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Cantor Simula Sexo com Dançarino, Confira o Video!

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Já que a gente está falando em quem bombou no AMA 2009, não dá pra deixar de fora o Adam Lambert. Pra quem não sabe, o cara foi segundo lugar no último American Idol (o Ídolos dos gringos) e causou o comichão na família americana ao revelar que era gay sem o menor medo de represália. Ok, não dava mesmo para o menino esconder o fato já que discreto não é algo que se possa falar do estilo de Lambert, mas só o fato do moço ter esfregado a sexualidade na cara da hipocrisia americana já valia um destaque. Não satisfeito, o moço resolveu fazer da apresentação no AMA um estandarte pop da sexualidade. Sem poupar as caras e bocas de menino mal, Adam resolveu levantar os cabelos alheios e simulou sexo oral com um dos dançarinos. Resultado: bombou na internet no dia seguinte. Das duas, uma: ou menino se torna Gaga (de novo ela) de calça ou vai ter o mesmo destino de Janet quando deixou um peitinho de fora. Castigo de CDs encalhados por muitos anos.

 

 fonte:  http://folhavitoria.com.br/site/?target=coluna&cid=21

Vida sexual após a menopausa

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Quando a mulher entra na menopausa – ou no período que a antecede, conhecido como climatério – enfrenta uma série de alterações hormonais que provocam desde ondas de calor e transpiração excessiva até problemas sexuais.

O desejo diminui e a falta de menstruação vira sinônimo de falta de sexo.

 Dados apresentados no XI Congresso Mundial de Menopausa, realizado em Buenos Aires em 2005, revelaram que 50% das mulheres de meia idade relatam algum tipo de disfunção sexual. As queixas de dor na penetração, decorrentes das alterações hormonais, geram dificuldades na manutenção da excitação, diminuindo ainda mais a lubrificação vaginal. Assim, reduzem as possibilidades de alcançar o orgasmo e por conta disto, diminuem ou inibem o desejo sexual.

Mas é preciso lembrar que o fato de perderem o interesse sexual não está diretamente ligado ao fato de deixarem de menstruar. “Existe a interferência dos hormônios no desejo, porém, do ponto de vista social e também psicológico, as mulheres compraram a ideia de que perderam a juventude e que não são mais capazes de despertar atração sexual”, comenta o psicólogo e terapeuta de casais e família Paulo G. P. Tessarioli.

Ele, juntamente com as médicas ginecologistas e sexólogas, Ana Lúcia Cavalcanti e Ana Paula Junqueira Santiago, desenvolveu uma pesquisa sobre a satisfação sexual em mulheres com a chegada da menopausa, intitulada “A influência do uso do tonificador na consciência do assoalho pélvico das mulheres na menopausa”. A pesquisa foi apresentada em agosto deste ano, no X Congresso da Sociedade Latinoamericano de Medicina Sexual.

O trabalho foi desenvolvido em São Paulo com oito mulheres de idade média de 52 anos, com dificuldade em ter orgasmos. Todas receberam kits com três tonificadores de diferentes pesos e diâmetros e foram orientadas a fazer exercícios diários de contração e relaxamento da musculatura do assoalho pélvico.

Esse assoalho é o “chão” ou “piso” da região pélvica, responsável por manter alguns órgãos (útero, ovários, bexiga) no devido lugar, por impedir a saída de urina, fezes e gases e também por manter a função vaginal (contração e relaxamento). “Mulheres jovens que se preocupam em manter níveis saudáveis de atividade física e postura, evitando sobrecarga do corpo, bom funcionamento do intestino, certo grau de consciência vaginal, contraindo e relaxando a vagina. Com a chegada da menopausa, estas mulheres se apresentam saudáveis dos pontos de vista orgânico e sexual. Mas caso isto não ocorra, dependendo do estado em que se encontra o assoalho pélvico, é possível fazer exercícios de contração e relaxamento da vagina com o uso dos cones, sempre com a orientação de um especialista em sexualidade”, explica Paulo.

O resultado da pesquisa realizada foi positivo, provando que o uso do tonificador facilitou a percepção vaginal e, consequentemente, reativou o interesse pela atividade sexual em cinco das oito mulheres que participaram do estudo. Um kit composto por cones de diferentes pesos, bem parecidos com o tonificador utilizado na pesquisa, pode ser encontrado do mercado brasileiro.

Fora o uso dos tonificadores, é possível também manter o desejo aceso por outras vias, reforçado por meio da própria atividade sexual. Paulo indica que relações sexuais, masturbação, leitura erótica e até os filmes ajudam nesse sentido. “Colocar o desejo sexual como uma das prioridades na vida, com sua devida importância, da mesma forma que são importantes o trabalho, o lazer e o cuidado com o corpo também ajuda na manutenção do desejo”. 

 

 Fonte: http://vilamulher.terra.com.br

Dicionário Hilário da Sexualidade

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A idéia era fazer um apanhado de informações úteis, mas aí nós lembramos que sexo pra ser muuuuuito bom tem que ter sua pitada de humor. Divirta-se!

“Pratique camisinha!”

Abstinência– É quando você vive e não transa e por isso mesmo começa a questionar se realmente está vivendo ou se é só um repolho com pernas. Ok, nem dá para descolar um parceiro sexual, mas, por favor não exagera na entre safra. Faz mal à saúde.

Afrodisíaco – Aquelas coisas que a gente realmente acredita que aumentam o tesão, a excitação. A gente acredita tanto que funcionam. Sim, incluindo o rabo de camarão.

Anafrodisíaco – Exatamente o contrário do afrodisíaco. São substâncias que diminuem ou acabam com o tesão. A mais conhecida é o salitre, mas acho que ter que pagar CPMF todo mês funciona mais.

Anorgasmia – É quando você não tem orgasmo nas relações sexuais. Não se assuste e não comece a gritar que você é uma anorgásmica, porque vão achar que você foi abduzida por alguma nave mãe. É comum não ter sempre orgasmos. Aliás, não encane com isso. O termo aqui é usado quando o buraco é mais embaixo. Pode ser primária, quando a mulher nunca teve orgasmo na vida, ou secundária, quando ela já teve orgasmos e passou a não ter mais. Às vezes também pode ser chamada de situacional, ou seja: a mulher não consegue ter orgasmos apenas em algumas situações como, por exemplo, quando o fofo fica 3 dias sem tomar banho naquela excursão para Matchu Pitchu.

Anticoncepcional – O melhor amigo da mulher que quer liberar a tchetchênia à vontade, mas não quer ter pimpolhos. O mais famoso é a pílula (hormonal). Um conselho: cuidado com a Tabelinha, chamado de anticoncepcional de abstinência periódica. Tabelinha, só para futebol, e olhe lá.

Bestialidade – É uma tara medonha e refere-se a qualquer contato sexual com animais. Não, ter tara no Brad Pitt, em Tróia, não é bestialidade. Se joga!

Bissexualidade – É quando a primeira faz tcham e a segunda faz tchum… São as pessoas que sentem tesão em gente de ambos os sexos, tipo Angelina Jolie.

Cinto de castidade – Tranqueira obviamente criada por homens para, mais uma vez, sacanear as mulheres. Eram usados na Europa Medieval e colocadas no corpo das mulheres para evitar pulação de muro. Eram feitas de metal.


 

Cisvestismo – É aquela tara louca de se vestir como bebê (com fraldas) ou criancinha. Isso claro num contexto sexual. Mas também pode ser outra mania, tipo: um executivo vestir-se de vaqueiro, policial etc. Não, nada a ver com o Clube das Mulheres.

Clitóris – Criaturinha gente boa que é a alegria da mulherada.
É o principal órgão do prazer feminino, fora o cartão de crédito. Fica na parte superior dos pequenos lábios (da Tchetchênia, óbvio. Se fosse na boca talvez justificasse o fato da gente falar tanto). A palavra deriva do grego kleitorís.

Coito interrompido – Famoso “tirar fora”. É aquela lábia que a homarada passa na gente e a gente cai que nem pata: Resultado: mundo superlotado. Além do que, aquela gosminha antes da ejaculação pode conter espermatozóides vivos. Não caia nessa, caia de camisinha!

Compulsivo sexual – É uma pessoa bem mais tarada que a gente, viciada mesmo em sexo. Ela fica o dia inteiro criando situações para transar e ou se masturbar. Mesmo tendo chegado ao orgasmo, não se sente satisfeita. Quem já não se deparou com um ser desses em sessão de cinema à tarde?

Condom – Vulgo camisinha, é o envoltório utilizado sobre a anaconda do homem durante o ato sexual. A primeira evidência de sua existência foi no século XVI. OU seja: o pessoa, lá da época já era inteligente o suficiente para usar. E você?

Cópula – Não tem nada a ver com aquele diretor de cinema famoso, o Coppola. A cópula é sinônimo de ato sexual.

Cunilíngua – Não é o que você está pensando. É o sexo oral feito na mulher. Vale lembrar que, embora ninguém faça isso, camisinha também é importantíssimo no sexo oral, seja no homem ou na mulher (nesse caso, usa-se a camisinha feminina), para evitar o risco de contágio das infecções sexualmente transmissíveis.

DST – Não tem nada a ver com o Movimento dos Dildos Sem Terra. É a sigla de Doença Sexualmente Transmissível. Antigamente, falava-se: doenças venéreas. Usar camisinha é o melhor jeito de evitá-las.
Alguns exemplos de DST: Sífilis, cancro mole, candidíase, herpes simples genital, gonorréia, HPV, linfogranuloma venéreo, pediculose do púbis, hepatite B, Aids, etc. Pois é…

Ejaculação – Todo mundo confunde, mas ejaculação é ejaculação e gozo e gozo. Como a Sandy é a Sandy. E o Júnior´é o Júnior. A ejaculação – vulgo alegria dos homens – é realizada basicamente por todos os mamíferos e é quando um jato de esperma sai do pênis (quando chega ao máximo da sua estimulação), neste momento acontece à liberação dos seus espermatozóides. A ejaculação pode ou não ser acompanhado pelo orgasmo.

Ejaculação feminina – Não, ela não é categoria mito junto com o Monstro do Lago e o Elo Perdido. Ela realmente existe e já foi observada em laboratório. O certo é que a ejaculação é uma liberação de líquido associada ao orgasmo e ao prazer da mulher e, portanto, completamente saudável. Nem todas as mulheres ejaculam e mesmo a mulher que já ejaculou pode não experimentar esse tipo de liberação toda vez que atinge o orgasmo. Por isso, não se assuste se você receber um jataço. Acontece nas melhores famílias.

Ejaculação precoce – É a famosa “Ops! Mas já?”, ou a incapacidade de controlar ou adiar suficientemente a ejaculação, para que a parceira também se esbalde na relação sexual. É um problema que tira o sono de muitos homens, principalmente na adolescência. Existem técnicas que podem ajudar a retardar o processo, por exemplo, pensar em alguma outra coisa durante o sexo. Você já tentou lembrar os nomes dos 7 anões? Não falha!

Falicismo e Custicismo – Um é o culto à anaconda masculina. O outro, à tchetchênia feminina. Ambos, representados em estátuas e coisas do gênero.

Felação – Famoso “bola gato”. É o sexo oral feito no órgão sexual masculino.

Fetichismo e parcialismo – Todo mundo confunde também. Fetichismo é atração por um objeto, geralmente peça de vestuário: bota, lingerie preta etc. Já, o parcialismo é uma intensa atração sexual por uma parte isolada do corpo, tipo o pé. Nunca saiu com um cara louco para pegar no seu pé? (literalmente).

Frigidez – Palavra que inspirou a música Bete Frígida, da Blitz. Significa a incapacidade de experimentar orgasmo ou, em termos mais amplos, de experimentar qualquer espécie de prazer sexual. Muita calma nessa hora: toda mulher sabe que ter orgasmo em toda relação não é bolinho, principalmente se o cara fica de cueca e meia. Isso não é ser frígida, ok?

Glande – Famosa “cabecinha” da anaconda masculina. Para quem não sabe, o pênis é composto por: raiz, corpo e glande. A glande é recoberta pelo prepúcio, aquela pele com cara de touquinah de inverno. A não ser que o homem seja circuncizados (operação cirúrgica que remove o prepúcio).

Hímen – Membrana gente boa encontrada ao redor da abertura da vagina de algumas mulheres. Ao contrário do mito popular, a presença ou ausência do hímen não indica se uma mulher teve ou deixou de ter relações sexuais com penetração. Mas eu não entendo bem o que significa isso, já que sempre achamos o contrário.

HIV – Human lmunnedeficiency Virus, sigla que em português quer dizer – Vírus da Imunodeficiência Humana. Famosa peste do século XX. O HIV é um verdadeiro exterminador do futuro de células do sistema imunológico, deixando o organismo indefeso, sem proteção a alguns tipos de doenças. A infecção pode acontecer durante uma relação sexual anal, vaginal ou oral; uma transfusão de sangue, uso de agulhas e seringas contaminadas, feridas ou cortes em pele ou mucosas. Aqui não dá nem pra brincar, a coisa é muito séria. Use camisinha! Use camisinha! Use camisinha!

Homossexualidade – Refere-se à atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Pode ser o “G” (gay) ou o “L” (lésbica) da famosa sigla: GLS. O “S” é de simpatizando e não de: “Só um minuto que estou pensando minha preferência…”.

Incesto – É a relação sexual ou marital entre parentes próximos ou alguma forma de restrição sexual dentro de determinada sociedade. Coisa muito divulgada em novela onde um irmão, que não sabe que é irmão, se apaixona pela irmã, mas depois descobre que não é irmã e aí acaba tudo bem.

Impotência – Situação chata mesmo que acontece com os homens quando eles estão loucas pra dar uma. É a incapacidade de obter ou de manter uma ereção. È o nome politicamente correto de “broxar”. Mulher nenhuma sabe muito o que falar quando um homem falha nessas horas, mas uma vezinha ou outra não é grave. Se você é homem, não encane! Se você é mulher, pense que não é fácil fazer com que um líquido deixe o trecão assim tão duro.

Kama Sutra – Todo mundo acha o máximo, mas ninguém sabe praticar.
O livro foi escrito no século IV, pelo sábio nobre Vatsyayana. Ele escreveu o manual para a nobreza, especificamente para os homens, embora não tenha ignorado o que faz a mulherada ver estrelas. O Kama Sutra enfatiza o amor e engloba os cinco sentidos, sentidos esses que a gente esquece completamente que existem: audição, paladar, olfato, tato e visão, além da alma e da mente. A última vez que tentei praticar foi ridículo, rolou mais kama do que sutra.

Libido– Nome chic que arrumaram para tesão.

Masturbação – O diretor de cinema Wood Allen explica bem esse verbete: “Se masturbar é fazer amor com que você mais gosta: você!”

Ménage à trois – É aquela frase que faz a gente ter uma vontade incrível de estrangular o namorado/marido com o fio do OB. Sim, amiga, é quando ele vira e diz: “Vamos transar a três? Eu, você e mais uma mulher?”.

Ninfomania – Famosa louca por sexo. Quer dizer: não louca como a gente, nesse caso é uma doença mesmo, patologia.

Onanismo – Palavra usada como sinônimo de masturbação.

Orgasmo – Normalmente é o ápice da transa, embora muita mulher considere o ápice o abraço final. É o resultado de intensa excitação das zonas erógenas ou órgãos sexuais. Se você está sozinha, não se perocupe. Chame o Nestor, o vibrador, ele vem com pilhas alcalinas 😉

Pílula do dia seguinte – A pílula do dia, vulgo Pípula do Vacilão. Vacilão porque você não tinha nada que transar sem camisinha, principalmente nos dias férteis. A função da pílula do dia seguinte impossobilita a fecundação.

Pompoarismo – Técnica para portadoras de thetchênia malhada, ou seja: vaginas que praticam musculação. A prática de exercícios com a região pélvica é um costume difundido no oriente. Além da satisfação sexual do parceiro, o pompoarismo proporciona também o bem-estar da mulher. Os exercícios previnem algumas encrencas da velhice, tais como: a incontinência urinária, o afrouxamento muscular, queda de bexiga e útero etc.

Ponto G – Não, ele não foi descoberto pelo Gianechinni e sim pelo médico alemão Dr. Ernst Gräfenberg que diz ser ele uma concentração de terminações nervosas, vasos sangüíneos e glândulas ligadas ao clitóris que se localiza em torno da uretra. O ponto é especialmente sensível à pressão e, quando estimulado, pode proporcionar orgasmos intensos.

Sadomasoquismo – Um dá, o outro recebe. O recebe e o outro dá. Nesse caso, bordoada ou algum outro tipo de coisa que cause dor. A dor aqui é associada ao prazer.

Sexo casual – Aquele lance que acontece bem na noite em que a gente vai para a balada sem se depilar ou com a calcinha bege da avó.

Sodomia– É o mesmo que sexo anal e dói do mesmo jeito.

Swing – Uma das modas do momento onde rola a troca de casais. Existem correntes que consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais pessoas numa relação sexual. De qualquer forma a pu——- rola solta. Se você for ciumenta, fique looooonge!

Sexo tântrico – Surgido na Índia, há 5 mil anos, no sexo tântrico a graça é adiar ao máximo o orgasmo, para obter prazer prolongado, às vezes por dias, como declarou o Sting. A mulher sempre fica por cima porque é considerada uma divindade. Não, nada de divindade de terreiro de macumba. Não confunda as coisas…

Vaginismo – Não se trata de uma tchetchênia abduzida, nada disso… É
uma contração involuntária dos músculos da vagina que impede que a penetração ocorra. Isso geralmente acontece quando a mulher fica tensa demais com o ato sexual.

Vouyerismo – É o chato que fica vendo os outros transarem ou ficarem  através da fechadura ou binóculo ou coisa do gênero.

Zonas erógenas – São determinados pontos ou trechos sensíveis da pele que, ao toque, desencadeiam uma reação de excitação. Peça para o seu homem dar uma de Discovery Chanel e explorar à vontade seu corpinho.

Zoofilia – Atração sexual por animais. Creda! Abandona esse corpo em nome de Deus! 

“Viagra” feminino?

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A falta de prazer sexual na mulher é um problema que atinge 54% das brasileiras, segundo estimativas do Projeto Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas de São Paulo. E na ausência de um produto semelhante ao Viagra, também conhecido como “diamante azul”, o laboratório Ativus Farmacêutica criou o primeiro gel do país que promete melhorar o desempenho sexual feminino. Mas o Viatop-AM não é para ser ingerido: trata-se de uma pomada que deve ser aplicada na região do clitóris.

O gel é composto de duas substâncias: arginina e mentol. Enquanto a primeira age como vasodilatador e aumenta o fluxo sanguíneo na área genital, a segunda garante maior sensibilidade e cria uma agradável sensação de calor na região do clitóris. O produto deve ser aplicado na região genital por 3 a 5 minutos.

O efeito, afirmam os especialistas, é imediato. Além de aumentar a sensibilidade na região, o gel melhora a lubrificação vaginal. “Uma pequena quantidade é suficiente para a mulher alcançar o prazer. Mas o gel, sozinho, não faz milagres. O efeito da aplicação vai depender do estímulo sexual do parceiro”, diz a ginecologista Silvana Chedid, diretora da clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.

 

 Fonte: http://revistagalileu.globo.com/

O que os sonhos eróticos querem dizer?

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Até mesmo mulheres mais liberais acordam com a pulga atrás da orelha quando despertam de um sonho erótico. Para garantir a você um sonho tranqüilo, leia como interpretar as mensagens de seu inconsciente.

Que uma coisa fique bem clara: nem sempre o que sonhamos corresponde exatamente ao que a nossa mente está tentando nos dizer. “As imagens de um sonho não podem ser interpretadas de forma alguma ao pé da letra. Na maioria das vezes é mais importante prestar atenção no cenário do que no ato sexual que está se desenvolvendo na hora de interpretar”, declara Oswaldo Rodrigues Júnior, Diretor da Associação Mundial de Sexologia (WAS – World Association for Sexology).

 

Os sonhos são a forma como o inconsciente entra em contato conosco e esse diálogo é praticamente todo feito através de imagens simbólicas, metáforas. “Não dá pra dizer, por exemplo, que se você sonhou com uma cobra isso quer dizer que alguém está te traindo. Se a pessoa é do interior, sonhar com uma cobra pode indicar um perigo. Se ela é um médico, a cobra é um dos símbolos da profissão. A pessoa precisa tentar relacionar os aspectos do sonho com o seu dia-a-dia para tirar uma interpretação correta”, declara Fátima Regina Riani Costa, conselheira do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo. 

 

Logo, não é porque você está sonhando com sexo que está acontecendo algum problema na área. “É até comum que uma pessoa com problemas sexuais não sonhe com sexo como forma de proteção, já que ela passa a maior parte do tempo acordada preocupada com isso. É preciso ver o que está acontecendo com você. Por exemplo, se você tem sonhos eróticos e há alguém doente em sua família, para você a idéia de sexo está ligada à vida. Logo, você está pensando em vida, em saúde para a pessoa enferma”, explica Rodrigues.

A maior parte das pessoas acaba se fixando no aspecto erótico do sonho, mas ele só tem conotação sexual se você realmente estiver focado nesse aspecto de seu cotidiano naquele momento específico de sua vida. Por exemplo, se você sonha que está fazendo sexo com o seu chefe, está muito satisfeita e ele te paga, isso pode querer significar que você quer ter condições melhores em seu ambiente de trabalho”, diz Rodrigus. Nem mesmo sonhos recorrentes com sexo querem dizer sempre a mesma coisa. “Mesmo que você tenha o mesmo sonho diversas vezes, você deve analisar o que está acontecendo com você naquele momento exato

 

 

Outra dúvida que sempre aparece é em relação ao parceiro do sonho. Será que você tem alguma atração por ele? Segundo Rodrigues, o inconsciente seleciona elementos em sua mente para “montar” o cenário de seu sonho de forma randômica: “Se você sonhou que estava fazendo sexo com a sua irmã isso não afirma que você tem atração por ela. Para colocar um parceiro no sonho, o inconsciente pode até mesmo selecionar alguém que você viu rapidamente na rua e nem se lembra. De repente o sonho quer dizer alguma coisa sobre uma amiga ou amigo próximo”.

“O sonho faz uma condensação simbólica, ele mescla elementos para representar várias ou uma única pessoa. Você pode sonhar que está discutindo com alguém, mas na verdade o que o sonho está querendo apresentar são as suas várias facetas em um debate”, diz Fátima.

Dicas para interpretar o sonho

Ter um caderninho na mesa de cabeceira pode ser um bom método de lembrar o que você sonhou. “O hábito de anotar os sonhos pode ajudar na hora de relacioná-los ao que está acontecendo na sua semana”, lembra Rodrigues.

Contar para alguém o sonho pode ajudar a lembrar de partes que ficaram esquecidas ou perceber detalhes. “Quando você conta um sonho você fixa a história e a elabora”, aconselha Fátima.

Mas cuidado! Nada de contar para o escritório inteiro que você sonhou com o chefe. “Contar um sonho erótico, além de expor muito a pessoa, pode causar situações constrangedoras. Melhor dividir o sonho com alguém de confiança”, alerta a psicóloga.

Se você for muito próximo do parceiro no sonho, contar para ele o que aconteceu pode ajudar a interpretar as mensagens e até mesmo resolver questões. “Se você teve uma discussão com a pessoa ou um assunto mal resolvido com ela, contar o sonho pode ser uma boa forma de retomar a discussão”, completa Fátima.

Finalmente, tente isolar os elementos sexuais do sonho. Como você se sentiu? Você teve essa mesma sensação nos últimos tempos? Onde você estava? Você reconhece algum móvel, algum elemento do cenário? “O sonho muitas vezes é um reflexo de situações que não receberam atenção e que não necessariamente estão relacionados com sexo”, diz Rodrigues. Tente analisar os elementos secundários do sonho, mas não se sinta pressionado por ele. “Não fique aflito, só o fato de sonhar já ajuda a regular a mente, elaborar as emoções”, lembra Fátima. Bons sonhos! 

 Fonte: http://delas.ig.com.br

nsagem”, completa o diretor da WAS.

Sexo e sexualidade

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A humanidade, mais do que nunca, encontra-se perdida e desolada, desorientada, desgovernada na questão que não quer calar, e nunca quis, na verdade, e que diz respeito ao sexo ou a uma interpretação dúbia quanto à sexualidade e a todos os conceitos que a ela se referem. Convido a todos para uma reflexão através das palavras a seguir. Falamos de sexo quando, na verdade, queremos falar de amor ou de sexualidade, quando queremos simplesmente falar de relações sexuais. Dizemos em alto e bom tom e para quantos quiserem ouvir o que sentimos ou deixamos de sentir quando nos relacionamos sexualmente com alguém. Manifestamos, levianamente, nossas proezas e nossas deficiências neste âmbito sem ao menos nos importarmos se dizemos a verdade ou não, se expomos um verdadeiro sentimento ou se relatamos a veracidade do que cremos ou percebemos a cerca do objeto que agora comentamos.

Podemos afirmar seguramente que o homem da atualidade, nada diferente do da antiguidade, tem inúmeras e infindáveis dúvidas sobre o sexo e suas complexidades.

Os machões declarados bradam aos quatro ventos sua virilidade incontestável e sua capacidade de realizar os sonhos das mulheres que encontram pelo caminho e em contrapartida as mulheres que nada têm de declaradas, entretanto insatisfeitas e pouco realizadas, vêm atrás contestando tal bravura ao jogarem no ar para quem queira ouvir o quanto estão perdidas e mal servidas na busca de realização sexual.

O que deve ficar claro aqui mais uma vez é que, pautadas em conceitos dos de menor calibre possível, em decorrência da má informação que recebem na infância e na juventude e também dos meios de comunicação que conseguem acessar, os quais têm o dom incomparável de deturpar ainda mais toda e qualquer mensagem neste sentido, as mulheres vêm se comportando desvairadamente. Guiadas por um viés de vulgaridade nunca antes visto, se declaram profundas conhecedoras e dominadoras de um dos mais sublimes e encantadores recursos que dispomos para irmos ao encontro de nós mesmos e com a paz e felicidade que tanto procuramos.

Revistas e jornais, programas de TV e cursinhos de todos os tipos, trazem em seu conteúdo o produto mais vendável da atualidade. Descobriu-se um grande filão no sexo e dele se extrai grandes riquezas com temas como: “Dicas para isso ou aquilo que promete aumentar seu desempenho sexual, ou para fazer alguém enlouquecer de amor por você” e por aí vai, como se houvesse uma receita padrão para isto.

Não obstante a tantas controvérsias, podemos afirmar que uma sexualidade bem compreendida, cuja direção seja bem guiada, conduz a um sexo de altíssima qualidade e capaz de gerar, além de tantos outros benefícios, saúde para quem o pratica.

Por outro lado, o sexo praticado por quem não dá a mínima para a sua sexualidade, que não a enxerga como caminho para um bem estar pleno, mapeado pelo autoconhecimento e objetivo de vida acima de tudo, pode gerar enormes conflitos e em virtude disso, uma constante sensação de vazio e infindável busca por parceiros que aceitem se responsabilizar por uma felicidade que deveria por princípio ser responsabilidade de quem a procura.

Explicando melhor, quero dizer que sexo virou uma obrigação do comportamento humano tanto quanto o tão almejado e incompreensível orgasmo do qual muito se ouve falar, e o qual pouco se sabe sentir na plenitude.

Ainda aqui, digo que sem um conhecimento profundo da nossa individualidade e da nossa sexualidade como um todo, jamais seremos capazes de viver um sexo refinado e permeado de sensações descritas por aqueles que dominam o assunto e que embasam seus atos em primeiro lugar na sua moral intima, na moral voltada para si mesmo e quase no mesmo plano, em uma moral que não condena, mas que esclarece, apura e faz com que o outro também enxergue seus benefícios e deles queiram usufruir.

Em uma moral que rege em primeira instância os movimentos da alma humana e que permite que o sexo seja desfrutado da melhor maneira possível. Onde nada é pecado, onde tudo é permitido, onde nada é sequer julgado, porque não e visível aos olhos de qualquer um.

Sexo é realmente uma delícia, talvez a maior de todas que Deus poderia inventar, mas como toda delícia do mundo pode estar coroado de prazeres se usado na medida certa e com a melhor das intenções ou fazer parte de um time de ingredientes indigestos que nos levarão a um mal estar generalizado cujo poder de nenhum antiácido é capaz de dissolver.

Dicas verdadeiras para um sexo pleno e recheado de prazer, de entrega, de alegria e muita elevação espiritual (e isto deveria ser levado em conta também), podem estar contidas dentro de você.

Se conheça melhor, faça escolhas inteligentes para a sua vida, conheça o seu corpo, seus sentidos e suas sensações, proporcione-se prazer, comunique-se abertamente com seu parceiro sinalizando para ele o que gosta de sentir, como gosta de ser tocado e o que pode oferecer, busque dentro de você todo o potencial que pode utilizar quando estiver com alguém.

Não se deixe levar pelos padrões de comportamento sexual estabelecidos por quem os usa comercialmente. Seja autêntico e, principalmente, ame muito o momento onde o seu sexo e a sua sexualidade estiverem envolvidos. Estabeleça princípios para uma vida onde nada é proibido, porque tudo é permitido a partir do momento em que decidir o que quer fazer com a sua vida.

Namastê.

fonte: site acessa.com

As fases do sexo

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Lembra-se de como você era dez anos atrás? Além do corte de cabelo, seus interesses eram diferentes, seu corpo era possivelmente mais rígido e sua cabeça certamente não era a mesma de hoje. Depois de dez anos, é claro que a cama também mudou – e não estamos falando do colchão, mas do seu desejo, do seu desempenho e do seu gozo. Algumas coisas continuam iguais – como aquela pinta no ombro direito ou a vontade de ganhar uma lingerie vermelha de presente de aniversário – mas outras acabam mudando quando se tem 20, 30 ou 40 anos de idade. Como vai ser o sexo daqui a dez anos? Aos 20 anos, quanta animação! As mulheres jovens fazem preliminares de duas horas, transam pelas escadas do prédio e, depois, contam tudo para as amigas. É assim com Adriana*, de 22 anos, que tem um namorado há quatro meses, com quem jura que vai ficar pelo resto da vida. “Ele é o segundo cara com quem transei. É bonito, carinhoso e nos damos muito bem”, diz, comedida – os detalhes ela deixa para as amigas mais íntimas. “Eu e meu namorado fazemos coisas que antes eu achava que só as prostitutas faziam. Mas ele me mostrou que é natural. E muito gostoso”, conta a estudante.

É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir A sexóloga Glene Faria explica que aos 20 anos tudo é uma grande novidade. “A mulher ainda está aprendendo e pode ter dificuldade de atingir o orgasmo”, afirma, lembrando que a experiência vem com o tempo e o sexo vai ficando cada vez melhor.

A balzaquiana tem mais estrada. Não quer transar apenas com o homem que julga ser sua “cara-metade”, topa sexo casual e diz saber aproveitar bem os momentos debaixo dos lençóis. Júlia*, 30 anos, está solteira, tem um vibrador e afirma gostar muito de sexo. “Estou mais segura atualmente e não fico pensando se estou bonita, ou se ele está vendo minhas celulites, como quando eu era uma garotinha”, diz. Sua irmã de 33 anos, Tatiana, vê os dois lados da idade: “Estou casada há alguns anos e acho que transo menos hoje do que aos 20. Em compensação, considero minhas transas mais intensas e, em breve, pretendo ter um bebê”, revela.

Glene Faria afirma que é comum haver uma diminuição do desejo aos 30 anos. “É comum que a mulher comece a se lubrificar no meio da relação, uma vez que o homem pára de investir nas preliminares”, explica a sexóloga, sublinhando que o casal não pode parar de priorizar a sexualidade. “Depois de três anos de relacionamento, vem a primeira crise, pois termina a paixão e vem a rotina”, alerta.

Aos 40

Quando a mulher entra nos enta, conhece a chamada “idade da loba”. Significa que ela não cai matando como a de 20, nem está mais pensando em mamadeiras, como a de 30. “Estou no ápice da minha vida sexual”, garante a fisioterapeuta Laura*, de 41 anos. “Eu e meu marido temos muita intimidade sexual e mantivemos o romantismo ao longo de todos esses anos. Por exemplo: às sextas, sempre saímos pra jantar, só nós dois”, conta, insinuando que a noite é sempre longa…

Para Glene, a mulher de 40 anos está mais madura sexualmente. “Ela é experiente, conhece o próprio corpo e está apta a ter uma vida sexual muito boa”, afirma a sexóloga. De acordo com ela, a mulher também torna-se mais exigente aos 40. “Ela sabe dar prazer ao parceiro e também quer qualidade em troca”, observa. Mas, é claro, nem tudo são flores… A partir desta idade, os problemas físicos e as dificuldades na cama tendem a aumentar – e não estamos falando apenas daquelas posições diferentes, que exigem um bom condicionamento do corpo. “Entre 45 e 50 anos, a mulher pode entrar na menopausa e observar diminuição do desejo e da lubrificação”, adverte a sexóloga. A sugestão é que o gel lubrificante vire parte integrante do ato sexual.

Glene lembra, ainda, que cada relação é uma relação e que boa parte da qualidade sexual está nas mãos dos homens: “Se ele é dedicado e se mostra preocupado em estimular sua parceira, não há mulher que não funcione”, afirma, ressaltando que o sexo tende a melhorar com o passar dos anos. “É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir”, resume.

Fonte:bolsademulher

Cobrança sexual: Outras causas

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O sexólogo Celso Marzano, diretor do Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade (CEDES) e do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP-SP), cita, além da rotina no relacionamento, os problemas cotidianos como inimigos do prazer. “O dia-a-dia conspira contra o sexo, pois conciliar a família, os amigos, o trabalho e os nossos interesses pessoais é muito difícil. Adicionamos ainda a todo esse estresse a situação financeira instável, outras questões que afetam nosso controle emocional e o envelhecimento inevitável do nosso corpo. Por tudo isso, em algum momento acabamos apresentando algum tipo de disfunção sexual, de maior ou menor grau”, define.

Algumas pessoas vêem a vontade de fazer sexo diminuída por motivos que afetam o interesse físico no parceiro, o equilíbrio psicológico ou doenças que as debilitam. A falta de higiene pessoal, a obesidade, o alcoolismo, a estafa física, a depressão, a baixa auto-estima, possíveis incômodos e o uso de medicamentos, como alguns calmantes, antidepressivos e anti-hipertensivos, podem prejudicar a libido. As próprias alterações hormonais, principalmente aquelas ocorridas na menopausa, ou mesmo na tensão pré-menstrual, às vezes dificultam a resposta sexual. “Também há pessoas que são condicionadas a só se sentirem atraídas por corpos jovens e perdem o interesse quando o cônjuge envelhece, da mesma forma que alguns homens deixam de sentir desejo por mulheres que se tornaram mães de seus filhos”, comenta Ana Maria Zampieri, que acrescenta que os cuidados com o corpo, sem exageros, e a auto-estima são fundamentais para resgatar o prazer no sexo.

Elas hoje querem parceiros mais receptivos, que não utilizem seu poder para fazê-las submissas, e reclamam que o homem brasileiro ainda é muito ‘machão’. Mas elas próprias, ao serem mães, favorecem a formação de homens machistas

A falta de orgasmo durante a relação sexual e, também, a obsessão em atingi-lo são outros fatores que desestimulam as mulheres. Segundo o ginecologista Eliano Pellini, isso pode causar mal-estar e dores na região pélvica. “A congestão de sangue nos órgãos sexuais femininos fica retida quando a mulher passa muito tempo sem alcançar o orgasmo, o que geralmente leva ao que chamamos de dor pélvica crônica”, esclarece o médico. Outro problema surge quando a mulher não é estimulada corretamente e não se excita a ponto de ficar lubrificada. Sem esta preparação preliminar, que deve ser provocada pelo homem, o ato sexual torna-se doloroso e pode causar vaginismo (contração muscular involuntária que impede a penetração), fissuras, infecções e corrimentos que somente irão piorar e prolongar o desconforto nas próximas relações – um ciclo que elimina o prazer sexual. É bom lembrar que quantidade não traduz qualidade.

A “obrigação sexual” é ainda mais intensa quando o parceiro que exige sexo mesmo que o cônjuge não esteja com vontade. “Para resolver este impasse, o primeiro passo é o diálogo, pois esta postura exigente só leva a maiores desgastes e afastamentos”, alerta o sexólogo Celso Marzano. Eliano Pellini e Ana Maria Zampieri afirmam que muitas mulheres não têm prazer porque seus maridos e elas mesmas não receberam educação para o prazer. “Deve-se saber dizer não quando não se quer, e, claro, explicar o porquê. Não faz sentido se submeter a verdadeiros estupros na cama conjugal. Isso é violência legitimada pela cultura machista”, adverte a psicóloga. Para o ginecologista, muitas disfunções sexuais como esta seriam sanadas se houvesse uma reforma global na educação das crianças, por exemplo. “Elas hoje querem parceiros mais receptivos, que não utilizem seu poder para fazê-las submissas, e reclamam que o homem brasileiro ainda é muito ‘machão’. Mas elas próprias, ao serem mães, favorecem a formação de homens machistas e meninas que crescem achando que devem servi-los”, atesta Eliano Pellini.

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Cobrança Sexual

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Às vezes, o sexo deixa de ser fonte de prazer e vira uma obrigação.

Sexo é bom e todo mundo gosta. Ou melhor: quase todo mundo. Ainda que proporcione prazer, estímulo, intimidade, vínculo afetivo, relaxamento e bem-estar, tem muita gente que não consegue sentir nenhum desses benefícios no ato sexual – mas o faz, por diversos motivos alheios a sua vontade, sem desejo algum. E praticá-lo por obrigação inevitavelmente leva à frustração. “Não gosto de sexo. Faço porque meu marido me procura. É claro que gostaria de reverter essa situação. Entendo que ter desejo é algo normal, mas não sei como mudar isso”, confessa Elisa*, de 37 anos. Como ela, existem várias outras que pensam e sofrem o mesmo.

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Foram inúmeras as conquistas femininas nas últimas décadas e, entre elas, há as sexuais. Antes do movimento de liberação sexual do século passado, as mulheres, com exceção das prostitutas, eram vistas quase como “seres assexuados”, que só deveriam fazer sexo para procriarem. O prazer era restrito aos homens. Herdeiras das gerações anteriores, hoje ainda há muitas que mantêm as idéias de que sexo é algo sujo, que masturbação é pecado, que somente o homem deve alcançar o prazer, que o marido tem o direito de transar com a mulher toda vez que sentir vontade, independentemente do fato de ela estar a fim etc. Este é um dos motivos que fazem o sexo ser encarado como uma obrigação, e não como uma relação física em que duas pessoas buscam o prazer.

Estudiosos dizem que o excesso de convivência mata a química do amor-paixão-tesão. A total rotina e a previsibilidade um do outro, assim como a falta de criatividade no erotismo, que deixa o sexo ‘mecânico’, interferem na libido

Segundo a terapeuta sexual e de casais Ana Maria Zampieri, há muitas razões, principalmente culturais, pelas quais isso acontece. “Uma delas é a construção sócio-histórica de fundo religioso que diz que temos obrigação de satisfazer sexualmente os nossos cônjuges mesmo quando não há desejo sexual”, menciona. O ginecologista Eliano Pellini também acredita que, apesar de terem conquistado autonomia financeira, as mulheres, muitas vezes ainda se submetem aos parceiros, fornecendo sexo em troca de companhia. “Elas fingem gostar de sexo para garantirem carinho e proteção do homem, além de um status exigido pela sociedade. Muitas que reclamam de falta de desejo na verdade só querem ter uma melhor vida sexual para servirem ao parceiro”, afirma Eliano, membro da Comissão Científica de Sexualidade da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH) e chefe do setor de Sexualidade Humana de Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC.

Outro fator que contribui para a perda da libido e do prazer, que transforma o sexo em uma obrigação de casal, é a convivência. “Estudiosos dizem que o excesso de convivência mata a química do amor-paixão-tesão. A total rotina e a previsibilidade um do outro, assim como a falta de criatividade no erotismo, que deixa o sexo ‘mecânico’, interferem na libido. A perda de interesse em surpreender a outra pessoa faz com que ela deixe de se sentir especial”, explica a psicóloga Ana Maria Zampieri. Mas, se as pessoas se casam justamente para viverem juntas, como isso pode prejudicar a relação sexual? Para Eliano Pellini, os casais não estão preparados para a rotina e acabam se desencantando no casamento quando ela chega. “As mulheres carecem mais de estímulos do que propriamente da libido. Quando escolhem parceiros que se preocupam com elas e não apenas as usam como receptoras da carga negativa que eles acumulam durante o trabalho (que são expelidas, por exemplo, na ejaculação), as mulheres naturalmente redescobrem o desejo sexual”.

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Sexo:Como lidar com a sexualidade

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Sexo é vida e vida é prazer!

Vivemos em um mundo muito sexual, onde o sexo está em toda parte e é usado para vender revistas, discos, filmes etc… Por vivermos em um país tropical, os nossos corpos quase sempre estão semi-nus, estimulando ainda mais a sexualidade, um instinto natural do ser humano.

Com a estimulação cada vez maior da sexualidade, hoje em dia é comum as pessoas manterem relações sexuais cada vez mais cedo…

Foi-se o tempo em que uma mulher se casava virgem, em que ela só conheceria o sexo através do seu marido… Conheço até uma senhora que diz que adoraria ter nascido nestes tempos, pois, apesar de bem casada, ela nunca experimentou uma relação sexual com outro homem que não fosse o seu marido e gostaria de ter tido esta oportunidade apenas para satisfazer a sua curiosidade.

Pois bem… hoje em dia fazer sexo é algo comum, normal e natural como sempre deveria ter sido: afinal, é um instinto do ser humano!

Mas para muitas mulheres, isto ainda é um fator que causa muita dor e sofrimento!

Como lidar com a sua sexualidade de forma positiva e sem sofrimentos?

A resposta parece difícil e complicada, não é mesmo?

MAS NÃO É!!!

Na verdade, muitas mulheres reclamam que seus parceiros não percebem o que elas desejam na hora das relações sexuais, como gostariam de ser tratadas… mas será que elas dizem para eles o que realmente desejam? Duvido!

É interessante observar que, apesar da mulher estar se destacando e se impondo em muitas áreas da vida social e profissional, quando o assunto é sexo, isso ainda é um tabu cheio de mistérios!

A mulher se sente sem coragem e sem saber exatamente como abordar o assunto, talvez até por desconhecer que formas seriam as melhores para estimulá-la! Será que ela conhece mesmo seus pontos de estimulação, aquilo que lhe dá prazer?

Por tudo isso, ela acaba por permanecer num estado de submissão ao seu parceiro, querendo que ele adivinhe o desejo dela. Talvez ela suponha que ele seja mais experiente “nesses assuntos”! E como diz o ditado, “quem cala, consente”, o parceiro acha que está agindo da forma certa, afinal, se ela não diz nada é porque deve estar sendo muito bom do jeito que ele age!

Muitas vezes, ela finge orgasmos apenas para agradar o seu parceiro e, por não ser estimulada da forma adequada não tem prazer… fica torcendo para que ele ejacule rapidinho…dessa forma, o ato sexual acaba e ela pode, enfim, dormir em paz!

Será que ela não percebe que está se privando de algo maravilhoso?

Ela até pode dizer… que nada… eu detesto sexo!

Como alguém pode detestar algo que dá muito prazer?

Talvez as experiências sexuais anteriores tenham sido negativas e traumáticas… mas isso não impede que ela possa vir a ter excelentes experiências pela frente… basta ela se dispor a experimentar novamente!

E como se faz isso?

As relações sexuais sempre devem ser geradoras de muito prazer e, para isso é preciso que, em primeiro lugar, você pergunte a si mesma o que a faz sentir prazer!

O primeiro passo é você conhecer o seu corpo. Você sabe que partes dele devem ser tocadas para dar-lhe mais prazer? Como estas partes devem ser tocadas? Quais são as suas fantasias sexuais?

O segundo passo é estabelecer um bom diálogo com o seu parceiro, falar para ele de seus medos, de suas dúvidas, receios… e falar também sobre como você gosta de ser acariciada, tocada, o que mais a agrada, que tipo de carícias a estimulam… dizer tudo sem medos, pois assim seu parceiro vai saber exatamente o que fazer para levá-la ao êxtase! Aproveite e pergunte a ele o que ele gosta que você faça para ele …afinal, sexo é feito entre duas pessoas e ambas devem ser estimuladas… se ele vai agradá-la, que tal você também fazer o mesmo?

Mas você poderia me perguntar: ahhhh…mas se eu disser para ele o que quero, o que ele vai pensar de mim?

Oras… se ele é um bom companheiro e tem afeto por você, ele irá adorar saber do que você gosta e procurará agradá-la, fazendo o que você deseja… ao mesmo tempo você estará abrindo caminho para que haja maior intimidade entre vocês e esta intimidade os levará a um relacionamento mais profundo e saudável!

O diálogo é fundamental!

Já se foi a época em que a mulher ficava quietinha em seu canto apenas tentando satisfazer o seu parceiro… sexo é troca, é diálogo, é poder falar de seus desejos sem preconceitos e experimentar novas formas de prazer!

Saiba que em sexo não existe o certo ou o errado, o importante é o que é bom para você e seu parceiro de comum acordo!

Viva a sua sexualidade de forma prazerosa!

Você merece!

“O mais importante nesta vida é ser feliz”.