uma forma de vida, se empobrece o Universo. A partir daí, acirramos o caos existente no mundo, como a pobreza, a desigualdade social, a ausência de recursos naturais, a fome, o falecimento da biodiversidade e das diversidades culturais, a violência, a não concretização dos Direitos Humanos Fundamentais, dentre inúmeros outros problemas viventes no cotidiano.
A partir desse contexto, é fundamental infiltrar o moderno pensamento biodiversidade na sociedade, na consciência de cada indivíduo atingindo sua percepção de mundo, pois a ecologia profunda reconhece o valor intrínseco de todos os seres vivos e concebe os seres humanos não como os senhores do Universo, mas apenas como um fio muito particular na Grande Teia da Vida.

Estamos todos interligados e somos interdependentes. Como “militante” desse pensamento, peço aos companheiros que reflitam sobre suas atitudes para com o meio ambiente ou para com os próprios seres humanos. 

 

Pequenos gestos fazem a diferença: é como se fosse uma gota no meio do oceano, mas lembrem-se que uma gota de orvalho pode refletir o céu inteiro!!!