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Capixaba com maiores seios do mundo corre risco de morte

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A capixaba Sheyla Hershey, de 29 anos, que ficou conhecida em todo o mundo por possuir um dos maiores seios do planeta, pode sofrer graves consequências por sua obsessão: a modelo, que mora nos Estados Unidos e é casada com um dos herdeiros de uma famosa marca de chocolates, tenta se recuperar de uma violenta infecção causada por bactérias, de acordo com o site Daily Mail.

O drama de Sheyla, que já teve 5,5 litros de silicone em cada seio, teve início quando, depois de retirar as próteses por causa da gravidez, em 2009, ela voltou ao Brasil para colocar novos implantes, o que ocasionou os problemas de saúde.

Segundo a publicação, a morena corre o risco de perder uma das mamas ou a própria vida, caso a infecção chegue à corrente sanguínea. Para evitar a tragédia, ela foi internada às pressas para fazer um tratamento à base de antibióticos e controlar a propagação das bactérias.

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Chifre nasce na testa de velhinha chinesa de 101 anos

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Um chifre nasceu no lado esquerdo da testa de uma velhinha de 101 anos. E agora teme que outro galho cresça no lado direito.

Zhang Ruifang vive em Linlou, na parte central da China. A idosa notou que uma pequena verruga estava aparecendo em sua testa, no ano passado.

Só que agora, o que era um calombinho, virou um chifre que seis centímetros. Pior, uma outra verruga surgiu do outro lado da testa.

Segundo o filho mais novo da velhinha, Zhang Guozheng, 60 anos, o chifre é feito de pele dura e grossa.

– Não demos muita bola no começo. Mas o chifre não para de crescer. E agora tem algo estranho crescendo do outro lado da testa.

A velhinha tem sete filhos e vários netos. Eles vivem na área rural da cidade e não têm dinheiro para mandar a idosa ao hospital. Ela afirma que o chifre não dói e não atrapalha sua vida tranquila de interior.

Desastres naturais afetarão 375 mi por ano em 2015, diz Oxfam

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O número de pessoas afetadas por desastres naturais deve aumentar em mais de 50% até 2015 e atingir a média de 375 milhões de pessoas por ano, segundo a organização não-governamental britânica Oxfam. Os dados fazem parte do relatório Direito a sobreviver, divulgado nesta terça-feira. A Oxfam, que combate a pobreza, usou dados do centro de pesquisa belga CRED, que há trinta anos coleta estatísticas sobre o impacto de catástrofes naturais no mundo, como secas e enchentes. Os números do CRED mostram que, entre 1998 e 2007, cerca de 243 milhões de pessoas por ano foram afetadas por catástrofes naturais. Os dados indicam um progressivo aumento na incidência desse tipo de problema. Segundo a Oxfam, a média anual de 375 milhões de pessoas atingidas por desastres naturais até 2015 foi obtida com base em projeções do aumento da população e da incidência de catástrofes naturais entre 1998 e 2007. Apoio humanitário O relatório da Oxfam afirma que se as projeções estatísticas se confirmarem os sistemas de apoio humanitário não terão condições de atender a todos. A Oxfam alerta que as agências humanitárias podem ficar sobrecarregadas pelo excesso de vítimas de inundações, tempestades e secas. O diretor da Oxfam, Rob Bailey, disse à BBC que as agências humanitárias não precisam apenas de mais dinheiro, mas que é preciso melhorar a forma como este dinheiro é gasto. O grupo pede que os recursos sejam gastos de forma imparcial, e não de acordo com interesses políticos. “Nós precisamos nos certificar de que este dinheiro é gasto de melhores formas”, disse. “No momento, as pessoas pobres no mundo em desenvolvimento que enfrentam desastres naturais estão quase que participando de uma loteria em escala global.” Segundo Bailey, há uma grande disparidade na forma que o dinheiro chega às agências humanitárias. Ele disse que foram gastos em média US$ 1,2 mil por vítima do tsunami de 2004 na Ásia. No entanto, o gasto por pessoa com as vítimas da recente crise humanitária no Chade foi de apenas US$ 23, em média. BBC Brasil.

 

Fonte:http://verde.br.msn.com/  BBC

O conflito entre israelenses e palestinos – um pesadelo sem fim?*

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 A interminável seqüência de ataques suicidas palestinos, seguidos de retaliações pesadas das forças armadas israelenses confere ao conflito dimensões que ultrapassam a disputa pelo território da antiga “terra prometida”. O número de vítimas inocentes e as perdas causadas pela ocupação recorrente das cidades palestinas acirram ainda mais os ânimos belicosos que fortalecem os grupos extremistas dos dois lados e, assim, afastam cada vez mais as perspectivas de um acordo justo e negociado.

Pelos meandros tortuosos da mente e do comportamento dos principais atores envolvidos no conflito, a situação se deteriorou a tal ponto que está para exigir um esforço concertado da comunidade internacional no sentido de colocar um paradeiro à matança e obrigar os dois lados a sentar, novamente, à mesa de negociações para dialogar até a superação dos impasses atuais.

Observadores e analistas do conflito se confundem no cipoal das argumentações e justificações dos respectivos porta-vozes. Os palestinos justificam os ataques suicidas como respostas necessárias aos assassinatos seletivos de lideranças do Hamas e Jihad Islâmico pelo exército de Israel. Cada ataque provoca retaliações inviabilizando as frágeis tentativas de entendimento dos representantes dos governos.

Como acontece quando os sentimentos de ódio e de vingança conseguem calar a voz da razão, particularmente na cultura do Oriente Médio onde a injunção “olho por olho, dente por dente” ainda é profundamente arraigada, cada novo incidente parece afastar ainda mais as chances de um acordo. Os dois contendedores perdem de vista os fins, ou seja, o convívio pacífico de dois estados, com fronteiras seguras e garantidas pela Organização das Nações Unidas. Isto pressupõe a criação de um estado palestino ao lado do estado de Israel, plenamente reconhecido pelos palestinos e outros países árabes, como único caminho para restabelecer a paz e a segurança na região, para que suas populações sofridas possam finalmente trabalhar, produzir e (re)construir um convívio humano de cooperação, respeito mútuo e de solidariedade.

Indubitavelmente, a imensa maioria dos dois povos condena a violência e aspira viver em paz, uma mensagem que finalmente parece ter chegado ao primeiro ministro palestino, Ahmed Koreij e ao israelense, Ariel Sharon, neste início de novembro de 2003, quando até o chefe do estado maior das forças armadas de Israel, Moshe Yaalon, exigiu de público uma atitude mais positiva do governo quanto aos possíveis entendimentos com a liderança palestina. Como ponto de partida, conviria admitir que nenhum dos dois lados consegue um controle total sobre seus respectivos extremistas e, portanto, uma vez iniciadas as negociações, estas deveriam prosseguir mesmo com incidentes e reações por parte de extremistas no sentido de criar obstáculos ao processo de paz.

Para uma melhor compreensão da dinâmica do conflito e de suas origens não basta analisar e discutir os argumentos míopes e cartesianos apresentados por certas lideranças políticas e a mídia dos dois lados.

A oposição dos palestinos ao estabelecimento de colônias agrícolas coletivistas na Terra Santa data desde o início do século XX e prosseguiu esporadicamente, acompanhada de lutas armadas, nas décadas de vinte e trinta, até a criação do estado de Israel, em 1948, pela resolução das Nações Unidas. Foi proposta a partilha do território de 27.000 quilômetros quadrados, até então sob mandato britânico, em dois estados. A rejeição da proposta pelos estados árabes vizinhos e a invasão do país pelas tropas do Egito, Síria, Iraque, Jordânia levou à primeira guerra contra o estado judeu que terminou com um armistício em 1949, mas sem um tratado de paz. A seqüência de enfrentamentos militares em 1956, 1967 e 1973, entremeados por várias Intifadas e a invasão do Líbano, em 1982 ceifou inúmeras vítimas dos dois lados.

Importa ressaltar o papel dúbio e as políticas contraditórias dos países árabes na luta dos palestinos. Instigando a liderança palestina a recusar qualquer acordo através de negociações, forneceram armas em profusão, sem contudo estimular e financiar o desenvolvimento do território ocupado pela população palestina, na margem ocidental do rio Jordão. Pior ainda, em setembro de 1970, as tropas jordanianas massacraram 20.000 palestinos e, em 1982, provavelmente com a conivência das tropas israelenses, as milícias libanesas cometeram o massacre de Sabra e Chatila, nos subúrbios de Beirute. Nem os acordos e conseqüentes tratados de paz com o Egito de Anwar Sadat e o reino Hashemita de Hussein foram suficientes para influenciar os outros países, mais belicosos e radicais, a tentar uma aproximação com o estado de Israel.

Sucessivas tentativas de trazer os dois litigantes à mesa de negociações – Camp David, Oslo, Wye Plantation – sob o patrocínio dos Estados Unidos, fracassaram, dando início a um novo ciclo de violências. Quando todas as aparências indicaram que um acordo estava ao alcance nas negociações entre Ehud Barak e Yasser Arafat, este endureceu sua posição e rejeitou a proposta israelense que, segundo os observadores internacionais, teria sido um ponto de partida favorável para o encerramento das hostilidades e os primeiros passos para uma longa trajetória de negociações e ajustes. A intransigência dos palestinos, além de causar a demissão de Barak, levou a maioria da opinião pública israelense a apoiar Ariel Sharon e suas políticas agressivas, inclusive a expansão dos assentamentos de colonos judeus nos territórios do futuro estado palestino.

Como interpretar essa política radical e contraditória dos países árabes e islâmicos em relação ao conflito palestino–israelense? Tratam-se de sociedades semifeudais e autocráticas que reprimem quaisquer movimentos populares que busquem a emancipação e a construção de democracias regidas pela Carta das Nações Unidas sobre os Direitos Humanos. Com exceção do Líbano, são sociedades dominadas por governantes que exercem o poder de forma absolutista, sem as garantias mínimas de liberdade de opinião, de organização sindical ou política e dos direitos de mulheres e de minorias. Para esses governantes, o movimento de libertação da Palestina é vislumbrado como uma ameaça aos seus regimes autoritários, porque um estado democrático e secularizado na Palestina constituiria o fermento para a conscientização e a resistência à opressão política, mal disfarçada pela doutrina religiosa da Sharia – a lei do Corão. Desgraçadamente, as sucessivas lideranças israelenses ignoraram esse aspecto da luta pela libertação nacional, ainda que tardia, dos palestinos e procuraram acordos com os reis e sultões absolutistas, dos Marrocos, da Jordânia e dos emirados do Golfo Pérsico.

É mais uma ironia da História que os judeus, que só tardiamente conseguiram seu estado nacional, tentem resistir às aspirações legítimas dos palestinos de construir seu estado. No mar de absolutismo e de intolerância do Oriente Médio e da maioria dos países islâmicos, um futuro estado palestino, democrático e secularizado, será um fator de efervescência e de estimulo a transformações sociais e culturais inevitáveis em nossa era de globalização.

Para o avanço das negociações, a participação ativa da sociedade civil dos dois lados é absolutamente indispensável, para conter os extremistas e pressionar os governantes de manter abertos os canais de negociação.

A presença de mais de 100.000 israelenses na comemoração do aniversário da morte de Rabin, assassinado por um fanático religioso, é eloqüente a respeito do desejo da população israelense por paz e segurança. Também, o manifesto de mais de 300 acadêmicos e intelectuais, lançado em outubro p.p., conclamou o governo Sharon a adotar medidas mais positivas, em vez de protelar a adoção do road map, reivindicação essa reforçada pelo pronunciamento do chefe do estado maior do exército de Israel, o general Yaalon. Seria de fundamental importância que houvesse manifestações semelhantes do lado palestino, onde as manifestações a favor da paz e de negociações ficaram restritas, até agora, a poucos pronunciamentos de intelectuais, como o recém falecido Edward Said.

Aos pessimistas devemos apontar os exemplos da História contemporânea de pacificações após anos de conflitos sangrentos, tais como a da Irlanda do Norte, do Sri Lanka e, sobretudo, do conflito secular entre França e Alemanha que, depois de três guerras (1870-71, 1914–18 e 1939–45) responsáveis por milhões de vítimas, chegou a uma solução pacífica resultando na criação da União Européia.

O mundo caminha, apesar de resistências e obstáculos, em direção a uma integração cada vez mais estreita de povos, em que o estado nacional, as fronteiras geográficas e as mentalidades xenófobas perdem gradualmente peso e importância. Apesar do desenvolvimento cultural e político assincrônico das nações, particularmente do Terceiro Mundo, não pode haver dúvida quanto à necessidade inadiável de cooperação em todas as esferas de vida social para assegurar a sobrevivência da humanidade.

A criação de um estado palestino, democrático e secularizado, tenderá a acelerar as transformações culturais e políticas no Oriente Médio, atuando ao mesmo tempo como freio ao consumo de desperdício e a corrida armamentista irracional, que consomem a maior parte dos lucros auferidos com a extração e venda de petróleo. A violência das armas pode resultar em ganhos transitórios, mas o ódio e o desejo de vingança pelos mortos e destruições perduram por gerações.

 O exemplo das sociedades ocidentais é rico em ensinamentos a respeito da evolução lenta, mas irresistível, da História. Trezentos anos atrás, a Europa apresentou um quadro de guerras intermináveis entre reis e príncipes feudais cujas riquezas e poderio estavam baseados na exploração impiedosa de seus servos e, em alguns casos (os países ibéricos, a Holanda, França, Inglaterra), na espoliação e extermínio em massa das populações indígenas na América Latina, na Ásia e na África, cujos habitantes foram caçados, algemados e transportados para servirem de escravos nas colônias. Ironia da História, as riquezas produzidas pela mão de obra escrava permitiram à burguesia comercial em ascensão a reivindicar e conquistar do estado absolutista os direitos civis, a liberdade e a igualdade perante a Lei.

Visto sob esta perspectiva, o conflito entre palestinos e israelenses deve ser reconduzido à mesa de negociações. A superioridade de armas pode vencer batalhas, mas não garante o desfecho de uma guerra cujo objetivo só pode ser a paz e o convívio pacífico de todos num mundo em que a diversidade cultural e a estrita observância dos direitos humanos prevalecerão como princípios máximos a regerem as relações entre países e povos. Para isto, deve-se cessar a demonização mútua e mostrar disposição de negociar sem estabelecer condições prévias do tipo sine qua non.

Na mesa das negociações, serão devidamente equacionados e encaminhados os problemas que atualmente impedem um princípio de acordo entre os litigantes. A criação de um estado palestino mediante delimitação das fronteiras sob a supervisão das Nações Unidas, será acompanhada de um explícito reconhecimento do estado de Israel pelos palestinos e por todos os países árabes. Na discussão do problema dos refugiados palestinos e seu direito ao “retorno”, além de considerar o caso de centenas de milhares de judeus expulsos dos países árabes após 1948, deverá ser explicitado que esse retorno se refere ao futuro estado da Palestina e não ao estado de Israel.

Os assentamentos de colonos israelenses nos territórios da Cisjordânia e da faixa de Gaza terão de ser desativados, compensando-se os colonos pelos investimentos realizados e oferecendo-lhes oportunidades de novos assentamentos nos territórios de Israel.

Finalmente, quanto ao status de Jerusalém, reivindicada como capital pelos palestinos e por Israel. Sua soberania será dividida e compartilhada, como de fato já ocorre em função de fatores demográficos e religiosos, resguardados os direitos de outras denominações religiosas de acesso aos seus lugares sagrados. Esta seria uma solução aceitável para os dois lados, representando um primeiro passo de transição para os dias anunciados na profecia de Isaias: ”… é será nos últimos dias, quando os povos não mais guerrearão e transformarão suas espadas em arados…”, refletindo, também, a visão espiritual expressa nas rezas dos judeus – “… pois minha casa será o templo de orações para todos os povos…”.


* Texto elaborado com base em apontamentos para a participação do autor no programa Roda Viva da TV Cultura, gravado em 4/11 e levado ao ar em 17/11. Outros textos do autor: www.abdl.org.br/rattner/inicio.htm

Fonte:http://www.espacoacademico.com.br

Fazer,falar e sentir a PAZ!!!

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Olá galera

Devido a esses tristes acontecimentos dos ultimos 17 dias,eu resolvi tomar a iniciativa de fazer,falar e sentir a paz,mais uma vez vou usar meu espaço aqui para tentar contribuir com um objetivo maior que no momento é a PAZ,irei começando por hoje publicar,artigos,textos e imagens que achar interessante sobre essa NOVA/VELHA que estamos vivendo,espero assim cumprir com meu papel.

Sem ser chata,mas galera vamos promever a PAZ,começando dentro de nós,em nossas casas,com a família,no trabalho,na escola,na rua,e assim por diante,por um mundo melhor,por um EU melhor,por um VOCÊ melhor e um futuro,para os que ainda estão vivos e os que virão,pois uma “Grande Famíla” de inocentes ja morreram em vão.

Beijos a tds.

Renata Ramone

2008 um desabafo e um protesto

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Oi gente

Eu resolvi escrever um pouquinho do que achei de 2008,não um balanço do que aconteceu em minha vida pessoal e sim,tantas coisas que aconteceram no mundo que as vezes não nos ligamos,achamos que está muito longe de nós,que podemos ignorar,ou simplesmente sabemos e não fazemos nada para melhorar.

 

Reféns são soltos pelas FARC
Em julho, foi libertada a franco-colombiana Ingrid Betancourt com mais 14 reféns das FARC. Seqüestrada desde fevereiro de 2002, durante as campanhas presidenciais da Colômbia, a ex-senadora foi solta após operação militar colombiana sob o comando do presidente Álvaro Uribe.

 

Após 20 anos de pesquisas e mais de 3 bilhões de euros, o maior acelerador de partículas do mundo começou a operar em 10 de setembro, com o objetivo de simular o Big Bang. Mas, dez dias depois, o experimento teve de ser interrrompido e só será reativado no fim de 2009. 

 

Em 2 de maio, o ciclone Nargis deixou um rastro de destruição em sua passagem por Mianmar, na Ásia. Uma gigantesca onda causou cerca de 134 mil mortes e vários desaparecidos em uma população de 47,7 milhões de habitantes. Milhares de pessoas ficaram desabrigadas por causa dos ventos de até 190 km//h e do maremoto. A Índia preveniu Mianmar 48 horas antes da chegada do Nargis. Mas nada foi feito.
 

Em abril, o mundo ficou estarrecido com a história do austríaco Joseph Fritzl, de 73 anos, que manteve a filha Elisabeth escondida no porão de sua casa por 24 anos e teve sete filhos com ela, sendo que três deles nunca viram a luz do sol. O austríaco chegou a denunciar o desaparecimento da filha à polícia. 

 

Em julho, foi lançada a nova versão do iPhone em mais de 20 países. O lançamento oficial no Brasil do modelo, que ganhou suporte ao GPS e acesso mais rápido à internet móvel, foi feito em 26 de setembro pelas operadoras Claro e Vivo. O valor do aparelho varia de R$ 900 a R$ 2,6 mil. 

 
A crise no mercado de crédito que se abateu na economia dos EUA teve início na crise no mercado hipotecário americano, que gerou a quebra de bancos importantes, como o Lehman Brothers, e desencadeou o desaquecimento da economia global. Em outubro, finalmente, o presidente Bush conseguiu aprovação de um pacote de resgate financeiro de US$ 850 bilhões e o mercado respirou um pouco mais aliviado. 
 
Em 4 de novembro, os americanos elegeram seu primeiro presidente negro: o democrata Barack Hussein Obama Jr. Filho de um queniano com uma norte-americana, aos 47 anos, ele derrotou o republicano John Sidney McCain III, de 72 anos. Pelas projeções, Obama terá mais de 330 dos 538 votos no Colégio Eleitoral do país. A posse será em 20 de janeiro. 
As enchentes (chuvas) em Santa Catarina acabou se tornando um dos maiores desastres dos últimos anos aqui no Brasil. As chuvas provocaram pelo menos 109 mortes, além dos mais 78 mil habitantes que estão desabrigados.
Pensando sobre tudo isso,eu me pergunto,o que eu faço para evitar essas coisas?para ajudar?para representar meu papael como cidadã? e a resposta foi simples,quase nada,mais porque quase nada se eu tenho conciência de que o mundo está mudando,que coisas estão acontecendo,e muitas vezes me pego de braços cruzados,ou de olhos fechados á essas mudanças,revoluções,catástrofes naturais.
Tenho conciência sim,quero mudar sim,quero fazer algo sim,e aos poucos vou me moldando a nova realidade mundial,que pensamos ser coisa de países ricos,que a crise não chegou aqui que os recursos naturais são inesgotáveis etc…O mundo passa por uma revolução,com certeza as pessoas so vão se dar conta disso quando forem atingidas de alguma forma,estamos pensando nos nossos presentes de natal,onde vamos passar nosso feliz ano novo,mas e as famílias de Santa Catarina que perderam tudo,principalmente seus entes queridos,não vejo nenhum feliz ano novo para essas pessoas,vejo um cenário de total destruição,tanto material,quanto pessoal e sentimental,não quero aqui ser hipócrita de forma alguma,e sim tentar de alguma forma,fazer um alerta as pessoas que irão ler essas palavras,que se não nos unirmos para tentar fazer algo,tudo isso que conhecemos vai pra vala,a vida como conhecemos não mais existirá,talvez nem o proprio homem,e dai muita gente pensa,mas eu sozinho não posso fazer nada,pura demagogia,pois a mudança começa dentro de nós,o primeiro passo sempre é meu,é seu…então se você pode ajudar,mesmo que seja dentro de casa,com simples atitudes,que podem fazer toda a diferença,como a coleta seletiva que é algo tão simples,faça,se você pode doar um agasalho doe,um brinquedo,ou até mesmo o seu tempo o seu carinho,a essas pessoas,as crianças,eu não vejo nenhum empesilho em tomar essas pequenas atitudes,a unica coisa que nos impede somos nós mesmos,então depois de tantas coisas estourando pelo mundo,e aqui bem pertinho de nós,eu desejo do fundo do coração,e vou lutar,fazer minha parte para que isso aconteça,que sejamos mais humanos uns com os outros,menos consumistas,menos hipocritas,porque de nada vai me adiantar toda tecnologia do mundo se essa porra estiver toda ferrada(com perdão das expressões).
Eu quero fazer a diferença e você?
OBS:A todos peço desculpas se ofendi ou me expresseu mal,e venho lembrar que o Regganata sempre foi um cantinho de livre expressão,tanto para mim quanto para todos que comentaram por aqui,simplesmente precisava dizer isso de alguma forma e então nada mais justo que usar o meu espaço aqui para isso,como eu disse anteriormente,esse ano eu vou fazer a diferença,vou mudar habitos,os meus pelo menos,como venho tentando fazer de um tempo pra ca,talvez essas palavras sirvam de algo para alguém,talvez não,mas ai fazer o que,paciência.
Mas de qualquer forma se ofendi me perdoem.
Renata Ramone.

Lula: reunião do G-20 muda lógica das decisões políticas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um balanço positivo da cúpula de líderes do G-20 no sábado (15), em Washington, que discutiu medidas de combate à crise financeira internacional e de prevenção. “A reunião muda a lógica das decisões políticas, já não é mais o G-8, agora o G-20 ganha um papel de destaque”, disse hoje, no programa semanal de rádio Café com o Presidente.

 

“Encontramos um caminho para evitar que aconteça novamente o que aconteceu com a crise financeira”, disse. Para Lula, a participação do Brasil na discussão foi um passo decisivo para aumentar a representatividade do País nos fóruns internacionais. Entre os principais temas discutidos na reunião nos EUA, o presidente destacou as medidas para restabelecer a liquidez e restaurar a confiança no mercado financeiro, as políticas anti-recessivas e a regulação do sistema financeiro.

 

Lula ressaltou a importância de ações para facilitar o acesso ao crédito que vêm sendo tomadas no País. “Faz 30 dias que nós estamos adotando medidas para permitir a irrigação do sistema financeiro e garantir que se tenha crédito para que o consumo continue acontecendo, para que as empresas continuem produzindo, o comércio vendendo e o povo comprando. É isso que vai ativar a economia.” E comparou a economia brasileira à de países europeus, que têm registrado recessão: “Nós não queremos que o desemprego chegue à América Latina, que chegue ao Brasil, sobretudo porque a nossa economia está muito mais arrumada do que a economia deles.”

 

Na cúpula do G-20, lembrou Lula, os representantes assumiram o compromisso de até o final de 2008 concluir o acordo comercial da Rodada Doha. A Organização Mundial do Comércio (OMC) quer convocar para dezembro, por volta do dia 10, reunião para tratar do assunto.

Fonte:http://noticias.br.msn.com