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Fãs de Luan Santana protestam pela heterossexualidade do sertanejo

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Um grupo barulhento de fãs resolveu protestar em prol da heterossexualidade do cantor sertanejo Luan Santana, na noite desta sexta (4), em Pedro Leopoldo, cidade da Grande Belo Horizonte (MG).

O músico se apresentou para cerca de 40 mil pessoas, segundo os organizadores, no Pedro Leopoldo Rodeio Show, evento que vai até o próximo domingo.

Exaltadas, as fãs gritaram que eram mentira os boatos sobre a sexualidade do músico e levantaram suas faixas de apoio à heterossexualidade de Luan.

O jovem músico leu algumas das mensagens no microfone e agradeceu a todas as fãs que “acreditam nele”.

Sem afirmar qual é sua orientação sexual, Santana disse apenas estar “solteiro”. As fãs deliraram com a declaração.

2008 um desabafo e um protesto

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Oi gente

Eu resolvi escrever um pouquinho do que achei de 2008,não um balanço do que aconteceu em minha vida pessoal e sim,tantas coisas que aconteceram no mundo que as vezes não nos ligamos,achamos que está muito longe de nós,que podemos ignorar,ou simplesmente sabemos e não fazemos nada para melhorar.

 

Reféns são soltos pelas FARC
Em julho, foi libertada a franco-colombiana Ingrid Betancourt com mais 14 reféns das FARC. Seqüestrada desde fevereiro de 2002, durante as campanhas presidenciais da Colômbia, a ex-senadora foi solta após operação militar colombiana sob o comando do presidente Álvaro Uribe.

 

Após 20 anos de pesquisas e mais de 3 bilhões de euros, o maior acelerador de partículas do mundo começou a operar em 10 de setembro, com o objetivo de simular o Big Bang. Mas, dez dias depois, o experimento teve de ser interrrompido e só será reativado no fim de 2009. 

 

Em 2 de maio, o ciclone Nargis deixou um rastro de destruição em sua passagem por Mianmar, na Ásia. Uma gigantesca onda causou cerca de 134 mil mortes e vários desaparecidos em uma população de 47,7 milhões de habitantes. Milhares de pessoas ficaram desabrigadas por causa dos ventos de até 190 km//h e do maremoto. A Índia preveniu Mianmar 48 horas antes da chegada do Nargis. Mas nada foi feito.
 

Em abril, o mundo ficou estarrecido com a história do austríaco Joseph Fritzl, de 73 anos, que manteve a filha Elisabeth escondida no porão de sua casa por 24 anos e teve sete filhos com ela, sendo que três deles nunca viram a luz do sol. O austríaco chegou a denunciar o desaparecimento da filha à polícia. 

 

Em julho, foi lançada a nova versão do iPhone em mais de 20 países. O lançamento oficial no Brasil do modelo, que ganhou suporte ao GPS e acesso mais rápido à internet móvel, foi feito em 26 de setembro pelas operadoras Claro e Vivo. O valor do aparelho varia de R$ 900 a R$ 2,6 mil. 

 
A crise no mercado de crédito que se abateu na economia dos EUA teve início na crise no mercado hipotecário americano, que gerou a quebra de bancos importantes, como o Lehman Brothers, e desencadeou o desaquecimento da economia global. Em outubro, finalmente, o presidente Bush conseguiu aprovação de um pacote de resgate financeiro de US$ 850 bilhões e o mercado respirou um pouco mais aliviado. 
 
Em 4 de novembro, os americanos elegeram seu primeiro presidente negro: o democrata Barack Hussein Obama Jr. Filho de um queniano com uma norte-americana, aos 47 anos, ele derrotou o republicano John Sidney McCain III, de 72 anos. Pelas projeções, Obama terá mais de 330 dos 538 votos no Colégio Eleitoral do país. A posse será em 20 de janeiro. 
As enchentes (chuvas) em Santa Catarina acabou se tornando um dos maiores desastres dos últimos anos aqui no Brasil. As chuvas provocaram pelo menos 109 mortes, além dos mais 78 mil habitantes que estão desabrigados.
Pensando sobre tudo isso,eu me pergunto,o que eu faço para evitar essas coisas?para ajudar?para representar meu papael como cidadã? e a resposta foi simples,quase nada,mais porque quase nada se eu tenho conciência de que o mundo está mudando,que coisas estão acontecendo,e muitas vezes me pego de braços cruzados,ou de olhos fechados á essas mudanças,revoluções,catástrofes naturais.
Tenho conciência sim,quero mudar sim,quero fazer algo sim,e aos poucos vou me moldando a nova realidade mundial,que pensamos ser coisa de países ricos,que a crise não chegou aqui que os recursos naturais são inesgotáveis etc…O mundo passa por uma revolução,com certeza as pessoas so vão se dar conta disso quando forem atingidas de alguma forma,estamos pensando nos nossos presentes de natal,onde vamos passar nosso feliz ano novo,mas e as famílias de Santa Catarina que perderam tudo,principalmente seus entes queridos,não vejo nenhum feliz ano novo para essas pessoas,vejo um cenário de total destruição,tanto material,quanto pessoal e sentimental,não quero aqui ser hipócrita de forma alguma,e sim tentar de alguma forma,fazer um alerta as pessoas que irão ler essas palavras,que se não nos unirmos para tentar fazer algo,tudo isso que conhecemos vai pra vala,a vida como conhecemos não mais existirá,talvez nem o proprio homem,e dai muita gente pensa,mas eu sozinho não posso fazer nada,pura demagogia,pois a mudança começa dentro de nós,o primeiro passo sempre é meu,é seu…então se você pode ajudar,mesmo que seja dentro de casa,com simples atitudes,que podem fazer toda a diferença,como a coleta seletiva que é algo tão simples,faça,se você pode doar um agasalho doe,um brinquedo,ou até mesmo o seu tempo o seu carinho,a essas pessoas,as crianças,eu não vejo nenhum empesilho em tomar essas pequenas atitudes,a unica coisa que nos impede somos nós mesmos,então depois de tantas coisas estourando pelo mundo,e aqui bem pertinho de nós,eu desejo do fundo do coração,e vou lutar,fazer minha parte para que isso aconteça,que sejamos mais humanos uns com os outros,menos consumistas,menos hipocritas,porque de nada vai me adiantar toda tecnologia do mundo se essa porra estiver toda ferrada(com perdão das expressões).
Eu quero fazer a diferença e você?
OBS:A todos peço desculpas se ofendi ou me expresseu mal,e venho lembrar que o Regganata sempre foi um cantinho de livre expressão,tanto para mim quanto para todos que comentaram por aqui,simplesmente precisava dizer isso de alguma forma e então nada mais justo que usar o meu espaço aqui para isso,como eu disse anteriormente,esse ano eu vou fazer a diferença,vou mudar habitos,os meus pelo menos,como venho tentando fazer de um tempo pra ca,talvez essas palavras sirvam de algo para alguém,talvez não,mas ai fazer o que,paciência.
Mas de qualquer forma se ofendi me perdoem.
Renata Ramone.

Uma aldeia global não harmoniosa e em crise constante

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Crise
Crise

 Em 16 de setembro de 1999, a Folha de São Paulo publicou o relatório do Banco Mundial (BIRD) que nos mostra o panorama do mundo no final do século XX. O número de pessoas que vivem com menos de 1 dólar por dia passou de 1,2 bilhão em 1987 para 1,5 bilhão de seres humanos. Em dois anos, portanto, tivemos um aumento da pobreza no mundo em 25%. Esse relato deveria nos preocupar, pois é, de fato, assustador. É a indicação de que há uma violência que gera novas violências que vão tomando conta do mundo quase que numa dimensão geométrica. Há uma desarmonia nessa ordem de mercado global, focada na ordem econômica que discursa sobre a prosperidade e seus resultados, evitando demonstrar como se procede a distribuição da riqueza. A receita neoliberal ganhou espaços no mundo a partir de 1980. A grande parcela dos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, buscaram reestruturar suas políticas dentro dos três princípios das políticas neoliberais: abertura de mercado, a construção do Estado mínimo (reduzir o papel do Estado na administração da coisa pública) e o estímulo à entrada de investimentos externos. Se essa tendência persistir, segundo o Banco Mundial, teremos 1,9 bilhão de seres humanos, inseridos dentro desses dados estatísticos no ano de 2015.

Outro dado do relatório publicado pelo jornal Folha de São Paulo que chamou minha atenção foi o da situação geográfica mundial sobre o aumento do número de seres humanos que de 1987 a 1999, vivem com menos de 1 dólar por dia nas regiões e continentes do mundo. Observemos com atenção:

Dos 4,4 bilhões de seres humanos, habitantes dos países em vias de desenvolvimento:

– 60% não têm acesso à estrutura de saneamento básico.

– Um terço não consome água tratada.

– 25% não possuem moradia decente.

– 20% não têm acesso a tratamento médico.

– 20% das crianças não completam a escolaridade básicas de 4 ou 5 anos .

– 20% das crianças não se alimentam o necessário para desenvolver-se dentro dos padrões básicos de recebimento dos nutrientes para uma boa saúde.

O relatório ainda mostra que o Banco Mundial possuía um estoque de poupança global da ordem de US$ 13,7 trilhões no ano de 2000. Esse dinheiro, em tese, está a disposição dos países de economia em desenvolvimento e que possam mostrar projetos que dêem retorno atraente de investimentos. As demais nações empobrecidas acabam ficando fora dos projetos de investimentos por parte do Banco Mundial. Prevalece a concepção de uma política concentradora. O foco do mercado e dos resultados é que vai delinear os investimentos de poupança global, sob controle do Banco Mundial.

Outras referências que podem nos ajudar a compreender o mundo contemporâneo são os dados apontados pelo BIRD no jornal “O Estado de São Paulo” em 16 de setembro de 1999 sobre a questão urbana. “Em 1975, menos da metade (38%) da população mundial vivia em centros urbanos. Em 2025, pelas previsões do Banco mundial, quase dois terços dos habitantes do planeta (59%) estarão morando em cidades – a maior parte deles (90%) em países em desenvolvimento, sem recursos suficientes para montar uma infra-estrutura adequada” (Estado de São Paulo, 16/09/1999). Com o crescimento urbano numa ordem de exclusão, a violência é a primeira conseqüência, pois, a apartação social é geradora de violência por si mesma.

A cidade tornou-se um local importante para ser discutida na economia global. No lugar do global é preciso ver, também, o local que é a cidade: o lugar onde as pessoas vivem, moram e, muitas vezes sofrem como também se alegram. Em tempos de um processo eleitoral, essas questões nos ajudam a pensar sobre a importância daqueles que se colocam a serviço da população para representá-la nas decisões do município e em políticas pública. E, por isso mesmo, cabem algumas perguntas: Qual é o programa político para a cidade dos candidatos que se apresentam como prestadores de serviço para o município? Há interesses coletivos em suas propostas? Seus discursos são coerentes e pautados por projetos viáveis?

Renata

Sensibilização e Mudanças de Atitudes

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Ouve-se muito sobre o aquecimento global, efeito estufa e outros problemas globais. Porém, somente uma pequena parte da população possui conhecimento sobre o assunto. É preciso levar informações sobre as questões ambientais à sociedade, na expectativa de que cada indivíduo seja sensibilizado, assim tentando reverter o processo de degradação assustador que se vê no presente.

Vale ressaltar que, antes, os agentes naturais eram os responsáveis pelas modificações da superfície terrestre. Os ambientes naturais se mostravam em constante estado de equilíbrio ate o momento em que a sociedade passou a interferir progressivamente cada vez mais e intensamente na exploração dos recursos naturais. Essa exploração foi capaz de introduzir modificações globais que poderão ter conseqüências sérias o bastante para afetar os ecossistemas naturais.

Pode-se dizer que o marco para o Aquecimento Global foi a Revolução Industrial. Desde a década de 70 os indícios do efeito estufa são cada vez mais concretos.

O uso de combustíveis fósseis como carvão, gasolina, ou mesmo o uso de energia elétrica, queimadas e derrubadas de florestas lançam enormes quantidades de CO2 na atmosfera.

Propostas para solucionar o problema foram criadas como no Protocolo de Quioto que busca minimizar as emissões de gases, utilização de energia renovável e reflorestamento. Há também o documento da “Agenda 21”, que visa o desenvolvimento sustentável e o comprometimento ambiental.

Existe ainda a Educação Ambiental que tem como finalidade sensibilizar e fazer com que a sociedade veja o mundo com o olhar ecológico.

Para a compreensão dessa problemática ambiental torna-se necessário desenvolver uma consciência crítica, passando por um processo de sensibilização, mudança de atitudes e valores em relação ao ambiente.

 Renata R. Dos Santos