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Ex-empresário chantageia Gianecchini e ameaça revelar vida sexual secreta do ator

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A briga de Gianecchini com Daniel Ferreira Mattos está rendendo. O ator da Globo quer pegar de volta sua cobertura, no Rio, que ele havia dado para Daniel.

Mas o pior ainda está por vir.

O ex-empresário do ator agora está ameaçando contar que houve algo a mais entre os dois, além de uma relação profissional.

Um trecho do processo que Gianecchini moveu na Justiça contra Daniel diz: “está claro que o requerido, sem saída, preferiu o caminho mais fácil da insinução maldosa como forma de fazer parar as cobranças do requerente, ou seja, preferiu tentar amedrontá-lo com um escândalo de cunho sexual”.

Em outras palavras, o ex-empresário estaria prestes a fazer um escândalo envolvendo a vida pessoal do ator global.

Enquanto isso, Reynaldo Gianecchini estreou nesta segunda (17) a novela Passione, na Globo, na pele do vilão Fred.

Caio Blat diz que gosta de palavras sacanas no sexo

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O ator Caio Blat contou suas preferências sexuais a Preta Gil no programa Vai e Vem (GNT), que vai ao ar nesta sexta-feira (7).

Ele também falou sobre como foi fazer parte de um triângulo amoroso com sua mulher, Maria Ribeiro, e a atriz Luz Cipriota no filme Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos, que estreou este ano. O ator contou que o longa “foi uma forma de realizar uma fantasia do casal”.

Blat também respondeu perguntas do bate-bola e disse que, na hora do sexo, prefere ouvir palavras sacanas a palavras carinhosas, mas que tem hora para as duas. E confessou que prefere estar com uma mulher para sempre a ficar com duas.

Rita Cadillac também esteve presente como convidada especial da atração. Sobre sua participação em filmes pornográficos, Rita revelou que precisou beber para fazer algumas das cenas de sexo, em que contracenou com um parceiro e depois com uma parceira: “Foi a minha primeira vez”.

Não desejo mais meu marido. O que faço?

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“Perdi o tesão pelo meu marido. E agora?”

“Estamos juntos há quase 12 anos e não tenho mais tesão pelo meu marido. Um dia, ele chegou todo cheio de amor para dar. O clima começou a esquentar e já nas preliminares senti que não era aquilo que eu estava querendo. Achei que fosse cansaço, pois minha filha era recém-nascida. O tempo passou e as coisas não mudaram”, conta Amanda*.

Dramas como o desta mãe de duas crianças é mais comum do que se pensa. “Os parceiros se apaixonam e, no começo, o sexo é muito diferente, pois ambos estão se conhecendo. O sexo se alimenta sempre da novidade, do inesperado. Quando a relação existe há tempos, o tesão precisa ser nutrido”, comenta o psicólogo Paulo Tessarioli, especialista em sexualidade.

Afeto e autoconhecimento
Ninguém duvida que o afeto é o grande alimento do tesão. Com ele, estabelecemos uma relação de intimidade com o outro e esta situação, mesmo que o prazer esteja em baixa, auxilia os parceiros a se posicionarem de maneira franca e aberta, proporcionando saídas para reativar o desejo.

“Afazeres do dia-a-dia, filhos, trabalho começam a interferir nas relações e é comum a sexualidade ficar fora dela. Isso tanto para homem quanto mulheres. A rotina é um horror para acabar com a relação”, acrescenta a psicoterapeuta Maura de Albanesi.

A perda de prazer pode estar ainda relacionada aos hormônios, menopausa ou mesmo a uma gravidez. “Apesar de não ser uma doença, a queda da libido pode promover mudanças no humor, que deixam a pessoa com menos desejo por não conseguir lidar com isso”, explica a psicóloga Sandra Vasques, coordenadora do Instituto Kaplan.

Perda de emprego, morte de um ente querido, traição, brigas mal resolvidas, não se sentir bem consigo mesma ou a vida perder a graça são alguns dos motivos que também levam à perda de apetite sexual. Portanto, é bom parar um minuto e verificar se seu “esfriamento” tem origem em alguma destas fontes, ou se está mesmo ligada diretamente ao seu marido.

Vale a pena continuar?
Essa é a pergunta a se fazer em momentos como este. Amanda sempre sentiu prazer com seu marido. “Transamos até um dia antes do meu primeiro filho nascer e era prazeroso. Depois, não conseguimos nem esperar o tempo da dieta. Só que na segunda gravidez foi diferente e nos meses finais não fazíamos mais sexo.”

Em seu relato, Amanda conta que passou a se sentir feia e deprimida. “Um relacionamento não é constituído apenas de sexo. Há outros aspectos na vida de um casal que contam. Se a mulher se sente apoiada e estimulada pelo marido, em uma relação de respeito, amizade e parceria, com pequenos conflitos, então o problema está localizado na área sexual. Neste caso vale a pena tentar, fazer uma reflexão de como começou a falta de tesão, se houve situação mal resolvida e que deixou mágoas que possam afastar os parceiros”, diz Sandra Vasques.

Somente quem está dentro do relacionamento saberá se vale a pena continuar investindo ou não. “Se existe admiração, sentimento de orgulho e amor. Agora, se o outro se tornou um ser desprezível, é melhor pular fora”, acrescenta Maura de Albanesi.

Vale ressaltar que ninguém está pronto para se relacionar com ninguém. “Os relacionamentos são construídos a partir do investimento de ambos. Pense no seguinte: 50% é a sua cota de participação nesta empreitada. Os outros 50% tem que vir do outro lado”, completa Paulo Tessarioli. Agora, desrespeito e agressividade são indícios de que o casal não se tolera mais.

Um pouco de pimenta
Algumas atitudes podem ajudar a reverter a situação. “Para sentir prazer é preciso procurar seduzir um ao outro, com criatividade, romantismo e erotismo”, diz Sandra Vasques. Além disso, cuidar do corpo, ter saúde e estar bem apresentável ajudam a recuperar a autoestima e o prazer durante o sexo. “Saia da rotina, procure fazer coisas diferentes. Marque encontros, crie um clima de romantismo. Vale tudo, até mesmo roupinhas, fantasias e jogos”, brinca Maura de Albanesi.

Já Paulo Tessarioli recomenda o diálogo sempre. “Comunicação franca e direta é o que dita a qualidade de uma relação a dois. Pense em procurar seu marido e conversar sobre isso. Quem sabe ele também esteja enfrentando o mesmo problema? Os homens não são máquinas de sexo como muitos pensam. Ambos podem sofrer com isto”.
*O nome foi trocado a pedido da entrevistada

 

Fonte: http://delas.ig.com.br

Remédios podem tirar a libido sexual

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Depois de tentar ioga, relaxamentos e até uma daquelas lutas que lhe rendem uns belos hematomas pelo corpo, você resolve apelar para as famosas pílulas para pôr um fim à ansiedade. Afinal, nada mais embaraçoso do que ter chiliques pelo trabalho. Mas, como tudo tem seu preço, o remedinho “salvador” pode vir abraçado a uma queda significativa na libido sexual, dificultando até mesmo aquele tão buscado ápice – o bem-vindo orgasmo.
Os efeitos colaterais das medicações psicotrópicas podem variar de uma leve perda de lubrificação na mulher, até a dificuldade de ereção no homem. “No entanto, é importante frisar que a vida sexual está na cabeça da mulher e do homem. Ela tem um peso maior na qualidade do relacionamento e da abertura do casal”, salienta Mauro Haidar, ginecologista chefe do Setor de Climatério da Unifesp.

O profissional alerta ainda que quando a medicação resulta em uma queda brusca na qualidade de vida da mulher, por exemplo, a paciente tende a parar com os comprimidos. Mas, para toda regra há sempre uma exceção. “Tomei fluoxetina por oito meses. Nos dois primeiros minha libido era inexistente, mas não parei de tomar o remédio, pois optei em tratar minha depressão”, comenta a jornalista Tatiana, 31 anos.

Infelizmente, a lista de medicações que têm o poder de prejudicar seu apetite na cama, vai muito além dos antidepressivos e afins. Até aquele inocente remédio para gripe pode colocar uma mulher de castigo – e com uma bela cinta de castidade.

Confira abaixo uma lista de medicamentos que podem interferir na sua vida sexual, cortanto a libido ou mesmo impedindo que você chegue ao orgasmo.

Ansiolíticos
Uso: os conhecidos tranqüilizantes são usados para diminuir a ansiedade e a tensão.
Efeitos colaterais: como agem diretamente no sistema nervoso central, essas drogas têm o efeito de “desacelerar seus nervos”, e, com isso, diminuem também a libido. “A mulher fica mais calma e, assim, acaba tendo seu desejo sexual reduzido”, comenta a ginecologista Silvana Chedid.

Antidepressivos
Uso: agem inibindo a recaptação da serotonina e são indicados para casos de depressão, transtorno obsessivo-compulsivo e bulimia nervosa.
Efeitos colaterais: “Ao alterar os neurotransmissores, esses medicamentos afetam o desejo e a resposta sexual da pessoa”, alerta a ginecologista Camila Cambiaghi. Assim, a libido acaba tendo uma redução drástica no paciente.

Anticoncepcional
Uso: os comprimidos podem ser uma combinação dos hormônios estrógeno e progestágeno (similar à progesterona), ou ainda apenas de progestágeno – no caso das minipílulas. É um dos métodos anticoncepcionais mais comuns.
Efeitos colaterais: como a pílula bloqueia a ovulação, ela acaba diminuindo a libido da mulher, já que muitas têm um aumento do apetite sexual nessa época. “Mas ela pode ainda diminuir a lubrificação da mucosa vaginal, causando desconforto na hora da relação sexual”, explica Silvana.

Anti-hipertensivos
Uso: atuam no aparelho cardiovascular, com o intuito de controlar a pressão arterial elevada. Entre eles estão o nadolol, metazolona, atenolol e captopril.
Efeitos colaterais: “Esses medicamentos causam disfunção sexual em cerca de 25% das mulheres que o usam”, comenta a ginecologista Camila. Mas os problemas mais severos recaem sobre a vida sexual masculina, já que o remédio pode causar impotência sexual e dificuldade de ereção.

Anti-histamínicos e antigripais
Uso: os antialérgicos e os antigripais são indicados para pôr um fim na coriza, febres, mal-estar e alergias.
Efeitos colaterais: ao mesmo tempo que esses remédios acabam com o muco e a coriza (típicos de processos alérgicos e gripais), eles também podem diminuir a lubrificação vaginal. “Mas essas drogas têm uso contido, de curto prazo, então dificilmente há problemas”, salienta o médico Haidar.

Sexo solução: é bom, gostoso e não engorda

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Se você acredita na máxima “tudo que é bom, engorda”, esqueceu de uma deliciosa exceção: o ato sexual. É bom, de graça, saudável e ainda ajuda a emagrecer. Vamos começar por essa última vantagem. “A perda calórica por ato sexual pode variar de 100 a 150 calorias. Isso corresponde a caminhar 20 minutos em ritmo moderado”, compara Lúcia Pesca, sexóloga, de Porto Alegre. Faça os cálculos: duas vezes por semana pode representar até 1 quilo a menos em um mês. Nada mau! É claro que isso dependerá da sua dieta e também da duração e da intensidade do sexo. Mais importante que a perda calórica, porém, é o bem que o sexo faz. “Os batimentos cardíacos são acelerados, os órgão internos massageados, a circulação sanguínea e a linfática intensificadas. A produção de hormônios e endorfinas contribui para uma sensação de bem-estar, sendo um excelente antídoto para a depressão e a ansiedade”, lista Amaury Mendes, médico e sexólogo, do Rio de Janeiro.

Por todos esses motivos, a Organização Mundial da Saúde, desde 2000, inclui o sexo como um dos prérequisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. “É claro que estamos falando de relações com qualidade, ou seja, com vínculo afetivo, satisfação e segurança. Sexo prazeroso é um prêmio da vida adulta, e a durabilidade dessa conquista dependerá do esforço da manutenção”, afirma Lúcia Pesca.

Sustentar uma vida sexual criativa e divertida não é fácil. “Sexo em casamento antigo é como carro velho. Precisa de manutenção, ajustes, mais óleo e, às vezes, só um martelinho de ouro para ajudar”, compara Adriana Azevedo, engenheira química. Casada há 13 anos e com dois filhos, ela conta uma história conhecida de muitas mulheres. “Na correria do dia a dia, com solicitações das crianças, do chefe, da empregada etc., muitas vezes eu passava dias sem olhar com calma para o meu marido. Na cama, parecíamos dois desconhecidos, exaustos, com sono”, relembra Adriana. Até que ficaram meses sem ter relações, e aí a vida pareceu triste, o casamento apagado. “A crise exigiu dedicação para levantar nosso pique sexual. Uma coisa legal que fiz foi, depois de cada transa, escrever como tinha sido e como eu tinha me sentido, sem pudor de medir palavras, num tom excitante. No dia seguinte, mandava para ele no trabalho, e ele voltava para casa com mais vontade de continuar”, confidencia Adriana. Ela relata outro benefício: depois da retomada sexual, a relação ficou mais leve e as discussões rarearam. Mágica? Não, química.

Tenha orgasmos sempre!

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O caminho do prazer

Se, para você, atingir o clímax é simplesmente uma questão de entrega, ânimo (seu e do parceiro) ou mera sorte, comece a comemorar: a revista americana Glamour acaba de publicar uma reportagem sobre a posição que, garante, fará você alcançar o orgasmo em absolutamente todas as suas transas! Testada e aprovada, ela pode ser colocada em prática sem mistério (ou seja, nada de malabarismos!) e funciona independentemente de idade, tipo físico ou experiência. E, para garantir que sua satisfação seja mesmo completa – e por que não? – diversificada, Viva! ainda lista outras quatro posições deliciosamente poderosas. Transforme de vez o orgasmo em rotina na sua vida sexual!

1. Deleite garantido

Deitada de bruços, coloque um travesseiro sob os quadris e outro sob a cabeça. Assim, a barriga ficará encostada na cama; e a cabeça e o bumbum, mais levantados. Importante que, durante os movimentos, nenhum dos apoios mude de lugar. Ou seja, eles devem acompanhar a dança. É o contato constante do travesseiro com a pélvis que garantirá o sucesso da posição – traduzindo: orgasmo! Ah, sim, o moço deve ficar por cima de você.

>> Grau de dificuldade: Fácil

2. Estímulo duplo

De costas para o companheiro, deite-se sobre ele, deixando seu corpo paralelo ao do gato. Ambos devem ficar com as pernas juntas e esticadas. Se for preciso, ele pode flexionar os joelhos e você, abrir as pernas levemente. O melhor dessa posição é que, ao mesmo tempo em que a penetra, o parceiro pode estimular seu clitórios ou seus seios com as mãos. Ou seja, você terá prazer em dose dupla!

>> Grau de dificuldade: Fácil

3. Porta do paraíso

Vocês nunca mais encararão a porta do quarto (ou de qualquer outro cômodo) da mesma maneira. Apóie as costas em um dos batentes. O parceiro deve fazer o mesmo no lado oposto. Com as pernas dele apoiadas no batente onde você está encostada, encaixe-se no parceiro, ajustando a altura das suas pernas e costas. Quanto mais estreito o espaço entre um batente e outro, melhor!

>> Grau de dificuldade: Difícil

4. T de tesão

Deitada de costas, erga as pernas em direção à cabeça, mas mantenha-as juntas ao corpo (você poderá segurá-las com as mãos para facilitar o processo). O moço vem por cima, de lado, de modo que seus corpos formem a letra T. Assim, o pênis entra inclinado, provocando sensações totalmente diferentes.

>> Grau de dificuldade: Médio

5. Prazer à mesa

O rapaz está sentado em uma cadeira, com os quadris na beira do móvel e as pernas esticadas. Você, então, senta no colo dele, com as costas viradas para o bonitão. Incline-se para frente e apóie os cotovelos sobre uma mesa. O ideal é que o objeto esteja distante da cadeira, mas, se ficar complicado, vale aproximá-los.

>> Grau de dificuldade: Médio

 

 Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

O que os sonhos eróticos querem dizer?

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Até mesmo mulheres mais liberais acordam com a pulga atrás da orelha quando despertam de um sonho erótico. Para garantir a você um sonho tranqüilo, leia como interpretar as mensagens de seu inconsciente.

Que uma coisa fique bem clara: nem sempre o que sonhamos corresponde exatamente ao que a nossa mente está tentando nos dizer. “As imagens de um sonho não podem ser interpretadas de forma alguma ao pé da letra. Na maioria das vezes é mais importante prestar atenção no cenário do que no ato sexual que está se desenvolvendo na hora de interpretar”, declara Oswaldo Rodrigues Júnior, Diretor da Associação Mundial de Sexologia (WAS – World Association for Sexology).

 

Os sonhos são a forma como o inconsciente entra em contato conosco e esse diálogo é praticamente todo feito através de imagens simbólicas, metáforas. “Não dá pra dizer, por exemplo, que se você sonhou com uma cobra isso quer dizer que alguém está te traindo. Se a pessoa é do interior, sonhar com uma cobra pode indicar um perigo. Se ela é um médico, a cobra é um dos símbolos da profissão. A pessoa precisa tentar relacionar os aspectos do sonho com o seu dia-a-dia para tirar uma interpretação correta”, declara Fátima Regina Riani Costa, conselheira do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo. 

 

Logo, não é porque você está sonhando com sexo que está acontecendo algum problema na área. “É até comum que uma pessoa com problemas sexuais não sonhe com sexo como forma de proteção, já que ela passa a maior parte do tempo acordada preocupada com isso. É preciso ver o que está acontecendo com você. Por exemplo, se você tem sonhos eróticos e há alguém doente em sua família, para você a idéia de sexo está ligada à vida. Logo, você está pensando em vida, em saúde para a pessoa enferma”, explica Rodrigues.

A maior parte das pessoas acaba se fixando no aspecto erótico do sonho, mas ele só tem conotação sexual se você realmente estiver focado nesse aspecto de seu cotidiano naquele momento específico de sua vida. Por exemplo, se você sonha que está fazendo sexo com o seu chefe, está muito satisfeita e ele te paga, isso pode querer significar que você quer ter condições melhores em seu ambiente de trabalho”, diz Rodrigus. Nem mesmo sonhos recorrentes com sexo querem dizer sempre a mesma coisa. “Mesmo que você tenha o mesmo sonho diversas vezes, você deve analisar o que está acontecendo com você naquele momento exato

 

 

Outra dúvida que sempre aparece é em relação ao parceiro do sonho. Será que você tem alguma atração por ele? Segundo Rodrigues, o inconsciente seleciona elementos em sua mente para “montar” o cenário de seu sonho de forma randômica: “Se você sonhou que estava fazendo sexo com a sua irmã isso não afirma que você tem atração por ela. Para colocar um parceiro no sonho, o inconsciente pode até mesmo selecionar alguém que você viu rapidamente na rua e nem se lembra. De repente o sonho quer dizer alguma coisa sobre uma amiga ou amigo próximo”.

“O sonho faz uma condensação simbólica, ele mescla elementos para representar várias ou uma única pessoa. Você pode sonhar que está discutindo com alguém, mas na verdade o que o sonho está querendo apresentar são as suas várias facetas em um debate”, diz Fátima.

Dicas para interpretar o sonho

Ter um caderninho na mesa de cabeceira pode ser um bom método de lembrar o que você sonhou. “O hábito de anotar os sonhos pode ajudar na hora de relacioná-los ao que está acontecendo na sua semana”, lembra Rodrigues.

Contar para alguém o sonho pode ajudar a lembrar de partes que ficaram esquecidas ou perceber detalhes. “Quando você conta um sonho você fixa a história e a elabora”, aconselha Fátima.

Mas cuidado! Nada de contar para o escritório inteiro que você sonhou com o chefe. “Contar um sonho erótico, além de expor muito a pessoa, pode causar situações constrangedoras. Melhor dividir o sonho com alguém de confiança”, alerta a psicóloga.

Se você for muito próximo do parceiro no sonho, contar para ele o que aconteceu pode ajudar a interpretar as mensagens e até mesmo resolver questões. “Se você teve uma discussão com a pessoa ou um assunto mal resolvido com ela, contar o sonho pode ser uma boa forma de retomar a discussão”, completa Fátima.

Finalmente, tente isolar os elementos sexuais do sonho. Como você se sentiu? Você teve essa mesma sensação nos últimos tempos? Onde você estava? Você reconhece algum móvel, algum elemento do cenário? “O sonho muitas vezes é um reflexo de situações que não receberam atenção e que não necessariamente estão relacionados com sexo”, diz Rodrigues. Tente analisar os elementos secundários do sonho, mas não se sinta pressionado por ele. “Não fique aflito, só o fato de sonhar já ajuda a regular a mente, elaborar as emoções”, lembra Fátima. Bons sonhos! 

 Fonte: http://delas.ig.com.br

nsagem”, completa o diretor da WAS.

Sexo e sexualidade

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A humanidade, mais do que nunca, encontra-se perdida e desolada, desorientada, desgovernada na questão que não quer calar, e nunca quis, na verdade, e que diz respeito ao sexo ou a uma interpretação dúbia quanto à sexualidade e a todos os conceitos que a ela se referem. Convido a todos para uma reflexão através das palavras a seguir. Falamos de sexo quando, na verdade, queremos falar de amor ou de sexualidade, quando queremos simplesmente falar de relações sexuais. Dizemos em alto e bom tom e para quantos quiserem ouvir o que sentimos ou deixamos de sentir quando nos relacionamos sexualmente com alguém. Manifestamos, levianamente, nossas proezas e nossas deficiências neste âmbito sem ao menos nos importarmos se dizemos a verdade ou não, se expomos um verdadeiro sentimento ou se relatamos a veracidade do que cremos ou percebemos a cerca do objeto que agora comentamos.

Podemos afirmar seguramente que o homem da atualidade, nada diferente do da antiguidade, tem inúmeras e infindáveis dúvidas sobre o sexo e suas complexidades.

Os machões declarados bradam aos quatro ventos sua virilidade incontestável e sua capacidade de realizar os sonhos das mulheres que encontram pelo caminho e em contrapartida as mulheres que nada têm de declaradas, entretanto insatisfeitas e pouco realizadas, vêm atrás contestando tal bravura ao jogarem no ar para quem queira ouvir o quanto estão perdidas e mal servidas na busca de realização sexual.

O que deve ficar claro aqui mais uma vez é que, pautadas em conceitos dos de menor calibre possível, em decorrência da má informação que recebem na infância e na juventude e também dos meios de comunicação que conseguem acessar, os quais têm o dom incomparável de deturpar ainda mais toda e qualquer mensagem neste sentido, as mulheres vêm se comportando desvairadamente. Guiadas por um viés de vulgaridade nunca antes visto, se declaram profundas conhecedoras e dominadoras de um dos mais sublimes e encantadores recursos que dispomos para irmos ao encontro de nós mesmos e com a paz e felicidade que tanto procuramos.

Revistas e jornais, programas de TV e cursinhos de todos os tipos, trazem em seu conteúdo o produto mais vendável da atualidade. Descobriu-se um grande filão no sexo e dele se extrai grandes riquezas com temas como: “Dicas para isso ou aquilo que promete aumentar seu desempenho sexual, ou para fazer alguém enlouquecer de amor por você” e por aí vai, como se houvesse uma receita padrão para isto.

Não obstante a tantas controvérsias, podemos afirmar que uma sexualidade bem compreendida, cuja direção seja bem guiada, conduz a um sexo de altíssima qualidade e capaz de gerar, além de tantos outros benefícios, saúde para quem o pratica.

Por outro lado, o sexo praticado por quem não dá a mínima para a sua sexualidade, que não a enxerga como caminho para um bem estar pleno, mapeado pelo autoconhecimento e objetivo de vida acima de tudo, pode gerar enormes conflitos e em virtude disso, uma constante sensação de vazio e infindável busca por parceiros que aceitem se responsabilizar por uma felicidade que deveria por princípio ser responsabilidade de quem a procura.

Explicando melhor, quero dizer que sexo virou uma obrigação do comportamento humano tanto quanto o tão almejado e incompreensível orgasmo do qual muito se ouve falar, e o qual pouco se sabe sentir na plenitude.

Ainda aqui, digo que sem um conhecimento profundo da nossa individualidade e da nossa sexualidade como um todo, jamais seremos capazes de viver um sexo refinado e permeado de sensações descritas por aqueles que dominam o assunto e que embasam seus atos em primeiro lugar na sua moral intima, na moral voltada para si mesmo e quase no mesmo plano, em uma moral que não condena, mas que esclarece, apura e faz com que o outro também enxergue seus benefícios e deles queiram usufruir.

Em uma moral que rege em primeira instância os movimentos da alma humana e que permite que o sexo seja desfrutado da melhor maneira possível. Onde nada é pecado, onde tudo é permitido, onde nada é sequer julgado, porque não e visível aos olhos de qualquer um.

Sexo é realmente uma delícia, talvez a maior de todas que Deus poderia inventar, mas como toda delícia do mundo pode estar coroado de prazeres se usado na medida certa e com a melhor das intenções ou fazer parte de um time de ingredientes indigestos que nos levarão a um mal estar generalizado cujo poder de nenhum antiácido é capaz de dissolver.

Dicas verdadeiras para um sexo pleno e recheado de prazer, de entrega, de alegria e muita elevação espiritual (e isto deveria ser levado em conta também), podem estar contidas dentro de você.

Se conheça melhor, faça escolhas inteligentes para a sua vida, conheça o seu corpo, seus sentidos e suas sensações, proporcione-se prazer, comunique-se abertamente com seu parceiro sinalizando para ele o que gosta de sentir, como gosta de ser tocado e o que pode oferecer, busque dentro de você todo o potencial que pode utilizar quando estiver com alguém.

Não se deixe levar pelos padrões de comportamento sexual estabelecidos por quem os usa comercialmente. Seja autêntico e, principalmente, ame muito o momento onde o seu sexo e a sua sexualidade estiverem envolvidos. Estabeleça princípios para uma vida onde nada é proibido, porque tudo é permitido a partir do momento em que decidir o que quer fazer com a sua vida.

Namastê.

fonte: site acessa.com

As fases do sexo

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Lembra-se de como você era dez anos atrás? Além do corte de cabelo, seus interesses eram diferentes, seu corpo era possivelmente mais rígido e sua cabeça certamente não era a mesma de hoje. Depois de dez anos, é claro que a cama também mudou – e não estamos falando do colchão, mas do seu desejo, do seu desempenho e do seu gozo. Algumas coisas continuam iguais – como aquela pinta no ombro direito ou a vontade de ganhar uma lingerie vermelha de presente de aniversário – mas outras acabam mudando quando se tem 20, 30 ou 40 anos de idade. Como vai ser o sexo daqui a dez anos? Aos 20 anos, quanta animação! As mulheres jovens fazem preliminares de duas horas, transam pelas escadas do prédio e, depois, contam tudo para as amigas. É assim com Adriana*, de 22 anos, que tem um namorado há quatro meses, com quem jura que vai ficar pelo resto da vida. “Ele é o segundo cara com quem transei. É bonito, carinhoso e nos damos muito bem”, diz, comedida – os detalhes ela deixa para as amigas mais íntimas. “Eu e meu namorado fazemos coisas que antes eu achava que só as prostitutas faziam. Mas ele me mostrou que é natural. E muito gostoso”, conta a estudante.

É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir A sexóloga Glene Faria explica que aos 20 anos tudo é uma grande novidade. “A mulher ainda está aprendendo e pode ter dificuldade de atingir o orgasmo”, afirma, lembrando que a experiência vem com o tempo e o sexo vai ficando cada vez melhor.

A balzaquiana tem mais estrada. Não quer transar apenas com o homem que julga ser sua “cara-metade”, topa sexo casual e diz saber aproveitar bem os momentos debaixo dos lençóis. Júlia*, 30 anos, está solteira, tem um vibrador e afirma gostar muito de sexo. “Estou mais segura atualmente e não fico pensando se estou bonita, ou se ele está vendo minhas celulites, como quando eu era uma garotinha”, diz. Sua irmã de 33 anos, Tatiana, vê os dois lados da idade: “Estou casada há alguns anos e acho que transo menos hoje do que aos 20. Em compensação, considero minhas transas mais intensas e, em breve, pretendo ter um bebê”, revela.

Glene Faria afirma que é comum haver uma diminuição do desejo aos 30 anos. “É comum que a mulher comece a se lubrificar no meio da relação, uma vez que o homem pára de investir nas preliminares”, explica a sexóloga, sublinhando que o casal não pode parar de priorizar a sexualidade. “Depois de três anos de relacionamento, vem a primeira crise, pois termina a paixão e vem a rotina”, alerta.

Aos 40

Quando a mulher entra nos enta, conhece a chamada “idade da loba”. Significa que ela não cai matando como a de 20, nem está mais pensando em mamadeiras, como a de 30. “Estou no ápice da minha vida sexual”, garante a fisioterapeuta Laura*, de 41 anos. “Eu e meu marido temos muita intimidade sexual e mantivemos o romantismo ao longo de todos esses anos. Por exemplo: às sextas, sempre saímos pra jantar, só nós dois”, conta, insinuando que a noite é sempre longa…

Para Glene, a mulher de 40 anos está mais madura sexualmente. “Ela é experiente, conhece o próprio corpo e está apta a ter uma vida sexual muito boa”, afirma a sexóloga. De acordo com ela, a mulher também torna-se mais exigente aos 40. “Ela sabe dar prazer ao parceiro e também quer qualidade em troca”, observa. Mas, é claro, nem tudo são flores… A partir desta idade, os problemas físicos e as dificuldades na cama tendem a aumentar – e não estamos falando apenas daquelas posições diferentes, que exigem um bom condicionamento do corpo. “Entre 45 e 50 anos, a mulher pode entrar na menopausa e observar diminuição do desejo e da lubrificação”, adverte a sexóloga. A sugestão é que o gel lubrificante vire parte integrante do ato sexual.

Glene lembra, ainda, que cada relação é uma relação e que boa parte da qualidade sexual está nas mãos dos homens: “Se ele é dedicado e se mostra preocupado em estimular sua parceira, não há mulher que não funcione”, afirma, ressaltando que o sexo tende a melhorar com o passar dos anos. “É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir”, resume.

Fonte:bolsademulher

Cobrança sexual: Outras causas

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O sexólogo Celso Marzano, diretor do Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade (CEDES) e do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP-SP), cita, além da rotina no relacionamento, os problemas cotidianos como inimigos do prazer. “O dia-a-dia conspira contra o sexo, pois conciliar a família, os amigos, o trabalho e os nossos interesses pessoais é muito difícil. Adicionamos ainda a todo esse estresse a situação financeira instável, outras questões que afetam nosso controle emocional e o envelhecimento inevitável do nosso corpo. Por tudo isso, em algum momento acabamos apresentando algum tipo de disfunção sexual, de maior ou menor grau”, define.

Algumas pessoas vêem a vontade de fazer sexo diminuída por motivos que afetam o interesse físico no parceiro, o equilíbrio psicológico ou doenças que as debilitam. A falta de higiene pessoal, a obesidade, o alcoolismo, a estafa física, a depressão, a baixa auto-estima, possíveis incômodos e o uso de medicamentos, como alguns calmantes, antidepressivos e anti-hipertensivos, podem prejudicar a libido. As próprias alterações hormonais, principalmente aquelas ocorridas na menopausa, ou mesmo na tensão pré-menstrual, às vezes dificultam a resposta sexual. “Também há pessoas que são condicionadas a só se sentirem atraídas por corpos jovens e perdem o interesse quando o cônjuge envelhece, da mesma forma que alguns homens deixam de sentir desejo por mulheres que se tornaram mães de seus filhos”, comenta Ana Maria Zampieri, que acrescenta que os cuidados com o corpo, sem exageros, e a auto-estima são fundamentais para resgatar o prazer no sexo.

Elas hoje querem parceiros mais receptivos, que não utilizem seu poder para fazê-las submissas, e reclamam que o homem brasileiro ainda é muito ‘machão’. Mas elas próprias, ao serem mães, favorecem a formação de homens machistas

A falta de orgasmo durante a relação sexual e, também, a obsessão em atingi-lo são outros fatores que desestimulam as mulheres. Segundo o ginecologista Eliano Pellini, isso pode causar mal-estar e dores na região pélvica. “A congestão de sangue nos órgãos sexuais femininos fica retida quando a mulher passa muito tempo sem alcançar o orgasmo, o que geralmente leva ao que chamamos de dor pélvica crônica”, esclarece o médico. Outro problema surge quando a mulher não é estimulada corretamente e não se excita a ponto de ficar lubrificada. Sem esta preparação preliminar, que deve ser provocada pelo homem, o ato sexual torna-se doloroso e pode causar vaginismo (contração muscular involuntária que impede a penetração), fissuras, infecções e corrimentos que somente irão piorar e prolongar o desconforto nas próximas relações – um ciclo que elimina o prazer sexual. É bom lembrar que quantidade não traduz qualidade.

A “obrigação sexual” é ainda mais intensa quando o parceiro que exige sexo mesmo que o cônjuge não esteja com vontade. “Para resolver este impasse, o primeiro passo é o diálogo, pois esta postura exigente só leva a maiores desgastes e afastamentos”, alerta o sexólogo Celso Marzano. Eliano Pellini e Ana Maria Zampieri afirmam que muitas mulheres não têm prazer porque seus maridos e elas mesmas não receberam educação para o prazer. “Deve-se saber dizer não quando não se quer, e, claro, explicar o porquê. Não faz sentido se submeter a verdadeiros estupros na cama conjugal. Isso é violência legitimada pela cultura machista”, adverte a psicóloga. Para o ginecologista, muitas disfunções sexuais como esta seriam sanadas se houvesse uma reforma global na educação das crianças, por exemplo. “Elas hoje querem parceiros mais receptivos, que não utilizem seu poder para fazê-las submissas, e reclamam que o homem brasileiro ainda é muito ‘machão’. Mas elas próprias, ao serem mães, favorecem a formação de homens machistas e meninas que crescem achando que devem servi-los”, atesta Eliano Pellini.

Fonte:bolsademulher