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Um pouco sobre tudo…

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..Eu…
…Parei um segundo para refletir sobre mim,
Sobre o meu lado bom e o meu lado ruim
Hoje, não sou como antes.
E nem no antes me imaginava
Como estou no agora
Porque a vida toma mesmo rumos
Completamente inesperados
Pode ser trash, brega, frase feita
Mais não tem jeito
Mais dia menos dia
Acaba-se chegando a conclusão de que
Somos instrumentos dos nossos destinos
E que por mais que nos esforcemos pra continuar
Teimando e lutando contra essa inevitável verdade
Em algum momento virá tona o que tiver que vir
Mudaremos conforme for necessário
E nos moldaremos conforme os erros e aprendizados
No qual nos confrontamos ao longo dessa jornada
Porque estamos vivos de qualquer forma
E não importa de que forma você escolheu viver
No fim você saberá se valeu a pena ou não
Quando olhar para trás e conseguir enxergar
O quanto foi forte ou covarde
No que realmente foi bom e no que era apenas razoável
As pessoas que realmente te importaram e as que apenas
Passaram pelo seu caminho em vão…
Quando se olhar no espelho verá o reflexo de alguém diferente
Do que fora dez anos antes
E lamentará por alguma coisa que tenha perdido
Sem esquecer o que tenha ganhado nesse meio tempo
Amadurecimento?Decepções?Filhos?

Eu não concordo com essa coisa
De que se perde tempo demais pensando
Somos racionais por alguma razão
É claro que ás vezes isso não presta pra nada
Na vida, muitas vezes perdemos a razão muito fácil.
Ou por mais que resistimos
Mais parar de vem em quando pra prestar atenção em quem
Está ao seu lado
Há quanto tempo não dá uma risada de verdade
Daquelas que depois quando você lembra sozinho
Dá até risada de novo
Dos motivos pelos quais você deveria parar de ser orgulhoso
E simplesmente reconhecer
Ou dos sonhos que você costumava ter
E que acabou desistindo
Porque não tentar de novo?
Um Não por pior que seja
Não se compara a satisfação
De quando se recebe um Sim…
Sim você pode mudar no momento em que quiser
Ou que decidir que já passou da hora
Sim você pode ser você mesmo
Sem precisar se preocupar com os outros
E Sim você pode ser feliz
Se realmente estiver disposto
A encarar a vida de frente
…sem medo…

Fale mais besteira
Quem pensa demais pra falar
Nunca acaba falando o que realmente gostaria
Palavras engasgadas
Com o tempo
Sufocam…
Sorria…
Você pode “desperdiçar” um segundo do seu dia
Mesmo se for pra rir de você mesmo(a)
E ria de você mesmo
Mesmo se tiver pagado aquele mico
Ou feito aquela cagada…
Porque é melhor você rir antes do que os outros riam
Isso lhes dará a opção de não achar mais tão engraçado
Surpreenda…
Porque a mesmice é muito chata
Se AME…
Porque se não ninguém vai te amar
Acredite na sorte…
Superstição pode atrair sorte…
E quando chegar naquele ponto do seu dia em que tiver vontade
De sair correndo ou de gritar
Pense apenas: FODA-Se
Amanhã é outro dia…

Renata R. Dos Santos

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Uma aldeia global não harmoniosa e em crise constante

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Crise
Crise

 Em 16 de setembro de 1999, a Folha de São Paulo publicou o relatório do Banco Mundial (BIRD) que nos mostra o panorama do mundo no final do século XX. O número de pessoas que vivem com menos de 1 dólar por dia passou de 1,2 bilhão em 1987 para 1,5 bilhão de seres humanos. Em dois anos, portanto, tivemos um aumento da pobreza no mundo em 25%. Esse relato deveria nos preocupar, pois é, de fato, assustador. É a indicação de que há uma violência que gera novas violências que vão tomando conta do mundo quase que numa dimensão geométrica. Há uma desarmonia nessa ordem de mercado global, focada na ordem econômica que discursa sobre a prosperidade e seus resultados, evitando demonstrar como se procede a distribuição da riqueza. A receita neoliberal ganhou espaços no mundo a partir de 1980. A grande parcela dos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, buscaram reestruturar suas políticas dentro dos três princípios das políticas neoliberais: abertura de mercado, a construção do Estado mínimo (reduzir o papel do Estado na administração da coisa pública) e o estímulo à entrada de investimentos externos. Se essa tendência persistir, segundo o Banco Mundial, teremos 1,9 bilhão de seres humanos, inseridos dentro desses dados estatísticos no ano de 2015.

Outro dado do relatório publicado pelo jornal Folha de São Paulo que chamou minha atenção foi o da situação geográfica mundial sobre o aumento do número de seres humanos que de 1987 a 1999, vivem com menos de 1 dólar por dia nas regiões e continentes do mundo. Observemos com atenção:

Dos 4,4 bilhões de seres humanos, habitantes dos países em vias de desenvolvimento:

– 60% não têm acesso à estrutura de saneamento básico.

– Um terço não consome água tratada.

– 25% não possuem moradia decente.

– 20% não têm acesso a tratamento médico.

– 20% das crianças não completam a escolaridade básicas de 4 ou 5 anos .

– 20% das crianças não se alimentam o necessário para desenvolver-se dentro dos padrões básicos de recebimento dos nutrientes para uma boa saúde.

O relatório ainda mostra que o Banco Mundial possuía um estoque de poupança global da ordem de US$ 13,7 trilhões no ano de 2000. Esse dinheiro, em tese, está a disposição dos países de economia em desenvolvimento e que possam mostrar projetos que dêem retorno atraente de investimentos. As demais nações empobrecidas acabam ficando fora dos projetos de investimentos por parte do Banco Mundial. Prevalece a concepção de uma política concentradora. O foco do mercado e dos resultados é que vai delinear os investimentos de poupança global, sob controle do Banco Mundial.

Outras referências que podem nos ajudar a compreender o mundo contemporâneo são os dados apontados pelo BIRD no jornal “O Estado de São Paulo” em 16 de setembro de 1999 sobre a questão urbana. “Em 1975, menos da metade (38%) da população mundial vivia em centros urbanos. Em 2025, pelas previsões do Banco mundial, quase dois terços dos habitantes do planeta (59%) estarão morando em cidades – a maior parte deles (90%) em países em desenvolvimento, sem recursos suficientes para montar uma infra-estrutura adequada” (Estado de São Paulo, 16/09/1999). Com o crescimento urbano numa ordem de exclusão, a violência é a primeira conseqüência, pois, a apartação social é geradora de violência por si mesma.

A cidade tornou-se um local importante para ser discutida na economia global. No lugar do global é preciso ver, também, o local que é a cidade: o lugar onde as pessoas vivem, moram e, muitas vezes sofrem como também se alegram. Em tempos de um processo eleitoral, essas questões nos ajudam a pensar sobre a importância daqueles que se colocam a serviço da população para representá-la nas decisões do município e em políticas pública. E, por isso mesmo, cabem algumas perguntas: Qual é o programa político para a cidade dos candidatos que se apresentam como prestadores de serviço para o município? Há interesses coletivos em suas propostas? Seus discursos são coerentes e pautados por projetos viáveis?

Renata

Pense Nisso!!!

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Sempre acreditamos que haverá o amnhã para corrigir um descuido, para ter uma segunda chance de acertar.
Sera que haverá uma chance para dizer:

” POSSO FAZER ALGUMA COISA POR VOCE?”

O amanhã não é garantido para ninguém, seja para jovens ou para mais velhos. Hoje pode ser a última chance de abraçarmos aqueles que amamos.

Então se estamos esperando pelo amanhã, por que não agirmos hoje?

Assim, se o amanhã nunca chega, não teremos arrependimentos de não termos aproveitado um momento para um sorriso, para um abraço, para um beijo, uma gentileza, porque estavamos muito preoculpado para dar a alguém o que poderia ser seu último desejo.

Abracemos hoje aqueles que amamos. Sussuremos em seus ouvido, dizendo-lhes o quanto nos são caros e que sempre os amamos. Encotre-mos tempo para dizer: ” Desculpe-me, Perdoe-me, Obrigado, Eu Perdou Você.”

Sempre há tempo para amarmos e, se nao houver amanhã, também nao havera remorsos de hoje para carregarmos.

Pense nisso agora!

Faça isso agora!…