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Nesta terça (13), é Dia Mundial do Rock; Comemore!

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Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, promoveu o Live Aid. O concerto beneficente em prol das vítimas da fome na Etiópia, na África, foi realizado em Londres (Inglaterra) e na Filadélfia (EUA), simultaneamente.

Foram dias históricos com participações de Queen, Duran Duran, Bob Dylan, Madonna, Black Sabbath, Judas Priest, Led Zeppelin, Eric Clapton e outros.

A partir daí, a data ficou conhecida como o Dia Mundial do Rock.

Slash gostaria, mas acha difícil voltar a tocar com Axl no Guns N´ Roses

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O Guns N’ Roses passou recentemente pelo Brasil e nenhum fã da banda, novo ou antigo, nega que a cartola e os riffs do guitarrista Slash fazem falta ao lado de Axl Rose. A ideia de ver a dupla novamente unida, ainda que temporariamente, ainda alimenta sonhos dos que acompanham o grupo americano desde os anos 80, mas ela parece improvável. É o que o próprio Slash voltou a declarar.

– Estou muito orgulhoso pela banda ter todo este estigma, essa mística. Eu tento não ficar muito agitado. Há uma nova geração de fãs do Guns que nunca viram a banda (original), e seria legal fazer alguns shows para eles, mas apenas não é “logisticamente” viável – disse Slash ao site australiano Courier Mail.

O guitarrista deixou o Guns N’ Roses oficialmente em 1996, depois de intermináveis disputas internas com Axl Rose. Antes dele, da formação original do grupo, já haviam saído o baterista Steven Adler (em 1990, demitido por abuso de drogas) e o guitarrista Izzy Stradlin (cansado de Axl e dos excessos da banda). O baixista Duff McKagan saiu do Guns em 1997, para se dedicar aos seus projetos musicais.

Por outro lado, Slash usou a mesma entrevista para elogiar o mais recente trabalho da mais recente encarnação do Guns N’ Roses, Chinese Democracy, de 2008.

– É muito bom. É o álbum perfeito do Axl. (…) Ele é brilhante, e eu vejo o trabalho não como um fã, mas como ele saiu e o que ele representa na nossa relação. Acho que é um grande álbum. É muito do que eu esperada que ele (Axl) faria.

Slash vem divulgando em todo o mundo o seu primeiro trabalho solo, lançado em abril e que conta com vocalistas do porte de Ozzy Osbourne, Chris Cornell, Kid Rock, Dave Grohl, Fergie, entre outros, como convidados. Ele também segue no Velvet Revolver, grupo que deu uma pausa após a saída do vocalista Scott Weiland e ainda não encontrou um substituto para o posto.

Ainda não há confirmação oficial, mas o guitarrista e a sua banda-solo estão cotados para se apresentarem no Brasil ainda neste ano, possivelmente em novembro.

Ramones O filme!

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Olá Pessoal,

Esse post me fez imensamente FELIZ

 Como fã (Fánatica,louca de pedra que as vezes até chora ouvindo Ramones..rssr)  da Banda The Ramones desde os 13 anos, não pude conter a alegria de saber dessa noticia,a lenda que o Ramones sempre foi,será consolidada nesse filme,espero anciosa 

para que seja lançado e curiosa para saber quem serão os atores que farão parte do elenco…que seja logo!

 

 Let’s Go!

A trajetória dos Ramones vai ser contada nos cinemas. O roteiro será  baseado em “I Slept With Joey Ramone” (“Eu dormi com Joey Ramone”), biografia escrita por Mickey Leigh, irmão do líder do grupo. O projeto, que começou de forma independente, foi abraçado pela Fox Searchlight, divisão do estúdio especializada em filmes indies (exemplo: o vencedor do Oscar “Quem Quer Ser Um Milionário?”).Nascido Jeffrey Hyman, Joey Ramone morreu em 2001, vítima de um linfoma fatal. Os Ramones  foram os contemporâneos americanos dos britânicos The Clash e Sex Pistols, representando a “Época de Ouro” do Movimento Punk. O filme ainda não tem diretor nem elenco selecionados. Hey Ho

  

 By  Renata Ramone

Na trilha do rock

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Lugares que guardam a memória de ícones roqueiros são roteiro para turistas apaixonados por música

Há quem diga que o Rock’n Roll morreu. O mundo diz o contrário. Da mansão do rei Elvis aos porões sujos do punk dos Ramones em Nova York, passando pelo museu do Jimi Hendrix até o túmulo de Jim Morrison, descubra os verdadeiros santuários dos ídolos roqueiros espalhados pelo planeta, lugares que eternizaram o rock.

Cavern Club – O berço dos Beatles em Liverpool

Quando ninguém ainda sabia quem eram os “reis do yeah yeah yeah“, o quarteto de jovens formado por John, Paul, George e Ringo já fazia barulho nos clubes de sua cidade natal. Entre todos os lugares de Liverpool que os Beatles tocaram, foi o bar  Cavern Club que se tornou lenda para os amantes de música que hoje viajam à cidade.
 
Apesar de ser uma versão do Cavern original, que foi soterrado em 1973, o bar possui o ambiente mítico de “ponto de partida” dos Beatles, e as bandas que são fãs assumidas do quarteto, como o Oasis, frequentemente tocam por lá. Entre os visitantes, o público brasileiro é presença forte.

 

Marco Antonio Mallagoli, presidente do Revolution, o Fã Clube Oficial dos Beatles no Brasil, esteve em Liverpool mais de trinta vezes e até tocou no palco do Cavern, por três horas, em um nove de outubro – dia do aniversário de John Lennon. “A emoção de estar no Cavern é forte. É como se os Beatles estivessem na mesa ao lado” afirma ele, que organiza beatletours para levar fãs brasileiros à cidade da banda.

Há shows no Cavern de sexta à domingo, e o clube também oferece um tour histórico pela vizinhança, para apresentar os lugares que inspiraram clássicas canções dos Beatles, como Penny Lane e Strawberry Fields. Por € 12,9 os guias da casa organizam o passeio que termina no Cavern. No fim do tour, o turista pode passar pela loja de souvenirs do clube e levar para casa a miniatura de John Lennon ou de Paul Mcartney, direto da fonte – ou melhor, da caverna.

 

 Graceland – A morada de Elvis Presley em Memphis

Os reis possuíam castelos. Elvis Presley tinha sua mansão. Foi na chamada Graceland, em Memphis, cidade do Tenesee nos EUA, que o rei viveu de 1957 até o dia em que morreu no próprio banheiro, em 77. As causas de sua morte ainda não são conhecidas e, apesar de as discussões ficarem entre suicídio e uma acidental overdose de remédios, existe ainda quem ache que a lenda não morreu. Bom, morto ou não, sua casa foi transformada em um enorme centro de visitação e turismo.

Graceland oferece visitas com guias em áudio que contam como eram os dias de Elvis em casa, juntamente com a história da sua carreira. É um mergulho no universo da lenda: passeios pelos quarto do rei, pelo quarto de seus pais e pelas salas onde ele guardava seus figurinos históricos transportam o visitante aos anos de glória de Presley. Isso sem falar no museu de carros que os aguarda nos anexos da mansão e no túmulo do próprio, que jaz eterno no quintal de Graceland. O tour mais completo, que passa por todas as áreas de Graceland custa US$ 69, e o passeio somente pela mansão é US$ 29.

Nova York – O punk respira (ou respirava) nos porões do CBGB

Há 35 anos, Hilly Kristal, proprietário de uma escura casa de shows em Manhattan, deixou uma banda de meninos punks tocar no palco. Kristal odiou o som dos caras, mas parecia que  de alguma forma aquela seqüência agitada de três acordes agradava o público. A banda era Ramones e o bar era o CBGB, que depois de um tempo – e graças aos garotos punks – iria se tornar um dos mais conhecidos redutos do rock alternativo do mundo.

Além dos Ramones, a casa recebeu nomes  como  Patti Smith, P.J Harvey e The Jam. Do Brasil, foi o Ratos de Porão que marcou presença no clube, e o show foi tão bom que os organizadores do CBGB gravaram e deram de presente para a banda, que a lançou como o cd . “Ratos de Porão ao vivo”. “Tocar num lugar clássico daqueles, sujo e cheio de barata, não tem preço” conta João Gordo, vocalista do Ratos.

Hoje não é mais possível tomar uma cerveja e ouvir rock underground no clube; por razões de desacordo com os proprietários do imóvel, o reduto punk fechou as portas em 2006. Os representantes da casa prometem que irão reabrir em breve em outro endereço, mas por enquanto vale ao menos passar na frente para uma foto.

 

 

 

Seattle – De Jimi Hendrix ao Grunge

A cidade é o berço do movimento que se espalhou pelo mundo nos anos 90. Todos lembram das camisas de flanela e do som revoltado dos garotos do Nirvana e do Pearl Jam. Era o Grunge, que surgia para ser um marco musical da década, com ponto de partida em Seattle.

Quem viaja à cidade interessado em Nirvana, porém, não vai encontrar muita coisa. A casa onde o vocalista Kurt Kobain se suicidou foi vendida pela sua viúva, Courtney Love, e os novos proprietários não recebem visitas, além de que o anexo da casa, onde ele efetivamente se deu um tiro, foi demolido. Porém, antes do Grunge Seattle tinha a psicodelia: os que buscam rock vão se sentir muito bem na terra que também é de Jimi Hendrix. 

 

 

Em homenagem ao conhecido “Deus negro da guitarra” foi construído o Experience Music Project, um museu interativo sobre música, que tem exposições permanentes (com salas dedicadas a Jimi Hendrix e ao “movimento grunge”), e também shows de rock. Destaque para a imensa torre de guitarras que pertenciam a nomes famosos, na qual a maioria foi de Hendrix.

 

Los Angeles – Glamour até no rockNa cidade em que tudo acontece, as estrelas de Hollywood dividem espaço com a leva de rockstars que surgiram de lá para brilhar. O hard rock e o glam rock, estilos nada discretos que juntavam maquiagem, cabelões e calças justas em performances exageradas, tiveram muitos filhos vindos de L.A. Van Halen, Guns N’Roses e Motley Crue são apenas alguns exemplos. Vale a pena passar no Hollywood Bowl, lugar onde quase todas essas lendas fizeram shows históricos e também no Whisky a Go Go, que foi o palco da lendária apresentação do The Doors em 1968.

 

Paris – O líder do The Doors ainda atrai fãs ao Cemitério Pàre Lachaise

Não são só góticos que frequentam cemitérios. Ao passar pelo grande Père Lachaise, em Paris, o que se vê é um amontoado de turistas visitando as tumbas do lugar. Lá descansam celebridades de todos os tipos e épocas. Do músico Chopin ao escritor Oscar Wilde, passando pela memorável cantora francesa Edith Piaf e chegando ao rockstar e ex-vocalista do The Doors, Jim Morrison, o que não faltam são ídolos póstumos para serem venerados. O túmulo de Morrison já causou problemas para a polícia em decorrência dos muitos jovens que procuravam sua lápide para fazerem orgias regadas a álcool. Entretanto, o cemitério está na lista de pontos turísticos da cidade e adaptou-se a isso, e hoje oferece até ótimas opções de cafés e restaurantes a seu redor. Prova de que o rock pode até estar morto, mas ainda encontra maneiras de fazer barulho.

Fonte:  http://onne.com.br/

Metallica inicia turnê mundial com energia renovada

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PHOENIX, Estados Unidos (Reuters) – Minutos antes de sua banda subir ao palco para o primeiro show de uma turnê mundial para divulgar seu primeiro álbum novo em cinco anos, o baterista Lars Ulrich está ocupado com coisas mais importantes.

O co-fundador e força criativa da banda está correndo ao backstage para encontrar cerca de 35 membros do fã-clube da banda. E ele também encontra tempo para várias entrevistas.

 

Enquanto quase 20 mil fãs na arena de hóquei no gelo Jobing aguardavam impacientes a chegada de seus heróis, na terça-feira, Ulrich disse à Reuters: “Sempre nos orgulhamos de ser acessíveis.”

 

“É espantoso que, depois de 30 anos, alguém ainda esteja interessado no que temos a dizer”, comentou o dinamarquês de 44 anos, que sempre tem opiniões a oferecer.

 

Durante esses 30 anos, o Metallica vendeu 100 milhões de álbuns. Ao que tudo indica, a banda ganhará um espaço no Hall da Fama do Rock and Roll quando a próxima leva de homenageados for anunciada, no início do próximo ano.

 

Seu último álbum, “Death Magnetic”, foi número 1 nas paradas em mais de duas dúzias de países, incluindo três semanas nessa posição nos Estados Unidos. Foi um retorno bem-vindo à forma para a banda, após a decepção crítica e comercial de “St. Anger”, de 2003.

 

Conhecido por sua ética de trabalho e seus show ao vivo explosivos, o Metallica sempre se esforçou para agradar aos fãs inveterados que já os seguiam muito antes de o grupo fazer sucesso junto ao grande público com seu álbum “Metallica”, de 1991, e o single de sucesso “Enter Sandman”.

 

A título de aquecimento para a turnê, que vai passar por 37 arenas na América do Norte até 1o de fevereiro e em seguida chegar à Europa, os músicos convidaram fãs e amigos para assistir a dois ensaios em San Francisco, sua cidade de adoção, e Phoenix.

 

Como sempre, a banda tocou no meio da arena, emocionando os fãs com um show pirotécnico e de laser. Ao lado de sucessos antigos como “Enter Sandman” e “One”, o grupo tocou cinco faixas de “Death Metal”, que o leva de volta a suas raízes no thrash metal, com destaque para a guitarra de Hetfield.

 

Este corria alegre pelo palco, não se parecendo em nada com o homem detonado que em 2001 se internou numa clínica de reabilitação. As provações pelas quais passou foram reveladas dolorosamente no documentário “Some Kind of Monster”, que detalhou as tensões que quase levaram a banda a implodir. Mas parece que tudo isso ficou para trás.

 

Hoje, os membros da banda que já chegou a ser apelidada de “Alcoholica” estão cuidando mais de sua saúde, chegando a levar um quiroprático com eles na turnê.

 

“Tenho 44 anos, uma namorada maravilhosa e três filhos lindos”, disse Ulrich, que tem um filho bebê de sua namorada, a atriz dinamarquesa Connie Nielsen.

 

“Claro que bebo ocasionalmente, como todo o mundo, mas hoje em dia tomo principalmente vinho tinto, não vodca tonic, como antigamente.”

 

Ulrich disse que a banda pode continuar para sempre se as condições físicas o permitirem.

 

Quando eles se aposentarem, Ulrich, que é ávido colecionador de arte, pretende trabalhar com Hollywood.

 

“Eu adoraria passar seis meses escrevendo o roteiro de um filme” disse ele. “Acho que tenho mais amigos no mundo do cinema que no mundo da música. Essa me parece ser uma direção natural a seguir.”

 Fonte:yahoonoticia

Led Zeppelin fará nova turnê, diz jornal britânico

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Ótima notícia para os fãs do Led Zeppelin! De acordo com o tablóide The Sun, Robert Plant aceitou se reunir com a banda para mais uma turnê, que deve acontecer no ano que vem.

 

Após a histórica reunião do grupo britânico em dezembro de 2007, na O2 Arena, em Londres, Plant havia dito que não mais faria shows com o Zep.

 

O vocalista estava irredutível e mais preocupado com a turnê com a cantora Alison Krauss, para divulgar o trabalho da dupla “Raising Sand”.

 

A banda até pensou em voltar sem Plant e o próprio The Sun divulgou que o Led Zeppelin estava ensaiando com outros vocalistas.

 

A próxima turnê da banda terá a mesma formação da reunião histórica em Londres, com Robert Plant nos vocais, Jimmy Page na guitarra, John Paul Jones no baixo e Jason Bonham, filho do falecido John Bonham, na bateria. 

Fonte:yahoonoticia

Novo disco do Guns N’ Roses sai em novembro?

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Parece que finalmente “Chinese Democracy”, o sempre adiado novo álbum do GUNS N’ ROSES, vai ver a luz do dia: 23 de novembro. A informação é do Hits Daily Double, companhia da indústria fonográfica estadunidense.

Geralmente nos E.U.A os discos são lançados nas Terças-feiras, mas a Best Buy (loja que vai vender o disco neste país) optou por lançar o disco no domingo, que é o dia que começam as vendas semanais!

O empresário do grupo, Andy Gould, revelou ainda em uma convenção no Texas, Estados Unidos, que uma faixa inédita do GUNS, “If The World”, aparecerá nos créditos finais do novo filme de Ridley Scott estrelado por Leonardo Di Caprio e Russel Crowe, “Body of Lies” (ainda sem título em português). A música em questão traz nos créditos as participações dos guitarristas Robin Finck e Buckethead, ambos já fora da banda.

“Chinese Democracy” vem sendo produzido há 13 anos pelo único membro original do GUNS N’ ROSES, o vocalista Axl Rose.

Fonte:quemacontece