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Agnaldo Timóteo chama Caetano Veloso de covarde e oportunista

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O cantor Agnaldo Timóteo soltou o verbo contra Caetano Veloso, em entrevista à coluna Entre a Gente, do Jornal da Tarde desta terça (10).

Ele falou que a declaração de Caetano ao Estado de S.Paulo, na semana passada, chamando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de analfabeto é “deplorável, oportunista, demagógica e covarde”.

Timóteo, que também é vereador em São Paulo pelo PR e é tão polêmico quanto Caetano, alfinetou ainda o compositor baiano por buscar, nos órgãos do governo, “vultosos patrocínios para suas apresentações elitistas”.

Caetano Veloso fez show da turnê Zii e Zie no Citibank Hall, em São Paulo, no último fim de semana. Antes da apresentação de sexta, em entrevista à Record, ele reafirmou que “Lula fala como analfabeto” e que não gosta da idéia de todos terem de “adular Lula”.

Ainda na sexta, após o show, Caetano se recusou a receber repórteres em seu camarim. Ele apenas permitiu a entrada de fotógrafos. No domingo, ele levou um tombo no palco e criticou a imprensa, por não ter repercutido como ele acha que deveria a morte do compositor baiano Neguinho do Samba, no Olodum, no último dia 31 de outubro.

O público foi fraco no show de Caetano e, no domingo, foi preciso que a casa de show colocasse uma cortina para tampar os muitos lugares vazios, concentrando o pouco público presente na região central da pista, em frente ao palco. O portal R7 deixou recado na assessoria de Caetano, que ainda não retornou a ligação.

 

 Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/site

Lula fecha olhos para escândalos quando lhe convém, diz ‘Economist’

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Revista britânica chama Senado de ‘Casa dos Horrores’ e comenta escândalo dos atos secretos.

O revista britânica The Economist diz na edição que chegou às bancas nesta sexta-feira que os escândalos do Senado brasileiro são um lembrete das falhas cometidas por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da “disposição de Lula em fechar os olhos para escândalos quando lhe convém”.

O artigo é intitulado “Casa dos Horrores”, em uma referência ao Senado, “que tem 81 membros mas, de algum modo, requer quase 10 mil funcionários para cuidar deles”.

Muitos dos funcionários da Casa, segundo a revista, “foram apontados como favores a amigos dos senadores ou simpatizantes políticos”.

A revista comenta a pressão sobre o presidente do Senado, José Sarney, por conta do escândalo.

Sarney é aliado de Lula, afirma o artigo, e o presidente estaria interessado no apoio do PMDB – Partido de Sarney – para a provável candidatura de Dilma Rousseff pelo PT.

“Muitos senadores, de todo o espectro político, cometeram erros. Quando o líder do opositor PSDB foi passear em Paris, por exemplo, o Senado pagou a conta do hotel. (Ele diz que foi um ‘empréstimo’). Então parece injusto que Sarney seja o único pressionado a renunciar”, diz a Economist.

“Mas ele também não pode se dizer ignorante sobre o que se passava no Senado. Este é seu terceiro mandato como presidente. Durante um período anterior, ele apontou Agaciel Maia (chefe da administração do Senado) para sua lucrativa posição.”

O artigo ainda comenta outros deslizes de José Sarney, mas afirma que ele é “um sobrevivente” e “provavelmente vai manter seu posto”, justamente por ainda ter poder dentro do PMDB e ser aliado de Lula.

“Lula disse que Sarney merece mais respeito e culpou a imprensa por inflar o escândalo. Mas no momento em que a economia está apenas emergindo de uma recessão, a saga dos ‘atos secretos’ lembra os brasileiros que seus políticos nunca impõem austeridade a si mesmos”, afirma a Economist.

 

 Fonte: http://noticias.br.msn.com/

Lula: reunião do G-20 muda lógica das decisões políticas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um balanço positivo da cúpula de líderes do G-20 no sábado (15), em Washington, que discutiu medidas de combate à crise financeira internacional e de prevenção. “A reunião muda a lógica das decisões políticas, já não é mais o G-8, agora o G-20 ganha um papel de destaque”, disse hoje, no programa semanal de rádio Café com o Presidente.

 

“Encontramos um caminho para evitar que aconteça novamente o que aconteceu com a crise financeira”, disse. Para Lula, a participação do Brasil na discussão foi um passo decisivo para aumentar a representatividade do País nos fóruns internacionais. Entre os principais temas discutidos na reunião nos EUA, o presidente destacou as medidas para restabelecer a liquidez e restaurar a confiança no mercado financeiro, as políticas anti-recessivas e a regulação do sistema financeiro.

 

Lula ressaltou a importância de ações para facilitar o acesso ao crédito que vêm sendo tomadas no País. “Faz 30 dias que nós estamos adotando medidas para permitir a irrigação do sistema financeiro e garantir que se tenha crédito para que o consumo continue acontecendo, para que as empresas continuem produzindo, o comércio vendendo e o povo comprando. É isso que vai ativar a economia.” E comparou a economia brasileira à de países europeus, que têm registrado recessão: “Nós não queremos que o desemprego chegue à América Latina, que chegue ao Brasil, sobretudo porque a nossa economia está muito mais arrumada do que a economia deles.”

 

Na cúpula do G-20, lembrou Lula, os representantes assumiram o compromisso de até o final de 2008 concluir o acordo comercial da Rodada Doha. A Organização Mundial do Comércio (OMC) quer convocar para dezembro, por volta do dia 10, reunião para tratar do assunto.

Fonte:http://noticias.br.msn.com