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Dieta, exercícios físicos e até profissão podem alterar a expectativa de vida

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Você pretende viver até quantos anos? E o que você está fazendo para ter uma vida saudável? De acordo com a médica especializada em anti-aging, “diversos fatores influenciam na saúde de uma pessoa e na sua longevidade, como herança genética, prática de exercícios físicos, alimentação, tabagismo e até a profissão que exerce”.

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    Sintomas
    O primeiro passo para analisar o histórico de vida do paciente é uma entrevista. Nesta primeira consulta são feitos questionamentos sobre o que o paciente sente e as doenças que já teve.  De posse deste histórico, é possível identificar, a partir de sintomas e resultados de exames, uma doença que pode estar em atividade, seja ela silenciosa ou não.

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    Estilo de vida
    O estilo de vida é responsável por grande parte das doenças. A boa notícia, é que podemos evitar que elas se desenvolvam, adotando hábitos mais saudáveis. Fumo, consumo de álcool, sedentarismo e outras práticas fazem mal à saúde e podem causar impacto na longevidade. O tipo de profissão exercida, a alimentação, qualidade do sono e a frequência dos exercícios físicos são parte importante desta primeira análise.

  • 3
    Herança genética
    As doenças de fundo hereditário são aquelas que acontecem com pai, mãe, avós, irmãos e tios, elevando a incidência nos descentes. Hoje já é possível evitar doenças hereditárias, a partir da manipulação do gen causador do problema. Ou seja, se uma pessoa tem um familiar próximo com determinada doença não significa que, necessariamente, filhos, sobrinhos e netos também desenvolverão o problema. Diabetes, alguns tipos de câncer, hipertensão, doenças do coração e taxas de colesterol e triglicérides elevadas podem ser evitadas desta forma.

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Como aliviar a dor do que não foi vivido?

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Sabia que “viver não dói…. O que dói é a vida que não se vive”.

Definitivo, como tudo o que é simples nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável….um tempo feliz. Sofremos por quê?

Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos…. Por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e Não compartilhamos…. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade Interrompida….

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar… Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

Renata R. Dos Santos

Manchas do passado

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Quem nunca desejou ter a pele a la Isabella Rossellini – linda, lisa, perfeita, sem uma marquinha sequer – naqueles anúncios de cosméticos? Mas, aqui no mundo real, a idade vai chegando e não há nada mais natural do que ficar cheia de manchinhas e sardas nas mãos, no colo e no rosto, certo? Errado! Ao contrário do que se pensa, algumas manchas não são “sinal dos tempos” e sim da falta de cuidado e da superexposição ao sol. Ter a pele lisinha, viçosa e absolutamente homogênea não é um sonho impossível e o verão é a melhor época para começar a tratar do problema.

Você certamente já deve estar cansada de ouvir e pode até parecer manjado e repetitivo, mas os dermatologistas não se cansam de dizer, em alto e bom som: o protetor solar é a melhor prevenção contra as marcas da idade, contra o câncer de pele e, claro, contra as machinhas e pintas indesejáveis, que insistem em se proliferar. “O filtro é indispensável em qualquer situação, pois ele impede que você receba os raios ultravioleta, que são extremamente nocivos”, explica a dermatologista Maria Valéria Pinheiro. O ideal, segundo ela, é passar o filtro antes de sair de casa e reaplicá-lo a cada duas ou três horas. O sol tem efeito cumulativo no organismo, ou seja, os “malefícios” não são eliminados do corpo e quanto mais sol você toma, mais as marcas são acentuadas. Sobre o fator de proteção, o dermatologista Evam Magalhães afirma que acima do 15 só tem valor comercial. “O Fps 15 é o ideal e protege o suficiente”, garante.

O cuidado deve ser redobrado se você for muito branquinha e já tiver sardas. “Muita gente acha bonitinho, mas elas podem ser perigosas depois dos 25 ou 30 anos. É preciso clareá-las para não correr o risco de ter câncer de pele”, alerta a dermatologista Izilda Penteado. A questão não é só estética, mas também de saúde. A estudante de direito Renata Goldschimdt optou por fazer um tratamento para clarear as pintas que ela tinha no colo preocupada com as conseqüências que elas pudessem ter. “Por mais que eu tenha 25 anos, minha pele já estava muito envelhecida por causa dos anos de praia. Eu tinha medo que os sinaizinhos pudessem virar câncer. E a aparência ficou dez”, diz ela.

Correndo atrás do prejuízo – Se você é daquelas que nunca se preocupou em se proteger do sol, abusou das horas de praia e já está com muitas manchas, agora é hora de remediar. Antes de mais nada, você precisa consultar um médico especialista para saber, no seu caso, o que pode ser feito. Há diversos métodos de clareamento para os diferentes tipos de manchas. De acordo com a dermatologista Izilda Penteado, as manchas podem ser de origem congênita ou adquirida. Na primeira categoria estão as de nascença – estilo Angélica – e as sardas, que são hereditárias. Na segunda, estão incluídas as manchinhas causadas pelo sol (manchas solares ou senis), por ferimentos, produtos químicos, frutas cítricas, perfumes, e aquelas que aparecem depois da gravidez ou do uso de pílula anticoncepcional (melasma). Elas também podem ser divididas em claras (hipopigmentação) ou escuras (hiperpigmentação), ou seja, com mais ou menos melanina. O melhor é que todas, ou quase todas, podem ser removidas com laser, peeling químico e cremes clareadores.

Peeling químico – No verão, o melhor a ser feito para cuidar das manchinhas é a prevenção. Enquanto a temporada de sol segue a mil, o negócio é protetor solar até debaixo d’água para, quando o inverno chegar, se submeter aos peelings químicos. Eles são feitos por dermatologistas, no consultório, com a aplicação de ácidos que produzem uma esfoliação, retirando os pigmentos das camadas mais superficiais da pele e suavizando, inclusive, pequenas rugas. “Eu uso, em geral, uma combinação de ácidos e cremes despigmentantes. Esse tipo de tratamento precisa de dedicação, porque não costuma ser rápido”, afirma Maria Valéria Pinheiro.

Há vários tipos de substâncias que provocam a escamação e as principais são os alfa-hidróxiácidos, ácido glicólico, hidroquinona, ácido tricloro acético, ácido salicílico e o ácido retinóico. Cada médico vai formular um composto que se adequa mais ao seu tipo de pele. Mas atenção: você vai precisar tomar muito cuidado com o sol e com a luz, pois alguns ácidos são fotoreagentes e podem causar queimaduras, se você não usar e abusar dos filtros solares. A aplicação é supersimples: basta limpar a pele, aplicar o ácido sobre ela e depois é só retirar a substância. O ácido faz a pele arder um bocadinho, mas nada muito grave, depende do tempo e da concentração do produto.

A jornalista Rafaela Cruz, de 22 anos, fez tratamento com peeling no ano passado e garante que, em quatro meses, os resultados já estão bem aparentes. “Como sou mulata, minha pele sempre manchou com facilidade. Qualquer espinha ou machucado deixa marca. Eu estou usando ácido retinóico associado a outras substâncias, além de um bom protetor solar. As diferenças são gritantes e todo mundo já percebeu que estou de cara nova”, diz, animada.

Laser – O tratamento era caríssimo e quase impensável, mas os tempos mudaram e o laser já está bem mais acessível. Segundo o Dr. Franklin Carneiro, do Laser Surgical Center, a técnica elimina quase todos os tipos de manchas, desde as vasculares (como as do Gorbachev) até as sardas. “A vantagem do laser é que ele é seletivo, ao contrário dos ácidos. O calor é atraído pelo pigmento e destrói a mancha. No caso das vasculares, ele cauteriza os vasos”, explica o médico. Para clarear as manchinhas com bastante eficácia, o Dr. Evam Magalhães combina o peeling com o laser. “Eu preparo a pele com clareamento químico, depois uso o laser e finalizo com o químico, novamente”, afirma. Além disso, o médico recomenda o uso de vitamina C tópica.

As maravilhas da Vitamina C – Ela é a coqueluche da indústria cosmética e, pelo que dizem os dermatologistas, deixou de ser só uma boa arma contra a gripe a passou a ser também uma inimiga das rugas, dos radicais livres e das marcas na pele, pois regula a produção de melanina, a principal causadora das manchas. A vitamina C (ácido ascórbico) atua como um importante antioxidante natural e estimula a produção de colágeno (que faz a pele agir como se fosse jovem). Em cremes ou soro, ela contribui para suavizar as linhas de expressão já existentes e ajuda a clarear as manchinhas, dando à pele um tom mais homogêneo. O Dr. Evam Magalhães afirma que gosta muito de usar uma composição de ácido kójico com vitamica C pura. “Além de ser fundamental para o bem-estar geral, ela dá bons resultados quando usada na forma tópica”, afirma. A pele contém, naturalmente, ácido ascórbico e ele vai sendo eliminado com a exposição ao sol, por isso, é importante tentar reavê-lo.

Além de deixar a sua pele revitalizada e linda, o clareamento das manchas também evita que elas possam trazer problemas futuros. Muito protetor solar (sempre!), muita hidratação, um bom dermatologista… Et voila: uma pele linda!

Fonte:bolsademulher

Emocionalmente evoluída

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A experiência da raça humana já conseguiu revelar que existem muitos tipos de inteligência. Todo mundo tem a sua, atuando em áreas e até intensidades diferentes. Uns são bons com números, outros com palavras, ou ao lidar com máquinas e dominar uma bola nos pés. São cabeças sempre em busca de boas soluções dispostas a aprender com os erros. É assim com quem se mostra craque em relacionamentos. Gente que, seja por um dom natural ou pelo tombo do navio, consegue, para o prazer próprio e o daquele com quem se divide escova de dentes, exibir maestria na complicadíssima arte de equilibrar o binômio razão-emoção, diminuindo sofrimentos e encontrando respostas para muitos questionamentos do amor.

Desde suas primeiras experiências no ramo, mesmo em plena inocência adolescente, a jornalista Ana Glusing teve por princípio economizar ao máximo sua cota de estresse em qualquer relacionamento amoroso em que se envolvesse. “Sempre fui uma pessoa muito ponderada e racional. Não consigo ser impulsiva. Antes de ter uma reação em resposta a qualquer atitude do outro, tenho o hábito natural de me colocar no lugar dele. Quase sempre consigo compreender e ser justa”, garante ela. Ana afirma que esse tempero de razão, ao menos se bem dosado, não esfria suas emoções. “Sou racional, mas não sou pedra. Não dá pra ficar querendo ponderar tudo o tempo todo e esse era justamente meu problema, quando era mais nova. Às vezes, ficava analítica demais. Com o tempo, fui aprendendo a deixar a coisa fluir e ver que a graça estava no equilíbrio”, diz. Quem vê Ana contando seus segredos com tanta propriedade há, com certa razão, de desconfiar de tanta segurança. Mas ela afirma que está longe de se sentir ou ser uma “mulher superior”. “Ainda tenho muito o que aprender na vida! Não sou melhor do que ninguém!”, assume.

É justamente nessa disposição para aprender com as lombadas da estrada que se revela a inteligência de quem é talentoso no assunto. Foi também na marra que a engenheira mecânica Roberta Gadelha aprendeu a criar soluções para os problemas de relação. “Perdi muito namorado dando muito crédito a valores como vaidade e orgulho. Mas acho que tudo isso é normal, a gente começa meio virgenzinha mesmo e depois vai aprendendo com as perdas e ganhos. Hoje, por exemplo, não consigo me imaginar explosiva, como era, principalmente com ciúmes. Essa, agora, é principalmente uma questão de bom senso e de autoconfiança, pra mim. Acho que sei ponderar e avaliar quando uma situação realmente oferece algum tipo de ameaça. E, para resolver, nada melhor do que conversa, ouvindo e falando, com muita calma”, revela Roberta.

Na opinião da psicóloga Maria Teresa Maldonado, todo mundo está apto a desenvolver sua inteligência emocional para relacionamentos. “Pode-se aprender na marra, por meio de uma perda, como, por exemplo, a pessoa que se ama um dia cansar de suas atitudes e dar um basta na relação; por meio de terapia ou por alguém que esteja ao lado, tentando fazer com que os erros sejam vistos”, garante. Como foi o caso do economista Alexandre Galvão. “Eu era uma pessoa extremamente egoísta, só queria saber da minha vida. De tão acostumado com essa maneira de ser, não atinava para as necessidades das pessoas à minha volta. Quando percebi que estava a ponto de perder a mulher da minha vida, fiz uma reavaliação comportamental e todos os dias tento me tornar um pouco melhor, pensar no que ela e os outros querem e sentem com minhas atitudes”, conta ele.

Maria Tereza acrescenta ainda que a falta de habilidade nos relacionamentos compromente muito não só a vida amorosa, como também a profissional e a social, de maneira geral. “Quem não sabe dominar seus impulsos, não sabe lidar com os outros e é socialmente indesejável, provavelmente terá dificuldades para manter sua situação de chefe ou até mesmo o emprego” alerta a psicóloga, lembrando que o segredo de tudo pode estar na capacidade de ter flexibilidade para poder construir bons relacionamentos em qualquer ambiente. “É importante desenvolver a competência de criar soluções e gerenciar seus sentimentos para viver melhor”, finaliza a psicóloga.

Fonte:bolsademulher